Um Paradoxo de Sentimentos.

18 Nosso amor superou tudo e deu frutos!


Notas iniciais
-Como imaginei (+ ou -) o quarto dos bebês: http://www.quartodebebe.net/wp-content/gallery/mariah-carey/quarto-bebe-mariah-carey.jpg — Nenhum link quis funcionar no meio do texto, por isso tive que postá-los nas notas iniciais e finais do capítulo. —Boa leitura!!!

(Alguns meses depois)

{Emma}

Desperto lentamente sentindo o peso da minha esposa nas minhas costas.

Regina está de lado, dormindo completamente nua e sua barriga de 6 meses está em cima das minhas costas, sua perna esquerda prende as minhas e sinto a respiração dela na nuca.

Desde que a barriga começou a incomodá-la, ela só consegue dormir assim e, mesmo com o frio que faz ultimamente em Storybrooke, minha esposa quer dormir desnuda e me obriga a fazer o mesmo, porque adora sentir o calor do meu corpo e diz que os bebês sentem também.

Sim, sabemos que estamos grávidas de gêmeos, só não procuramos descobrir qual seria o sexo deles, já que preferimos ser surpreendidas.

Quando voltamos da lua de mel, decidimos fazer uma grande reforma no quarto que ela dividiu com Robin, que agora será o quarto dos bebês, e iremos ocupar meu antigo dormitório, que também foi todo reformado e apenas uma porta ligando um ambiente ao outro separa os quartos.

Mesmo sem saber se será um casal, dois meninos ou duas meninas, decidimos decorar o quarto em tons de verde, branco e alguns detalhes rosa.

Aliás, ela decidiu, porque eu só fiz acatar suas ordens, já que minha linda morena cada dia fica mais mandona, possessiva, dengosa, controladora e dominadora.

Sem falar na sua libido que, quanto mais à gravidez avança, mais aflora nela.

Sorrio, lembrando-me de sua última consulta com a nossa ginecologista, Dra. Frozen, e também da discussão que ela teve comigo, porque imaginou que eu estava paquerando com a nova atendente da médica, uma moça chamada Ashley Boyd.

Como se fosse possível eu me interessar por qualquer outra mulher, tendo Regina Swan-Mills como esposa.

Eu vi, Emma!- dizia, enquanto entravamos no nosso quarto e eu tirava minha jaqueta vermelha.

—Amor, eu não sei o que você pensou que viu, mas eu fui apenas simpática com a moça, porque ela estava nervosa, já que hoje era seu primeiro dia de trabalho.- disse, aproximando-me dela e a abraçando pela cintura.

—Simpática, é? Você estava sorrindo para ela a todo o momento e jogando charme.- falou abusada, afastando-se de mim.- Eu sei que não sou a mulher mais atraente do mundo neste momento.- acrescentou num tom choroso.- Que estou gorda, com os pés inchados, cheia de estrias e tenho constantes variações de humor, porém você podia disfarçar seu interesse por outras mulheres quando estivesse perto de mim, porque também vi a forma como olhava para aquela garçonete, no dia que fomos jantar em Portland com o sr. Gold.-concluiu, lançando-me um de seus olhares mortais.

Aproximei-me novamente dela, levantei seu vestido e fiquei de joelhos na sua frente.- Regina, é impossível eu me sentir atraída por qualquer outra pessoa, pois sou casada com a mulher mais bela, inteligente, sensual, gostosa, maravilhosa e adorada de todo o universo.- esclareci, depositando ternos beijos em sua linda barriga.- A mulher que eu esperei ser minha durante 4 anos. A única que eu amei e sou capaz de amar para o resto da vida. Uma mulher tão especial que, mesmo cercada de milhões de pessoas, ainda terá minha atenção exclusiva, como se eu fosse uma súdita que acompanha cegamente a sua Rainha. E esta súdita deseja que sua soberana sinta por ela, pelo menos, um terço do que ela sente por vossa majestade.- finalizei, sorrindo para ela, que me olhava desconfiada.

—Quero sexo!- Foi à resposta da minha esposa, depois de toda a minha declaração de amor.

Vida, você não está nada romântica ultimamente.- disse divertida, enquanto ela lutava para tirar meu top branco.

