Um Desconhecido....

21 Capítulo 21 - Miroku, Sango e Naraku....


Notas iniciais
Os personagens de Inu-Yasha não me pertencem.Esta fic não tem fins lucrativos, no entanto a história foi toda cirada por mim, portanto, seja criativo e NÃO plageie.
Já haviam se passado 3 semanas desde aquele dia. A primeira vez que Inu-Yasha perderá o controle.A primeira vez que ele demonstrava um jeito tão agresivo de ser. Kagome estava ainda muito surpresa com tudo. O marido aparentemente tinha sido um assassino cujo irmão foi obrigado a tentar mata-lo. Como isso era remotamente possivel?

Inu-Yasha é claro nem desconfiava...como Kagome nada lhe disse sobre o acorrido, ele só achava que um homem os tinha atacado... como ela poderia dizer ao marido que ele sofria de dupla personalidade? Principalmente agora que o escritório deles estava tão conhecido, e seus serviços eram tão requesitados. Agora não era o momento para que Inu-Yasha descobrisse tamanhas revelações. Então a garota ficou silencio, nada revelou, para ninguem...

Naquela tarde, Sango e Miroku, que já estavam saindo juntos fazia dois meses estavam em uma perigosa missão. Um assassino perigoso que já tinha matado 12 policiais e 24 pessoas estava a solta. A polícia pediu auxilio do escritorio e os dois rastrearam o assassino até um deposito. Ele estava escondido entre algumas maquinas.Se encontrava fortemente armado e parecia enlouquecido de vontade de matar alguem.

Mas Sango e Miroku, juntos eram uma dupla invencivel...era como se sempre tivessem andado juntos e nunca tivessem se considerado inimigos, apesar de que,sim, a muito tempo os dois eram inimigos e viviam lutando entre sí. Naquela tarde o assassino foi capturado de maneira esplendorosa, e os dois foram aplaudidos pela polícia e por civis que estavam perto do local da prisão.

A noite Sango e Miroku, foram até um restaurante,comemorar seu feito e brindar pela primeira noite de folga que teriam em semanas.

— A nossa primeira noite sozinhos, ao nossa primeira captura como parceiros e muitas outras que estão por vir — brindou Mirolu satisfeito, Sango o acompanhou —

— E então Miroku, finalmente descobriu os prazeres de trabalhar comigo não é?!

— Minha querida, já descobri os prazeres de estar com você a duas semanas atras quando saimos daquela tocaia, ou por acaso já esquecestes?

Sango corou levemente. Miroku sorriu.

— Devo acrescentar, que você e eu somos uma dupla imbativel na cama, não acha Sango?

— Mas......mas é claro.... — respondeu ainda envergonhada —

— Mas sabe Sango, sua doença me preocupa...

A garota assustou-se. Por muito tempo não tinha pensado em sua condição. Na condição de seus companheiros que continuavam em seu vilarejo, em seu irmão...

— ...acho que temos que fazer um esforço muito maior para achar a joia de quatro almas. Só assim você poderá se curar, e ajudar seus amigos...

— Não se preocupe comigo Miroku! Estou muito bem — respondeu rispidamente —

— Não você não está! Não pense que pode esconder as coisas de mim! Pensa que não a enorme mancha vermelha que a cada dia cobre mais suas costas?

Se digo isso, Sango, é porque me preocupo com você...porque quando nos casarmos, quero você o mais saudavel possivel e capaz de me dar muitos filhos!

— Nós mal começamos a sair e você já está pensando em filhos?? — a garoa estava irritada, levantou-se rapidamente da mesa, pronta pra sair do restaurante, mas Miroku a agarrou pelo braço...

— Não permitirei que sai dessa maneira!

— Olha aqui, Miroku.....

Mas então a breve olhada que a garota deu pela janela, foi o suficiente. Ela viu, um homem já conhecido os encarnado.Sorrindo da mesma forma doentia de sempre. Naraku os aguardava na frente do restaurante. E assim que percebeu que finalmente Sango o notou, ele virou-se e começou a se afastar calmamente.

— Miroku, Naraku estava nos espreitando! Venha comigo agora! Temos que pegar aquele desgraçado!

Miroku nem ao menos hesitou...pagaram a conta e foram correndo atras de Naraku. Correram com toda a força que tinham, toda a vontade, que armezenavam em seus corpos, de matar aquele filho da mãe.

E logo o alcançaram. Ou melhor, Naraku se deixou alcançar...

— Então, a vontade de matar seu pai é tanta assim Sango?

— Você NÃO É MEU PAI!

— Hahahahaah, não precisa perder a calma minha querida! Papai vai te fazer uma promessa! Hoje ele não vai fugir! Vai ficar e lutar! E antes que o dia amanheça, eu prometo, seu querido amigo monge, vai estar morto! Hahahaha!!!!

Sango ficou paralisada. Não era ela o alvo? E sim Miroku? Assim que recuperou o senso de si, gritou para Miroku que saisse de lá, que fugisse. Mas o monge se recusou, jamis abandonaria a garota daquele jeito...nunca.

Ele então atacou Naraku. Sacou a arma que tinha escondido, mas como sempre o outro demonstrava muito mais destreza. Com um golpe de sua espada, partir em dois a arma de Miroku, ainda ferindo-lhe a mão.

O monge caiu de joelhos. Sua mão sangrava muito. Quando ele olhou para cima, encarou os olhos negros e malignos de Naraku, em sua necessidade fisiologica de matar.

A espada do homem, anciava por sangue. Mas não foi daquela vez. Sango se armara e atirou. A bala pegou nas costas de Naraku. O homem não gritou. Apenas riu de amneira enlouquecida. Parecia estar gostando da dor que sentia.

E então, encarou mais uma vez Miroku, e bem baizinho, só para que o monge pudesse escutar ele disse

— Logo, as mulheres que você e aquele outro idiota tanto prezam terão suas carnes dilaceradas por minha espada.

E com um sorriso, retirou-se.

Continua.....