Notas iniciais
A verdade é que eu não sabia o que estava fazendo, só sabia que Colin está vindo para cá o que é ótimo, mas assustador como se ele estivesse voltado dos mortos. Ouvi umas batidas na porta pego minha pequena faca, porém capas de cortar uns 3 ossos de uma vez abro a porta e me escondo atrás dela, olho pelo olho mágico e ao ver Colin e Chad jogo minha faca no sofá e pulo em Colin, ele me gira no ar sorrindo, mas percebo em seu olhar que algo o incomoda, assim que ele me bota no chão o abraço com força e nós caímos no chão.
– Colin, pensei que estivesse morto — digo me levantando — Nunca mais faça isso comigo, está me ouvindo seu bobão?
– Estou May, eu tenho tanta coisa para te falar.
– E eu.
Começo a chorar insistentemente.
– May o que foi? Porque você está chorando?
–Senti tanto sua falta.
– Não precisa chorar estou aqui agora, não estou.
– É choro de felicidade seu mané.
É engraçado a forma de Colin não saber lidar com mulheres chorando, assim que me recupero corro a Chad que segura firme minha cintura e me beija com firmeza, acho que ele fez isso para ter certeza de que eu o amo, e acho que ele tem certeza disso por que depois do teste me deu o seu sorriso mais lindo do mundo. Depois me viro para Colin e noto que ele está meio suado e está com uma mala enorme o que é bom por que significa de que terei companhia por um tempo.
– Colin o banheiro é alí.
– Ok, eu não trouxe toalha você...
– Sim, eu pego.
A casa era um pouco grande o chão lustroso e paredes pintadas de vermelho sangue a sala tinha um sofá bem grande que dá para umas 5 pessoas a televisão era bem grande com uns canais disponíveis a porta era branca, mas não um branco bonito mais um branco pálido tipo quando alguém tá enjoada o chão era a única coisa normal, o teto era de um tom escuro tipo quando as coisas vão para um buraco negro. Andei pelo corredor largo até um quarto com um armário peguei a toalha e o entreguei o guiei até o banheiro onde havia uma banheira pequena e um chuveiro, peguei a mochila de sua mão e a coloquei no quarto de hóspedes, onde havia uma cama de casal um armário e uma televisão pequena.
Fui fazer o almoço, peguei um saco de macarrão e um pacote de molho de tomate e coloquei no fogo, cortei a salada e arrumei a mesa, fui tomar banho no outro banheiro, entrei no chuveiro lavei os meus cabelos e os penteei com os dedos das mãos me enrolei na toalha e fui direto para meu quarto que era em frente a banheiro, peguei um vestido verde e coloquei uma sapatilha verde claro, prendi meu cabelo numa trança e fui para a cozinha.
Lá já estavam Chad e Colin, eles estavam com caras sérias e então percebi que o macarrão ainda estava no fogo, eles começaram a rir quando viram meu desespero para pegar a panela antes que queimasse o macarrão, e então quando estou pegando a panela eles param de rir e olham na minha direção e então quando viro meu rosto noto uma onde vermelha, não uma onda, mas um tipo de escudo como uma parede vermelha vindo em nossa direção, ela passa por mim e então minha fraqueza é imediata me jogo no chão e derrubo a panela de macarrão a sensação é de estar morrendo me espremo no chão e então tudo fica preto e me vejo num vazio completo. E então o menino chamado Vinicius aparece ele está caindo num buraco aparentemente sem fundo a sena me deixa com nostalgia, com vontade de vomitar, então mudamos de senário estou no acampamento e ouso os gritos de Miranda, mas quando corro para os lados não a encontro, mas quando subo numa árvore a visão do acampamento é de devastação era a coisa mais horrível que eu já tinha visto
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