Um Portal Que Me Leve Até Você

4 Capítulo 3 : Tirando a fera da jaula.


Notas iniciais
Konnichiwa minna!!!!!!!!!!!! deu pra postar esse cap. mais cedo desta vez, espero que gostem!!! continuem a dar sugestões e criticas porque com elas vou poder deixar essa fanfic bem melhor!!! Aikō-ka dinokuraishisu ga tachiagaru to gēmu e no ai o shimesu oioi, watashi wa hinto o kangaeru!!!! e vida longa ao DC!!!!!!!!!!!

Era por volta das 23h30min ou quase 00h00min, sei lá, estava tão tensa que achei que iria sufocar. Geralmente sou fria e poucas coisas me abalam, mas se tratando de uma coisa tão importante como essa que estava prestes a fazer, me deixava uma pilha de nervos. Andava rapidamente pelos corredores da base desejando não encontrar ninguém, pois na minha cara tava escrito que eu tinha pensado na maior merda do mundo. E isso estragaria todo o plano que tinha bolado, isso sem falar que poderia ser presa, e isso era inadmissível.

Mas para a minha sorte àquela hora da noite não tinha muito oficiais de plantão, por isso logo cheguei à sala de monitoramento que era por onde ia começar a colocar meu plano em ação. Eu ainda não tava acreditando que, eu Terrie Morton, uma das melhores soldados da divisão T.R.A.T ia fazer tamanha burrada. Bem... era uma idiotice necessária.


Narrador on:

Terrie parou na frente da porta e com a maior naturalidade que seu nervosismo permitia a abriu, encontrando um vigilante praticamente desacordado em cima do painel de controle. Indo pé ante pé foi ate o camarada que dormia e o ajeitando de um modo que o tirasse do seu caminho, começou o seu trabalho. Seus dedos voavam entres as teclas e os botões do painel, digitando códigos e senhas e por fim desarmando todas as câmeras da base, principalmente a câmera do corredor que levava a cela de segurança máxima.

Então colocando o homem do jeito que estava antes, saiu sorrateiramente da sala fechando a porta e correndo pelos corredores de paredes nuas, contando mentalmente quanto tempo tinha ate as câmeras voltarem ao ar.

Narrador off.


Tinha 1 hora para fazer o que tinha que fazer sem ser pega, sem falar que tinha que convencê-lo a me ajudar, mas nem que eu tivesse que prometer o mundo aos seus pés, iria fazê-lo me ajudar. Ah se ia. Corri como se não houvesse um amanhã, não parei pra tomar fôlego e nem pra ver se tinha alguém nos corredores que podia me ver e desconfiar de algo.

Estava rezando para que a reunião, ao qual a maior parte dos agentes da S.O.R.T e da T.R.A.T, demorasse mais umas 20 horas ainda para acabar. Parei na frente da porta que tinha acesso ao corredor de segurança máxima, passei o idcard que tinha roubado do Gail mais cedo, decodifiquei a senha e a destranquei. Entrei sem nem mesmo olhar para trás ou fechar a porta.

Naquele corredor havia varias celas, mas apenas um único morador. E só de pensar que tinha que negociar com ele me deixava doente, ao ponto de me sentir enjoada e querer um cúmplice para negociar no meu lugar. Mas tinha que ser forte, isso é claro, se eu quisesse ter alguma chance de ver minha meta alcançada.

Fui andando bem devagar em direção a ultima cela, pensando que assim que tinha chegado na base de manhã já tinha ido a sala de evidencias e no laboratório, roubados todas as pastas e disquetes sobre a descoberta e uso de energia limpa e sobre o projeto de um portal do tempo. E isso de baixo do nariz de todo mundo, sem deixar nenhuma prova de minha conduta errada para traz. Quando me coloquei na frente daquele monstro notei que já tava ate os fios do cabelo perdida e que não tinha mais volta. E nem voltaria atrás.

--Olha se não é a bela soldado da T.R.A.T, Terrie Morton!!! O que trás sua beleza ate aqui???—disse Edward Kirk com um sorriso naquela cara nojenta.

Queria mandar ele pro inferno, mas me lembrei que tinha tempo cronometrado para sair dali e levá-lo comigo, olhei para o relógio e marcava que já tinha perdido 10 minutos, então respirei fundo e disse:

--Escuta Kirk... você não gosta daqui né? Não gosta de ficar longe das suas pesquisas e de ficar aqui mofando não é?

O sorriso se desfez e eu senti certa satisfação quando notei que ele já havia entendido o recado, se levantou da cama onde estava sentado lendo e se aproximando das grades me perguntou:

--O que tenho que fazer pra você me tirar daqui?

--Tem que me ajudar a trazer meu irmão de volta! Depois disso, o que você fizer da sua vida não será mais da minha conta! –disso me segurando ao máximo para não pega-lo pelo colarinho da camisa e socá-lo ate deixá-lo desacordado.

Ele me examinou de cima a baixo, e com aquele sorrisinho de deboche de novo na cara propôs:

--Certo..... mas tenho duas únicas condições.....

--O que?—Terrie.

--Esta disposta a tudo? — apenas olhei pra ele e concordei sem dizer nada — Primeira coisa : terá que me ajudar a sair do pais , quando tudo estiver acabado.

--Isso é fácil! Qual é a segunda?—queria sair logo dali.

--Segunda coisa: faz tempo que não tenho uma companhia, então, ate eu ir embora desse país quero que seja minha amante!—Kirk disse com um ar de excitação no modo como me encarava.

