A neve fofa afundava meu pé. Sentia-me como uma bomba relógio preste a explodir um sentimento ruim me tomou uma angustia que jamais senti em algum dia. O mais complicado era que eu precisava resolver tudo sozinho não teria meu pai para concertas minhas burradas.

—Vamos lá

Eu suprirei fundo entrando na toca, era aconchegante mais era tão bagunçado tantas coisas e engenhocas malucas que me sentia sem ar de estar lá dentro,. Ronald, Harry e Gina estavam sentando ao lado da lareira eles comiam biscoitos de gengibre e sorriam cantarolando musica natalina. O suéter de Hermione estava sobre a poltrona do Weasley chefe, levei ate meu rosto sentindo seu cheiro. Então como antes uma onda de preocupação me atingiu em cheio subi as escadas daquele lugar comecei a procurá-la ela estava no banheiro eu atravessei a porta, ate parecia que eu era um espírito. Hermione estava com o corpo todo ensaboado passava a esponja docemente em suas coxas belas e torneadas. Ela estava pálida levantou sua cabeça colocando embaixo da água abaixando o volume dos seus cabelos rebeldes.

Eu mordia os lábios em forma de desejo mesmo sendo minha eu nunca deixei de desejá-la eu entrei embaixo do chuveiro e passei minha Mão em seu corpo depositando beijos em seu pescoço, eu queria tela queria me senti dentro dela. Precisava dela.

—Hermione?-Gina bateu na porta

—Já estou saindo. -Então ela disse fechando o registro e se enrolando na toalha

Eu a observava enquanto ela se secava e colocava sua roupa e por alguns minutos eu pude enxerga a verdadeira essência dela, Ela penteava seus cabelos e o cuidado que tinha com sua pelo me fazia arrepiar, ela saiu do banheiro e caminhou até o quarto da ruiva.

—Então para onde você vai?- perguntou

—Vou para casa...

Hermione terminou de guarda suas coisas em sua mala

—Sentirei saudades. -Disse Gina com os olhos marejados

—Vem cá

Hermione abriu os braços para que ela abraça-se forte.

—Se cuida?-Disse Gina dando a minha menina um colar de ancora

—Sempre. -Hermione levantou seu cabelo para que Gina coloca-se

—Eu te amo!

—Eu te amo...

Hermione então pegou suas malas e desceu se despendido também de seus amigos o weasley pai a levaria para a estação.

Em duas horas chegamos ao mundo trouxa Hermione só tinha dinheiro para o ônibus então pegou e desceu a duas quadras de sua casa.

—Você acredita na mágica do natal?-Disse uma bela mulher para mim

—Não. -Disse

Eu continuei caminhando com Hermione ate sua casa então ela pegou a chave de debaixo do tapete enquanto eu me sentei na calçada de frente a sua casa acendendo um cigarro.

Foi muito rápido eu so escutei um estrondo e quando eu olhei para trás a casa estava em chamas o cigarro caiu dos meus dedos e eu fiquei sem ação durante uns 3 segundo antes de soltar um grito agoniado

—Hermiooooneeeeeeeeee.....

Eu tentava entrar na casa mais algo me puxava para trás a rua já estava com vários carros e bombeiros eu queria entrar mais não conseguia foi quando retirou ela. Ela estava queimada e machucada.

—Ela esta morta?

Uma moça tremula perguntou e eu me aproximei para escutar

—Sim eu sinto muito tudo indica que foi um vazamento de gás

Hermione já estava em uma maca e completamente coberta, e por um estante todos sumiram eu estava em estado de choque.

—Me devolvam ela...

Eu derramava algumas lagrimas passando a Mao nos poucos cabelos que restaram dela

—Você escolheu o futuro só podemos ajudar quando aceitar o natal

—Você com certeza não sabe o que é o amor

Falei encostando minha cabeça no peitoral de Hermione chorando mais ainda

—Assuma que só o natal pode te mudar.

E como se fosse um flash back eu me lembre de tudo que havia acontecido eu precisava acreditar na forca do natal eu precisava mudar as minhas escolhas

—Você tem até a meia noite para aceitar que so o natal pode te mudar assim que soar a primeira batida do sino e você não se arrepender ela morrera.

Eu fui levado ao mundo da magia novamente em casa aparentava ser umas 22 horas eu caminhei ate o quarto da minha mãe e do meu pai eles dormia. eu peguei um álbum de fotos chorando muito comecei a me recorda de tudo minha infância, adolescência.

—Eu acredito no natal.

Disse vendo uma bela mulher se aproximar

—Assim não tem que ser de coração. Já são 23h59min o a primeira badalada vai bater

—Pelo amor de Merlin eu acredito na magia do natal. -Eu falei chorando assim que o sino bateu

Continua