Um Pouquinho Perversa
39 Hogwarts em fim!
Eu decidi pensar somente em mim, esquecer Weasley's e o que eles faziam com a própria vida, tínhamos uma guerra a vencer, e não seria alguns ruivos estúpidos.
– Temos que comprar os materiais, vamos? — Gina tem a péssima mania de entrar na minha casa como se fosse a dela.
– Claro, temos apenas que ir no Gringotes. Não tenho dinheiro aqui comigo.
– Vamos fazer assim, vou pegar dinheiro com os meninos enquanto você vai lá pode ser?
– Ta bom.
Ainda bem que aquela garota não quis vir comigo, não gostaria que ela visse eu entrando no cofre da minha mãe.
Compramos tudo e mais um pouco, gastei tudo o que eu peguei e vou acabar ficando sem dinheiro pra comprar doces no trem.
– Mione, posso dormir aqui? Eu sei que todo o ano você vai com o Harry, mas você sabe né. Queria que você estivesse comigo.
– Claro GIn, não se preocupe, sabe não entendo a gente está tão perto de Hogwarts e temos que voltar pra estação pra ficar a viagem inteira presa naquele trem.
–Mione, pensei que você gostasse.
– Relaxe, eu 'tô' só de mal humor.
Fomos para a estação e encontramos os idiotas de plantão
–Oi Mione, Oi Gina – Ronald falou. Gina saiu como se não fosse com ela.
– Oi Ron.
– Você quase não foi lá em casa nessas férias.
– Pois é, estava resolvendo alguns assuntos pendentes sobre meus investimentos.
– Sobre isso Mione, eu gostaria de saber, assim, porque você investiu na loja dos gêmeos?
– Eu invisto onde eu sei que não perderei dinheiro, e a Gemialidades Weasley ao que me parece é esse negócio.
– Nossa, mas não é só nos meninos que você investe, quer dizer, eu sei que pelo menos no negócio dos Nott você tem dedinhos lá.
–Ron, como eu disse, eu invisto onde eu sei que não perderei dinheiro. Se os Nott ou qualquer outro negócio que eu decidir investir me der lucro, investirei, e ganharei rios de dinheiro, porque foi isso que meu pai me ensinou, agora você pode me dizer exatamente o que você quer.
–Quero você Hermione, acho que eu te amo, e quero que você seja minha. – estávamos sozinhos na cabine, o que era ou um milagre ou um pedido do Ronald.
– É melhor você ficar onde está, eu sei bem o que você quer, e com certeza não é meu amor. Com licença. – eu levantei e ele me segurou.
– Você acha que eu não sou bom o suficiente para você? É isso?
– Ron, para, você está me machucando.
– Me responde! – ele estava ficando descontrolado.
–Não!- eu gritei – você nunca vai ser bom o suficiente para mim, você é nojento! Nem comer direito você sabe, e acha que é tudo! Você disse que me ama, e surpresa, EU NÃO TE AMO! E nunca vou te amar, eu espero que você supere.
Ele ficou em silencio, mas eu sabia que ele explodiria a qualquer momento, até esperava por isso.
– Você se acha não é Hermione, -eu estava no corredor, todos que estavam dentro das cabines saíram para ouvir — a garota mais inteligente, a menina mais espera, a mais estudiosa, mas é só isso não é? Eu estava te fazendo um favor ficando com você, sabe o que você vai conseguir com o sangue imundo que você tem? No Maximo viver solteira e cheia de pergaminhos, por que com certeza é a única coisa nesse mundo que consegue te suportar – ele tinha passado dos limites, pude ver que outros alunos observavam e riam.
– Pelo menos alguma coisa me suporta, Weasley, mas pode deixar, que nem eu e nem meu sangue imundo ficarão perto de você e dos seus amiguinhos, mas lembre-se, você só chegou até aqui, por que como você ressaltou eu sou a menina estudiosa, e a mais inteligente.
Sai e entrei numa cabine, paguei os meninos do primeiro ano para sair e fiquei pensando num jeito de ferrar com o Weasley.
– Olá priminha! – Draco veio rir de mim.
– Malfoy, de meia volta e me deixe em paz.
Ele saiu, obediente como sempre.
Gostaria de saber qual a surpresa do Ministério, Snape me disse que haveria uma, mas não me disse qual.
– Olá Milady – Jorge começou a falar
– Não me chame assim, sabe que essas paredes tem ouvidos, a partir de agora sou apenas Hermione Granger, não quero que vocês me tratem com diferença, qualquer errinho que tenha, alguém pode descobrir. – falei seriamente, — falando em descobrir, quero saber quem é a menina que conquistou os mais sedentos amantes que eu tinha.
– Ah Mione, ela não é de Hogwarts, por tanto ficaremos sem ninguém, mas ela tem certo interesse por comensais da morte.
– Ora, que informação formidável. – sorri de canto – mas um assunto mais sério, Gina falou com o Draco, possivelmente ela terá a marca no máximo até o fim do ano.
– Gina? Você pediu isso pra ela?
– Lógico que não. Estou avisando para ficarem preparados pelo que está vindo por ai.
– Claro – falaram em uníssono.
Ficamos em silencio o resto da viagem, eu querendo urgentemente saber quem será o novo professor de DCAT.
O banquete passou calmamente, até uma bruxa do ministério aparecer, eu sabia quem ela era, Dolores Umbrigde, ela era má, muito má.
O preconceito dela era mais arraigado do que o do próprio Lucio Malfoy, e todos sabem que ela era um cachorrinho do ministro.
É acho que Alvo Dumbledore não terá tanta autoridade assim aqui na escola.
No salão comunal
Eu vi os olhares e as risadas dos grifinórios, mas não estava me importando muito.
–Hermione? – Ronald falou no meio do salão, enquanto eu subia.
– O que você quer Ronald, me explicar as diversas formas do meu sangue ser imundo?
– Quero pedir desculpas, de verdade, eu estava nervoso.
– Bom, é melhor pensar no que você fala, mesmo quando estiver nervoso. Agora com licença.
– Aaah qual é Hermione, ele pediu desculpas. — Simas apelou pra mim.
– Pois é Simas, ele me chamou de sangue imundo, e tudo porque eu disse não pra ele. Imagina se fosse com você tenho certeza que reagiria muito bem não é mesmo? Agora eu não tenho tempo de ficar aqui discutindo argumentos sobre como o Ronald erra e quer ser sempre perdoado.
O clima na grifinória estava tenso, ninguém acreditava no Harry, e Dolores Umbrigde definitivamente estava piorando tudo
– Sabe, acho que você poderia ajudar o Harry, Hermione. – Gina começou falando.
– Pensei que você não quisesse ajudar ele.
– Sabe, eu não quero, mas pra você deve estar sendo difícil, vendo o quanto ele esta sendo julgado apenas por falar a verdade.
– Então o que você sugere?
–Fazer com que os garotos acreditem nele, oras.
– Tudo bem Gina, a gente pensa em algo direitinho, agora vamos estudar antes que a vaca rosa fale algo.
Estudamos ate nossos olhos quase fecharem e no fim, tínhamos um plano perfeito.
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