Um Novo Mundo, Uma Nova História

7 Arco I: Os Dez Generais da Morte


Notas iniciais
Opa, rápido novamente, em, estou inspirado, LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Naruto Pov's

Continuei no meio das pernas da ruiva, sentindo o cheiro dela, ela estava forte, apenas pelo cheiro era possível saber, o cheiro doce e forte, as lágrimas dela caiam em meu rosto, apertei ela fortemente em meus braços e ela se encolheu.

–Eu senti sua falta, minha pequena Scarlet. — eu disse beijando sua testa.

–Idiota, seu idiota, eu achei que estivesse morto por minha culpa, achei que... — interrompi a mesma no meio da frase, com um dedo na frente dos seus lábios.

–Erza, já falei para você que iria te proteger, sempre, não precisa se sentir culpada e nunca vai precisar, faria as mesmas coisas se fossem necessárias. — eu disse com um pequeno sorriso em meu rosto.

–Quem diria, a poderosa Titania encolhida no colo de um criminoso. — escutei uma voz sarcástica, era feminina e tinha o cheiro doce e parecia ser bem encrenqueira.

–Mirajane. — Erza falou me empurrando rapidamente para o lado. — Cala boca, sua branquela irritante. — a mesma continuou mas com raiva em sua voz.

–Oh Erza-chan, quem é ele? Seu namo... — ela falou sarcasticamente, mas foi interrompida por uma tosse intensa, merda esqueci do Zoro.

–ZORO FOI MAU, EU ACABEI ESQUECENDO DE VOCÊ. — eu disse correndo até ele, mas no meio do caminho me senti indo ao chão e o mundo escurecer, ouvi apenas gritarem meu nome ao longe, mas que merda aconteceu? Eu nem sofri danos, como isso aconteceu.

Acordei em uma paisagem, árvores ao fundo destruídas, me levantei meio sem forças e cambaleante, aquele lugar, Deus? Ele estava aqui? Toda vez que vim parar aqui, foi ele que recebia, será que ele estava, ele é onipotente, onipresente e onisciente só conseguia vê-lo caso o mesmo quisesse, o cenário era como se fosse dele, quando disse-me que o lugar muda de acordo com estado mental da pessoa ele mentiu, sempre que vim parar aqui, era como se ele me puxasse, ele quer falar comigo? Talvez seja isso.

–DEUS? DEUS? ESTÁ AQUI — eu comecei a gritar de um lado para o outro.

–Pare de gritar Naruto, isso irrita muito. — ouvi a voz ecoar, percebi que ele estava longe, encostado em uma árvore ao sul, alias uma das poucas árvores de pé, corri rapidamente até ele, mas havia sumido. — Não quero conversar com você Uzumaki, sei o que quer comigo, já falei que não irei te dar nenhuma resposta que queira, apenas te trouxe aqui para de dar um aviso. — ele voltou a falar, mas bem friamente dessa vez.

–HEY EU QUERO SABER, VOCÊ DISSE QUE SABE MEU DESTINO, QUAL SERÁ ELE, VOCÊ SABE ALGO SOBRE AQUELE QUE CRIOU ZERE... — não consegui terminar a frase me senti sendo arrastado pelo pescoço e jogado contra uma enorme árvore, merda esse é meu sub-consciente, como ele pode me ferir aqui.

–NÃO CITE O NOME DELE AQUI NA MINHA FRENTE, SEU PIRRALHO, VOCÊ NÃO SABE COM O QUE ESTÁ LIDANDO NARUTO, ACHA QUE PODE MUDAR ESSE MUNDO PORQUE VEIO DE OUTRA TERRA? ACHA QUE CONHECE O SOFRIMENTO, VOCÊ NÃO SABE DE NADA SEU PIRRALHO ORDINÁRIO. — ele gritou, o que merda ele estava falando, seu rosto estava nervoso, seus olhos irritados.

–O QUE MERDA VOCÊ ESTÁ FALANDO DEUS, ZEREF VAI SER DESTRUIDO, E EU VOU DESTRUIR O SER QUE O CRIOU, ASSIM COMO TODAS AS MALDADES... — senti ele me acertar um chute que me fez atravessar a árvore, de algum jeito mantive o equilíbrio e ativei minha magia logo em seguida, no mesmo instante parti para cima do mesmo, numa velocidade absurda, no instante seguinte apareci na frente dele, e comecei tentar acertar uma série de socos, mas ele estava desviando de todos muito facilmente, parecia que estava em câmera lenta, tentei acerta-lo diretamente, mas o mesmo desviou para o lado e acertou uma joelhada em meu estômago, cuspi sangue na hora, o que era aquilo, ele tinha me acertado uma joelhada e eu estava cuspindo sangue, o que merda está acontecendo? apoiei minhas mãos no chão e concentrei magia em meus pés. — SENSORYUU:BAZOOKA. — eu gritei e acertei uma voadora de dois pés revestido com magia de senso, aquilo destrói até aço puro, mas ele segurou meu chute com apenas com uma mão.

–Você é fraco Uzumaki, criou uma ilusão de que pode mudar esse mundo, eu realmente cheguei a pensar que poderia mudar, mas continua sendo o mesmo, não melhorou nem um pouco, você não pode vencer o ser que criou Zeref, apenas era isso que queria lhe falar, desista, você não tem força o suficiente. — disse ele me encarando com os olhos severos, ele estava me dando um sermão? Ou um conselho? — Não vale meu tempo, essa é nossa última conversa, até no fim Naruto. — ele disse me acertando um chute no rosto, nesse momento foi que acordei, sentia meu corpo inteiro latejando o que ele quis dizer com tudo aquilo? Porque estava me dizendo tudo aquilo?! Todo o treinamento que tive com Nexus, ele quis dizer que não serviu para nada?! Eu apenas era o mesmo fraco de Konoha, abri meus olhos lentamente, um teto de amadeirado em cima de mim, madeira boa por sinal, estava em cima de uma cama, me remexi tentando levantar, mas não consegui, meu corpo estava doendo um pouco.

–Não tente se levantar Uzumaki, a médica disse que seu estado está um pouco severo. — escutei a voz de Zoro, parecia que o mesmo estava ao meu lado, movi minha cabeça para a esquerda, o cabelo de grama estava deitado em outra cama, completamente enfaixado.

–Então você está vivo! Da última vez que vi-lhe estava deitado tossindo sangue, achei que estivesse morto, Zoro. — falei a ele com um sorriso no rosto.

–Não dei permissão para me chamar pelo primeiro nome, cabelo de fogo. — ele disse nervosamente, mas depois ouvi ele dizendo ai, ai, ai.

–Não preciso da sua permissão, cabelo de grama, se quiser te chamar de Zoro, eu venci a luta, ou seja você vai se tornar meu Nakama então vou poder te chamar de Zoro, meu querido Nakama, e antes que fale algo esse foi nosso trato. — eu falei tentando gargalhar.

–Vá para o inferno, seu cabelo de fogo, não fiz merda de trato nenhum com você, e se não percebeu, você também está ferrado em cima de uma cama, pedaço de lixo. — ele respondeu, começamos a nos encarar ferozmente um ao outro.

