Um Dia com Alex Russo
1 Capítulo único!
- Não, eu preciso fazer isso antes que o despertador toque! – disse para mim mesma, botando uma espécie de vômito na pasta de dente do Justin – Isso, bem melhor...
Caminhei até meu quarto, agora poderia descansar em paz.
— Alex! – ouvi a voz do meu irmão bastante irritado.
- Que foi? – disse com minha voz de irritada, além disso, a prejudicada ali era eu, eu que tinha sido acordada!
- O que é isso? – ele disse nervoso, agora na porta do meu quarto com um estranho líquido na boca.
- Eca – eu dei uma risadinha disfarçada – que nojo, Justin!
Passei o dedo pela barriga dele e disse novamente que aquilo era nojento.
— Mas eu to com vômito na boca, não na barriga – ele disse confuso.
— É que você é todo nojento – eu disse brincando com a cara dele, adorava fazer isso!
— Vou tirar esse vômito da minha boca – ele disse virando de costas para mim e se virando para mim novamente – Obrigada, gracinha.
— Por nada, além disso, isso não é vômito – afirmei dando risadinhas lá dentro.
— Então o que é?
- Nem te conto! – dei uma risada maligna.
- Alex! – ouvi meu pai gritar
- Foi lá chorar pro papai, foi? – eu disse indignada, não podia nem brincar com ele – bebê chorão!
— Eu não sou bebê chorão – ele disse nervoso.
— Vai lá brincar com suas bonequinhas, Justin.
- São bonecos de ação, não bonequinhas – ele disse revoltado; adorava provocá-lo.
— Bonequinhas, tanto faz – afirmei – agora saia e deixa eu me arrumar para escola – disse usando mágica para bater a porta.
Peguei uma de minhas roupas clássicas (N/A Fiquem tranqüilos, essa é a Alex no início, quando ela cortar o cabelo fica menos brega)
(http://amadeo.blog.com/repository/1802954/3980267.jpg) (n/a: até eu aprender a por foto no texto)
— Alex – meu pai gritou após emitir uma série de barulhos que eu não consegui entender; ele sempre fala isso quando descobre que eu sou culpada por algo.
— Oi, papai, tudo bem com você? – eu disse sorrindo, ele olhou para o fundo dos meus olhos – Tá, tá, eu sou culpada,saco!
— Mas eu não disse nada – ele disse assustado.
— E o que tem? Pai, pai, pai, eu sempre sou culpada, ainda não aprendeu isso, bobinho? – tirei sarro com a cara dele.
- Tá, Alex, agora vamos falar sério, o que você colocou na pasta de dentes do Justin?
— Nada demais.
— Que susto, querida, achei que você tinha usado o feitiço que está no livro proibido — ele disse tirando um enorme peso da consciência.
— Pois é, papai, eu preciso ir – disse saindo rapidamente de perto dele antes que ele descobrisse que eu usei de novo um feitiço do livro proibido.
Abri meu armário, Justin estava ao meu lado olhando para mim.
— O que você quer, bobalhão?
— Como você não sabe se estou aqui por que esqueci a senha do meu cadeado?
— Por que você fez uma música para decorar, idiota – cantarolamos juntos a música – então vai desembuchando o que tem que falar pra ninguém me ver com você.
— Lembra daquela vez que a gente teve que duplicar um coelho?
— Lembro, o que tem?
— Que você disse que sempre quis um coelho de guarda.
“Só para assustar os carteiros” – pensei.
— Você sempre tira com a minha cara, pode me ensinar a fazer isso com os outros? – ele pediu com uma voz meiga.
— Vamos jogar o dado da resposta – aquele dia na aula de magia foi massa, nunca iria esquecer. Sacudi a mão com os dedos fechados, abri e joguei um objeto imaginário no chão, olhei cautelosamente e disse: — Não!
— Obrigada, irmãzinha.
— Que isso, sempre que quiser um fora é só pedir – informei.
Harper chegou perto de mim e disse com sua bela voz.
— O que achou da minha nova roupa? – ela deu uma voltinha, pude perceber que dessa vez ela estava vestida de bolo de aniversário. – Gostou da vela?
— Claro, muito criativo, um chapéu de vela – lhe informei
— Sério? Você gostou mesmo?! – ela disse parte emocionada – que bom!
Sorri, não havia realmente gostado da roupa, mas ela não precisava saber disso...
