Um Dia Normal Na Vida Dos Winchester
7 Capítulo 7 – “Desastre atrás de desastre”
[Dean]
Acordei amarrado a um poste, no que parecia ser um armazém abandonado. Olhei a volta e reparei que não estava sozinho.
-Ei, tu aí! – chamei.
-Dean, é você? – perguntou a pessoa que estava de amarrada noutro poste no outro lado do armazém.
-Sophie?! – perguntei admirado.
-sim, seu verme arrogante. Por sua causa estou aqui…
-Por minha causa?! Que eu saiba eu é que fui parar ao hospital…
-As senhoras já acabaram de falar tudo o que tinham para falar? – disse uma terceira voz. Dito isto apareceu Crowley. – Já vi, que estão bem acomodados. – disse com um leve sorriso.
-Logo vi que isto tinha que ser obra tua… — Disse tentando olhar para ele, mas ele estva fora do meu ângulo de visão.
-Dean, devo dizer que estás com um aspeto péssimo! – respondeu-me aproximando-se de mim. Agora já o conseguia ver. – Como estás da cabeça? Muitas dores?
De facto a cabeça doía-me bastante. O efeito dos analgésicos já tinham passado e a dor começava a ser insuportável.
- Nada comparado com a dor que vais sentir quando eu sair daqui, seu filho da mãe! – rugi para ele. – Te estou a avisar Crowley, me tira daqui, ou eu juro que…
-Juras o quê?! Mal consegues andar, Dean… Quando te conseguisses pôr de pé já tinha tido tempo para partir o teu pescoço… — virou-me as costas e aproximou-se da sophie. – já você, Sophie, bela como sempre! Bom trabalho. – e desamarra-a. Fiquei parvo. – Devo dizer que houve um pequeno pormenor que deixaste escapar, Dean. É que, a Sophie aqui, não é a sophie. – disse com um largo sorriso. Mal acabou de falar a Sophie mudou completamente de forma. Era agora igualzinha a Joanne.
-Filha da mãe! – Disse para ela.
-Huuh… Vamos ver se o teu irmão pensa o mesmo.! – respondeu-me Sophie/Joanne e sai do armazém.
[Sam]
Tentei ligar para o Dean. Foi em vão. Chamei pelo Castiel e ele não apareceu. Estava a ficar desesperado e não sabia o que fazer. O jeitão que me dava ter agora o Bobby aqui para me ajudar a achar o Dean!
Liguei o carro e fiz-me à estrada. Não valia a pena ficar parado à espera que chovessem pistas… tinha que ir atrás do que sabia. O pior era que não sabia nada!
-Raios! – disse para mim. O velocímetro estava a chegar aos 90 km/h. – Para onde vou? – o telemovel tocou. – Estou?
“Ei, Sam, daqui fala, o Joseph. Como correu com a Mrs. Whtefield?”
-ah, oi… Olha agora não é a melhor altura para falar. Estou meio ocupado, Joseph. Desculpe, pode ligar mais tarde?
“Ok, mas me diga só se aquilo ficou resolvido.”
-Lamento muito, Joseph, mas a Sophie, ahh.. ela foi levada pelos demónios. Não a conseguimos proteger. Lamento.
“como assim não a conseguiram proteger? Eu quando disse para “tratarem” da Mrs. Whitefield, não era para a protegerem, era para a matarem!” – disse quase aos gritos.
-O quê?! Nós pensamos que…
“POIS PENSARAM MUITO MAL!!!”
-Olha, Joseph eu agora não posso mesmo falar, estou c…
[Narrador]
Sam não acabou o que ia dizer, num nstante o carro foi “placado” por um jipe e capotou.
“Sam?! Estás ai?!” ouvia-se Joseph pelo telemóvel.
Sam estava inconsciente dentro do carro capotado, o outro condutor tinha os olhos completamente pretos. O demonio saiu do carro e estava a dirigir-se para o que restava do Impala para pegar o Sam mas foi atingido com uma bala de sal grosso e caiu no chao. Era Joanne.
-Ei, ei, Sam!!! Acorde!! — Disse enquanto puxava o corpo de Sam para fora do carro.
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