–HAMM, O QUE MERDA ACHA QUE ESTÁ FALANDO, CABELO DE MATO? EU ACERTEI O ÚLTIMO GOLPE E FIQUEI DE PÉ MAIS TEMPO QUE VOCÊ. — eu gritei com uma cara, irritada.

–HUMMMMMM, E AQUILO FOI O QUE? QUEM CAI PRIMEIRO? NÃO SIGNIFICA QUE EU CAI EU ACERTEI MEU GOLPE EM VOCÊ EU SENTI MINHAS ESPADAS TE ACERTANDO, VOCÊ APENAS FOI MAIS AGÍL QUE EU, POR MILÉSIMOS, CABELO DE FOGO. — ele respondeu gritando e ao mesmo tempo tentando se levantar.

–CALEM A BOCA SEUS PIRRALHOS, SE OS FERIMENTOS DE VOCÊS ABRIREM VOU DEIXA-LOS MORRENDO EM CIMA DESSA CAMA. — escutei uma voz de uma velhota gritando, girei minha cabeça na direção contrária da de Zoro, e tinha uma velhota de cabelos rosas e uma capa por cima, parada na entrada da porta.

–Ham, quem é essa velhota? — perguntei normalmente ao Zoro, que estava encarando a mesma.

–É a velhota que curou a gente, ela é chata. — ele disse normalmente, com uma cara meio tachada.

–PIRRALHOS DESRESPEITOSOS. — ela disse acertando uma dupla voadora no cabelo de mato e em mim.

–O QUE? QUAL É O SEU PROBLEMA SUA VELHOTA GAGÁ? — Zoro perguntou tentando subir em cima da cama.

–SUA LOUCA, VOCÊ ACHA MESMO QUE É UMA MÉDICA, VOLTE PARA O ASILO. — eu gritei me apoiando na cama tentando levantar, vi uma veia nascer na testa dela e uma aura estranha emanar ela, ela me lembra a Sakura, ela voou em cima de mim e começou a me espancar, e logo em seguida o cabelo de mato.

–Isso é para aprenderem a respeitar os mais velhos, seus pirralhos mediocres. — ela falou, mas não conseguia escutar ou ver ela direito, essa velhota deixou meu ouvido tampado e meu olho inchado.

–Ai, ai, velhota doente, ela tem sérios problemas mentais, o marido dela deve ter abandonado ela. — Zoro disse resmungando de dor, logo que ele terminou de falar, a velhota espancou ele de novo, o que resultou em um Zoro desacordado e babando.

–Droga, vocês realmente me irritam, não sei porque o Makarov me fez curar dois criminosos procurados pelo conselho. — ela falou, aquilo estava me deixando curioso, como eles poderiam saber que era eu na folheto da recompensa do conselho eu estava com minha máscara, era praticamente impossivel me reconhecerem.

–Makarov? Makarov Dreyar? Seria o mestre da guilda Fairy Tail? — perguntei tocando no galo no topo da minha cabeça.

–Sim, você é Naruto Uzumaki, a pequena Erza me contou sobre você, esteve no mesmo lugar que ela, sofreu o mesmo que ela, conheceu o Rob. — ela falou encarando o horizonte pela janela, depois que ela falou do Jii-chan acabei lembrando das coisas que ocorerram no Sistem-R e ao mesmo tempo o que aconteceu, quando o maldito do Jellal nos traiu.

–Erza, onde ela está? — perguntei para a mesma que estava dessa vez recolocando Zoro em cima da cama, que por algum motivo estranho, estava tremendo a perna direita.

–Está na guilda, não deixei ninguém vê-los, vocês não fazem parte da Fairy Tail, estão aqui apenas por uma simples bondade, se não os dois estariam mortos. — Morto? ela disse morto? Impossivel, treinei meu corpo ao máximo, criei resistência ao máximo, depois que Nexus partiu, treinei o máximo que consegui, até estar preparado, aquilo era realmente real? Os cortes que Zoro me acertou realmente fizeram tanto estrago? Automaticamente apertei minha mão fortemente.

–Não se preocupe com isso cabelo de fogo, uma das minhas espadas são amaldiçoadas, a maldição do homem. — ele disse já acordado. — Você não caiu porque é fraco, a maldição foi ativa em você, a maldição daquela espada é a alma, não importa quando ela te atinja, o jeito quando ela te acerta, ela corta uma parte dela é como uma espada espiritual, mas não se preocupe sua alma volta a ser o que é, já que não consegui mata-o. — ele explicou tossindo um pouco.

–Zoro, continua me surpreendendo. — eu disse com um pequeno sorriso. — Por isso é chamado de caçador, já que mesmo que sua espada pegue de raspão ela causa tanto estrago. — continuei.

–Não foi por isso, a espada que está em minha boca é a amaldiçoada, aquele momento que te acertei, foi o momento que cortei um pedaço de sua alma, sua alma ficou debilitada, e no final consegui te acertar com todas as minhas espadas, logicamente seu espírito não iria resistir a tantos cortes. — ele continuou com um sorriso.

–Quer dizer que quando a espada que está em sua boca me acerta, ela corta uma parte da minha alma junto? — eu perguntei simplesmente o encarando.

–Sim, mas a maldição não foi completada, você sabe o que dizem, certo?! Quando se corta a cabeça de alguém, a alma é arrancada, pois uma cabeça não serve sem um corpo e vice-versa, seu espírito vai voltar a forma original, pois não arranquei nenhuma parte sua fora caso isso acontecesse você estaria morto, já que quando arranco um pedaço da pessoa, seja um dedo ou uma orelha a maldição fica presa nessa pessoa e não a cura para a pessoa só se é libertado se o dono da espada o libertar, eu apenas lhe cortei superficialmente. — ele continuou explicando.

–Wow, onde conseguiu essa espada? — perguntei curiosamente a ele.

–São as espadas dos entes queridos que perdi. — ele disse friamente e ao mesmo tempo tristemente. — a espada amaldiçoada é de minha mestra, a que uso na mão direita é de minha Mãe e na esquerda de meu Pai. — ele continuou falando, o que me fazia ficar apenas mais curioso nem lembrava que a velhota ainda estava na sala.

–Você tem boas espadas garoto, parece que as controla bem, Mihawk a maior espada de todas, a mais forte, ele conseguiu controla-la mas não sei como, todas as espadas tem uma enorme sede de sangue mas uma dessas três suas sinto isso muito mais acima do nível, sinto uma energia maligna de uma dessas espadas, sabe o motivo e qual delas é? — a velhota perguntou a ele, as espadas dele estavam em cima de um sofá.

–É a espada amaldiçoada, minha mestra me contou que é uma espada demoniaca, por isso a maldição, ela disse que conseguiu ela lutando contra um demônio, um dos demônios do livro de Zeref. — eu arregalei meus dois olhos, o do Nexus e o meu próprio, vi a surpresa na cara da velhota.

–HEY ZORO, O QUE VOCÊ DISSE? ESPADA ALMADIÇOADA, DEMÔNIO DO LIVRO DE ZEREF? COMO ASSIM? — eu gritei/perguntei tentando me mexer, mas estava travado.

