Notas iniciais
Olá mais um capitulo fresquinho para vocês, espero que gostem. Boa leitura!

__MAS O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?

O grito raivoso soou ecoando por todo o ambiente fazendo o príncipe e a plebeia saírem de seu transe e encararem a figura de postura tensa e olhos raivosos parado no portão do estabulo: Jack

Jack estava em uma montada pelas redondezas do castelo e voltava para o mesmo para guardar seu cavalo foi quando ouviu gritos e seguiu em direção dos mesmos. Qual não foi sua reação ao encontrar Anastásia presa ao corpo do príncipe Christian enquanto o mesmo se esfregava nela a fazendo gemer. Ao avistar aquela cena sentiu seu sangue ferver.

Christian sorriu debochadamente ao fitar Jack e os olhos arregalados de Anastásia, ele pega uma de suas mexas castanhas rebeldes e a enrolas em seus dedos longos.

__Minha criada e eu estávamos resolvendo algumas pendencias.

Christian sai de cima da jovem que ao se ver livre se levanta e sai correndo para longe dali.

Ela chega à cozinha com a respiração ofegante e com um estranho calor entre suas pernas. Não podia negar que o que acabara de acontecer a deixou quente. Ela senta-se em um dos bancos da mesa da cozinha e repara em seu estado: A manda se seu vestido caído mostrando seus ombros, os cabelos bagunçados com alguns pedaços de palhas no mesmo, sua respiração está mais rápida que o normal e com certeza suas bochechas estão coradas. A moça agradeceu a Deus por não encontrar com ninguém na cozinha naquele estado, não queria dar explicações e não saberia o que dizer para explicar o porquê de está daquele jeito.

Pouco tempo depois de se acalmar Ana começou a descascar as batatas para o jantar, o cheiro das costelas de porco invadiam a cozinha. Gail remexia a panela grande e Hannah arrumava os pratos para serem levados a sala de jantar, elas percebem Anastásia calada a fazer o serviço e com a manga do vestido caída.

__Por onde andou? – pergunta Hannah.

__Tratando dos cavalos.

__Minha nossa, Ana! Estás vendo? É isso que me preocupas menina, tua andas solta pelo palácio. – diz Gail.

__Não se preocupe, sei me defender.

__Em certos lugares não é bom que uma moça ande sozinha. Menina eu me preocupo contigo não desejo que nenhum mal se achegue a ti.

__Mau? Como aqui na cozinha? Entendi. – diz ela ingênua.

__Mamãe! – repreende Hannah __Seja popular, assim ela não vai entender o alerta que estamos tentando dar.

Anastásia observava as duas sem entender nada.

__Sejam claras, desembuchem!

__Eeer.. Ana, o príncipe é homem ele pode querer coisas, fazer coisas contigo, ter intimidades de marido e mulher. — Hannah se abana com as mãos como se estivesse sentindo calor ao imaginar as coisas. __Hannah diz tolices, mas concordamos que tu és uma jovem muito bela.

__Eu nunca me sujeitaria a me entregar e se tornar uma rameira para aquele filho de uma égua.

__Olha a boca, Ana! Lembre-se que ele é o filho da rainha não o insulte! – adverte Gail.

__Me desculpe.

A conversa é encerrada por Christian e Jack que passam pelas portas atraídos pelo cheiro da comida.

__Hum... Costelas de porco. – diz Christian. Ele e Jack pegam algumas pedaços se deliciando do tempero esplendido.

__Não erras Gail, perfeito! – ele lambe os dedos ao degustar o sabor olhando intensamente para Anastásia que ao perceber cora.

Jack pega uma maça avermelhada e a joga para o alto, desembainha sua espada e acerta a fruta no ar que cai sobre a mesa dividida em duas partes. Ele pega uma metade e morde sensualmente fixando os olhos negros em Anastásia.

__Gostas de maça?

__Nem tanto. – mentiu, ela adora maça.

__Cara donzela o mais saboroso está na acidez do fruto deveria aproveitar mais do fruto proibido. – Ele leva a outra metade à boca com o olhar de segundas intenções deixando Anastásia desconfortável.

__Não terminei ainda, chispem da minha cozinha agora ou iram provar da colher de pau em suas cabeças. – ameaça Gail com a colher de pau na mão.

__Calma nós já vamos, desculpe nosso incomodo. Ahh... E Anastásia prepare meu banho e le aos meus aposentos.

Ao ver o príncipe virar –lhe as costas Ana mostra o dedo do meio deixando Gail e Hannah boquiabertas e gargalham com a atitude da moça.

