Notas iniciais
Capítulo dois saindo! PS: Para a nova leitora, e pra quem se esqueceu, a Hoshi é uma personagem Original, e quando um for entrar, eu avisarei antes.

Após uma noite cansativa, Natsumi andava pelo corredor de sua casa, pensando em coisas que aconteceram no passado. Na escolha que fez ao ficar ao lado de Fudou e não de sua grande paixão de adolescência.

Fudou: Natsumi, ainda acordada?

Fudou saíra do quarto, e já haviam passado algumas horas desde que os convidados foram embora.

Natsumi: Eu estou pensando em algo que a Touko me falou, mas ela pediu segredo.

Fudou: Achei que você estivesse pensando em outra coisa.

Natsumi: No que eu poderia estar pensando?

Fudou: No Gouenji, em quem mais? Vocês foram muito amigos, e depois namorados e do nada se separaram, não sei por que, e logo depois, você quis namorar comigo.

Natsumi: É verdade, mas eu não quero saber dele.

Fudou: Por quê?

Natsumi: Você sabe o motivo, você apenas não se lembra dele.

Fudou: Pelo contrário, é inesquecível, mas pelo bem do Kai que eu não fico com isso na cabeça.

Natsumi: Fudou, eu já tinha algum sentimento por você, mas te namorar foi pra esconder dos meus pais a verdade, e você aceitou.

Fudou: Natsumi é melhor irmos dormir e esquecer isso. Eu sou o pai do Kai e ponto.

Natsumi: Ok, mas eu não quero o Gouenji por perto.

Fudou: Aposto que ele não sabe nem que você se casou comigo.

Fudou segurou a mão dela e a levou para o quarto, colocando a na cama.

Ao amanhecer, Max levantou da cama procurando seu amigo Handa, com quem dividia apartamento. Matsuno Kuusuke foi jogador da Raimon e atualmente é diretor da instituição, ajudando Natsumi. O que a maioria das pessoas não sabe, é que Max é apaixonado por seu colega Handa, mas disfarça isso apresentando uma garota chamada Hoshi como sua namorada.

Max: Finalmente te...

O garoto perdeu a fala, Handa tinha contratado uma empregada nova para o apartamento, justamente sua namorada Hoshi.

Max: Que merda é essa?

Handa: Bom dia Max, essa é nossa nova empregada, Hoshi.

Hoshi: Bom dia!

Max: Handa, eu posso conversar com você um minuto?

Os dois deixaram a sala, e foram para o quarto do garoto.

Max: Por que você contratou a minha namorada como empregada?

Handa: Eu sei que ela não é sua namorada Max.

Max: O que? Como você ousa dizer isso?

Handa: Eu tô saindo com ela há um mês e ela já me contou tudo sobre vocês...

Max: Tudo? Tudo o quê?

Handa: Que você a inventou como namorada, mas ainda não sei o motivo de você fazer isso Max.

Max: Olha aqui Handa, você sabe a história dela? Sabe se ela pode estar aqui?

Handa: Sei a história dela sim, e por enquanto eu a tirei daquela vida.

Max: Como assim por enquanto? O que falta para ela ter esse pesadelo encerrado de vez?

Handa: Um dinheiro que eu tenho que entregar para o chefe dela.

Max: Tomara que você consiga, de verdade.

Handa: Eu estou salvando ela.

Max: Eu sei...

Os dois se abraçaram observados por Hoshi.

Touko estava em casa, assistindo as reprises do campeonato de surf pela televisão. Ela ficava maravilhada com o jeito de Tsunami parecer brincar com as ondas. Enquanto isso o namorado da ruiva chegava por trás dela.

Tsunami: Vendo minha última vitória não é?

Touko: Tsunami! Cuidado, você sabe que eu estou grávida.

Tsunami: Ok, ok... Hoje nós poderíamos visitar a Lika e o Ichinose, contar pra eles essa novidade!

Touko: Tudo bem, eu vou me arrumar.

Ela beija seu namorado e vai se arrumar pensando se devia contar ou não a verdade sobre o filho que estava em seu ventre.

Já era meio-dia, quando um avião pousava no aeroporto de Inazuma. Dele, um garoto de cabelos vermelhos saiu do mesmo, na direção de dois homens de terno, que estavam no restaurante do aeroporto. Eram Midorikawa e Osamu.

Midorikawa: Veja quem voltou Osamu.

Osamu: Como foi de viajem Grant?

Hiroto: Não me chame de Grant seu pedaço de bosta, eu odeio esse nome.

Osamu: Que culpa tenho eu se você escolheu esse nome quando éramos aliens?

Hiroto: Calado. Aqui você é nosso subordinado, e não o chefe.

Osamu se calou, e a garçonete trouxe um pedido que Midorikawa já tinha feito.

Hiroto: Como vão as empresas Midorikawa?

Midorikawa: Correndo bem. A metalúrgica vem dando ótimos rendimentos, a construtora e a transportadora também.

Hiroto: Que bom. E as suas garotas Osamu? Como vão?

Osamu: Muito bem Hiroto, quer alguma para você?

Hiroto: Muito obrigado, mas não. E seus outros negócios?

Osamu: Estou para contratar alguns capangas para assaltarmos a Raimon e as outras escolas que tem muito dinheiro.

Hiroto: Ok, desde que você me pague os trinta por cento, eu lhe dou os meios para o seu objetivo.

Midorikawa: Bem, e a Reina, Hiroto?

Hiroto: Ela está agora em alguma rua daquele país. Eu a expulsei da minha vida depois que não precisei mais dela.

Midorikawa: Nossa, você foi bem cruel com ela.

Hiroto: Cruel nada, eu não precisava mais dela e nem ela de mim.

Osamu: Pelo menos podia trazer ela para ela ser mais uma das minhas garotas.

Hiroto: E encontrar com ela toda a hora? Não, obrigado.

Midorikawa: Então vamos Hiroto, afinal você ainda tem uma reunião hoje.

Hiroto: Claro! Até mais Osamu, qualquer coisa, me ligue.

Eles se despediram e Osamu saiu na direção contrária a deles.

Era uma madrugada quente no Brasil, e Yagami Reina estava deitada em uma calçada, embaixo de uma marquise, pois se formava uma chuva nos céus da cidade. Ela pensava em várias palavras ditas por Hiroto a ela.

Reina: Hiroto, seu maldito. Se eu tivesse o dinheiro que você tem, eu não estaria aqui, mas eu vou me vingar de você seu traste, e você vai se arrepender de ter me jogado aqui.

A chuva começou e Reina já tinha a cara molhada pelo choro. Ela arranjaria um jeito de se vingar do homem que arruinara sua vida e destruiu seu sonho.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Qualquer crítica, sugestão, elogios e etc., é bem vindo! Até o próximo!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.