–Não sei ao certo, apenas sei que ele se chamava Carthlomew, a espada se chama Akuma. — ele disse calmamente. — Não me faça mais perguntas, sei apenas isso, e porque esse trauma, acredita mesmo que Zeref existe? Não faça-me rir. — ele continuou com um sorriso sarcástico no rosto, cético? Ou idiota? Me perguntava naquele instante. — Mas talvez deva ser verdade, mas para mim Zeref não passa de uma lenda para assustar crianças. — ele continuou friamente.

–Garoto, você cita o nome de Zeref como se não fosse nada, acha que conhece tudo, mas na verdade não conhece nada, não conhece o verdadeiro sofrimento, mas não conhece nada, não conhece a dor, a fome... — a velhota foi interrompida por ele.

– CALE A SUA BOCA, NÃO HAJA COMO ME CONHECESSE, NÃO SABE NADA SOBRE MIM, NÃO SABE NEM UM TERÇO SOBRE MIM, SUA VELHOTA GAGÁ. — ele gritou com todas as forças, o grito ecoou pela casa inteira, e fez com que ele começasse a cuspir sangue.

–Realmente, não sei nada sobre você, apenas é um garoto inocente e ingênuo, irei avisar Makarov que vocês dois acordaram ele quer conversar sobre alguns assuntos. — ela disse se retirando no mesmo instante.

–O que foi isso? — perguntei ao cabelo de mato. — Porque ficou tão irritado com o que ela disse? — terminei minha pergunta seriamente, depois iria descobrir mais sobre aquela espada negra dele, aquilo deveria ter alguma ligação profunda com o ser que criou Zeref.

–Não é nada, apenas fiquei um pouco irritado. — ele disse tristemente e se virou para o outro lado.

Zoro Pov's

O que merda ela achava que sabia, aquela velhota maldita acha que sabe sobre sofrimento, quer ser sábia, mas não passa de uma velha gagá, minha mãe, meu pai, minha mestra, todos mortos porque eu sou fraco, Zeref não é nada, sou tão fraco que nem uma promessa consigo manter, nunca perder? nunca cair? O que isso significa?! Eu estou perdido.

–Zoro-chan, pare de pensar muito nas coisas, as garotas não gostam que fique pensando tanto em algo. — ouvi minha mãe me chamar, acabei voltando no tempo, sem querer, relembrar aquele triste e maldoso passado.

–Mas Mamãe, você e o Pai disseram que iriam começar o meu treinamento semana passada. — falei para a mesma com um bico no rosto, vi ela andar calmamente até mim.

–Zoro-chan, eu e seu Pai somos ocupados demais para isso, se acalme, vamos treina-lo, você vai se tornar um espadachim tão maravilhoso quanto seu Pai é. — ela respondeu com um lindo sorriso no rosto e acariciando meus cabelos.

–Mas Mamãe eu quero ficar forte, para proteger você quand o Pai não estiver. — disse emburrado, ela respondeu com uma risadinha normal.

–Ora, ora meu pequeno homenzinho. — ela falou rindo. — Você já está me protegendo estando aqui comigo. — ela disse me dando um beijo em minha testa. — Entre Zoro, vamos almoçar e depois irei coloca-lo para dormir. — ela disse me puxando para dentro, mas eu ainda estava emburrado.

Meu Pai sempre estava em missões desguiadas geralmente pelo conselho, diferentes de magos, espadachins não tinham o reconhecimento necessário, na época dificilmente aceitavam espadachins em guildas, eu e meus Pais vivíamos sozinhos no meio de uma floresta, uma grande casa de madeira, sempre de noite escutava o som de pássaros e o som da cachoeira, eramos felizes.

–Sakuzaki, voltei meu amor. — escutei a voz de meu Pai, sai correndo de cima da minha cama, e fui descer as escadas correndo, minha Mãe e meu Pai estavam abraçados, fiquei feliz em ver aquela cena, nossa felicidade.

–PAI. -eu gritei descendo ainda descendo as escadas, vi ele se separar dela e me encarar, soltou um enorme sorriso seus dentes brilhantes, pulei no colo dele e soltei um sorriso em resposta. -Que bom que está de volta Pai. — falei o abraçando fortemente.

–Eu nunca irei morrer Zoro-kun, eu sou imortal. — ele disse gargalhando, meu super-herói se isso existisse, meu porto seguro, meu Pai.

–Hiro-Sama, Zoro-chan está querendo treinar logo. — minha mãe disse sorridente, meu pai me encarou e bagunçou meu cabelo.

–Eu vou treina-lo Zoro-kun, mas espere chegar o momento certo. — ele falou diretamente á mim sorridente.

–Você sempre fala isso Pai, mas nunca me treina. — eu disse abaixando a cabeça.

–Não está na hora de entrar para esse mundo Zoro-kun, você tem 6 anos, se acalme com esse assunto. — ele disse soltando outra gargalhada, dificilmente ele perderia o humor, isso era tudo de bom nele.

–MAS QUANDO ENTÃO IRA ME TREINAR? — perguntei gritando e emburrado eu era tão mimado e idiota, mas ele apenas continuou gargalhando.

–Quando estiver com 8 anos começo a treina-lo Zoro-kun, não apresse muito as coisas. — ele respondeu me levando para dentro.

Depois disso se passaram dois anos, meu Pai começou a me treinar, dia a pós dia apenas com uma espada um espadachim era aquilo que eu iria me tornar, ser melhor que todos, proteger meus Pais, mas aquele ano, foi o ano que aquilo aconteceu, o pior dia da minha vida.

–SAKUZAKI. — estava deitado, quase dormindo com o som dos pássaros, mas de repente todo o som foi cortado, ficando apenas o som ambiente da casa, aquilo foi quando escutei o som de meu Pai, a voz cortante e agoniante, naquele dia, havia tido más sensações.

–HIRO-SAMA, O QUE ACONTECEU? — ouvi a pergunta gritante de minha mãe, levantei apressadamente da minha cama e fui até as escadas.

–ZORO-KUN NÃO DEÇA AQUI. — escutei meu gritar lá de baixo.

–PAI O QUE ACONTECEU?- perguntei descendo rapidamente as escadas.

–SAKUZAKI, TIRE O ZORO DAQUI, RÁPIDO. — meu Pai estava gritando, desci as escadas, meu Pai tinha uma espada grudada nas costas ele estava no chão que estava completamente cheio de sangue.

–Kahiro, não precisa se preocupar, isso vai ser rápido, certo Zoro-kun? — escutei uma voz no meu pé de ouvido, cheia de malicia e frieza, senti um chute acertar minhas costas.

–FIQUE LONGE DO MEU FILHO MALDITO. — escutei meu Pai se levantando, me virei para ver o que estava acontecendo, meu Pai arrancou a espada que segundos estava grudada em suas costas.

–SAKUZAKI, JÁ FALEI TIRE O ZORO DAQUI AGORA. — meu Pai disse severamente.

