Notas iniciais
ôla? gente essa semana eu estou meio lotada de prova, fechamento de bimestre então tem provas e recuperaçoes, e como eu sou do estado do Rio e os professores fizeram greve eu estou tendo aula aos sabados, para voces verem a minha condição como está, eu vou tentar postar todos os dias da semana porém n prometo, tenham consideração beijos até o próximo boa leitura e um bom dia

Duas semanas depois:

—Eu não gosto de pousos e decolagens, não gosto mesmo-digo ao pegar na mão de Matt, estamos voltando para Seattle, depois de duas semanas de descanso, foi realmente maravilhoso esse tempo aqui, viajamos para o Rio de Janeiro, para ver o Cristo Redentor, Pão de Açúcar e algumas praias de lá, que são lindas, depois voltamos para a ilha particular no norte, durante todo esse tempo, Matt e eu ficamos muito grudados, arrisco a dizer que em alguns momentos até parecíamos namorados, Como na nossa última noite na ilha, quando Matt me levou para a beira da praia.

FLASCBACK ON:

—Aonde estamos indo Matt? -pergunto, já que ele me sequestrou do meu quarto e nem me deixou colocar uma roupa descente, eu estou de pijama!

—Calma, curiosa, já estamos chegando-diz ele e mais alguns passos eu sinto a areia fofa da praia embaixo dos meus pés

—Porque estamos indo para a praia? – pergunto tentando andar sem chutar a areia para cima e sem cai

—Só mais um pouquinho – ele fala ainda me arrastando e sem me responder, até que ele para, me fazendo bater no maravilhoso mar de músculos – pronto, chegamos – ele fala retirando a venda dos meus olhos, estamos um pouco afastados da casa, perto do mar, no chão tem uma toalha vermelha e em cima dela uma cesta, que acredito ter lanches dentro — Gostou? – ele pergunta animado

—Sim, eu não estava conseguindo dormir mesmo, e acho que aqui eu não vou ficar no tédio. -digo e nos sentamos na toalha, Matt abre a cesta e de lá tira sanduiches, garrafinhas de suco, morangos e alguns cachos de uvas, pego um cacho e começo a comer

—Nosso último piquenique não foi dos melhores, acho que esse pode compensar o último. -diz ele, bem perto do meu rosto, seu hálito fresco inalando minhas narinas, chegou mais perto, e toco seus lindos lábios com as pontas dos dedos, tão macios

Matt pega em minha mão e, gentilmente a tira de sua boca, para que no segundo seguinte seus lábios estejam grudados nos meus, sua língua pedindo passagem para dentro de minha boca eu amo tanto esse homem, que até mesmo um simples beijo dele faz parecer que estou voando, estou nas nuvens, sua língua explorando cada pedaço da minha boca, como se fosse algo novo para ele, coisa que não é, já nos beijamos tantas vezes, e toda vez que isso acontece, é como se nunca tivéssemos feito isso antes, o ar nos falta, e Matt encerra o beijo com pequenos selinhos.

—Eu tenho certeza, que esse piquenique vai ser melhor do que o outro. -digo, e sinto que estou toda corada, devo estar da cor de um tomate.

FLASCBACK OFF:

—Hey, ai está você, está sorrindo lindamente, o que está pensando? -pergunta Matt, me tirando de meus maravilhosos pensamentos, olho pela janela do jatinho e vejo que já estamos voando normalmente

—Eu estava, lembrandododiadopiquenique-falo rapidamente, como se isso fosse diminuir a vergonha

—Calma, respira e fala lentamente, porquê senão eu não entendo — diz ele, com um sorriso debochado dançando em seus lábios

—eu estava lembrando do dia do piquenique, pronto falei! -digo, talvez um pouco irritada por ter que repetir algo que me deixa com muita vergonha

—A sim, eu também não vou esquecer daquela noite tão cedo-diz ele me olhando com um sorriso malicioso brincando em seus lábios, viro para a janela e fico olhando para as nuvens branquinhas feito algodões.

