Notas iniciais
Ola? tem alguém ai para me da um oi?, bom se tiver oi kkk
aqui vai mais um cap, essa finc eu vou postar um ou dois caps por dia, até os comentários

boa tarde e boa leitura

Estou no aeroporto de Nova Jersey esperando o meu voo para Seattle ser chamado, quando avisto uma pequena garota sentada num banco lendo um livro, tenho a leve impressão de que a conheço observo mais um pouco, sim eu conheço, ela também estudou na mesma faculdade que eu, só que em matérias diferentes, acabei de me formar em direito não para ser advogado mas sim para ajudar meu pai na GEH. Fico observando a garota até me lembrar de seu nome ela está com uma pequena mala ao seu lado e pelo que percebi não deve está se mudando mas só viajando, ela é de classe média, infelizmente não a verei novamente, e com esse pensamento me vem à tona toda a revira volta que a minha vida deu quando ainda era uma criança

Fui adotado por Ana e Christian, tomei meu nome para Matt Steele Grey, ganhei três irmãos, uma vida maravilhosa e agora estou voltando para Seattle para ser o novo diretor da GEH! É, estou realmente bem na vida, mas isso depois de muito custo, saio dos meus devaneios quando meu voo é chamado.

—até que enfim! -exclamo e vou para a área de embarque, não aceitei a oferta de meu pai para me levar com o jatinho da empresa, pois eu não gosto e é minha última chance de voar sem ter um avião me esperando.

Eu distraído do jeito que sou esbarro em alguém quase a derrubando – oh me desculpe – falo levantando, e vejo que é a mesma menina que estava sentada na sala de embarque, ela está com os cabelos loiros presos, está com uma blusa preta justa com um casaco jeans, usa uma causa Jeans rasgada e um salto preto baixo, ela é a predefinição de perfeição

—Oh sem problema, eu também me distrair- ela fala calma se levantando, me dá um sorriso que eu não consigo não retribuir, ela é perfeita – até mais Matt – fala e sai, como ela sabe o meu nome antes que eu possa perguntar meu voo é chamado e eu sigo meu caminho até o portal de embarque

***

Já estou em Seattle, depois de horas de viajem, nem dormir eu consegui, não tive cabeça para isso, bom eu estou no Olympus Mike o que faço aqui? Bom eu moro aqui segundo meu pai, detalhe eu moro na cobertura, esse prédio é novo na cidade, novo em termos, pois só foi renomeado

Entrei no elevador e coloquei minha senha e apertei o botão com um "G" gigante sim eu tenho um andar inteiro para mim, é também achei exagero mas segundo Christian Grey nada é demais para os filhos

Assim que saio do elevador percebo que tem duas portas, uma de frente para a outra, estranho já que o andar é meu, mas não falo nada, mal coloquei meus pés no meu novo apartamento e meu celular toca.

— mas que merda por que não me deixam em paz? — resmungo e atendo sem nem mesmo ver quem é

— Matt Grey — seco que nem o deserto do Saara

— Matt, é a Emma — ela fala com a voz embargada — Matt eu sei que você já chegou, então assim que puder venha para o Hospital San Teryni, o vovô está internado — ela fala já chorando minha irmãzinha, ai meu Deus me ajude

— Emma, calma me fala o que aconteceu?!-pergunto andando de um lado para o outro já procurando as chaves do meu carro, eu vim até aqui de taxi, sim taxi

— é o vovô, Matt ele passou mal e trouxeram-no para cá, por favor, vem logo — pede Emma chorando ao telefone. — eu estou com a vovó, não consegui fala com mais ninguém, Matt, por favor, vem logo — ela está aos prantos e eu escuto minha avó chorar também

—já estou indo calma, chego em 20 minutos-falo, já entrando no meu volvo e dando a partida, saio cantando pneu em direção ao hospital

Chego em quinze minutos ao hospital, minha avó trabalha aqui então eu estaciono em qualquer lugar saio do carro correndo e entro no hospital, nem pergunto nada só vou direto para área de espera da UTI, e me deparo com a pior sena do mundo minha avó chorando agarrada a minha Irmã

Nunca deixei ou gostei de ver Emma chorando eu a amo mais do que qualquer coisa no mundo, ela é minha pequena, então evito o máximo machucá-la ou magoá-la, ela é minha princesa

—ah meu filho, e agora? Seu avô precisa ficar bem, não posso ficar sem ele... Não posso... Não pode — fala ela desesperada me abraçando assim como Emma que chora copiosamente

— nada vai acontecer vovó o meu avô não vai desisti fácil assim a senhora vai ver — falo enquanto a abraço e ela chora no meu ombro enquanto Emma a abraça por trás e chora em silencio, e é nesse silencio que eu rezo pela vida do meu avô

Umas duas horas depois consigo falar com meu pai que avisa a todos

Notas finais
♥ comentem, até o próximo