–Pretende mesmo me enfrentar Kahiro? — aquele homem estranho perguntou ao meu Pai, os olhos pareciam puro sangue, o sangue na neve, o canto dos mortos ecoava em minha mente naquele instante, pensei na morte de meus pais, mesmo por instantes, aquilo era mesmo verdade, alguns minutos tudo estava bem, agora se tornou isso, estou sonhando?! É só essa resposta havia em minha mente naquele instante.

–ZORO, VAMOS. — minha mãe me agarrou pela mão e começou a correr junto comigo, eu queria que fosse um sonho, fechei meus olhos e pensei, como toda criança "quando eu os abrir, nada disso terá acontecido" é sempre que somos crianças desejamos que tudo que é ruim fosse um sonho, mas quando descobrimos que é verdade, abrimos nossos olhos e começamos a chorar, é a triste realidade, afinal se é apenas uma criança é aquela época que se tem sua inocência, a linda e bela inocência.

–Onde pensa que vai, senhora? — aquela voz brande-te que deixava meu coração frio, fazia meu corpo tremer lembro como se fosse hoje, minha mãe sacou a espada da bainha feita de madeira pura e o atacou, tentou corta-lo, tentou feri-lo, mas ele se desviava com um sorriso no rosto, em seguido atingiu o peito dela sem só, abriu um imenso buraco, procurei coração de minha mãe mas não estava lá, olhei para os olhos de minha mãe sem vida tentando achar a luz que não estava mais lá, a luz que foi tomada, o coração dela estava na mão daquele cara, ele jogava para cima, para baixo, com um sorriso sádico no rosto comecei a tremer, caí no chão tentando me levantar, e gritei como nunca, meus gritos de horrores ecoou por aquele belo local, mas eu poderia fazer o que, eu tinha medo, nunca tive coragem o suficiente, procurei por meu pai e o encontrei se arrastando para fora de casa, uma espada crava em suas costas, por onde ele passava o sangue era derramado, logo em seguida o outro cara apareceu caminhando atrás dele com um sorriso sarcástico, o rosto de sofrimento de meu Pai era algo que nunca desejei ver, ele sempre com aquele imenso sorriso, com aquela imensa proteção, aquele que achei ser imortal estava morrendo na minha frente, eu era tão inocente, mas tudo aquilo foi retirado de mim, como um piscar de olhos, tudo aconteceu depressa, mas era um sonho, as palavras de meu Pai apenas eram aquelas "corra Zoro, corra, depressa" ele tossia sangue como nunca o vi tossir, depois disso apenas vi aquele homem arrancar a espada e cravar em seu coração, vi o meu Pai agonizar por mais alguns segundos até cair morto no chão, eu já estava no chão, a última coisa que vi antes de desmaiar devido ao choque.

Voltei rapidamente ao meu presente momento acordado por aquela voz grossa e rouca era o Uzumaki, aquela sala amadeirada, vi lágrimas escorrerem por meus olhos, quando escutei a voz do Uzumaki novamente.

–Hey Zoro, você está bem? O que aconteceu, você entrou em estado de choque começou a gritar, está sentindo dor? Quer que eu peça para a velhota lhe examinar novamente? — ele perguntou vi que ele estava meio precupado.

"EU NUNCA MAIS VOU PERDER, MAMÃE, PAI, MESTRA EU PROMETO, EU PREFIRO MORRER MAS NUNCA MAIS VOU PERDER, VOU ME TORNAR MAIS FORTE, MAIS FORTE QUALQUER UM!" — novamente as lembranças vieram, aqueles momentos de terror, aquele dia seguinte, quando conheci "ela".

Abria meus olhos, o calor do chão esquentava minha barriga, a iluminação do local, atravessva a negra floresta, mas não ligava ao meu lado, estava o corpo de minha mãe e um pouco mais longe o de meu Pai "Não era um sonho?" foi a primeira coisa que me perguntei naquele instante, levantei-me duramente e olhei o corpo de minha mãe, comecei a chama-la, repetidamente, eu estava em choque não tinha conseguido assimilar tudo que estava acontecendo, minha cabeça estava girando, balancei ela imensidade de vezes mas nada dela se mexer, no lugar de seu coração havia apenas sangue secando, dava para ver facilmente o chão que estávamos através daquele imensidão de sangue, fui caminhando lentamente até meu Pai e comecei a mexe-lo do mesmo jeito que fiz com minha mãe, a espada que eu tinha visto cravada nele dentro de casa, agora tinha mudado de posição e estava enfiada em seu coração, comecei a gritar e a chorar ao mesmo tempo as lágrimas pareciam cachoeira, o que tinh acontecido, porque eles tinham feito aquilo, porque? O que nós fizemos de errado a eles, aquelas perguntas ecoavam em minha mente... Não consegui ficar muito tempo em pé e fui levado ao chão tremendo e chorando.

Voltei novamente ao presente, agora Naruto estava enchendo de tapas, nos dois lados do rosto.

–O que merda acha que está fazendo? — perguntei irritado a ele.

–O que merda acha que está fazendo! — ele exclamou irritado, claramente me imitando. — Seu cuzão você dormiu enquanto eu falava, começou a se remexer o que está acontecendo com o cara que enfrentei na floresta, você parece um condenado. — ele disse saindo de cima de mim e indo para a cama, estou acabado Uzumaki, nem uma simples promessa sou capaz de manter, eu quebrei a promessa de morte que fiz ao meus Pais e para minha Mestra que homem não pode manter uma simples promessa.

–Fale logo para mim. — escutei a voz dele ecoar pela casa, encarei-o rapidamente sua expressão era naturalmente muito calma. — O que aconteceu? Desde que a velha falou aquilo para você, deixo-o irritado e pensativo, tão pensativo que parece que está dormindo, não controla suas ações, diga Zoro o que aconteceu? — ele perguntou firmemente.

–Não tenho nada a te contar Uzumaki, nada da minha vida te interessa, sou seu inimigo, acha que só porque estamos deitado perto um do outro, trocamos algumas palavras, virei seu amigo, lutamos tanto que destruímos aquela parte da entrada de Magnolia, acha que devo contar algo, para alguém que a dias atrás era o inimigo que me derrotou! — Exclamei irritado, vi aquele sorriso iluminar seu rosto, o sorriso que meu Pai tinha, me deixou apenas mais irritado. — PARE DE RIR, NÃO A GRAÇA NENHUMA AQUI, SEU CABELO DE FOGO DESGRAÇADO. — gritei enfurecido.

–Vamos nos tornar Nakamas, você perdeu, mesmo que não me conte agora, uma hora ou outra terá que desabafar, uma panela não aguenta a pressão por mais forte que ela seja, quando ela explode, nunca mais volta a ser o que era, você tenta demonstrar força, arrogância, esperteza, mas sangra por dentro, Zoro Roronoa. — o mesmo falou friamente.

–Ora seu maldito, quer terminar de resolver o que começamos?! — disse irritadamente para ele, antes de começarmos a porta da casa foi aberta.