Não que no dia do piquenique na praia tenha rolado algo a mais do que beijos e amassos entre Matt e eu, mas foi muito especial, foi divertido, foi leve, não teve pressão, nem constrangimentos Matt tem esse poder sobre mim, ele consegue me deixar confortável, sempre, em qualquer ocasião, e eu amo tanto isso nele

—Chegamos, dorminhoca-Matt sussurra em meu ouvido, e eu noto que dormi quase toda a viagem, ele solta meu cinto e me ajuda a descer do jatinho, vamos para vã que nos espera e sentamos lado a lado.

—Eu acho que vou embora amanhã de noite, sabe, voltar para o meu apartamento trabalho, rotina, tudo — digo para Matt que me olha, me dando sua completa atenção

—Tudo bem, eu vou embora amanhã com você então, não quero você andando sozinha por ai, depois daquele atropelamento – ele fala calmamente

—Sabe, não precisa ir comigo, seu pai já contratou um segurança pra mim, você pode ficar mais tempo com sua família, eles sentem falta de você, Molly principalmente. – começo a falar mas sou interrompida por Mathew Grey, odeio ser interrompida

—Não, eu faço questão e porque Molly, principalmente? – ele fala, filha da mãe, se não tivesse me impedido de falar saberia, resmungo para mim mesmo

—Tudo bem, se você quer assim, não sei, tenho a impressão que ela é a mais grudada com você do que com os outros, não que ela não os ame, não estou dizendo isso, mas parece que ela tem um afeto maior por você- explico para ele concorda com a cabeça, com tudo o que digo

—Acho que pode ser, quando éramos pequenos, ela sempre corria para mim, quando estava com problemas, Teddy morria de ciúmes e as vezes até o papai ficava com ciúmes, mas ela explicava que os amava muito também, e nós sempre fomos muito grudado, ela consegue deixar meu dia feliz com apenas um sorriso, é ela que enche meus dias de luz e que me faz meu coração bater feito uma escola de samba com apenas três palavras “eu te amo" -diz ele, é realmente eles se amam.

—A relação de vocês é linda, muito comovente mas como você sabe dessa coisa de "escola de samba"? – pergunto curiosa

—Carrick vivia falando essa expressão, diz ele que aprendeu essa "gíria" quando foi para o Brasil – ele fala com um meio sorriso

—Hm, interessante -digo e a conversa termina ali, não demora para que chegamos a casa de Ana e Christian, pego minhas malas e vou direto para o quarto.

Deixo a água cair em meus ombros, levando com ela todo o cansaço da viagem, assim que termino meu demorado banho, decido por usar um vestido soltinho, rosa clarinho e uma rasteirinha da mesma cor, prendo os cabelos em um rabo de cavalo e desço para a sala, não antes de ver no relógio do meu celular que são apenas 17:45, nossa, pensava que era bem mais tarde

—Oi, gente, então, preciso falar com vocês- digo ao chegar na sala e vejo que estão todos juntos

—Diga Hanna, estamos ouvindo-diz Ana

—Então, eu vou embora amanhã de noite. – começo a falar já preparada para o mar de pedidos para eu ficar. Deus me ajude

—Mas como assim? Não pode, nós precisamos de uma despedida! -exclama Emma se levantando do sofá enquanto eu me sento na poltrona

—Mas eu não posso adiar mais, Emma, eu realmente preciso ir amanhã à noite – falo convicta não vou deixar essa baixinha me fazer ficar mais do que eu necessito

—Tudo bem, então bora se arrumar que nós vamos fazer essa despedida ainda hoje-diz Emma e sobe as escadas correndo, mesmo que Christian grite para ela não correr pela casa que pode ser perigoso.