Quando obteve sucesso em sua empreitada, empurrou-me na cama e mordeu meu abdômen. –Vem com a mamãe!- falou, conversando com minha barriga, acariciando-a com as mãos e passando a língua pelos próprios lábios, como se estivesse faminta e eu fosse sua comida preferida.

Voltou a morder aquela região do meu corpo e eu gritei de dor.- Cale-se Swan!- ordenou, autoritária.

—Pensei que eu fosse Mills.- falei, gemendo.

Sim, você é uma Mills! Minha mulherzinha e agora vou chupar o que é meu!- exclamou, arrancando minha calça e calcinha num único puxão e caindo de boca entre as minhas pernas, possuindo o que é só dela.

A língua e os lábios da minha esposa estavam me levando ao paraíso. À medida que o tempo passa, Regina fica mais expert na cama, no chão, debaixo do chuveiro, dentro dos estábulos, nos bancos traseiros dos nossos carros, na piscina ou na vinícola (que foi restaurada e, em breve, começaremos a produzir cidras de maças).

Em suma, não há lugar, nem hora, pois, quando queremos fazer amor, parece que o mundo para ou só existe nós duas no planeta e, numa dessas oportunidades, fomos flagradas por August em pleno ato.

Felizmente, eu estava deitada sobre ela e o máximo que ele viu foi minha bunda e costas desnudas, embora minha esposa não tenha ficado nada satisfeita com isso.

Enquanto me lembrava deste dia constrangedor, Regina me penetrou com três dedos ao mesmo tempo em que continuava sugando meu clitóris para dentro da sua boca.

Não demorou muito para eu gozar e, ainda dominada pelos espasmos, levantei-me, fiquei por trás dela, segurando-a pela cintura, enquanto deslizava meus lábios pelo seu pescoço.

—Amo-te Emma!- Sussurrou, ao mesmo tempo em que tombou a cabeça no meu ombro esquerdo e eu acariciava seus seios ainda mais protuberantes por causa da gravidez.

—Em breve vou está dividindo essas joias preciosas com os nossos filhos.- falei e ela sorriu.- Mas eu vou poder continuar mamando neles, não é, carinho?- Perguntei, excitada.

Sempre...meu am..or.- Gemeu, sentindo minhas mãos por baixo do vestido e sobre sua calcinha, acariciando seu nervo que palpitava de excitação.

Virei Regina para mim e a beijei com fome. Queria devorar a sua boca, mostrar para ela o quanto a desejo e o quanto vê-la gerando nossos filhos me deixa louca de tesão.

No entanto, eu tinha que ser delicada e a deitei suavemente sobre a cama, virei-a de costas para mim, desci beijando-a até chegar às suas nádegas e, com os dentes, tirei a calcinha da minha esposa.

Quando senti sua farta umidade em meus dedos, gemi e subi acariciando com meus lábios cada centímetro de suas costas, enquanto continuava massageando seu clitóris.

Fiquei de joelhos entre as pernas dela e Regina arqueou as costas, à medida que eu intensificava as carícias no seu sexo.

Não resisti e passei a sugar cada um dos seus mamilos que já expeliam o alimento dos nossos filhos e, enquanto a chupava, introduzi um dedo dentro de sua cavidade quente.

Ela soltou um grunhido de desejo, e agarrou-se aos meus fios loiros, obrigando-me a continuar chupando seus bicos marrons e tesos.

Interrompi a carícia nos seus seios e introduzi, lentamente, outro dedo dentro de sua vagina, fazendo-a arquear seus quadris:-Chupe-me, meu amor... Quero gozar na sua boca!- pediu, excitada.

Sem hesitar, passei a sugá-la, enquanto a invadia vagarosamente e minha mão esquerda brincava com um dos seus mamilos.

Ela liberou toda sua paixão dentro da minha boca e eu continuei chupando-a até sentir sua última contração.

Depois me coloquei por trás dela, aninhando-a entre meus braços, sussurrando-lhe palavras de amor, enquanto beijava o lóbulo de sua orelha.

Antes de adormecermos agarradinhas uma na outra, ainda a ouvi dizer:- Eu te amo tanto, Emma Swan-Mills! Você é melhor do que qualquer sonho ou ideal de amor que eu já tive em minha vida.- E, enquanto eu chorava de alegria, por estarmos tão perto de termos nossa família, ouvi a mãe dos meus filhos ressonar e acabei dormindo com um sorriso desenhado nos lábios.