Tinha dez pessoas lá, meu "mestre" Mihawk, a garota de cabelos vermelhos, a do cabelo branco, os dois magos que por um motivo estranho esse sociopata abraçou, o de cabelos rosas, a velha e um mago pequeno que parecia ter o triplo de poder do Uzumaki, uma garota de cabelos alaranjados, uma garota de aparência fria, vi o mago pequeno gargalhar.

–Vocês dois passaram 5 dias em coma e já estão brigando, Polyushka me diga os estado deles agora mesmo, você não especificou nada. — ele disse para a velha, os membros não se aproximavam de nós, algo estava estranho.

–Hey Itachi, me respond... — o Uzumaki foi interrompido, Mihawk estava em cima dele, a espada era para estar apontada para o pescoço, mas o mesmo havia parado ela com o pé. — O que merda você está fazendo? — o Uzumaki perguntou já acertando um chute na altura da cintura do outro espadachim, fazendo o mesmo recuar.

–Você é um criminoso meu jovem, não são membros da nossa guilda, nada que perguntem será respondido por qualquer um aqui. — o velho pequeno disse com um pequeno sorriso no rosto.

–Oh, entendo. — Naruto disse com um estranho sorriso no rosto, percebi que a ruiva estava mordendo o lábio inferior.

–Vocês já estão melhores, já podem ir de acordo com o que Polyushka disse, apenas não forcem muito o corpo de vocês que... — ele tentou continuar, mas eu o interrompi.

–Senhor me desculpe, fico imaginando que você é o mestre da Fairy Tail, me deixe entrar em sua guilda. — disse com a cabeça abaixada, se Mihawk estava aqui, eu poderia ficar ainda mais forte, tentar proteger a promessa que fiz ao meus Pais, mas a resposta que escutei foi uma gargalhada.

–Olha filho, aceitamos todo mundo que tenha um coração honrado e bom, somos uma família e eu o aceitaria como meu filho, mas você já matou muitos magos, homens bons e ruins, e isso não é aceitavél. — ele respondeu me encarando friamente.

–Makarov-Jii-chan. — Naruto falou atraindo a atenção de todos nós. — Rob-jiji já falou bastante de você e da guilda Fairy Tail, tinha a intenção de entrar nela. — ele continuou, mas agora estava sentado e encarou apenas o mestre, seus olhos estavam cobertos pelo cabelo. — Mas meus crimes são mais pesados dos que do cabelo de mato ali . — ele disse apontando para mim.

–O que quer dizer com isso, meu jovem? — ele perguntou ligeiramente.

–Temos um longo histórico criminal, realmente fiz muitas coisas ruins, Zoro nem se fala, nós dois estamos interessados em entrar na Fairy Tail, mas me diga algo, velhote... Você é um anjo? — logo já entendi o que ele quis dizer com a pergunta, e soltei um sorriso de canto e Makarov gargalhou.

–Realmente ele não controla a língua Kurama, não é tão parecido com o que você descreveu, mas tem uma língua afiada. — ele disse ao cara de cabelos avermelhados que estava com um pequeno sorriso. — Realmente não sou um anjo, já matei muitos magos e pessoas inocentes na minha vida. — ele disse e no segundo seguinte abaixou a cabeça. — MAS EU ME ARRENPEDI POR TODOS AQUELES QUE MATEI E LEVO A VONTADE DELES JUNTO COMIGO. — ele elevou a voz que saiu como um grito, arregalei meu olho direito, vi todos assustados com a atitude dele. — Você mata pessoas por diversão, egoísta, nada humano o que faz. — vi ele liberar a magia dele, a garota ruiva foi aparada por Mihawk.

–Diversão... Diversão, foi o que você disse velhote. — Naruto estava de pé os olhos dele estavam puro divertimento, mas ficaram sérios. — Não mato ninguém por diversão... CALE A BOCA SE NÃO SABE DE NADA, MALDITO. — o Uzumaki soltou sua energia pela sala, e incrivelmente as duas magias se chocaram, era como um confronto de emoções.

–VOCÊ É EGOISTA PIRRALHO, ENTENDA O SEU LUGAR. — ele soltou uma energia ainda mais forte, vi todos saindo de dentro da casa, peguei todas as minhas espadas e sai pulando pela janela ao meu lado, logo em seguida vi a casa ser mandada pelos ares, a energia dos dois, pareciam dois felinos, prestes a atacar, não a energia de Makarov parecia a de um enorme demônio, prestes a fatiar tudo e a do Uzumaki de um enorme Dragão, do outro lado todos estavam a uma distância segura, vi Makarov gargalhar, e retrair sua magia, logo em seguida, o Uzumaki retraiu a dele. — Realmente é muito atrevido meu jovem. — ele disse no meio da gargalhada.

–Puts... Achei que fosse morrer. — o Uzumaki disse na maior naturalidade, aquilo significava que eles estavam apenas se testando!

–VOCÊS SÃO IDIOTAS! — o cara de cabelos vermelhos disse acertando uma voadora de duas pernas nos dois fazendo o Uzumaki bater em uma pedra e Makarov ser arrastado pelo barro.

–Me desculpem por isso, estava apenas fazendo uma brincadeira. — Makarov disse se levantando.

–Eu acabei entrando na dele. — o Uzumaki disse com a mão atrás da cabeça.

–SEU RETARDADO MENTAL, VOCÊS DOIS DESTRUIRAM A CABANA. — gritei irritado com ele, que nesse momento estava ao meu lado.

–Hum, Sério?! Foi mal. — ele disse rindo.

–Mas agora, falando sério vocês não podem entrar na Fairy Tail, Erza, Mihawk, Itachi, Kurama, Natsu pediram para deixar vocês dois entrarem, mas o resto da Fairy Tail, não. — ele falou suspirando.

–Espere um ano. — o Uzumaki disse para todos que o encararam. — Daqui um ano eu e Zoro vamos voltar, dentro desse ano não iremos fazer nada, iremos ser esquecido pelo conselho e pelo mundo, eu já imaginava que não aceitariam dois bandidos bastardos. — ele disse com um sorriso no rosto.

–CALE A BOCA, VÁ PRO INFERNO, ACHA QUE MESMO QUE DURE UM ANO VAMOS DEIXAR QUALQUER UM DE VOCÊS ENTRAREM, NEM QUE SE PASSE VINTE ANOS, VOCÊS IRÃO PODER ENTRAR. — a garota de cabelo branco se pronunciou irritadamente, já na frente de todos, roupas curtas, uma bota longa, um short curto e uma camisa que não cobria a barriga inteira, o corpo da garota todo perfeito, seios médios, coxas grossas e bem torneadas, não dava pra ver o traseiro, mas parecia ser grande, personalidade forte, uma boa garota.

–Ohh, você se alterou um pouco, branquinha. — o Uzumaki disse com um sorriso sarcastico no rosto. — Desde que me viu com a pequena Erza está assim, devo advinhar que você foi uma que não concordou com a nossa entrada. — ele disse caminhando com as mãos no bolso sua parte de peitoral e barriga estavam completamente enfaixadas, vi ela ficar irritada, e se preparar, como se estivesse pronta para uma combate. — Nem que se passe vinte anos é? Então se passar trinta irei poder entrar na Fairy Tail? — ele perguntou percebi que ele ainda estava com um sorriso, a garota ficou vermelha de raiva.