—Vamos menina, vamos nos arrumar, despedida ainda hoje, ou você quer que Emma Grey venha aqui embaixo lhe buscar? -pergunta Molly ao me arrastar escada acima

—Hanna, Molly, meu quarto, AGORA! -grita Emma de seu quarto e Molly e eu corremos até lá.

—Tudo bem, vamos parando por aqui-digo ao entrar no quarto de Emma e ver um monte de roupas jogadas pelo chão e por cima de sua cama

—Não, não vamos acabar por aqui, Hanna, você é como uma irmã para nós, e você não pode simplesmente ir embora amanhã de noite sem nem ao menos uma despedida, você não pode ir embora sem antes ir em algum pub com nós, então, eu quero as duas aqui no meu quarto as 19:00 em ponto de banho tomado, okay?!Vamos nós mesmo fazer cabelo e maquiagem, agora vão embora porque eu vou dormir um pouco-diz ela e nos enxota de seu quarto

—Garota elétrica, essa né? Eu vou ir fazer um lanche, quer também? -pergunta Molly e eu concordo com a cabeça ao descer as escadas ao seu lado, chegamos na cozinha e Molly abre a geladeira procurando por algo para comermos

—Sanduiche natural e suco de laranja? -pergunta ela olhando por cima do ombro

—Eu pego os copos-digo e caminho até um dos armários aéreos e pego dois copos e ponho sobre o balcão da cozinha

—Eu também quero-diz Teddy ao adentrar a cozinha com Tommy e Matt em seu encalço, pego um copo para Teddy

—Suponho que vocês vão querer também, não é?!-pergunto para Tommy e Matt que acenam com a cabeça ao se sentar nos banquinhos de frente para o balcão da cozinha, pego mais dois copos e ponho na frente deles

—Os sanduíches estão prontos, agora só falta pegar o suco e pronto-diz Molly ao colocar a jarra de suco sobre a mesa e fechar a geladeira com a ponta do pé, me sento ao seu lado e ela me serve de suco

—Aonde vocês estão indo? -pergunta Teddy bebendo de seu copo

—Emma quer fazer uma despedida para Hanna, então vamos a algum pub -diz Molly e toma um gole de seu suco

—Hm, e nós podemos ir? -pergunta Matt se aproximando

—Claro, vai ser melhor ainda- responde Molly e dá uma piscadinha para Tommy, o que me faz rir, esses dois não tem jeito

—To dentro, que horas vocês vão sair? -pergunta Teddy já comendo

—Emma exigiu que Hanna e eu estivéssemos as 19:00 em ponto no seu quarto, acho que vamos sair ai pelas 21:30, então, não se atrasem-fala Molly com autoridade, essa é filha de Christian e não há quem negue!

—Tudo bem, eu vou terminar de comer aqui, dormir, tomar um banho e me arrumar, quando estiverem prontas me chamem — diz Matt e Teddy "faz das palavras do irmão, as suas” como ele mesmo disse.

—Tudo bem, agora falando sério aqui, Hanna e Molly, nada de roupas curtas, ouviram?!-fala Tommy, Molly e eu nos entreolhamos antes de jogar as cascas do pão em Tommy que ri alegremente de sua "piada"

***

—Hanna, você está linda, vai ser a garota mais bonita do pub, com certeza-diz Emma quando termina minha maquiagem e cabelos

— não exagera, Emma, você e Molly também estão super lindas-digo para elas que soltam risinhos contentes

—Bom, bora chamar os meninos, Hanna você chama o Matt, Emma já para o quarto do Teddy e eu vou lá para baixo com Tommy, nos encontramos no carro, não demorem — diz Molly olhando para mim com um sorriso malicioso nos lábios, ai senhor que vergonha!

