Um Desconhecido....

44 Capítulo 44 - A volta


Notas iniciais
Primeiro gostaria de me desculpar na atualização desta fic, pois eu sei que ela esta levando algum tempo. O problema é que está cada dia mais difícil sentar na frente do PC e ter tempo pra escrever. Vou atualizando minhas fics como posso ^^" Espero que aproveitem o capítulo ^^.

Ah sim, e por descargo de consciencia começei a achar melhor acrescentar a seguinte frase

Baseado na obra original "InuYasha" de Rumiko Takahashi que tem todos os direitos reservados. Esta fic não possui nenhum fins lucrativos.
Kikyou estava paralisada. Ela se recusava a acreditar nas palavras de Sessoumarou

— Kagome, isto é verdade? — perguntou em tom de choque

— Sim. Esta criança não é filho do Sessoumarou mas sim do Inu-Yasha.

Kikyou abriu um largo sorriso. Sua expressão era de total incredibilidade..

— Você percebe o que fez Kagome?? Você condenou o mundo a sua total aniquílação. Será você a responsável pela morte de bilhões de pessoas...

— Não se atreva a dizer isto para minha esposa! — se intrometeu Inu-Yasha

Nós encontraremos um jeito de salvar o mundo. Mas exigir dela seu corpo, para satisfazer tal desejo, isto eu não permitirei.

— Vocês todos são uns TOLOS!! E SERÁ POR CULPA DE VOCÊS, QUE ESTE MUNDO ENCONTRARÁ SEU FIM.

— Encontraremos um jeito. — Sessoumarou olhava para Kikyou de um jeito frio.

Ele aproximou-se dela, e pegou a criança que estava nos braços da mulher.

— Você não deveria atormentar sua irmã Kikyou. Vá embora daqui.

Kikyou saíu batendo a porta com força. Estava claro que aquela situação estava difícil de se engolir.

— Não liguem para Kikyou.

Sessoumarou aproximou-se de Kagome e entregou-lhe seu filho.

— Muito obrigado. — Agradeceu sinceramente a garota.

— Esta criança precisará de muitos cuidados...Inu-Yasha, é bom você ter cuidado. Agora com licença, preciso resolver alguns assuntos.

E então, ele saiu apressado, deixando Kagome e Inu-Yasha a sós, com a criança.

— Éééé... Inu-Yasha?

— Sim?

— A gente ainda não escolheu um nome para ele ^__^""

Enquanto isso, Sessoumarou encontrou-se com Kikyou.

— Você foi um tolo!!! Porque é que não a teve em seus braços??!!! Você sabia muito bem que um filho de vocês era uma necessidade!! Como poderemos salvar este mundo agora?!

— Você dara um jeito Kikyou, sempre dá.

— Não importa! Você acha que...

Sessoumarou aproximou-se dela. E entrelaçou-a em seus braços.

— Você se preocupa demais sabia?

Kikyou ao perceber o que vai acontecer tenta desvenciliar-se...

— Pare com isto! Você é um homem casado! Com uma filha que...

— Uma filha minha e sua. Kikyou, Kagura pode ser uma grande mulher, mas você sabe muito bem que minha devoção e afeto sempre foi a você.

Ele então aproximou seu rosto perto do rosto dela. E então seus lábios se tocaram. Os dois se beijaram fervorosamente. Ele então a levou em seus braços, para um lugar onde pudessem ficar sós.

Enquanto isto, Kagome e Inu-Yasha ainda discutiam sobre o nome que seu filho teria, e eles não estavam chagando a lugar nenhum...

— Que tal Alfonso? É um nome bonito e...

— Não!

— Porque não, Kagome?

— Porque eu não gostei! Que tal, Yuuji??

— Yuuji é um nome horrível!!

— INU-YASHA! DESSE JEITO VAMOS PASSAR A NOITE TODA AQUI!! DEIXE DE SER TEIMOSO!! YUUJI É UM NOME MUITO BONITO!!!

Kagome gritava tão alto, que a crianço despertou e começou a chorar.

— Viu o que você fez!!?? — Ela se virou revoltada para Inu-Yasha...

— Eu não! Foi você que começou a berrar e...

— Cala a boca! Deixe-me fazê-lo dormir novamente.

Ela foi até a cadeira de balanço que haviam comprado. Sentou-se e começou a embalar a criança. Que depois de alguns minutos daquilo, acalmou-se e voltou a dormir.

Inu-Yasha aproximou-se da esposa e do filho. Já sei o nome perfeito para ele....

No outro dia, cedo, Kagome já estava cobrando coisas do marido...

— Querido, não se esqueça que hoje você tem que ir na estação de trem buscar o Miroku!

— Ele volta hoje é?

— Sim, e você precisa busca-lo as 16 horas!! Não vá se esquecer!!

— Não vou esquecer. Vou passar no escritório agora, para resolver algumas coisas, e de lá vou direto para a estação.

Assim que chegou no escritório, Inu-Yasha destraiu-se com alguns papeis que precisava revisar. Quando deu por sí, já passavam das 16:30! Estava atrasado e com certeza ouviria uns belos gritos da esposa quando chega-se em casa. Precisava se apressar.

Chegou na estação exatas 17 horas. Encontrou Miroku sentado em um banco, isolado. Ele parecia estar diferente, mas em seus olhos ainda parecia haver a sombra de Sango, e o pesar de sua morte.

— Miroku!!! A quanto tempo meu amigo!!

— Inu-Yasha! Faz muito tempo mesmo. Como você está?? E a Kagome!!

— Meu amigo, tenho muitas coisas para te contar!

No caminho até sua casa, Inu-Yasha foi deixando Miroku a par de todas as notícias.

— Em todo caso, já escolhemos o nome.

— E qual será?

— Deixarem que Kagome lhe conte. Vamos ver se isto a anima.

Inu-Yasha foi abriu a porta de sua casa e deparou-se com uma terrível cena... seu apartamento estava todo destruído. Movéis no chão, louças quebradas. Parecia ter havido uma briga.Ele desesperou-se e gritou por Kagome e por seu filho, mas não houve resposta.

Na cama, encontrou um bilhete.

Sua mulher e filhos são meus Inu-Yasha, e quando os encontrar ambos estarão a muito, mortos.

Embora o bilhete não viesse assinado, ele sabia muito bem, quem era o autor.

Enquanto isto, em um lugar remoto, Kagome e seu filho, encontravam-se totalmente a merce de ninguem menos que Naraku.

Continua....