–Chega Mira-chan. — Mihawk disse segurando a garota para trás, o que fez o Uzumaki se virar novamente para o Makarov.

–O que acha velhote? — ele voltou sua pergunta ao mago que estava de olhos fechados naquele instante.

–Hum, pelo o que Kurama e Itachi falam de você, eu te aceitaria e pelo o que Mihawk fala de Roronoa Zoro eu também te aceitaria, mas daqui um ano, quando você voltar, vamos ver o que todos os membros vão falar, afinal aqui é a Fairy Tail, eu abri um sorriso animalesco, uma familia é, será que posso ter isso novamente? Vi o sorriso de Naruto se alongar.

–MASTER, VOCÊ NÃO PODE ACEITAR ISSO... — a garota de cabelos brancos começou a falar, mas foi interrompida, pela ruiva que correu na direção do Uzumaki e o abraçou derrubando os dois no chão.

–Não é ótimo, o master deu uma chance para vocês. — ela disse montada em cima dele e com um sorriso no rosto.

–NII-SAN. — vi o de cabelos rosados ir para cima do loiro e começar a mexer nas costelas dele. — Isso não é ótimo Happy. — o mesmo disse para um gato que estava voando atrás do mesmo.

–AYE SIR. — o mesmo respondeu alegremente, o que fez meus olhos se arregalarem, um gato que voa e fala?! O que merda, fui interrompido por braços fortes me envolver.

–Parece que o mestre aceitou vocês. — escutei a voz de Mihawk, e dei um sorriso, meu antigo maior inimigo e meu mestre.

–Sim, é o que parece. — eu disse sorrindo.

–Hey, hey se acalmem, eu disse daqui um ano, depois que o conselho esquecer das coisas que os dois aprontaram. Eu os aceitei, mas agora o que resta saber é se o resto da Fairy Tail também ira. — ele disse soltando um bocejo, o que fez todos gargalharem, menos a velha, a garota de cabelos brancos e a garota de cabelos pretos que não havia se pronunciado.

–Isso não importa, você deu uma chance aos dois. — o cara de cabelos vermelhos, Kurama para ser exato se pronunciou. — Mas, agora o que quero falar não é sobre isso, Naruto, pode me acompanhar? — o ruivo disse já se retirando, segundos depois vi o Uzumaki tirar a ruiva de cima dele, e sumir no mesmo instante.

Autor Pov's

Um ambiente escuro, iluminado apenas por luz de velas que estavam prestes a derreter, o som de uma canção fina era se possível escutar, um espaço amplo onde a luz da lua não alcançava, corpos humanos caídos, um local fora do reino de Fiore, fora de Erthland, o mundo mágico, no centro deste lugar havia uma poltrona digna do rei dos reis, lá estava sentado uma pessoa, na verdade um ser, a canção fina foi trocada por uma canção de morte e naquele mesmo instante tudo se calou como um ser humano dentro da água, como um réquiem, o ser abriu seus olhos, e observou o local, alguns escravos trazendo ouro e riquezas a seus pés, os olhos meio cinzentos e meio azulados encararam todo o espaço, nesse mesmo instante o ser se levantou os belos cabelos brancos se mexeram como uma dança, o corpo forte e bem malhado coberto por um manto enorme, a postura ereta digna de um rei um cetro em sua mão, digna de um Deus? Ele caminhou até a beira do abismo, e encarou a correnteza do mar, engraçado a iluminação não alcançava aquele lugar, mas o mar sim, na mesma frieza que caminhou até a pequena correnteza, ele voltou ao seu trono e se sentou, um lobo preto gigante deitado ao lado do trono rosnou e logo em seguida a porta de ouro foi aberta, o ser olhou abrirem a porta, encarou com estranha frieza, na frente de seu trono havia uma enorme mesa de madeira com sete cadeiras, todas bem posicionadas, o som gritante da morte foi cortado, e por aquela porta entrou uma mulher de belos cabelos loiros um corpo escultural, coberto por um enorme kimono deixando apenas as mãos a mostra, uma espada em sua cintura, a garota caminhou até diante daquele ser, que parecia ter aparentemente 1, 98 de altura, grande? Talvez possa se dizer isso, a garota se ajoelhou diante daquele ser.

–Meu senhor acabei de chegar da minha missão, lamento mas não encontrei nenhuma reliquia. — a garota falou em um tom respeitoso.

–Já era óbvio que iria falhar Erina, não se preocupe com isso. — o senhor disse friamente se sentando em seu trono e começou a acariciar os pelos de seu enorme lobo. — Se quisesse, poderia ter mandado Shiro, ele é bem mais eficaz, certo? — o tom frio foi mais fatal ele apertou a pele do lobo que apenas resmungou.

–Me perdoe meu senhor, não tive intenção de falhar. — a garota disse mordendo o próprio lábio inferior.

–Erina, se pudesse lhe matava. — ele disse encarando-a com olhos frios como o vento, a lagrimás nasceram nos olhos da garota que estava ajoelhada. — Mas ainda preciso de você, então eu a pouparei nesse instante, vá se sentar minha linda general, espere seus irmãos chegarem. — o mesmo continuou, mas agora de olhos fechados, a garota não ousou desrespeitar a ordem daquele a sua frente, apenas virou-se e caminhou até a enorme e fina mesa presente naquele amplo espaço escuro.

Se passou alguns minutos, dez talvez, o "rei" que estava em seu trono não contou, não ligava para a hora, o tempo é ilimitado para ele, se quisesse poderia destroçar tudo quando desejasse, depois desses minutos passados, outro entrou na sala, cara dura e fechada, moreno, olhos severos e fortes um kimono cobrindo seu corpo, mas com rasgões na altura dos braços cabelo espetado para cima, luvas em suas mãos, ele fez o mesmo que a garota se ajoelhou na frente do ser de cabelos brancos e fechou os olhos.

–Meu rei, me perdoe, quando as reliquias de Ōtsutsuki Hagoromo foram separadas elas se dividiram por muitos locais de Erthland, não consegui achar nenhum desses lugares. — sua voz grossa e cortante, abafou o local, a garota loira observava tudo de contra olho para que seu rei não percebesse.

–Erina já disse para não olhar para seus irmãos, quando estiver falando com ele não foi?! Quer me desobedecer? — o senhor de cabelos brancos perguntou ainda de olhos fechados, a frieza de sua voz foi cortante, a garota loira tremeu no mesmo instante.

–N-não senhor, perdoe-me. — ela disse virando-se para a escuridão do ambiente, o senhor abriu os olhos e virou sua atenção aquele a sua frente, os olhos severos ganharam medo, ao encarar os olhos de frieza pura.

–Boa garota, Jin, você e Erina me decepcionam, onze anos atrás dessas relíquias, depois de tanto tempo nós nos reunimos e dizem que não acharam nada, realmente minha vontade é de arrancar a cabeça dos dois do corpo, e dar para Shiro comer. — ele disse mortalmente, liberando pouca de sua intenção assassina, mas fazendo com que os dois que estavam presente naquele local, começassem a tremer. — Irei perdoa-los de momento, mas minha paciência também acaba, lembrem-se disso. — ele falou encarando o teto e tornando a fechar seus belos olhos. — Vá sentar-se, Jin. — o mesmo falou friamente, o mesmo foi se sentar, se posicionando ao lado da bela rapariga de cabelos loiros, encarando a bela garota, ele se pronunciou docemente a ela.