—Muito engraçadinha, você. -digo e caminho até o quarto de Matt, bato duas vezes na porta e ele grita um "entre, está aberta"

—Nossa – ele fala com um tom de surpresa e com a boca aberta, ok agora eu acredito que estou bonita — Hanna, você está linda, e super gostosa-diz ele e sinto minhas bochechas pegarem fogo

— Você também está lindo- falo e vejo seu sorriso vitorioso — agora vamos-digo e descemos escada a baixo de mãos dadas, vamos todos no mesmo carro, que é bem grande, por sinal.

—Chegamos-diz Matt e pula para fora do carro

—Nem acredito que o papai nos deixou sair sem seguranças, liberdade, ai vou eu- grita Emma ao sair do carro e bater à porta

—Tudo bem, agora vamos, porque ainda estamos no estacionamento-diz Teddy e todos concordam, como Elliot é um dos sócios do pub, não precisamos ficar meia hora na fila para entrar, assim que entramos no pub fico tonta, o jogo de luz embaça minha visão e a música alta faz uma pressão forte em meus ouvidos, cambaleio para o lado e logo mãos fortes se fazem presente em minha cintura, me viro e vejo que é Matt, deixo que ele me guie até uma mesa reservada para nós.

—Vou buscar as bebidas, o que vão querer? -pergunta Teddy

—Batida de morango com vodca-Emma e Molly falam ao mesmo tempo, o que é motivo de risos

—Uma dose Smirnoff-diz Tommy beijando o pescoço de Molly

—Um mojito-pede Matt ao meu lado

—Ta bom, ta bom, até já me perdi, preciso que alguém vá comigo para pegar tudo-diz Teddy e eu me ofereço para ir junto com ele

—O que você vai querer, Hanna? – Teddy pergunta

—Uma batida com vodca – respondo seguindo-o até o bar

—Tudo bem, então é, 3 batidas de morango com vodca, duas Smirnoff e um mojito-diz Teddy ao barmen e não demora para que voltemos para nossa mesa com as bebidas

—Eu vou dançar, quem vai junto? -pergunta Emma, Molly e Tommy a acompanham, eles vão para a pista com os copos de bebida na mão e tudo.

—Eu é que não vou segurar vela, bye crianças — diz Teddy e segue os outros para a pista de dança, Matt e eu terminamos de beber nossas bebidas em completo silencio

—Você quer dançar? — ele pergunta ao pé do meu ouvido

—Claro-respondo e ele me conduz até a pista, enquanto caminhamos pela pista cheia de pessoas, vejo uma loira um pouco conhecida nos olhando, ela fixa o olhar em Matt e logo corre em nossa direção.

—Hanna, terra chamando -diz Matt ao estalar os dedos a minha frente

—Tem alguém querendo falar com você-digo e aponto para Anjelica Lincoln que vem saltitante em nossa direção, assim que chega perto ela se atira no colo de Matt.

—Matt, quanto tempo, não me procurou mais- diz ela e tenho vontade de vomitar ao ouvir sua voz enjoada.

—Já faz tempo mesmo. E não tenho porque procurar você, não temos mais nada, Anjelica-diz Matt e tenho vontade de rir ao ver a cara de chocada dela

—Como não temos mais nada? E o nosso amor, e o nosso namoro?!-pergunta ela e vejo Matt revirar os olhos, no segundo seguinte uma música muito apropriada para a situação começa a tocar, dessa você não escapa, Anjelica Lincoln.

—Matt, deixe sua "namoradinha" ai e vem dançar comigo? -peço e vejo Matt me olhar surpreso.

—E você pensa que é quem para falar assim comigo, garota? -Anjelica me fuzila com o olhar e eu apenas a olho com um sorriso diabólico nos lábios e puxo Matt para mim, começamos a dançar e eu canto bem alto na parte do refrão:

—Don't cha wish your girlfriend was hot like me?-Você não queria que sua namorada fosse gostosa como eu?
Don't cha wish your girlfriend was a freak like me?-Você não queria que sua namorada fosse maluca como eu?
Don't cha?-Você não gostaria?
Don't cha?-Você não gostaria?
Don't cha wish your girlfriend was wrong like me?-Você não queria que sua namorada fosse cruel como eu?
Don't cha wish your girlfriend was fun like me?-Você não queria que sua namorada fosse divertida como eu?
Don't cha?-Você não gostaria?
Don't cha?-Você não gostaria?

