Um Poeta e Nada Mais...
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Uma caneta...
Um caderno...
E nada mais faz sentido...
“Um poeta sem razão de ser
Sem inspiração, uma palavra que se fecha e voa
Um pássaro sem asas, quem sou?
Sou aquele que se perdeu na solidão de estar só...”
“-O que é a tristeza se não um estado de espírito, em que muitos não a segura, mas sim se prendem.”
Sou filosofa da tristeza de um só homem.
Sou poeta da solidão do amanhecer.
Sou aquela que se prende em si,
Talvez seja aquela que passou por você sem perceber.
Sou a brisa de um dia de verão.
Sou o calafrio de um inverno ardente.
Não sou ninguém, sou a lagrima que rasga,
Sou a prosa que declamam,
A historia que ninguém leu,
Uma estrofe sem razão,
A palavra interferida.
Sou filosofa, poeta, escritora
Sou o frio, o calor, aquele calafrio, a brisa em seu rosto
A solidão.
Sou poeta desconhecido que te prendeu nessas palavras soltas.
Eu sou...
...................................................................................................................................................
06/12/2010 03:19
Na fronte do ser foi vivida a forma arquiteta da vitima amarga
O sangue brotou das veias e fez a alma elevar se
Seu corpo denegriu e surgiu a escoria em si,
Foi assim.
No escuro veio a morte e a vida não seguiram adiante,
Foi assim
Não se fez guerra nem vingança,
Não se fez mais mortes necessárias
Morreu a alma, e a escoria surgiu de dentro do seu ser
Brotou-se a raiva, o ódio surgiu de teus olhos até os meus
E o medo o tomou na forma mais densa,
Foi assim
Acredite no conto, pois a vida
Não significa nada diante da face de uma arma tremula.
Acredite no conto, pois a realidade são migalhas no universo.
As migalhas que você jurava sem importância
E dava á um miserável na esquina
Sem saber que você era o miserável,
Foi assim.
Continuação...
Fale com o autor