Um Caso Não Registrado - 2ª Temporada

73 Capítulo 73 - O Caso de Beth Cruz (Parte 03)


Notas iniciais
Oi amores, como vão? Eu espero que a semana de vocês tenha se iniciado bem, a minha até o momento está de boa e que permaneça assim. Capítulo 73 prontinho para vocês onde de momento se fecha o ciclo sobre o caso de Beth Cruz. Amores, eu pretendo postar o 74 ainda hoje, eu espero conseguir. Nada de se alongar nas notas neste capítulo... Hehehehehehe Agradecimentos aos comentários e visualizações dos dois últimos capítulos postados, beijos e boa leitura! =)

"Paixão é uma obsessão positiva. Obsessão é uma paixão negativa."

(Paul Carvel)

A equipe precisou aguardar Todd conseguir um mandado com um juiz, o motivo do mesmo era a bala de goma encontrada nos pertences de Beth Cruz onde se tinha provas de que John Curtis tinha uma daquela quando gravou o vídeo e Agatha por conhecê-lo bem sabia que aquele era o doce preferido dele.

― Podíamos ir a um evento chique, mas ele sempre levava consigo um pacote destas balas. – explicava ela aos demais.

O agente Alvez ausentou-se para explorar uma teoria que tinha de como Beth Cruz começou a ter contato com John Curtis.

― Voltei. – anunciou ele adentrando a sala com uma pasta na mão.

― Agora pode nos explicar sobre sua especulação? – indagou Prentiss curiosa como os demais.

― Peço que se sentem – pediu ele – vamos começar... Já se tem um ano que Curtis foi preso, correto?

― Sim, aquele infeliz. – respondeu Agatha.

― Apesar de a penitenciária ter sofrido um ataque à bomba uma boa parte dos registros da mesma se encontram em um sistema eletrônico, portanto, eu fui interrogar um dos diretores.

― E o que descobriu? – indagou Seaver.

― O diretor que eu interroguei tinha acesso a muitos registros em sua própria casa, isso foi ótimo, então pedi que ele me acessasse os registros de visitas.

― Já sei aonde quer chegar. – comentou Morgan.

― Isto mesmo agente Morgan – Alvez abriu a pasta que carregava e a colocou sobre a mesa – adivinhem qual foi a primeira visita para John Curtis?

― Ela foi visita-lo? – Agatha arregalou os olhos.

― Sim, porém o nome Beth Cruz só se aparece uma vez nos registros. – Alvez apontou nos arquivos para que Agatha visse.

― Ele foi preso há um ano, aqui no registro diz que ela foi visita-lo quando se tinha um mês de que ele estava preso. – disse Hotchner observando o arquivo junto a Agatha.

― Depois começou a aparecer este nome: Alisson Curtis. – mostrou Alvez.

― Parente dele? – perguntou Rossi.

― John Curtis não tem um familiar vivo... – respondeu Agatha – Os pais são falecidos, sempre foi filho único e a maioria dos parentes faleceu.

― Eu solicitei também imagens e o que ele pode fornecer foram essas aqui... – continuou Alvez mostrando as provas que tinha – Na primeira visita realmente vemos que aqui é Beth Cruz, na segunda visita em diante vemos uma mulher loira.

― Pode estar disfarçada – comentou Garcia analisando as fotos – posso fazer minha mágica e confirmar no sistema que é Beth Cruz.

― Faça isso. – ordenou Hotchner.

― Com certeza ela usou uma identidade falsa e tudo mais. – disse JJ.

― Faz um ano que ela planeja tudo. – disse Seaver encarando Agatha.

― É uma infeliz mesmo! – esbravejou Agatha.

― Mas tem uma coisa... – começou Prentiss – Pelo que todos nós aqui sabemos o caso de Agatha com Curtis não foi incluído nos registros do FBI, não é?

― Eu mesmo pedi para Strauss não incluir isso quando solicitei a entrada dela para a academia. – explicou Hotchner.

― Como Beth soube então?

― Ela é sobrinha de alguém de cargo importante. – lembrou Garcia.