Gail aquece a agua em uma caldeira de ferro e depois despeja a agua nos baldes pesados dificultando a subida da moça que não poderia carrega-los sozinha com seus finos e delicados braços. Após mais cinco subidas ela despeja toda a agua na imensa banheira de mármore cinza, alguns objetos eram da mesma cor, ela deduziu que fosse sua cor predileta. Pingou algumas gotas de lavanda ao terminar o chamou, ele surgiu das cortinas claras, estava observando o jardim.

Apreciando a vista do jardim do castelo, Christian se perdeu em seus pensamentos ao recordar do que tinha acontecido no estabulo com Anastásia. Aquilo o deixou muito excitado teve que se controlar para não toma-la ali mesmo, mesmo sabendo que é errado sentir isso por ela, mas foi inevitável ainda sente seu pênis doer de desejo, ele percebeu que a moça não se sentiu confortável e percebeu que aquilo era seu ponto fraco, sorriu com o pensamento. Ele iria brincar!

__Alteza, já preparei teu banho. Com licença sua majestade.

__Aonde vais?

__Daqui a pouco tenho aula.

__Aula de quê?

__Ler meu senhor, a princesa Mia e Katherine vão me ajudar.

__Não sabes ler? – ele pergunta com o cenho franzido.

__Não.

__E tens minha permissão para os estudos?

__Por favor, não me prive disso também. – pede a jovem com os olhos lacrimejados.

__Pensarei a respeito. Mas, antes termine de me banhar. – diz ele e no mesmo instante Anastásia arregala os olhos.

__Como? Meu senhor de forma nenhuma!

__Ou me banha ou será punida. – ameaça e ela hesita __Me banhe, Anastásia! Eu ordeno.

Christian começa a desabotoar seu colete de seda cinza e depois sua camisa de linho branca, deixando a vista seus ombros largos, seu peitoral e abdômen. Ele é forte! Concluiu Anastásia boquiaberta e envergonhada ao vê-lo seminu a sua frente. Quando ele fez menção de tirar suas calças instantaneamente ela virou-se de costas, afinal nunca tinha tido intimidades com o sexo masculino o máximo que tivera foram as vezes que flagrou casais na beira do rio que costuma a se banhar tendo relações sexuais. Era os homens com as siroulas arriadas e as mulheres com os vestidos levantado e as penas abertas gemendo como animais selvagens no cio. Mas sum homem completamente nu em pelo ela nunca tivera diante de seus olhos, engoliu seco seu peito subia e descia freneticamente em busca de ar, seu couro cabeludo pinicava enquanto ela tentava manter a calma.

__Vire-se e venha até aqui!

Ouviu o barulho da agua se colidindo com o corpo atlético do príncipe e pode se virar. Seus ombros largos se apoiavam nas bordas da banheira. Pensou que seria melhor começar pelas costas, pegou a bucha derramou um pouco de sabonete liquido sentou-se na borda da banheira e começou a esfregar com toda a força que tinha nas mãos chegando a arder a pele alva do príncipe que pensou em castiga-la, mas teve ideia melhor.

__Esfregue na frente, Anastásia!

Envergonhada começou a passar a bucha fazendo um pouco de espuma, seus olhos mantinham-se fixos no peitoral forte do príncipe, ele por sua vez mantinha seus olhos fixos em seu rosto enquanto ela fazia movimentos leves com a bucha. Christian pega a mão de Anastásia ainda olhando para ela, que ao perceber seu toque para os movimentos e o olha, seus olhos estavam com as pupilas dilatadas, ele desce a mão da plebeia até suas genitálias, suas mãos tremem com a intimidade e tenta se afastar. De repente ele se levanta, ela se afasta e acaba caindo sentada no chão encostando na parede, seu rosto fica vermelho igual um pimentão, o órgão agora estava ereto e sutilmente inchado e levemente róseo, com algumas veias. A cabeça lembra o chapéu de um grande cogumelo. Anastásia não conseguia formular nenhuma palavra naquele momento, ela achou estranho o órgão que na agua turva estava flácido e murcho agora ganhar vida.

O príncipe saiu da banheira e ao perceber que a cobra se aproximava de seu rosto em um pulo colocou-se de pé com os olhos arregalados, Christian estava com um sorriso lascivo nos lábios e os olhos em chama, nesse momento as palavras de Gail vieram a sua mente.

“Eeer... Ana, o príncipe é homem ele pode querer coisas, fazer coisas contigo, ter intimidades de marido e mulher”.

