Um Caso Não Registrado - 2ª Temporada

42 Capítulo 42 - A Promessa de Aaron Hotchner


Notas iniciais
Salve leitores, tudo bem? Eu espero que sim... Eu sei que mais uma vez atrasei de postar mais um capítulo, passei por aquele problema chato que todo escritor passa: Bloqueio Criativo. =/ Enfim, mas eu superei esse problema e eis que trago o capítulo 42 para vocês com direito a momento fofo do nosso casal querido! Aproveito e trago outra novidade: finalmente eu achei uma atriz que representasse a Agatha! (Aplausos) irei adicionar neste capítulo a imagem dela para que vocês vejam, a atriz é a Aline Dias e achei ela perfeita, foi graças a indicação da minha amiga Lidi Rios (que agora eu não sei como é o nick dela no Nyah!), mas eu agradeço ela muito! Outra novidade é que eu fiz um trailer para a fanfic! Irei copiar o link nas notas finais, peço com gentileza que se puderem copiem o link e colem no Youtube, quero saber o que acharam. Bom é isso, obrigada e ótima leitura!

‒ Aaron e Derek abaixem suas armas! – clamava Rossi que tentava apaziguar a situação.

‒ Agente Hotchner e agente Morgan é melhor fazerem o que o agente Rossi está pedindo. – implorou Alvez que ainda permanecia com as mãos levantadas.

‒ Você pode ser um espião. – disse Hotchner ainda com a arma apontada – John Curtis te pediu que a vigiasse?

‒ Você está louco! – Alvez perdeu a paciência – Eu sou da CIA e vim apenas solucionar um caso.

‒ Hotch... – Agatha levantou-se da mesa e aproximou-se dele – O agente Alvez tem razão.

‒ O que? – Hotchner virou o olhar para ela.

‒ Hotch, fui eu mesma que pedi ao Alvez que ele me levasse para o hotel, não teria como John Curtis saber disso.

‒ Está ouvindo? – Alvez abaixou as mãos – Eu não tenho nada a ver com isso.

‒ Independente você estando do meu lado ou não ele iria ligar. – Hotchner encarou Alvez e depois voltou seu olhar a Agatha e consentiu com o que ela disse e abaixou a arma e Morgan fez o mesmo.

‒ Eu bem que devia fazer uma reclamação ao supervisor do departamento de vocês! – protestou Alvez.

‒ Mas não irá fazer. – disse Rossi – Agora precisamos nos concentrar.

‒ No caso em que estamos ou no problema da Agatha? – perguntou Seaver.

‒ No problema dela. – respondeu Rossi.

‒ Eu poderia saber o que acontece? – Alvez ficou curioso.

‒ Melhor discutirmos em outro momento. – Hotchner encarou Alvez mais uma vez.

‒ Hotch... – começou Prentiss – Não seria melhor deixarmos esse caso em aberto e voltarmos para Virginia?

‒ Não podemos fazer isso. – repreendeu Hotchner.

‒ A investigação não está progredindo. – afirmou Blake dando apoio a sugestão de Prentiss.

‒ Aaron. – Rossi tocou o ombro do amigo – John Curtis com certeza tem um plano.

‒ Um plano? – Agatha arregalou os olhos.

‒ Ele não te ligou só para incomodar... – respondeu Morgan – Ele tem um plano.

‒ Que tipo de plano?

‒ Ele tem vários... – Hotchner concordou com todos – O primeiro é fugir da prisão.

‒ Fugir? – Agatha ficou desesperada.

‒ É provável que ele já tivesse esse plano desde quando foi preso. – teorizou Reid.

‒ O caso aqui não está progredindo, seria melhor deixa-lo em aberto e voltarmos para Virginia, precisamos estar à frente de Curtis e descobrir seus planos. – expos Rossi.

‒ Eu vim aqui resolver um caso e não vou deixa-lo em aberto! – protestou Alvez.

‒ Você pode continuar a investigação. – sugeriu Seaver.

‒ Infelizmente não podemos fazer isso. – opôs Hotchner – Teremos que resolver este caso agora, melhor evitarmos confusão para o departamento.

‒ Está certo. – Rossi deu-se por vencido.

‒ Precisamos voltar ao foco. – disse Blake – Já que não tem outro jeito.

‒ Mas eu acho que deveríamos descansar. – aconselhou Alvez – Eu vejo que vocês estão preocupados e cansados, inclusive o agente Hotchner e a cadete Silva, não irá adiantar nada ficarmos aqui discutindo coisas já faladas.

‒ A arma de Lila Kane foi apreendida? – perguntou Reid.

‒ Sim. – afirmou Hotchner.

‒ Vamos pedir para a pericia confirmar se as balas da arma são da mesma que matou Megan Kane daí teremos certeza deste assassinato.