–Erina-chan, quantas vezes temos que falar para você, não discorde com nada que o rei disser. — aquele homem cheio de músculos 2,35 de altura, falou para a pequena garota de no mínimo 1, 73 de altura.

–Me desculpe Jin, é que não consigo resistir, você sabe, eu sou curio... — os dois foram interrompidos, pela fala fria que ecoou no local.

–Erina, Jin parem de falar, já disse a todos para falarem apenas quando os dez estiverem reunidos. — a voz cortante do "rei" ecoou até seus ouvidos, no mesmo instante calaram a boca.

Poucos minutos se passaram e a porta fora aberta novamente, agora um leão adentrou, em cima deste havia um homem aparência selvagem, corpo bem tratado, o enorme leão vinha caminhando finamente, logo que chegou a frente do rei, aquele que estava em cima atraiu a atenção do mesmo.

–Senhor, lamento parece que evaporaram, todas as relíquias deixada por Rikudou Sennin. — o mesmo falou ainda em cima do leão.

–Okashi, esperava mais de você, nunca me decepcionou, vá sentar-se, espere o resto de seus irmãos chegarem. — o ser disse friamente de olhos fechados, se recusava a encarar seus "filhos".

Okashi deveria ter 3, 23 metros, alto, muito alto para um ser humano, seus olhos doentios se dirigiram a Erina que estava cabisbaixa.

–Erina, você está gostosa, o que acha depois... — antes de terminar sua falar foi arremessado na parede.

–O-K-A-S-H-I. — o ser ficou enfurecido pela atitude de seu "filho", com pura energia, sem se mexer do lugar, conseguiu mover ele facilmente. — Pare de falar bobagens, sente-se e cale-se é o melhor que lhe faz neste exato momento. — ele continuou agora emanando parte de seu poder, no mesmo instante aquele que desrespeitou o ambiente foi sentar-se, longe dos outros dois, Erina o encarava com raiva.

Em seguida passados vinte minutos no mínimo entrou outro rapaz, completamente calmo e frio, trazia uma foice em suas costas, botas polidas e de couro puro, uma roupa longa, calças bem afastadas de suas pernas, eles veio e se ajoelhou perante seu "pai" cabelos loiros e olhos azuis, 1, 91 de altura, um dos mais belos "filhos" daquele "rei".

–Ares, você demorou um pouco, geralmente chega antes de todos, algo para me contar? — o senhor perguntou para aquele que estava em sua frente.

–Apenas duas coisas, que irei dizer quando o resto de meus irmãos chegarem! — ele disse friamente e foi sentar-se, nada respeitoso, aquele que atendia pelo nome de Ares.

O senhor, era acostumado já com aquilo, o desrespeito de um de seus filhos, quatro o mesmo pensou, a canção fina voltou a ser tocada, e poucos minutos a porta foi aberta brutalmente, cabelos azuis, olhos da mesma cor, aparência maligna e obscura 1, 95 de altura músculos fortes e precisos e uma espada em sua cintura, olhos loucos por carnificina, ele andou até a frente de seu rei e se ajoelhou.

–Grimmjow, algo de interessante para me contar? — o rei perguntou friamente.

–Nada de muito importante, meu Rei. — ele disse contendo a raiva.

–Sempre me decepciona, vá sentar-se Grimmjow. — o mesmo caminhou até aqueles que já estavam presente no local.

O ser sempre observava aqueles que criou, alguns desobedientes, outros decepcionantes, aqueles que chamava de filhos eram como criaturas humanas, a porta foi aberta, pela orgulhosa e ardilosa filha, a mais bela de todas suas filhas, 1, 69 de altura a garota vestia uma saia demonstrando grande parte de seu belo e ardente corpo, uma blusa colada dando ênfase a seus belos seios, e botas até metade da canela, uma espada repousava na cintura da bela moça.

–Akame, que bom que está aqui, achei que tinha se perdido no caminho. — o rei disse frio como o gelo, sem encara-la, o rosto frio de Akame, permaneceu do mesmo jeito.

–Tenho apenas uma noticia meu senhor, mas acho que ficara satisfeito. — ela disse no mesmo tom de seu "Pai".

A garota se sentou ao lado de Erina, as duas abriram um sorriso terno. O rei esperou cerca de quinze minutos, quando a porta foi praticamente arrombada por um raio que iluminou o lugar que estava quase escuro, o "Filho" da destruição estava presente naquele local, veio caminhando arrogantemente, olhos mirados em seu pai o Deus dos Raios era como seu "Filho" gostava de chamar-se.

–Enel, imprudente e arrogante como sempre, sua arrogância me enjoa meu filho. — o rei disse friamente encarando-o com rispidez.

–Aprendi com o melhor, não, Pai. — ele disse com um sorriso sarcástico no rosto. — Mas eu estou aqui, acho que vai gostar de algumas noticias que tenho para lhe dar. — ele disse com arrogância.

–Sente-se, vamos começar a reunião. — ele disse se levantando de seu trono e pegando seu cajado.

–Mas senhor, os outros ainda não chegaram. — Jin se pronunciou.

–GAHAHA, Ninguém se importa Jin, foda-se se chegaram ou não, se ele vai começar significar que não eles não irão vir principalmente aquele lixo do Zeref. — aquele com nome de Grimmjow falou sorrindo.

–Jin, irei explicar os motivos, não se afobe meu filho, apenas mantenha a calma. — o rei falou frio como o vento que era presente no local, naquele mesmo instante. — Akainu, está indo até o inferno atrás de Cereberus, ele diz que quer doma-lo, não quer voltar antes disso, Aizen me desrespeita e me afronta e diz que ira procurar a pedra filosofal e o meu primeiro filho Zeref ainda está em Tenroujima, a primeira mestra da guilda chamada Fairy Tail, está o mantendo preso lá. — o rei continuou, o que arrancou ruídos de irritações pelo local.

–Pai, deixe-me cuidar deles, posso mata-los agora mesmo, Zeref o desrespeita, nem mesmo teme seu nome, nem sabe quem o senhor é, quem ele pensa que é? Aquele maldito arrogante. — Okashi falou acariciando os pelos do leão ao seu lado.

–Okashi, quando for a hora da morte deles eu sei, você não tem chance contra nenhum dos três eles são seus irmãos mais velhos, mais fortes que vocês, nem se quisessem mata-los conseguiriam, são imaturos diante deles, apenas eu posso destrui-los. — o Rei falou friamente a todos presente no local. — Zeref desde que tentou travar guerra com os magos humanos ficou fraco, e Mavis o prendeu em Tenroujima, nem seus demônios que criou ele pode invocar, uma hora eu irei tira-lo de lá, mas no momento não preciso dele. — o ser continuou friamente e solidamente.