***

(Meses depois)

Regina já está há mais de 13 horas em trabalho de parto¹ e eu já perdi as contas de quantas vezes ela ameaçou minha vida ou me surrar com um chicote por está passando “sozinha” por todo esse sofrimento.

Num momento, está dócil, acaricia meu rosto, olhando-me com ternura, mas quando as contrações chegam, ela grita, puxa meu cabelo, aperta meus dedos e pede para que tirem logo nossos filhos de dentro dela.

É tão escandalosa que já chamou a atenção de vários pacientes, sem falar que xingou uma grávida que chegou depois dela no hospital e já deu a luz, por sinal, a uma linda garotinha loira.

Para meu alívio, Dra. Frozen avisa que minha esposa já atingiu os 10 centímetros de dilatação e que daqui a pouco conheceremos nossos bebês.

Pego a filmadora e começo a gravar todo o acontecimento, pois quero registrar esse momento que é tão importante e mágico na vida de qualquer casal que sonha em ter filhos.

—Emma Swan-Mills, pare de filmar minha vagina e venha segurar minha mão!- minha linda e mal-humorada esposa e futura mamãe de dois lindos bebês resolve dar sua contribuição para este instante tão singular.

Sorrio e uma simpática enfermeira negra se oferece para gravar o nascimento dos meus filhos, enquanto vou atender a ordem da minha morena.

Regina está abatida, dolorida e com vontade de arrancar meu coração, porém tudo muda quando ela escuta nosso primeiro filho chorar ao ser retirado de dentro do seu útero.

Quando ouvimos o berreiro da nossa segunda filha, já estamos entregues a um choro copioso, que só é substituído por uma expressão de surpresa quando a Dra. Frozen diz:- Oops! Vocês queriam só dois filhos mesmo?— fala, sorrindo meio encabulada.- Porque é com muita alegria que lhes informo que serão duas lindas mães de três.

E a expressão de espanto de Regina é modificada por uma cara de dor e nosso terceiro filho sai de dentro dela, calado, porém logo é reanimado pela médica, saudando-nos com um forte choro, anunciando que mais um Swan-Mills chegou ao mundo.

***

Já no quarto, Regina está amamentando os nossos dois garotinhos, enquanto eu seguro nossa princesinha morena de olhos verdes.- Amor, você já pensou em quais nomes quer colocar neles?- indago.

Ela sorri para mim e diz:- Se você não se importar, queria chamar um deles de Henry, como o meu pai!

—Qual deles?- Pergunto, aproximando-me da cama onde ela está.

—Esse rapazinho aqui, de cabelos castanhos e olhos castanhos-esverdeados.- diz.

E o loirinho de olhos castanhos?- indago.

[R]: Escolha você!

[E]: Pode ser Benjamin? Aí poderemos apelidá-lo de Ben, o que acha?

[R]: Claro, meu amor! E a nossa princesinha?

[E]: Que tal Hope? Afinal, se não fosse pela esperança que, de certa forma, eu sempre alimentei de ficarmos juntas no final e superarmos todas as barreiras que nos foram impostas, talvez não estivéssemos aqui e não teríamos nossa linda família.- digo, emocionada.

[R]: Hope Swan-Mills soa perfeito para mim!- responde, com lágrimas nos olhos e nos beijamos, para depois eu entregar a Regina a nossa esperança que já está berrando de fome.