Termino de cantar o refrão e vejo que Matt gargalhar, ele está com as mãos em volta da minha cintura enquanto nos mexemos ao som agitado da música, passo as mãos pelos seus braços e barriga, ele se aproveita e me rouba um selinho, sorrio para ele e ele pisca para mim, olho para Anjelica e não dá para ter certeza se ela está vermelha de raiva ou se é o jogo de luz do pub, mas por sua expressão dá pra notar que ela está mais do que zangada, colo minhas costas na barriga de Matt e rebolo até o chão, Matt me segura pelos ombros e me puxa para cima de novo, ele continua dançando comigo de costas para ele, me viro e canto outro pedaço da música, mas dessa vez bem baixinho, para que apenas Matt possa escutar:

I know she loves you (I know she loves you)-Eu sei que ela o ama
So I understand (I understand)-Então eu entendo
I probably be just as crazy about you-Eu provavelmente também seria louca por você
If you were my own man-Se você fosse meu homem
Maybe next lifetime (maybe next lifetime)-Talvez na próxima vida
Possibly (possibly)-Possivelmente (possivelmente)
Until then, old friend, your secret is safe with me-Até lá, velho amigo, seu segredo está seguro comigo

Matt se arrepia e sorrio com sua reação, olho por cima de seu ombro e vejo uma Anjelica me fuzilando com o olhar, sorrio debochadamente para ela e logo Matt puxa meu rosto para o seu, não demora para que seus lábios estejam grudados ao meu e novamente aquela sensação de estar nas nuvens, estar voando, só que dessa vez o que nos separa não é a falta de ar, e sim uma Anjelica furiosa que passa no meio de nós e sai pisando duro para fora da pista de dança.

—O que foi isso, hein ?! Arrasou, Hanna-diz Molly ao parar ao meu lado e vejo que estão todos ali, digo, Emma, Tommy, Teddy.

—não foi nada, na verdade, é que eu preciso de água, me deu vontade vomitar só de ouvir a voz enjoada daquela garota-digo e todos concordam aos risos, Matt me acompanha até o bar onde compramos duas águas.

—Não sabia que você dançava tão bem-diz Matt ao tomar o último gole de água da sua garrafa, faço o mesmo que ele e largamos as garrafas em cima do balcão do bar

—Quando fui morar com seu avô, eu precisava de algo para ocupar a cabeça, algo que não fosse o colégio, então comecei a fazer aula de ballet, depois dança do ventre e mais um pouco de ballet, eu adoro dançar-digo e quando vejo estamos novamente na pista de dança, estou toda suada, os cabelos já não estão mais soltos e sim presos em um coque, estou com um copo de alguma bebida na mão, que já nem sei mais o nome, as músicas que dancei já nem se quer lembro o nome.

—Você já bebeu demais-diz Matt ao tirar o copo de bebida da minha mão e me arrastar para fora da pista de dança

—Hey, aonde, estamos indo? -pergunto e obtenho minha resposta quando chego na nossa mesa e todos estão lá, bebendo água?!

—Vamos, beba essa água, vai te deixar melhor-diz Matt e me entrega uma garrafinha com água, tomo tudo e olho para Matt dando o meu sorriso mais angelical que tenho, ele balança a cabeça em sinal de negação e afaga meus cabelos.