— Oi, Alex, cuidado para não fazer xixi – disse Gigi quando chegou perto de mim e derrubou suco de abacaxi na minha roupa
— Não acha que já está grande o suficiente para ser um pouco madura e parar com isso, Gigi? – disse já nervosa, desde pequena ela derrubava suco no meu tapetinho e dizia que eu fiz xixi – Não tem nada de útil para fazer não? Vai cuidar da sua vida!
— O que é isso, Alex? Nunca aprendeu bons modos não? – ela riu com os clones sujos dela.
— Diferentemente de você, Gigi, eu sim aprendi bons modos na minha casa – respondi pasma com meu vocabulário. Sai andando como se nada tivesse acontecido além de que eu superei a GIGI!
— Pai! Eu posso ir para uma liquidação hoje? Por favor – disse com o meu olhar que sempre fazia meu pai dizer que “sim”.
- Não, Alex, você não pode faltar à aula de magia simplesmente para ir a uma liquidação, filha.
— Mas papai... – comecei
— Nem mas, nem meio mas, vamos para aula. – bati o pé com força, chateada com meu pai, sabia que se pedisse ele jogaria o “dado da resposta” e de lá sairia um “não” então nem me dei ao trabalho de pedir nada a ele. Apenas dei a melhor desculpa do mundo:
— Pai, eu preciso estudar espanhol – menti com perfeição, confesso.
— Tudo bem, filha – comemorei, ia para liquidação! – sua mãe te ajuda.
“Oh, saco!” – pensei
— Não, papai, vou para aula, é mais interessante – sorri
Ele me olhou pelo canto do olho enquanto seguia até a sala, sentei na minha cadeira e peguei um sanduiche que estava em cima da cadeira do Max.
— Hm, delícia! – lambi meus lábios, eu estava faminta.
— Para! – disse Justin tirando o sanduiche da minha mão. – Isso não é um sanduiche.
— Não, é minha vó, é claro que é um sanduiche, bobão – disse dando um tapa em sua cabeça.
— Ei! – ele reclamou – não é um sanduiche e não é nossa avó – ele explicou – É o Max!
— Ai! – disse com voz de nojo jogando o “sanduiche” na cadeira.
— Isso machuca o Max, ok? – Justin pegou o sanduiche e fez uma magia fazendo com que ele virasse o Max de novo.
— Obrigada por impedi-la de me comer, Justin – Max murmurou olhando e apontando para mim.
Papai entrou e disse que hoje aprenderíamos sobre gênios, de novo.
— Ei! Que tal a gente colocar refrigerante de laranja na lâmpada dela de novo? – disse com um tom claro de alegria em minha voz.
— Não! – responderam em coro.
— Ok, ok, não precisavam ser tão grossos!
Adormeci como sempre nas aulas de magia, em um sono profundo, mas com meus olhos abertos, confesso que eu era muito boa nisso.
— Então a gente termina de falar sobre gênios e lâmpadas na próxima aula, quinta feira — meu pai disse me acordando de meu sono profundo de tédio. Subi até meu quarto, já estava tarde, deitei na cama e dormi.
— Alex, Alex – dizia Max no meu ouvido
— O que foi?
— Eu tenho um trabalho sobre Marte.
— E o que eu tenho a ver com isso? – reclamei
— Me leva lá, por favor.
— Ai, que saco, pede pro Justin.
— Ele está brincando com as bonequinhas dele. – sorri com aquelas palavras.
— Está bem – murmurei.
Fiz o feitiço que nos levaria até lá.
— Aqui estamos.
— Mas é igual a minha caixa de areia, merecia um 10! – Max reclamou.
— Tá, vai logo que eu quero dormir!
— Ok, olha – ele apontou pra um monte de metal no chão – um robô de Marte – ele disse o religando.
— Max, para, vai logo fazer o que tem que fazer e vamos.
Me sentei na areia e apoiei a cabeça em uma pedra e adormeci por um tempo que não sabia exatamente quanto, que pareciam mais 2 horas, então eu me levantei e fiz o feitiço para voltar para casa.
Voltei para casa, deitei na cama e antes de dormir fiquei muito preocupada.
— Meu Deus, esqueci, esqueci – me levantei eufórica – como é o feitiço? – disse preocupada.
Fiz o feitiço e aproveitei as minhas deliciosas panquecas e então adormeci.
— Alex! – ouvi meu pai gritar desesperadamente; ele descobriu que eu fiz algo errado, sorri e voltei a dormir.
Notas finais
Comentem e recomendem, por favor!
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