__Venha, pegue no meu pau, Ana.

A voz rouca do príncipe lhe tira de seus desvaneios ela o olha e ele está a acariciar seu órgão lentamente. Esse gesto, estranhamente a deixa com uma pulsação ... Ela olha para a porta pensando em fugir, mas percebendo as intenções da moça, Christian se aproxima rapidamente a empresando na parede com seus braços em cada lado do corpo da jovem impedindo qualquer tentativa de fuga da mesma. Ele aproxima a boca do ouvido da plebeia e sussurra:

__Não tenhas medo, baby. Sinta-o!

Ele pega a mão da dela que tenta se soltar, ele aperta a pequenina mãozinhas da menina que está tremendo e coloca-o em seu pênis, ao sentir o contato, ele ofega. O órgão estava quente e pulsou nas delicadas mãos da moça, ela sentiu o ar fugir de seus pulmões com essa intimidade, o suor escorria de suas têmporas o ambiente havia mudado drasticamente e seu corpo estava correspondendo de maneira afetiva a toda aquela situação.

__Isso não é justo! – murmurou baixo.

__Me deixas de pau duro, estas sentindo? – ele a olha intensamente __Me dê prazer, Anastásia!

Suas mãos são apertadas com força contra o órgão quente e pulsante em movimento de vai e vem, ele estava sentindo prazer, apesar da inexperiência, era muito bom. Ele aperta com mais força fazendo os movimentos mais rápidos, ele joga a cabeça para trás fecha os olhos e geme.

__Oh... Mais, Ana! Isso!

Ele volta a fita-la ela estava petrificada no lugar com seus grandes olhos azuis arregalados e sua respiração ofegante, ele solta suas mãos da dele a deixando comandar os movimentos, eleva suas mãos até as mangas de seu vestido puxando lentamente para baixo, o ar estava extremamente quente naquele banheiro, Christian começa a deixar beijos molhados no pescoço da jovem sentindo a textura e o sabor de sua pele fazendo a respiração da mesma falhar, uma de suas mãos foram para o cabelo macio dele. Suas mãos passeiam pelo corpo dela, apalpando sua carne macia, ele sobe a barra do vestido dela tocando sua coxa e a aperta enquanto ela geme com os beijos e chupões molhados deixados no pescoço e sua mandíbula. Enlaçando a perna dela em sua cintura com uma mão a outra começa a apalpar o seio dela, por puro instinto o aperto no pênis dele fica mais forte fazendo-o gemer mais alto. Ambos gemiam com aquela conexão prazerosa, estava a ponto de gozar ali mesmo quando foi interrompido por um grito estridente de Leila fazendo os mesmos se afastarem rapidamente e momentaneamente sentirem a falta do calor um do outro.

Leila havia se banhando e se perfumado para dar uma de suas escapadinhas nos aposentos do príncipe como já fizera tantas vezes. Andando pelo corredor a passos calculados para que ninguém a perceba, ela para em frente a ultima porta do corredor. Abrindo a porta lentamente, percebe que não há ninguém dá alguns passos para dentro, com um sorrisinho nos lábios, mas que logo murcha com os gemidos que ouvi no banheiro. Ela apressa os passos e logo se arrepende ao se deparar com a cena que presencia, Anastásia está masturbando o príncipe enquanto o mesmo beijava seu pescoço e apalpava seus seio e sua perna que mantem enlaçada em sua cintura. Não, isso não pode está acontecendo! Ele é meu! Só meu!-pensa ela possessiva.

__CHRISTIAN! O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

__O que diabos está fazendo aqui, Leila? – pergunta ele com sua voz rouca e sua respiração acelerada, sem se importar com a nudez.

__A rainha vai saber que andas a se relacionar com essa daí! – grita ela histérica e olha para Anastásia com nojo. Os olhos da criada enchem-se de lágrimas e ela corre para longe dali deixando lágrimas grossas caírem em seu rosto.

Ela corre para seu quarto e se tranca, deita na cama e afunda seu rosto no travesseiro. Como pode ter feito aquilo? Ter sido tão fraca? É errado! O príncipe estava se aproveitando dela, se sentiu culpada, humilhada e suja por ter se sujeitado a isso e o pior tinha gostado de toda aquela safadeza, Não queria ficar mais ali, queria ir embora para bem longe, mas infelizmente a realidade era outra ao concluir isso chorou até não houver mais lágrimas.