‒ Depois precisamos descobrir por onde anda Andrew Kane. – disse Morgan.

Todos concordaram, Reid entrou em contato com o laboratório criminal de Dallas e exigiu que um exame de balística fosse feito o mais rápido possível depois disso foi para o hotel igual os demais para descansar, pois como Alvez havia dito não adiantaria passar a noite em claro discutindo o caso ainda mais que todos estavam apreensivos por causa do telefonema que Agatha recebeu e ela mais do que ninguém não estava com psicológico para solucionar um caso naquele momento.

Quando chegou ao hotel, Agatha tomou uma ducha para relaxar tudo o que ela queria era esquecer aquilo por uma noite, mas não conseguia, ao deitar-se não conseguia ficar em paz e não teve um sono tranquilo, revirou-se várias vezes pela cama.

Pela madrugada ela ouviu batidas a porta, estranhou e perguntou-se quem poderia ser, mas a curiosidade de atender foi maior, porém era Hotchner que estava a bater:

‒ O que foi? – indagou ela ao abrir a porta.

‒ Posso entrar? – perguntou ele.

‒ Claro. – ela deu espaço para ele passar e assim que ele entrou ela fechou a porta – O que houve?

‒ Eu vim te ver. – respondeu ele sério.

‒ Aconteceu alguma coisa?

‒ Não. – ele a tomou pela mão e a abraçou – Não aconteceu e não irá acontecer porque eu não vou deixar.

‒ Hotch, o que houve? – ela levantou o olhar a ele de preocupação.

‒ Nada... – ele sentou-se a cama – Eu estou apenas garantindo que nada irá te acontecer.

‒ Você fala de John Curtis?

‒ Sim.

‒ Hotch... – ela senta-se ao lado dele e lhe toca o ombro.

‒ Eu devia ter suspeitado de que ele não fosse desistir.

‒ Não tinha como ninguém imaginar nada... Hotch, não se culpe.

‒ Eu vou descobrir os planos dele antes que ele faça qualquer coisa.

‒ Hotch, escuta. – Agatha pegou firmemente na mão dele fazendo que ele virasse para mira-la nos olhos – Nós vamos descobrir todos nós... Temos a equipe para ajudar.

‒ Eu tenho que confessar que é difícil saber que você corre perigo. – Hotchner tocou-lhe o rosto.

‒ Se formos pensarmos desta maneira, você também corre perigo... Ele te ameaçou na ligação... – ao lembrar-se da chamada de Curtis, Agatha não contém as lágrimas.

‒ Você está com medo. – Hotchner a envolve em seus braços.

‒ Não...

‒ Você não precisa mentir para mim, por favor. – insistiu ele ao beija-la na testa.

‒ Está bem... – ela ergue a cabeça para fita-lo – Eu estou com medo.

‒ Eu não te julgo. – Hotchner a afagou em seu abraço – É por isso que eu não vou o deixar fazer nada... Eu prometo.

‒ Eu tenho muito medo. – finalmente Agatha confessou o que realmente sentia – Eu não quero viver esse pesadelo de novo.

‒ Eu não vou permitir... Eu prometo. – Hotchner repousou a cabeça dela ao peito dele.

‒ Eu posso te fazer um pedido?

‒ O que você quiser.

‒ Eu sei que estamos aqui a trabalho e quando estamos a trabalho você prefere que nós não fiquemos muitos próximos...

‒ Você quer eu fique com você está noite? – interrompeu ele ao enxugar as lágrimas dela.

‒ Por favor! – implorou ela.

Hotchner atendeu ao pedido dela, mas precisou dar uma breve saída para retornar ao seu quarto e buscar seus itens pessoais, assim que retornou ele tomou um banho e vestiu algo mais confortável para descansar.

Eles deitaram-se lado a lado, Hotchner a embalou em seus braços, Agatha sorriu ao sentir os braços em volta de seu corpo, sentia-se protegida e por fim ela iria conseguir descansar aquela noite.

Agatha foi a primeira a render-se ao sono, Hotchner ainda permaneceu acordado por um tempo, ele a apertou em seus braços carinhosamente lhe beijando os lábios.

“Eu prometo que irei protege-la”. Pensou ele que enfim cedeu-se ao cansaço e dormiu.

Notas finais
Pelo que parece o agente Alvez não tem nada a ver com isso... Agatha está com medo e também precisa ter mesmo, mas Hotch garante que não irá deixar nada acontecer... Eu espero que tenham gostado e como havia dito irei deixar o endereço do link do trailer da fanfic aqui, espero que gostem e peço com carinho que digam o que achou e o que pode ser melhorado. =) Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=R45-VLqJBLU