Um Desconhecido....
21 Capítulo 21 - Miroku, Sango e Naraku....
Notas iniciais
Os personagens de Inu-Yasha não me pertencem.Esta fic não tem fins lucrativos, no entanto a história foi toda cirada por mim, portanto, seja criativo e NÃO plageie.
Naquela tarde, Sango e Miroku, que já estavam saindo juntos fazia dois meses estavam em uma perigosa missão. Um assassino perigoso que já tinha matado 12 policiais e 24 pessoas estava a solta. A polícia pediu auxilio do escritorio e os dois rastrearam o assassino até um deposito. Ele estava escondido entre algumas maquinas.Se encontrava fortemente armado e parecia enlouquecido de vontade de matar alguem. Mas Sango e Miroku, juntos eram uma dupla invencivel...era como se sempre tivessem andado juntos e nunca tivessem se considerado inimigos, apesar de que,sim, a muito tempo os dois eram inimigos e viviam lutando entre sí. Naquela tarde o assassino foi capturado de maneira esplendorosa, e os dois foram aplaudidos pela polícia e por civis que estavam perto do local da prisão. A noite Sango e Miroku, foram até um restaurante,comemorar seu feito e brindar pela primeira noite de folga que teriam em semanas. — A nossa primeira noite sozinhos, ao nossa primeira captura como parceiros e muitas outras que estão por vir — brindou Mirolu satisfeito, Sango o acompanhou — — E então Miroku, finalmente descobriu os prazeres de trabalhar comigo não é?! — Minha querida, já descobri os prazeres de estar com você a duas semanas atras quando saimos daquela tocaia, ou por acaso já esquecestes? Sango corou levemente. Miroku sorriu. — Devo acrescentar, que você e eu somos uma dupla imbativel na cama, não acha Sango? — Mas......mas é claro.... — respondeu ainda envergonhada — — Mas sabe Sango, sua doença me preocupa... A garota assustou-se. Por muito tempo não tinha pensado em sua condição. Na condição de seus companheiros que continuavam em seu vilarejo, em seu irmão... — ...acho que temos que fazer um esforço muito maior para achar a joia de quatro almas. Só assim você poderá se curar, e ajudar seus amigos... — Não se preocupe comigo Miroku! Estou muito bem — respondeu rispidamente — — Não você não está! Não pense que pode esconder as coisas de mim! Pensa que não a enorme mancha vermelha que a cada dia cobre mais suas costas? Se digo isso, Sango, é porque me preocupo com você...porque quando nos casarmos, quero você o mais saudavel possivel e capaz de me dar muitos filhos! — Nós mal começamos a sair e você já está pensando em filhos?? — a garoa estava irritada, levantou-se rapidamente da mesa, pronta pra sair do restaurante, mas Miroku a agarrou pelo braço... — Não permitirei que sai dessa maneira! — Olha aqui, Miroku..... Mas então a breve olhada que a garota deu pela janela, foi o suficiente. Ela viu, um homem já conhecido os encarnado.Sorrindo da mesma forma doentia de sempre. Naraku os aguardava na frente do restaurante. E assim que percebeu que finalmente Sango o notou, ele virou-se e começou a se afastar calmamente. — Miroku, Naraku estava nos espreitando! Venha comigo agora! Temos que pegar aquele desgraçado! Miroku nem ao menos hesitou...pagaram a conta e foram correndo atras de Naraku. Correram com toda a força que tinham, toda a vontade, que armezenavam em seus corpos, de matar aquele filho da mãe. E logo o alcançaram. Ou melhor, Naraku se deixou alcançar... — Então, a vontade de matar seu pai é tanta assim Sango? — Você NÃO É MEU PAI! — Hahahahaah, não precisa perder a calma minha querida! Papai vai te fazer uma promessa! Hoje ele não vai fugir! Vai ficar e lutar! E antes que o dia amanheça, eu prometo, seu querido amigo monge, vai estar morto! Hahahaha!!!! Sango ficou paralisada. Não era ela o alvo? E sim Miroku? Assim que recuperou o senso de si, gritou para Miroku que saisse de lá, que fugisse. Mas o monge se recusou, jamis abandonaria a garota daquele jeito...nunca. Ele então atacou Naraku. Sacou a arma que tinha escondido, mas como sempre o outro demonstrava muito mais destreza. Com um golpe de sua espada, partir em dois a arma de Miroku, ainda ferindo-lhe a mão. O monge caiu de joelhos. Sua mão sangrava muito. Quando ele olhou para cima, encarou os olhos negros e malignos de Naraku, em sua necessidade fisiologica de matar. A espada do homem, anciava por sangue. Mas não foi daquela vez. Sango se armara e atirou. A bala pegou nas costas de Naraku. O homem não gritou. Apenas riu de amneira enlouquecida. Parecia estar gostando da dor que sentia.
E então, encarou mais uma vez Miroku, e bem baizinho, só para que o monge pudesse escutar ele disse — Logo, as mulheres que você e aquele outro idiota tanto prezam terão suas carnes dilaceradas por minha espada. E com um sorriso, retirou-se. Continua.....
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