***

~~~ Cinco anos depois ~~~

Henry corre pela casa, com a cueca colocada na cabeça, Ben está debaixo da mesa da cozinha, puxando o rabo de pongo e todo sujo de chocolate, e Hope está nos braços do meu irmão, brincando com os pelos da barba dele, enquanto tento pegar meu garoto castanho que já está indo em direção à porta de saída da casa.

Felizmente, ele é detido por Granny, que vem chegando, nesse momento, do supermercado.

Minha esposa virá hoje de Portland, depois de dois dias ausentes, uma vez que ela agora é a presidente da nossa empresa, Swan-MillsCorp, sendo assessorada por Gold, pois cheguei à conclusão que ninguém melhor do que Regina para lidar com o velho amigo da nossa família na gerência da corporação.

Enquanto isso, fico na fazenda, cuidando dos nossos filhos e da administração da vinícola que se tornou uma das mais rentáveis da região, já que a cidra de maça é comercializada em todo os Estados Unidos e pretendo começar a exportá-la para outros países a partir do ano que vem, pois aumentarei sua capacidade produtiva.

Dizer que estamos felizes é pouco! Creio que a cada dia amo mais a minha mulher e sinto que ela retribui o sentimento com a mesma intensidade.

Sem falar que, desde que assumiu a chefia da empresa, estar radiante, pois é evidente que Regina é uma líder nata e que trabalhar e dar ordens a várias pessoas à deixa nas nuvens.

Quem é a sobrinha preferida do tio Kill, hein?- Esse é meu irmão, paparicando Hope.

Desde o nascimento dos trigêmeos, ele pouco tem viajado e começou a namorar sério com uma garota que conheceu em Portland, chamada Tinker.

Para espanto geral, até já está falando em casar com ela e disse que o amor que uniu Regina e eu é tão lindo e perfeito que o influenciou, e meu irmão agora “treina” para ser pai usando os meus filhos.

Emma, acho que esse doador que vocês escolheram para fecundar seus óvulos deve ser nosso irmão, hein? Porque é impressionante a semelhança de Hope com vocês duas.- diz, enquanto minha filha brinca de cavalinho na perna dele.

Killian está se referindo ao método que usamos para engravidar Regina, ROPA, e, como ela seria fecundada, decidimos que o doador escolhido teria mais características físicas minhas.

De fato, nossos três filhos parecem com nós duas, não só fisicamente, mas também psicologicamente.

Henry, tal como Regina, ama cavalos e, quando era mais novo, só dormia depois de cavalgar com ela durante alguns minutos em Rocinante.

Ben adora números e já disse que quer ser economista quando crescer, assim como eu, sem falar que a vinícola é o lugar que ele mais ama em toda a fazenda.

Já Hope é possessiva e não deixa os irmãos chegarem perto de nenhum dos seus brinquedos e ela, na maioria das vezes, é a mentora intelectual das traquinagens que os três aprontam.

Quando consigo tirar Ben de debaixo da mesa, pego Henry pela mão e peço a Killian para trazer minha princesinha, pois, antes de Regina chegar, é melhor que eles estejam limpos e já dormindo, porque senão vou escutar um sermão de duas horas sobre a importância de me impor e fazê-los respeitar os hábitos que estabelecemos para os três, ou então serão crianças e adolescentes desobedientes e rebeldes.

Depois que Killian sai do banheiro, começo a banhá-los, um de cada vez, tentando fazer com que eles se entretenham com a infinidade de brinquedos, entre patos e navios, que tem dentro da banheira.

Após muita brincadeira e luta de água, o piso do banheiro fica inundado.

Eu os enxugo e, felizmente, depois de todas as travessuras que aprontaram durante o dia, eles começam a ceder ao cansaço.

Visto os pijamas em Henry (Batman), Ben (Homem-Aranha) e Hope (Lilica Ripilica).

Deixo-os brincando na nossa cama de casal e vou limpar o banheiro, para que minha esposa fique orgulhosa de mim quando chegar.

Termino de arrumá-lo, volto para o quarto e me deparo com meus filhos adormecidos sobre o nosso leito. Deito entre eles e, devido ao cansaço, acabo pegando no sono também, mesmo lutando para permanecer acordada, pois adoraria esperar minha mulher.

***

{Regina}

Chego na fazenda exausta e vejo minha querida Eva Swan fazendo um casaquinho de crochê, provavelmente para um dos seus amados bisnetos.

Beijo-a na face, aviso que já jantei e vou ao encontro das minhas quatro pessoas preferidas em todo o mundo.

Quando entro no quarto que divido há alguns anos com a minha loira, vejo uma cena que enterneceria o coração de qualquer vilão.

Emma, ainda vestindo seu top branco e seu jeans skinny, deitada no meio do leito, com Hope debruçada sobre seu peito, chupando o dedo polegar, Henry com a mãozinha esquerda sobre as costas da irmã e Ben agarrado aos fios loiros da minha esposa, que segura cada um dos dois com os braços em volta das costas deles.

Aproximo-me vagarosamente e em silêncio e pego cada um dos nossos filhos, levando-os para o quarto ao lado e os deitando em suas respectivas camas.

Decidimos separá-los só quando eles forem mais velhos, por enquanto eles continuarão dormindo juntos, já que os três ainda não lidam muito bem com a separação.

Volto para o quarto, tomo banho e me deito ao lado da minha amada esposa. Ela se mexe e abre os olhos lentamente:- Cadê as crianças, meu amor?- pergunta, sonolenta.

Estão no quarto delas, minha vida!- respondo, acariciando os fios loiros que tanto adoro.

—Eu cuidei bem deles!— diz, sorrindo para mim.

Eu sei que sim, minha princesa! Você é a segunda melhor mãe do mundo.- brinco, acariciando a ponta do seu nariz com o meu.

O sorriso dela se amplia e depois de expressarmos toda a saudade que estávamos sentindo uma da outra, por meio de carícias e beijos ardentes, adormecemos juntas e fico feliz ao lembrar que amanhã passarei o dia inteiro ao lado da minha preciosa família.

***

Estou sentada no banco que Emma mandou colocar perto da macieira quando fiquei grávida dos trigêmeos e adorava ler embaixo da sombra da minha querida árvore.

Nossos filhos brincam sob a minha supervisão e quando olho para o lado, vejo minha mulher se aproximando, trazendo um buquê para mim.

Reconheço a flor de cor lilás imediatamente, aquela que simboliza a nossa relação, e ela me entrega o buquê, sentando-se ao meu lado.

Eu deito minha cabeça sobre o seu ombro, sentindo seus beijos nos meus cabelos e sua mão esquerda acariciando minhas costas.

Amor, eu estava pensando, agora que nossos filhos estão mais crescidos, que tal adotarmos mais dois e realizarmos aquele meu sonho de termos 5 lindos herdeiros?!.- sorrio, lembrando-me de uma conversa que tivemos há alguns anos atrás e, antes que eu possa responder a indagação da minha amada, Henry, Ben e Hope pulam em cima da gente, pedindo para irem cavalgar em seus potrinhos.

“Encantada”, a famosa égua da fazenda, algum tempo depois do nascimento dos nossos filhos, também pariu três lindos filhotes e Emma resolveu que eles seriam dos trigêmeos.

Pisco o olho para minha esposa e digo a ela que depois teremos essa conversa.

Nossos pequenos terremotos saem correndo em disparada para os estábulos e Emma me levanta nos braços, beija-me e os segue, enquanto me agarro ao pescoço dela, rindo de felicidade e certa que atenderei ao pedido desta mulher tão perfeita que tenho certeza que amarei até depois da minha morte.