–Ora, ora, aceita tudo tão fácil, nem parece que é um "Rei". — Enel disse arrogantemente e com os pés em cima da fina madeira.

–Enel, tire esses pés de cima da mesa, se não quer ficar sem eles. — o Rei disse liberando sua intenção por aquele pequeno espaço, no mesmo instante aquele que se denomina Deus tirou os pés. — Agora me digam tudo o que descobriram meus reles filhos, comece com você Ares. — o rei ordenou altamente, ao seu filho do meio que estava com as mãos no queixo.

–A relíquia da morte é guardada em uma montanha, mas dizem que lá está guardada por um selo infernal, que nem mesmo um dragão consegue quebra-la, nem a força de mil homens, os humanos acham que é apenas uma lenda local, e ainda dizem que é protegida por dois cavaleiros do inferno. — Cavaleiro do inferno, um dos magos mais forte do conselho humano, os cinco cavaleiros dizem que sua força é o triplo dos dez magos santos.

–Ótima noticia, Ares, realmente me orgulha muito e a outra noticia que tem para me dar, algo que importa? — o rei perguntou no mesmo tom de antes.

–Apenas que o conselho planeja um modo de defesa mais forte do que esse, como se fosse uma opera... — o mesmo foi interrompido por seu Pai.

–Nada que o conselho faz me interessa, posso destrui-los com um piscar de olhos. — o mesmo cortou-o sem fazer rédeas Ares sentou-se no mesmo lugar. -Akame o que tem para me contar? — a pergunta foi direta e sem rédeas.

–A relíquia da fome está localizada no reino de Partaras ao norte do Reino de fiore, o conselho não consegue chegar lá, a pessoa que está utilizando-o mata cada um dos humanos que está lá todos de fome, ela esta no formato de um anel, o conselho mesmo sabendo de sua existência não consegue chegar lá, pois é um reino de areia a suas tempestades são tão assustadoras que até os cinco cavaleiros do inferno tremem de medo. — a garota disse levantando-se e logo se sentando novamente.

–Oh Akame, finalmente me agradou, interessante o que disse, minha preciosa Akame. — o rei disse com um pequeno sorriso, seu rosto ficou sério e liberou um pouco de sua intenção assassina. — Enel, meu arrogante e perspicaz filho, diga-me o que descobriu. — o mesmo disse no tom mais frio que já usara.

–Está muito nervoso, "Pai". — Enel era o único que o chama assim. — as duas partes da relíquia da destruição está guardada, por dois dragões lendários, Acnologia e Nexus, é impossível saber onde Acnologia está pois o mesmo aparece em momento de medo e desespero e a parte de Nexus está localizada no Império Azul, acima daquela pequena terra, que copia os seres humanos, Edolas. — ele disse com um sorriso arrogante no rosto. — Então apenas você pode chegar até Nexus, mas acho que não quer isso neste momento certo, rei! — ele disse sarcasticamente, o que fez aquele que estava calmo, ficar furioso.

–Não brinque comigo Enel, posso te desintegrar a qualquer momento. — ele disse aumentando sua intenção de assassina.

–Isso parece até uma canção de morte, mas se preparar o Réquiem neste momento, não ira saber a melhor notícia. — Enel disse rindo loucamente, o que fez o rei retrair-se naquele momento. — A reliquia da praga, a espada Kurohime, está localizada no Reino de Fiore, nas mãos de um espadachim que a chama de Akuma e não sabe nem ao mesmo utiliza-la ele acha que a espada corta e almadiçoa a alma daquele que tem uma das partes arrancada, me da dó dele, mas a melhor parte vem agora, o nome dele é Zoro Roronoa apelidado como "Hunter" pelo conselho mundial, sua recompensa até que é altinha, nada para se preocupar, ele é bem forte, a cinco dias atrás vi ele lutando, contra aquele que quer arrancar o coração. — naquele instante o Rei abriu um sorriso maligno. — Naruto Uzumaki, é meu rei, Naruto Uzumaki está perto da relíquia da praga neste exato momento. — Enel disse lambendo os lábios.

–Está decidido, iremos atrás da relíquia da praga, e irei arrancar a cabeça de Naruto Uzumaki com minhas próprias mãos. — o Rei disse com um sorriso maléfico.

O Rei no meio daquele "bom" humor, não percebeu o olhar de sua mais bela filha Akame, a garota sempre ouvia falar daquele homem, Naruto Uzumaki, sempre, as histórias que seu "Pai" a contava fez com que Akame acabasse criando um sentimento humano por aquele homem que nunca havia visto, um sentimento, chamado amor.

–PAI. — Akame gritou atraindo a atenção do Rei, que a encarou um tanto estasiado. — Deixe-me ir atrás dele, não precisa se mover para isso, ele é apenas um lixo, um simples ser humano, deixe-me corta-lo com minha espada, ou então eu o trago e você o tira a cabeça, não precisa se mover, existe muitas outras relíquias por ai e pessoas mais forte que ele. — a garota disse levantada de sua cadeira.

–Você tem razão Akame, não preciso matar Naruto agora, o destino dele é morte e nada mais além disso, traga-o até mim, e irei arrancar-lhe a cabeça, nem estava pensando nas consequências de meus atos, Akame e Enel, vocês irão atrás da Reliquia da praga e irão trazer Naruto e a relíquia até mim. — ele disse com um sorriso maléfico no rosto. — Jin e Okashi, vocês dois irão até Akainu e irão se reunir com ele, e depois vão atrás da relíquia da morte, Erina e Grimmjow vão até Partaras achar aquele que usa a relíquia da fome e irão traze-la até mim, Ares eu e você vamos encontrar Aizen e iremos até o Império Azul, matar Nexus e pegar a parte da relíquia da destruição. — ele completou friamente. -MEUS DEZ GENERAIS DA MORTE ESTÁ NA HORA DE NOS MEXERMOS. — o seu grito feroz ecoou por todo aquele espaço, amplo e profundo.

Notas finais
Fiquei muito inspirado nesse capítulo ele foi dedicado especialmente para o Geovany Gomes, que engraçadamente tem quase o mesmo nome que o meu HAHA, muito obrigado cara por recomendar a fanfic valeu mesmo xD, obrigado ao comentários me motivaram pra caramba, e valeu mesmo, continuem comentando ai. Segunda vez que esse cara aparece, vocês devem estar curiosos para saber o nome dele, ele será revelado brevemente, alguns personagens do anime Bleach que irei colocar vão ser apenas o Grimmjow e o Aizen, mas isso será rápido, Naruto, Zoro parece que vão entrar em problemas no próximo cap, ou não... No próximo cap vai entrar alguém muito foda e aposto que vão gostar, o que acharam do capítulo adorei escrever ele, o passado do Zoro ficou muito bom para mim é claro mas essa é apenas a primeira parte do passado dele, o resto vai ser no próximo, e me digam os erros da fanfic mesmo que sejam alguns detalhes, mas ai me digam o que acharam, comentários? Recomendações e até a próxima haha xD. PS: Não esqueci dos Uchihas, fiquem calmos que eles vão aparecer ainda, mas ira levar um tempo.