― Mas não ficou nos registros, Mateo Cruz não tinha como saber a fundo sobre o passado de Agatha.

― Mas o sequestro ficou – recordou Agatha – os ataques de John Curtis a nós e o dia em ele me levou isso foi preciso registrar.

― Ela viu isso e foi visitar John Curtis para saber a razão. – concluiu Morgan.

― O contato deles se iniciou assim e tem mais – continuou Alvez – em uma das visitas da tal Alisson Curtis houve uma visita íntima.

― Credo! – Agatha ficou enojada.

― Eu tenho mais coisas a revelar – prosseguiu Alvez – também fui à penitenciária feminina, fui informado que o necrotério da cidade está lotado, cheio de defuntos para serem feito a autopsia e por isso demoramos saber algo sobre a morte de Francine Carter.

― Descobriu alguma coisa? – Agatha ficou afoita.

― Eu entrei em contato com o legista e exigi prioridade sobre ela e o mesmo garantiu que em breve daria respostas, porém solicitei as visitas feitas a ela na prisão.

― Como não pensamos nisso? – esbravejou Rossi – Estávamos investigando a morte dela e eu apenas solicitei a lista de pessoas de dentro que teve contato com ela!

― Tudo aconteceu muito rápido – consolou Prentiss – não se martirize, ficamos aguardando a resposta do legista e depois de um tempo houve a fuga.

― Beth a visitou também? – perguntou Morgan.

― Sim, mas como Alisson Curtis.

― Quem pode ter começado a arquitetar tudo foi Beth, talvez John Curtis não tivesse pensado em nada, ele estava preso. – disse Hotchner.

― E a bomba? – indagou JJ.

― Se ela teve acesso aos registros do ataque dele a nós soube da bomba ou ele informou em uma das visitas.

― A infeliz que planejou a fuga dele! – zangou-se Agatha – Como ele descobriu meu número e me ligou quando estávamos em Dallas? Através dela que óbvio conferiu no sistema!

― Os sequestros das crianças pode ter sido ela também que planejou? – perguntou JJ.

― Isso tem faro de John Curtis, a Beth é muito burra, ela demonstrou não saber trabalhar em um caso quando pegamos o de Belinda Copland.

― Ou ela se fingiu de burra – expôs Rossi – para crermos que ela não era uma ameaça.

― Como Mateo Cruz ocupou o lugar de Strauss? Ela já disse que não selecionou ninguém. – disse Morgan.

― Temos que descobrir, Mateo Cruz também está envolvido. – afirmou Hotchner.

― Cheguei! – exclamou Todd adentrando a sala.

― Conseguiu? – perguntou JJ.

― Sim e também tenho algo a mais.

― O que aconteceu dessa vez? – Agatha já ficava apavorada.

― Um dos suspeitos foi visto em um supermercado com um garoto loiro.

― É o David Smith! – Agatha ficou eufórica.

― Qual dos suspeitos? Karl Arnold? – questionou Hotchner.

― Vincent Rowlings.

― O Assassino Amigo. – recordou Morgan.

Hotchner então separou a equipe para as seguintes tarefas: ele, Agatha, Alvez, Seaver e JJ iriam a casa de Beth com o mandado, Rossi, Todd, Morgan e Prentiss iriam investigar sobre a pista de Vincent Rowlings, Garcia continuaria nas suas investigações sobre os aparelhos eletrônicos de Beth Cruz e Mateo Cruz e também analisaria a foto cedida por Alvez para confirmar que Beth se disfarçava para visitar John Curtis, Blake e Donovan estavam afastadas cuidando de Reid que ainda se recuperava da cirurgia.

Notas finais
Uau! Beth pelo visto planejou tudo, talvez não foi ideia de JC já que ele estava preso, ela o incentivou e assim pode ter começado esse confronto e tudo isso por causa da sua paixão obsessiva por Hotch. Um dos fugitivos foi visto... Será que vão pega-lo? Observações: * Citação encontrada no site Pensador. Obrigada pela leitura e até mais! =)