— clima meloso aqui, eu to vazando-diz Emma e todos a seguem, ficando só Matt e eu na mesa

—Está doendo minha cabeça-grito para que ele possa ouvir

—Espero um instante aqui, eu já volto, não saia daqui. — Diz ele e concordo com a cabeça, ele logo some na pista de dança e um tempo depois ele volta — Pronto, vamos embora — diz ele

—Mas e os outros? -pergunto enquanto saímos do pub

—Eles vão voltar de taxi, assim como nós, eu bebi e não quero correr o risco de dirigir bêbado tendo você como passageira – ele fala com um sorriso sacana

—hm, que bom moço que ele é — brinco e ele apenas me ajuda a entrar no banco de trás do taxi, noto que o taxi está fazendo um caminho diferente do que o caminho para a casa dos Grey’s, mas não falo nada, simplesmente deito a cabeça no ombro de Matt e fico olhando para fora

Um tempo depois o taxi para em frente a um prédio super alto e muito bonito

—Aonde estamos? -pergunto para Matt, que paga o homem do taxi e me conduz até o elevador do prédio, paramos na cobertura e Matt me puxa para fora.

—Estamos no meu apartamento -diz ele e me conduz pelo apartamento até a cozinha?!

—Não sabia que você tinha um aqui em Seattle, porque estamos na cozinha? – pergunto quando me sento em um dos bancos metálicos, a cozinha é quase do tamanho da minha casa inteira quando criança

—Porque você precisa beber algo forte para sair dessa bebedeira que está — diz ele e liga a cafeteira

—hm, okay, então, né?! – falo sem entender muito de sua metodologia

— Aqui, cuidado, está quente — diz ele ao me entregar uma xícara grande com café, Matt me leva até a sala onde ficamos conversando enquanto bebo o café, assim que termino largo a xícara sobre a mesinha de centro

—Obrigada por estar sempre cuidando de mim, quando soube que Carrick faleceu, eu pensei que estava novamente sozinha no mundo — digo e sinto uma lágrima escorrer pelo meu rosto ao lembrar de Carrick, Matt chega perto o suficiente para limpar a lágrima com um beijo.

—Eu vou estar sempre ao seu lado. — ele diz e novamente estamos nos beijando, a sensação de estar nas nuvens, mas dessa vez é diferente, o beijo é mais intenso, sua língua explorando minha boca com vontade e luxuria, as mãos passeando pelo meu corpo, meus cabelos, tudo, e lá no fundo, eu sei onde isso vai dar.

Matt aprofunda mais o beijo, deitando-se sobre mim no sofá, posso sentir claramente seu membro criando vida perto de minha intimidade, envolvo minhas pernas em volta de sua cintura enquanto ele me carrega para o que acredito ser o quarto, Matt me coloca cuidadosamente na cama, deslizando o zíper do meu vestido, ele tira a sua própria camisa e fico embasbacada olhando para sua barriga definida, tão delicioso, ele beija cada um de meus pés assim que retira minha sandália, e começa a fazer uma trilha de beijos pelo meu corpo, pernas, coxas, barriga, e finalmente seios, sinto minhas bochechas pegarem fogo quando ele beija um de meus mamilos e com a mão massageia o outro.

Solto um gemido que muito tentei reprimir, ele agora beija meu pescoço e sei que vou ficar com marcas ali, Matt retira sua calça e volta a fazer uma trilha de beijos pelo meu corpo, pescoço, seios, barriga, coxas e para em minha intimidade, onde ele sopra levemente meu clitóris me fazendo me contorcer debaixo dele sentindo seu grande e duro membro em minha perna

Matt abre minhas pernas e passa sua língua por toda a extensão da minha intimidade antes de começar a massagear meu clitóris, então me penetra com sua língua e solta um gemido baixo enquanto o meu sai extremamente gutural, com a mão vaga ele massageia um de meus mamilos, puxo seus cabelos enquanto levanto meu quadril o incentivando e ele aumenta o ritmo, não demora muito para que espasmos tomem conta de meu corpo e eu comece a falar palavras desconexas enquanto gozo em sua boca.

