Um, Dois, Três, Quatro
1 Um, Dois, Três, Quatro
Notas iniciais
Essa é uma homenagem para a maior InoHina que eu conheço, que é a Mari (conhecida no nyah como Moonbyul e no Spirit por Lulleela.), que é uma amiga muito importante para mim e que sempre está me ajudando. Espero que você principalmente goste do presente ♥ BEIJOCAS.
Espero que vocês também gostem da fanfic ♥ um beijo e boa leitura ♥
Um.
A gente tinha dez anos de idade quando vimos os fogos do festival de verão de Konoha pela primeira vez. Lembro muito bem de seu sorriso branco enquanto seus curtos cabelos loiros voavam com o vento da noite. Seus olhos azuis brilhavam como o céu da manhã em contraste com as explosões que apareciam e cessavam rápido demais. Lindas formas, também lembro de sua pequena mão buscando a minha menor ainda, segurando-a com força.
— Ei Hinata, Vamos ser amigas para sempre, certo? — sua voz era doce como as guloseimas das barracas.
— Sim, Ino. — foi o que respondi, apertando mais forte ainda sua mão.
Dois.
Com dezessete anos, debaixo dos fogos de artifício, seu rosto estava mais vermelho que os morangos da plantação de minha avó. Eu não entendi bem o que quis dizer com aquilo, então pedi para repetir mais uma vez. Lembro que você quase me bateu por eu dizer aquilo para você.
— Eu disse que eu gosto de você, idiota! — Ino não estava nada feliz por repetir aquilo.
— Gostar tipo namorar? — perguntei inocentemente. Havia tido apenas um namorado antes.
— Sim, tipo namorar! — seus cabelos agora eram tão longos que chegavam em sua cintura. Ela os amarrava em um longo rabo de cavalo.
— Então namore comigo, pois eu também gosto de você.
Três.
Havíamos brigado naquele festival de verão, mas mesmo assim fomos ver os fogos. Ino dizia que estava cansada das coisas sempre partirem dela, que ela sentia falta de ter uma surpresa para ela. Discordei, dizendo que eu que havia pedido ela em namoro. Ainda sim ela correu para longe, até um pequeno morro distante de toda multidão. Corri atrás dela, gritando pelo seu nome, mas quando o estralo dos fogos fez o seu papel, tropecei e deixei cair algo importante: uma caixa com um anel. Obviamente Ino não deixaria de notá-la, então lágrimas vieram a cair de seu rosto. De seu bolso, ela também puxou uma caixa e ajoelhou-se.
— Droga, você está certa, desta vez você tomou a iniciativa. — soluçou. — Mesmo eu sendo besta assim, você ainda aceita casar comigo?
Sorri como uma tonta.
— Eu aceito.
Quatro.
Sarada corria como uma inocente criança que ela era pelo morro que sempre víamos os fogos de artifício. Havia nascido da barriga de uma amiga que veio a falecer, e o pai…. Bem, ele nunca mais apareceu. Ela era agora minha filha junto com Ino, e a gente a amava como nossa vida. Ino e eu eramos casadas já faziam dez anos, mas apenas há quatro anos decidimos procurar uma filha, e com o trágico acontecimento, não negamos em nenhum momento nos tornar mães da pequena garota.
— Vamos, mamães, os fogos vão começar!
— Sua mãe Hinata que é lerda — a loira que eu amava brincou.
— Você está do meu lado. — brinquei de volta, fazendo com que nossa filha desse uma grande risada.
— Desde sempre, não é? — ela riu, enquanto puxava a minha mão para que eu corresse mais rápido.
Enquanto corríamos, os fogos estouravam em uma linda sinfonia.
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