****

Após se recompor, Ana voltou para a cozinha para ajudar Hannah e Gail que estranharam a demora da moça que se desculpou e mentiu dizendo que tinha se distraído andando pelo jardim. Durante o jantar da família real, Anastásia sentia os olhos de Christian queimar de desejo sobre ela, assim como os de Leila que queimava de ódio. Ela mantinha a cabeça baixa, enquanto esperava impacientemente todos terminarem de jantar para retirarem a mesa. Aquela situação era horrível, sentia-se usada e o pior havia gostado de ter feito aquilo.

Depois de ter terminado seus afazeres e ter tomado um banho, Ana se encaminhava timidamente até os aposentos da princesa Mia para iniciar sua primeira aula. Com a expressão cansada, mas feliz por está realizando um sonho, ela adentra no quarto da princesa a encontrando sentada junto com Katherine em uma mesa perto de uma estante com alguns livros. Mia estava linda, vestia um vestido verde agua longo, rodado com detalhes de crochê nas mangas e o cabelo em um coque impecável. Katherine estava divina, com seu longo e ajustado vestido longo cor de vinho, tomara que caia bem avantajado no busto, sem ser vulgar, com os cabelos loiros soltos encaracolados. Divinas!-pensou Anastásia que se encontrava de pé parada na porta com os cabelos para trás amarrados em um rabo de cavalo baixo e um fino vestido amarelado largo com alguns fiapos soltos e chinelos de couro traçado.

__Olá, Ana. O que houve? – pergunta Mia.

__Nada, apenas cansada do trabalho.

__Pronta para sua aula? – pergunta Katherine.

__Sim, ansiosa.

__Vamos à primeira letra?

__Claro! – responde com entusiasmo.

__Trouxe papel e caneta. – diz Katherine.

Anastásia se sentiu feliz pela primeira vez naquele castelo, não se sentiu envergonhada, prestou a atenção em cada explicação. Aprendeu cada letrinha do alfabeto, aprendeu as escreve-las e a fazer seu nome completo. Passaram horas e horas ali desfrutando do aprendizado.

****

Depois de ter estudado, resolveu sair as escondidas e ir ver sua família, estava com saudades de seus pais e José e queria contar a novidade para eles. Ela sentiu-se aliviada por não ter visto mais o príncipe e nem Leila. Vestiu sua túnica verde com capuz, passou pela cozinha pegou uma cesta, colocando pães, bolos, frutas e carne para levar. Conseguiu sair do castelo sem ser vista pelos soldados que vigiavam o perímetro.

Pouco tempo depois chegou até o casebre humilde de sua família. Como sentiu falta desse lugar. Deus duas batidas na porta as luzes já estavam apagadas, Carla abriu a porta.

__Deus seja louvado! Ray, José, Ana está aqui. – grita a mulher agarrada a filha.

Ray e José, aparecem em seu campo de visão, ela se joga nos braços dos dois.

__Meu Deus que saudades filha!

__É, Ana, estávamos morrendo de saudades tuas.

__Eu também, trouxe algumas coisas do palácio.

__Oba! O cheiro está ótimo. – diz José revirando a cesta.

__Comilão, espere! – diz Ray arrancando risadas de todos.

A alegria foi evidente colocaram a conversa em dia, se divertiram. Anastásia ajudou a mãe a bordar um tapete que estava terminando. As horas se passavam e enquanto estava com sua família uma ideia se passou por sua mente e logo tratou de espanta-la.

Logo depois de jantarem, Ana contou a novidade para a família de está estudando, eles ficaram muito felizes, pois sabiam que era um de seus sonhos: Aprender a ler e a escrever.

__Como é a vida no palácio? – perguntou Ray.

__Me tratam bem, o príncipe é adorável. – mentiu, sorrindo forçado sentindo seu estomago embrulhar.

__Ah, filha, pense pelo lado bom, quem sabe assim não encontras um bom partido e se casa.

__Mamãe!

__Esse príncipe não tentou liberdades? – pergunta José e no mesmo instante Ana se retesa.

__Não, José. – apressasse em dizer, levantando-se da mesa. __ Já é tarde, preciso ir.

__Porque não fica, filha? Parece que o tempo anda ruim. Ficas e voltas amanhã, assim poderíamos matar a saudade de ti.

__Não posso, Mamãe! Ninguém sabe que sai do castelo, logo logo sentiram minha falta, mas prometo voltar em breve.

Se despediu e se foi deixando a cesta na mesa, a chuva começou a cair e Anastásia tomou um caminho diferente, ela iria fugir.