—ah minha menina, você é tão gostosa, mas só isso não basta, preciso estar dentro de você-diz ele e não me dá tempo nem para responder, e me penetra rápido e forte, como se não pudesse mais adiar aquele momento, ambos soltamos um gemido alto, demoro alguns minutos para me acostumar com o tamanho de seu membro, grande e grosso.

—Mais, rápido... -digo e Matt aumenta as estocadas, sinto minha intimidade pulsar, ele me leva ao delírio quando massageia meu clitóris e com a outra mão brinca com um de meus mamilos, ele sai de mim e me coloca de quatro antes mesmo que eu possa reclamar sua falta sinto-o por completo de novo.

Ele aumenta mais as estocadas e começo a falar palavras desconexas escutando seus gemidos direcionados a mim, ele me morte e beija enquanto eu arranho seus braços que massageiam ferozmente meu clitóris, quando ele puxa meu cabelo para trás e gentilmente deposita beijos em toda a lateral de meu pescoço

—Ah, Hanna, vem comigo, vem, minha menina-diz ele e suas palavras são como uma ordem para meu corpo, sinto minha intimidade apertar seu membro e em questões de segundo meu corpo explode em mil espasmos, o orgasmo vem violento me fazendo gritar seu nome enquanto ele grita o meu, não me aguento e caio na cama sentindo o líquido quente de Matt me preencher ele grita palavras desconexas e enterra seu rosto na curvatura de meu pescoço enquanto goza dentro de mim, depois de um tempo na mesma posição, tentando acalmar as respirações descompassadas, Matt lentamente se retira de mim, reclamo por estar dolorida e por sentir sua falta, ele deposita um beijo calmo e doce em meu pescoço, antes de se deitar ao meu lado.

—Você é gostosa demais para ter paciência, isso foi maravilhoso, melhor do que a primeira vez naquele pub -diz ele e solto um risinho ao lembrar daquela noite.

—Lá foi bom, aqui foi maravilho -admito ao me virar para olhar ele, e sinto minhas bochechas queimarem, Matt puxa um cobertor que está nos pés da cama e nos cobre.

—Foi sim, agora durma, pequena — diz ele e antes que eu adormeça em seus braços ele me dá mais um selinhos.

Acordo com beijos por todo meu rosto, lentamente abro os olhos e vejo o lindo sorriso de Matt, ele está só com uma calça de abrigo que o deixa divinamente gostoso, ele segura uma bandeja com meu café da manhã, assim que me sento na cama o cobertor cai e meus seios ficam expostos, coro e puxo o cobertor para cima de novo, Matt larga a bandeja na cama e vai até uma cadeira do lado da porta e volta com uma camisa sua nas mãos, ele me estende e se vira para que eu possa vestir a blusa.

—Pronto, pode virar. -digo e quando ele vira vejo que está com um sorriso malicioso brincando em seus lábios

—Como se eu não os tivesse visto ontem à noite. -diz ele e lhe atiro um travesseiro, ele consegue desviar e vem até mim e me dá um pequeno selinho- Coma, eu acordei cedo e fui na padaria aqui da frente comprar, já que eu não venho muito aqui não tenho nada na dispensa, a não ser aquele café de ontem à noite.

—Hm, obrigada, eu amo salada de fruta no café da manhã, você nunca erra- digo saboreando minha salada

—Eu sei, já esqueceu que você ficou um bom tempo lá em casa quando estava se recuperando do acidente, eu adorei ter você lá, por falar disso do acidente, meu pai ligou hoje e disse que tem algo para te falar, então temos que estar lá as 14:00 em ponto, e o Sr. Christian Grey não gosta de atrasos-diz ele e toma um pouco de meu suco.