~~~FIM~~~

Notas finais
¹ O trabalho de parto, geralmente varia de 12 a 18 horas. Pijama Henry: http://mlb-s2-p.mlstatic.com/pijama-batman-15450-MLB20103233981_052014-F.jpg Pijama Ben: http://www.importadosmenina.com.br/wp-content/uploads/2014/03/905744107_138.jpg Pijama Hope: http://img.ph2-jpg.posthaus.com.br/Web/posthaus/foto/moda-infantil-e-juvenil/meninas-moda-intima-e-pijamas/pijama-branco-rosa-lilica-ripilica_113327_301_1.jpg — Não preciso dizer que me emocionei muito escrevendo esse capítulo e que “Um Paradoxo de Sentimentos” sempre será minha queridinha, porque foi meu primeiro “bebê” SwanQueen. — Espero, sinceramente, que tenham gostado do desfecho, da forma como conduzi o relacionamento delas e dos nomes que escolhi para os 3 rebentos. — As outras fics (todas SQ) também já foram republicadas: http://fanfiction.com.br/historia/550917/A_Magia_do_Futebol_e_do_Amor/ http://fanfiction.com.br/historia/552481/Cenas_de_Um_Casamento/ http://fanfiction.com.br/historia/552251/Inimigas/ http://fanfiction.com.br/historia/552470/Me_And_Mrs_Jones/ http://fanfiction.com.br/historia/552475/SwanQueen_em_Musicas_One-Shots/ —Agradecemos a todas que voltaram a acompanhar as tramas e, em breve, atualizaremos as fics que ainda estão em andamento. ;)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!