Um Mero Olhar Um Romance pra Vida
8 Resfriado
Notas iniciais
Era mais uma manhã normal de inverno... Mas não na casa dos Kaulitz.
-Atchim. Bill! –gritou Tom, expirando muito, do seu quarto. Já estava virando rotina gritar pelo Bill de manhã.
Bill já havia acordado, mas estava ainda na cama, só observando Kayla, que acordou com o grito de Tom e se deparou com uma bela face a observando.
-Bom dia. –sussurrou Bill com um lindo sorriso.
-Então não foi um sonho? –falou Kayla.
-Não. Não foi um sonho. Pelo menos eu acho que não. –disse Bill acariciando os cabelos da garota.
Ela riu e logo depois ouviram Tom chamando novamente pelo Bill.
-Não é melhor você ir ver o que ele quer?
-Não, ele que espere. –respondeu Bill.
-BILL! Atchim. Vem aqui agora! Atchim. Eu não vou falar mais uma vez. –berrou Tom.
-Pelo jeito ele não vai esperar. Eu vou ver o que ele quer e já volto. –Bill deu um selinho na garota e andou em direção ao quarto do irmão, que estava expirando muito.
-Até que enfim você veio. –disse Tom com o nariz todo entupido.
-Ha ha ha. Você ficou resfriado é? –falou Bill rindo.
-Não, eu to treinando pra uma peça de teatro. Que pergunta! É claro que eu to! –resmungou Tom.
-Seu idiota! O que eu fiz foi uma pergunta retórica.
-O que é retórica? É de comer? Então pode trazer que eu to com fome.
-Eu não mereço tanta idiotice num mesmo dia. –falou Bill para si mesmo. –E pergunta retórica não é nada de comer não.
-Então o que é? Atchim.
-É uma pergunta que não é pra ser respondida.
-Ah tá, entendi.
-Mas o que você queria?
-Ah é mesmo. Me traz um remédio pra dor de cabeça?
-E por que você mesmo não pega?
-Porque to resfriado!
-E daí? Como você mesmo disse você está resfriado, não aleijado.
-Ah Bill. Por favor. Por favorzinhoinhoinho. Eu sou seu irmão querido que te ama muito.
-Tá bom, já volto.
Bill foi pegar o remédio e logo voltou, com o comprimido e um copo de água.
-Tá aqui ó. –disse Bill entregando o comprimido e a água ao Tom.
Kayla já havia se trocado e foi ver o que havia acontecido.
-Então o que aconteceu? –pediu Kayla ao Bill.
-O Tom tá resfriado. –respondeu Bill.
-Ah, como se sente Tom? –perguntou Kayla.
-Acho que eu tô delirando, porque eu tô vendo um anjo aqui na minha frente. –implicou Tom.
Bill logo passou na frente de Kayla.
-Ah não, me enganei. Não é um anjo não. É só o Bill. –disse Tom sorrindo.
-Você ta querendo apanhar né? –disse Bill.
-Não, por quê? Você ta querendo me bater? –perguntou Tom.
-Foi uma pergunta retórica. –falou Bill.
-Ah, falando em comida, faz o meu café-da-manhã?
Kayla começou a rir.
-Eu acho que o Tom chegou atrasado na fila de distribuição de cérebros. –disse Bill
-Eu não fui em nenhuma fila de distribuição de cérebros não! –falou Tom.
-Nota-se. –disse Bill.
-Anda Bill! Faz alguma coisa pra eu comer. –falou Tom.
-Não mesmo. Se vira.
-Deixa que eu faço uma omelete. Quer suco de laranja também? –disse Kayla.
-Se não for muito incômodo.
-Não, tudo bem. E você Bill? Quer uma omelete também?
-Já que você vai fazer. Mas pode trazer suco de uva pra mim por favor? –disse Bill.
-Claro! –falou Kayla e deu um selinho em Bill. –Já volto.
-Por que você não conheceu a Kayla antes? Com café-da-manhã na cama todo dia eu tava feito! –disse Tom.
-Nem vai se acostumando. Porque pra mim essa é a primeira e a última vez que você recebe o café na cama.
Depois de um tempo Kayla aparece com o café do Tom. Ela deixou a bandeja sobre o criado-mudo.
-Está aí. –falou Kayla ao Tom. –Bill o nosso café está lá embaixo. –disse ao Bill.
-Ok, então vamos. –falou Bill pegando na mão da garota.
-Vocês vão me deixar aqui sozinho? –pediu Tom.
-Isso mesmo. –disse Kayla sorrindo puxando Bill pela mão.
Bill fez um gesto no qual queria dizer “Eu não posso fazer nada” e saiu andando.
-Eles se merecem mesmo, ou hoje é o dia “Todo mundo contra o Tom”. –disse a si mesmo já que os outros não se encontravam mais no local.
Bill pegou Kayla no colo e levou ela até o andar inferior quando...
*Ding Dong*
-Quem será? –falou Kayla.
-Não faço ideia. Bom, vou atender né. –disse Bill.
-Oi Bill! O Tom está? –falou escandalosamente uma garota.
-Oi, ele está no quarto dele. Mas ele está resfriado. Entre.
-Ai, obrigada. Oi querida. Muito prazer meu nome é Rose Mary e o seu? –falou a tal garota avistando Kayla.
-Oi, é Kayla.
-E o que você é dos garotos?
-Ela é minha namorada. –disse Bill sorrindo e colocando o braço na cintura de Kayla.
-Hmm, então posso ver o Tom?
-Eu não acho uma boa ideia. –respondeu Bill.
-O quarto dele é por aqui né? –disse Rose já subindo as escadas.
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