Minha manhã se resumiu a tomar café da manhã com Matt, depois um banho, que na verdade foi mais do que um banho pelo fato de Matt estar junto comigo no box uma volta pelo bairro onde fica seu Apartamento e depois ele me explicando o porquê de ter aquele apartamento, que quando mais jovem Molly tinha um namorado que era meio obsessivo, e as vezes ela precisava meio que "fugir" dele e como todos sabem onde fica a casa dos pais dela, ela precisava de outro lugar para ficar, então ele comprou o apartamento e quando ela precisava, ia para lá, até que ela finalmente conseguiu se livrar do garoto, segunde ele, foram várias as tentativas dela de acabar com ele, mas ele nunca aceitava, até que sua mãe recebeu uma proposta de emprego em outro estado e eles se mudaram perguntei também porque não falaram com Ana e Christian, ele disse que foi porque Molly tinha medo da reação do pai ao descobrir que ela estava namorando escondido dele e que naquele tempo Ana estava doente e não queria que a mãe se preocupasse com ela agora dá pra entender melhor o porquê dos dois serem tão grudados Matt e Molly.

—Bom, precisamos pegar o carro no estacionamento do pub, eu trouxe as chaves, se pegarmos um taxi agora, chegamos a tempo de pegar o carro e ir pra casa dos meus pais com ele e não atrasar -diz Matt e eu só concordo, o caminho até o estacionamento foi silencioso, menos pelo rádio do taxi que estava ligado em alguma estação desconhecida.

—Chegamos-diz Matt e descemos do taxi, ele paga pela corrida, mesmo que eu tenha insistido muito para pagar.

—Temos 20 minutos para chegar à casa dos meus pais, aperta o cinto-diz ele e sai cantando pneu pelas ruas de Seattle, chegamos na casa dos pais de Matt exatamente as 14:00 e sorrio com nossa pontualidade, claro que nossa chegada foi motivo para muitas piadas vindo de Teddy e Emma, já Tommy ficou quieto em seu canto e Emma só me deu um sorrisinho como se dizendo "Até que enfim, mulher" mas a brincadeira não durou muito, porque Christian chamou a mim e a Matt ao seu escritório.

—O que você tem para nos dizer pai? – Matt pergunta assim que entramos

—Eu já sei quem foi que atropelou você Hanna. -diz Christian e todos os pelos do meu corpo se arrepiam.

—Quem foi? –pergunto tensa

POV.TERCEIRA PESSOA.

—Foi você que atropelou ela, não é sua desgraçada? -o homem berrava enquanto desferia tapas e mais tapas no rosto da jovem que parecia estar quase perdendo a consciência.

—Foi, foi eu mesma, se você não faz nada, eu faço — a jovem mesmo que estando quase desmaiando dizia aquilo com orgulho, o sangue escorrendo pelo canto de sua boca, os cabelos grudados no rosto por conta do suor, as mãos atrás das costas presas por uma fina corda, que ela a todo custo tentava soltar e que já estava soltando, só mais um pouco e ela estaria livre das mãos daquele louco

—Vadia, eu disse pra não machucar ela — o homem gritava e caminhava pela quarto escuro, ele estava agitado, a jovem soltou a corda, finalmente, pensou ela e saiu correndo porta a fora, o homem corria atrás e gritava que ela não ia escapar, a rua estava com pouco movimento, e mesmo assim as pessoas não pareciam dar bola para a bela jovem que corria desesperada pela rua, o carro em alta velocidade atrás dela levantava poeira pelas ruas que passava, se ela soubesse que aquele homem estava tão louco, não teria tentando correr para o outro lado da rua, um estrondo alto foi ouvido e o corpo da jovem voou longe, o carro parou de súbito, o homem parecia estar em choque, não sabia a quanto tempo estava parado com o carro ali, ele podia ver um mutirão de pessoas em volta do corpo estirado no chão, o sons de sirene se fizeram presente, ele tentou fugir, mas já era tarde, e quando se deu por conta, estava sendo colocado dentro do carro da polícia.

AVISO NAS NOTAS INICIAIS

Notas finais
e ai? o que acharam?: falem quero ouvi-los