Um Paradoxo de Sentimentos.

3 Reencontrando velhos amigos.


Notas iniciais
-Queen Of Disaster, muito obrigada pela recomendação! Foi muito gratificante ler seus elogios à história e à autora e, mesmo que já saiba de tudo que irá acontecer, desejamos que continue relendo sempre essa trama, uma vez que foi escrita com bastante carinho. —Agradecemos a babi, Anjo Parrilla, Ártemis, Queen Of Disaster, Duckling Regal, Luiza, Regina, Erika, EvilPanda Mills, Mademoiselle, Jell e Lais Azevedo que favoritaram a fic e a todas que deixam reviews e estão acompanhando. — Boa leitura!

Emma Swan, sua tarada, deixe sua namorada respirar um pouco! disse Ruby Lucas, antiga colega de universidade da loira ao ver aquelas duas mulheres praticamente devorando a boca uma da outra.

Emma e Regina se separaram abruptamente e encararam a mulher morena de mechas vermelhas que estava acompanhada de uma jovem de cabelos ruivos.

Rubs, quanta saudade!!! falou Emma abraçando a amiga. O que você está fazendo aqui, sua louca?- Perguntou.

Vim assistir o jogo, Emms! Mas quando o show no campo acabou e eu olhei para o outro lado da arquibancada, vi um espetáculo bem mais interessante acontecendo aqui: uma loira quase sugando a alma de uma morena com a boca!- Disse rindo. Aí pensei: aquela só pode ser Emma Swan! E comentei com a Belle: vamos falar com aquela tarada antes que ela cometa um atentado violento ao pudor em pleno estádio dos Black Bears Concluiu ainda sorrindo.

Regina, que até então estava atônita por causa dos beijos trocados com Emma e dá súbita aparição daquelas duas mulheres, teve certeza que ficou com a cara mais vermelha do que a bandeira da China com o comentário feito por Ruby.

Regina essa Ruby Lucas, minha amiga de faculdade. disse Emma.

Ruby apertou a mão da morena e pensou: Finalmente conheço a famosa Regina! Agora entendo seu martírio, Swan.

Regina achou estranho o olhar que Ruby direcionou a ela, como se esta última tivesse tido uma epifania naquele momento.

Emms, você lembra da Belle French?- Perguntou Ruby.

Claro que sim! Fiz Belle passar por muito vexame, quando ela trabalhava na biblioteca da universidade e me pegava aos amassos com as calouras entre as estantes de livros. falou sorrindo.

Belle, com aquele seu jeito doce, disse:- Olá, Emma!- E, em seguida, sorriu para Regina, como sinal de cumprimento, recebendo o mesmo gesto de volta da morena.

Eu trouxe Belle para o lado negro da força, Emms! Comentou Ruby.

Não acredito que você conseguiu, Rubs!?- Falou Emma espantada. Eu dei em cima de Belle durante 3 meses e nunca consegui arrancar dela nada mais que um lindo e doce sorriso. completou.

Dessa vez foi à vez de Belle enrubescer, já Regina ficava cada vez mais furibunda com o rumo daquela conversa.

Emms, você sabe que ninguém resiste à loba, não é? Emma havia dado aquele apelido a Ruby no primeiro ano da faculdade, quando percebeu que a morena tinha o hábito de uivar para chamar a atenção de qualquer garota gostosa com quem ela cruzasse pelo campus. Inclusive a própria loira foi alvo desse excêntrico galanteio.

E vocês? Vieram assistir o jogo ou só queriam uma plateia para apreciar a intensa esfregação das duas? perguntou à zombeteira Ruby.

Emma adorava as palhaçadas de Ruby, já Regina queria ter o poder de desaparecer dali em meio a uma fumaça roxa.

Não, viemos assistir o jogo! E te agradeço muito por você ter interrompido a intensa esfregação. disse Emma com ironia.

Hei, estamos indo para a casa do Jefferson, que por sinal outro dia falou que está morrendo de saudades de você, Emms! Por que vocês não nos acompanham? Vou logo avisando que tem cerveja e comida free. comentou Ruby.

Rubs você disse palavrinhas mágicas agora. É claro que vamos!- Anuiu Emma, que queria continuar enchendo a cara para criar coragem e pegar a bela morena de jeito.

Regina preocupada com o adiantado da hora e sabendo que elas tinham que acordar cedo para pegar a estrada, pediu licença a Ruby e Belle, puxando Emma para um lado, a fim de conversar com ela a sós.

Emma, você lembra que precisamos viajar amanhã muito cedo? Além do mais, acho que você já bebeu demais!

Regina, nós podemos adiar o horário da viagem. Faz muito tempo que não vejo meus amigos e as festas na casa do Jefferson sempre foram as melhores, principalmente hoje que os Bears ganharam. O lugar deve tá fervilhando! disse a loira e acrescentou em tom de sussurro junto ao ouvido da morena: E prometo que depois que acabar com você, te deixo dormir para ficar bem descansada e nos conduzir tranquilamente até nossa querida Storybrooke amanhã.

