Notas iniciais
Um beijo, um beijo pode destruir sonhos de uma pessoa. Queria muito ter Sienna de volta, mas perdi-a, logo ela nem se lembrara de mim. Sofri com isso lentamente imaginando a cena e apenas perdendo cada vez ela e vi-a com dois filhos sentados num sofá alisando o cabelo ruivo de sua filha, e Raul tomando café vendo o jornal ao seu lado numa cadeira reclinável. Todos felizes e alegres. Então, tudo deu um clarão e ficou escuro.
Acordei com Chad me chamando, eu me levantei rápido, olhei em volta, estávamos no mesmo local em que estávamos antes daquela visão. Ele disse que estávamos apagados durante dois dias, e que Mayara ainda continua dormindo. Levamo-la ao quarto dela deitamos ela na cama e conversamos suas visões, ele perguntou a minha eu disse, porém, quando acabei de contar, uma lágrima desceu ao meu rosto. Era de tristeza, odiava chorar, mas Chad me consolou falando que isso nunca ia acontecer, ele me alegrou e continuamos tudo como se nada tivesse acontecido.
DOIS DIAS DEPOIS
Era manhã, não sabia como estava no acampamento, mas a vontade de saber era imensa. Estava tomando um cereal com leite vendo o jornal de Long Island, Chad, estava no supermercado aqui perto, ele precisa esconder mais a gente, então foi comprar cerveja. Estava tomando cereal quando percebi que tinha alguém atrás de mim olhei rápido e ia socar ela, mas quando virei estava Mayara, olhando para mim.
— Dormi por quanto tempo?
— Só quatro dias.
— Quatro!
— Sim, amanhã é Natal.
— Meus Deuses, cadê Chad?
— Comprando cerveja.
— Precisamos voltar ao acampamento, meu único e belo lar. Eu preciso ir para lá.
— Se você diz, vamos.
Chad chegou abraçou Mayara eles cochicharam entre si, se beijarão e avisaram a mim que iriamos voltar ao acampamento. Fui ao meu quarto, mas me lembrei que deixei meu cereal em cima da mesa, fui a cozinha e vi um pote de whisky em cima da mesa, peguei e fui correndo ao meu quarto, para esquecer Sienna abri o pote e engoli a garrafa até a metade. O gosto era horrível, mas tudo ficou girando e as coisas multiplicaram, duas, não três, ops errei, quatro! E desmaiei.
POV’S MAYARA.
Colin desmaiou e eu levantei ele e deixei-o em cima de minha cama, Chad logo veio me ajudar, e então Colin levantou da cama bem rápido.
— Que diabos eu estou fazendo aqui? — Disse ele andando tonto.
— Colin calma. — Disse.
— Quero meu whisky, me dá ele, logo! — Disse ele falando de um modo estranho.
— Colin, para você tá bêbado! — Gritei.
— Eu não estou bêbado porra! — Me assustei ao palavrão que ele disse, Colin não fala palavrões. — Vamos logo para a merda do acampamento, ver aquela traíra de Sienna! — Ele disse colocou todas as roupas dele numa bolsa e por fim fechou a bolsa.
— Colin... — Fiquei sem palavras. E enfim Colin apagou.
— Chad não podemos ir ao acampamento, vamos ficar até virada do ano, agora vamos almoçar, e temos que ver o que iriamos fazer para o Natal. — Disse.
— Okay amor. — Ele disse e me beijou.
POV’S COLIN.
Acordei. Olhei em volta, e senti meu hálito. E estava horrível. Tinha ninguém no quarto de Mayra, mas como eu fui parar lá, me levantei muito cansado e fui à sala e estava Mayara agarrada em Chad, comendo pipoca assistindo um filme. Eles me viram, clicaram no botão de pause e parou o filme.
— Oi gente, já é... De noite? — Perguntei.
— Sim, Colin... Você se lembra de algo? — Mayara me pergunta.
— Me lembro de tomar uísque que Chad comprou e ir dormir. — Disse.
— Colin... Vou contar toda história para você. — Mayara contou tudo e eu não acreditei.
— Não pode ser verdade, agora eu preciso dormir, estou em resseca. — Me despedi e fui ao meu quarto dormi.
NA TARDE DO DIA SEGUINTE
Acordei, fui ao banheiro tomei um banho, vi a hora era 15:00, escovei meus dentes e coloquei uma blusa preta, com uma jeans escura. Fui na varanda, a casa fedia ainda a bebida, e não havia ninguém em casa. Não sentia fome, então fiquei lá olhando as praias belas de lá. Então percebi que hoje era Natal.
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