Fiquei muda e por um instante minha cabeça parou de trabalhar, mas tão logo voltei a mim, lembrando o que tinha me levado ate ali, que falei já abrindo a cela com a idcard:

--Tá.... agora sai daí e me segue. Mas antes... –tirei do bolso da calça um tipo de braçadeira eletrônica, puxei seu braço e coloquei nele logo ligando o aparelho—Tente qualquer graçinha como tentar sair da cidade ou tentar tirar/desligar isso e ele vai explodir e te matar. Entendeu?—Vi ele consentir carrancudo— Isso serve para que eu saiba onde esta e nos comunicar. Agora que já estamos entendidos vamos!

--Você também tem um desses?—Kirk se lembrou de perguntar.

Já andando na frente com ele em meus calcanhares, respondi sem olha-lho:

--Tenho e esta em casa. Chegando lá coloco ele, agora chega de perguntas! Se tiver mais alguma deixa pra depois que estivermos bem longe, só temos 25 minutos pra sair daqui!


Narrador on:

A moça começa a correr e nem se deu ao trabalho de olhar para trás para saber que Kirk a seguia, ao passarem pela porta que dava acesso ao corredor ela espera o homem passar e a fecha de novo. E joga a idcard por de baixo da porta.

Voltam a correr, mas desta vez Terrie precisaria ficar alerta, pois, ninguém poderia pega-los em flagrante. Assim que chegam à primeira curva ela vê sombras indo na direção que estavam e para seu horror a voz que ouvia era de Regina. A moça estaca no lugar e o cientista tromba nela quase fazendo com que caíssem, ela lança um olhar para o homem e o puxando pela camisa vai ate a porta mais próxima, era a porta do refeitório, e sem fazer barulho entram fecham a porta e aguardam ali atrás.

Virando o corredor vinha Regina, usando a farda azul escuro que só vestia na base, um Quepe cinza chumbo com uma medalha de honra ao mérito e raros sapatos de salto alto pretos. Ao seu lado vinha Gail que também vestia uma farda da mesma cor que a da ruiva, reclamando que algum rato sujo tinha escondido seu idcard e que quando ele pegasse faria picadinho do sujeito.

Terrie e Kirk ficam mais alguns minutos ali só esperando, ate que não conseguissem ouvir mais nada. Então a garota lembrou-se da entrada de carregamento nos fundos da cozinha e que levava direto ao pátio dos veículos, fazendo um movimento com a mão para que ele a seguisse se vira e meio agachados vão em direção a cozinha. Por ali seria bem mais rápido e seguro do que tentar sair pela porta de emergência ao lado da sala da guarda.

Dentro do recinto se levantam e vão direto para a porta do fundo, tomavam o maior cuidado para não trombarem em nada naquela semi-escuridão, pois a lanterna que Terrie havia levado consigo não iluminava muita coisa. A porta, Deus abençoe seja quem for, estava aberta o que facilitava a fuga deles.

No relógio da moça marcava 13 minutos, mas no pátio de veículos eles não poderiam simplesmente sair correndo, então de fininho e de vez em quando se escondendo atrás dos carros e um ou dois caminhões, vão em direção ao único carro vermelho por ali. Um lindo Porsche 944 2.5 183cv Vermelho 1987, que era de Dylan. Se ele soubesse para o que sua irmã estava usando seu carro, com certeza iria ter um sincope nervosa e a mataria. Tiveram que parar varias vezes porque por ali havia muitos oficiais fazendo a ronda pelo pátio, e por quatro vezes quase foram pegos, mas sempre que isso acontecia eles se enfiavam rapidamente em baixo dos veículos. Como seus colegas não tiveram a idéia de olhar embaixo dos carros ela não sabia, mas agradecia a boa sorte fervorosamente. Quando enfim chegam ao porsche, Terrie abre a porta de trás e praticamente joga Kirk lá dentro que resmunga alguma coisa ao qual ela não deu importância, joga algumas coisas em cima dele como: casacos, sua inseparável mochila e uma manta. Podia ate ser suspeito ter uma manta no carro, mas não existiam muitas pessoas que se atreviam a fazer perguntas a jovem soldado. Ela senta no banco do motorista e rapidamente da a partida(no relógio marcava 1 minuto), e dirigindo rápido vai indo em direção da saída. Alguns dos oficiais que estavam por ali lhe acenaram um thau e com sua habitual frieza retribuiu aos acenos. A garota olha sorrateiramente para a câmera acima da guarita e vê a luzinha vermelha acessa, avisando assim que o sistema de segurança tinha voltado ao normal.

Parando diante da cancela o guarda que ficava ali para na frente da janela do motorista e da uma batidinha na janela, ela abaixa o vidro e ambos trocam uma boa noite, ele pergunta como ela estava e desejava uma boa viagem de volta pra casa. Terrie agradece e com a cancela fora de seu caminho pisa no acelerador e cantando pneus, agradecendo a Deus e a sua boa sorte, sai dali.

Quando já estavam seguramente longe da base, ela faz a curva numa estrada de terra e para, desligando o carro. Respira fundo e olha para trás para dar mais uma ordem aquele homem que detestava, mas é silenciada pelos lábios do cientista que a puxa para o banco de trás. As coisas da soldado jaziam no chão do carro. As mãos dele trabalharam rapidamente para tirarem as roupas dela, e ela sabendo que fazia parte do acordo que haviam feito o ajuda com suas roupas também e ali mesmo assinam aquele contrato com uma relação de puro ódio, desejo e conveniência.



Notas finais
Fiz o melhor que pude!!! se não ficar bom.... bem paciência!!! estou me esforçando muito para fazer uma boa fanfic e conciliar as provas da facul!!! mas continuem lendo e me dando pistas de como posso deixa-la melhor.