Naquele hora, Regina sentiu suas pernas tremerem, engoliu em seco e perdeu totalmente a vontade de contra-argumentar.

Só recuperou os sentidos quando já estava dentro de seu Mercedes, sentada no colo de Emma, sentindo a língua da loira percorrer seu pescoço.

Na realidade, elas duas estavam no banco traseiro e, ao lado delas, Belle e Ruby trocavam intensas carícias também.

Regina virou a cabeça e viu que no volante do carro estava Neal e sentada no banco ao lado a namorada dele, Tamara.

Já havia esquecido que, alguns minutos atrás, quando se dirigiam ao carro, Ruby tinha comentado que o homem castanho e a jovem negra, também ex-colegas de Emma, estavam esperando elas fora do estádio.

Depois que Emma cumprimentou-os, entregou as chaves do carro a Neal, que não havia bebido nada, e puxou a morena para o banco de trás, fazendo com que ela sentasse de pernas abertas entre suas coxas.

O nível de excitação da morena já tinha ultrapassado todos os limites. Emma chupava, lambia, mordia e beijava cada parte exposta do corpo dela, enquanto enterrava as unhas das mãos nas coxas de Regina.

A morena fazia um vai-e-vem em cima da loira, sentindo sua calcinha completamente empapada e colada em seu sexo, alheia aos possíveis olhares curiosos que os outros casais dentro daquele carro poderiam está lançando para elas.

Emma parece um polvo, suas mãos percorrem cada centímetro do corpo quente da outra mulher, e quando ela desliza a parte superior do dedo indicador sobre a calcinha de Regina e sente aquela abundante umidade, nota que não só sua calcinha, mas também seu jeans skinny já estão completamente ensopados.

O carro para em frente a uma enorme casa, onde várias pessoas bebem e conversam animadamente.

O ímpeto dos casais dentro do carro é contido e os seis ocupantes descem para entrar na casa.

Regina se encaminha para a porta da frente, mas antes tira o trench coats e deixa no carro.

Não sente mais frio, aliás, está a ponto de entrar em ebulição por causa da excitação e umidade que sente entre as pernas e quer continuar naquele carro e ser completamente devorada por Emma.

Emma, já mais recuperada da bebedeira durante o jogo, entra na casa e logo ver Jefferson que a abraça fortemente. Percebe também um barril de cerveja em cima da mesa ao lado deles e enche um copo bebendo-o todo de uma vez, a fim de abrandar o efervescente desejo de colocar Regina em cima daquela mesa e chupá-la entre as pernas, até fazê-la gozar na sua boca.

A casa está uma completa bagunça: copos espalhados por todos os lados, comida derramada no chão, fila para entrar no banheiro, pessoas seminuas conversando ao redor da enorme piscina situada no quintal da casa.

Regina pensa que aquilo mais parece um cenário de filme adolescente. Ela nunca foi de frequentar esse tipo de festa, nem quando estava na universidade, embora não faltassem convites, sempre foi uma pessoa muito reservada e praticamente só teve dois amigos durante sua vida de estudante, Daniel no high school e Kathryn na faculdade.

Olhando para Emma que conversa animadamente com Jefferson, reflete que a loira deve ter aproveitado muito seus anos de universitária, já que, vez ou outra uma pessoa diferente vem cumprimentá-la, abraça-la, beijá-la, todas sorrindo, em sua maioria mulheres.

Regina lembra-se do comentário de Emma sobre pegar calouras na biblioteca do campus e pensa que possivelmente ela já tenha ficado com boa parte das garotas que estão na casa.

Afasta esse pensamento tão perturbador da cabeça, pois não quer aceitar que está com ciúmes de Emma.

Pergunta a Belle, que está ao seu lado, se há outro banheiro além daquele de baixo que possa usar.

A ruiva diz que sim e a conduz escada acima, explicando que Regina pode usar o banheiro do quarto de Jefferson. Depois de perguntar se o anfitrião da festa não se importaria com aquela invasão, e Belle garantir que não, entra na habitação e ver uma enorme cama de casal.

O quarto é muito bem decorado e apenas a luz da lua, que entra por duas portas de vidro que conduzem até uma varanda, ilumina parcialmente o local.

Regina liga um pequeno abajur que tem numa mesinha ao lado da porta e vai até o banheiro.

Lava o rosto, ajeita o cabelo que estava desalinhado devido aos constantes puxões de Emma e retoca o baton.

Quando sai do banheiro, encontra Emma parada e encostada na porta fechada do quarto.

Fugindo novamente de mim, Sra. Mills-Swan?

Não, Emma! Estava apenas usando o banheiro. fala e se dirige a porta do quarto com intenção de sair dali.

Emma bloqueia a passagem de Regina e diz:- Acho que temos assuntos pendentes, senhora!

Regina respira fundo e responde cinicamente com um sorriso nos lábios:- É verdade! Estou esperando uma loira acabar comigo, mas começo a achar que ela não passa de uma esquenta-calcinhas, porque até o momento teve muito falatório e pouca ação.

Os olhos verdes de Emma ficam mais escuros, ela puxa Regina para si, virando a morena de costas para ela e sussurra no seu ouvido:- Então quer dizer que eu sou apenas uma esquenta-calcinhas, majestade? E você acha que eu não sou capaz de acabar com você?- Pergunta Emma com uma voz carregada de luxúria.

Querida, você continua falando demais e agindo de menos! responde Regina, ofegante, sentindo seu sexo latejar, pois adora ser dominada por Emma.

Neste instante, Emma sobe o vestido da cunhada, deslizando os dedos para dentro da calcinha da morena e rasgando a peça de supetão com a mão direita, enquanto segura Regina pelos cabelos com a outra e sussurra no ouvido dela:- Eu vou fazer você gozar na minha boca, Sra. Mills, mas antes vou roçar meu sexo na sua bunda gostosa e deixá-la toda lambuzada.

Regina geme com aquela declaração.

Emma tira o vestido e o sutiã da morena com mãos ágeis, enquanto a mantém presa na parede pressionando-a com suas pernas e a arrasta até a cama, deitando-a de bruços.

Depois de se livrar das botas da morena e de toda a sua roupa, a loira deita por cima de Regina, levanta a cabeça da mulher, puxando-a pelos cabelos, e murmura:- Agora, majestade, você vai me pagar por todos esses anos que me provocou com seu rebolado, usando saias apertadas, ou então aquelas suas calças de couro que deixam esse seu traseiro tão delicioso.

Dito isso, Emma começa a cavalgar na bunda de Regina, mordendo o lóbulo da orelha da morena, gemendo, sentindo seu sexo arder em contato com aquela pele macia.

Regina está completamente ensandecida pelo contato dos pelos, do clitóris e da umidade da loira em seu traseiro e seus gemidos se misturam com o da outra mulher, pois ela nunca foi dominada assim antes.

Emma choca seu sexo contra a bunda de Regina cada vez com mais rapidez e violência. Seus mamilos intumescidos roçam nas costas suadas da cunhada e ela vai a loucura quando percebe que a morena começa a rebolar embaixo dela, sentindo suas pernas estremecerem.

Não suportando mais, Emma se entrega a um violento orgasmo, melando toda a bunda de Regina com o líquido que escorre feito lava ardente do seu sexo, enquanto morde com força o ombro direito da morena.

As mulheres ficam naquela posição, tentando recuperar o fôlego, mas, de repente, Emma inverte a posição do corpo de Regina e a beija com loucura, explorando a boca da cunhada com sua língua quente.

Regina enlaça suas pernas nas de Emma e começa a se movimentar procurando um contato entre seus sexos, no entanto, a loira tem outros planos, e segura as pernas da morena, impedindo que ela continue com os movimentos.

Emma chupa o pescoço de Regina, enquanto sua mão direita apalpa o seio esquerdo da morena.

A loira desce sua boca até o mamilo direito da cunhada e começa a sugá-lo, ouvindo um gemido escapar de sua boca.

Emma lambe, chupa e morde cada centímetro do abdômen de Regina, enquanto suas mãos passeiam pela lateral das coxas da morena.

Quando posiciona seu rosto entre as pernas daquela mulher tão saborosa, Emma sorri maliciosamente ao constatar o quanto ela está molhada.

Regina está tomada pela lascívia e não aguenta mais aquela tortura, olha para Emma de forma suplicante e a loira a penetra com dois dedos bruscamente, enquanto a morena arqueia as costas.

Emma mordisca o clitóris da outra mulher e o suga completamente para dentro da sua boca, penetrando-a com mais velocidade.

Regina coloca sua mão esquerda na cabeça da loira, com o intuito de aumentar ainda mais o contato daqueles lábios macios com seu sexo, enquanto puxa o lençol da cama com a outra.

Emma introduz um terceiro dedo dentro da morena, aumentando o ritmo das estocadas e prendendo uma das coxas da mulher com seu braço esquerdo, trazendo-a mais para perto do seu rosto.

A loira sente que a cunhada começa a tremer, anunciando a chegada do orgasmo.

Neste momento, Emma retira os dedos rapidamente e enfia sua língua dentro do sexo de Regina, sentindo o líquido quente que sai da mulher se misturar com sua saliva e descer pela garganta, ouvindo a morena gritar escandalosamente o seu nome, arrebatada por intensos espasmos.

Depois de lamber todo o sexo de Regina, a fim de reter aquele sabor tão delicioso em sua boca, Emma sobe beijando o corpo dela e o par de esmeraldas encontra a satisfação estampada nos olhos castanhos.

Elas se beijam vagarosamente e, enquanto a morena sente o seu gosto na saliva e nos lábios de Emma, a loira troca as posições, deixando a cunhada deitada sobre ela.

Regina se aconchega entre os seios e os braços de Emma e adormece instantaneamente, sentindo-se inteiramente protegida por aquela mulher insuportável por quem está completamente apaixonada.