Notas iniciais
Oi pessoal! Tudo bem? Quero agradecer aos acompanhamentos e os favoritos que essa fanfic tem recebido, muito obrigada! Quero aproveitar e avisa-los de uma coisa... Viajarei a São Paulo mais uma vez para casa de minha família, mas vou fazer como da outra vez: levarei um pendrive comigo com o documento da fanfic salvo e assim que tiver oportunidade eu sento de frente ao pc da minha irmã e continuo a escrever não quero deixar tanto tempo sem atualizar, mas aviso que a frequência de postagens não será igual a quando estou em casa, mas vocês foram um amor da primeira vez em que viajei me entenderam e acredito que iram me compreender. Bem o capítulo 51 "Uma Encomenda Para Alex" terminou tenso e a curiosidade de saber o que se acontece depois é grande (até eu autora fiquei aflita, curiosa e com mil ideias hahaha) eis que venho saciar essa curiosidade de vocês com esse capítulo 52, espero que apreciem. Boa leitura! =)

O restante da equipe havia chegado antes do Esquadrão Antibomba, Blake sentia suas mãos suarem e seus braços cansarem de ter que ficar segurando aquele pacote naquela posição, se ela se mexesse seja qual fosse o movimento tudo podia ir pelos ares. Reid e Agatha estavam angustiados pela demora do Esquadrão eles temiam tanto por Blake que ficaram ali parados em frente a ela, lágrimas começaram a escorrer pelos olhos de Blake que sussurrou sem se mover:

─ Eu acho que não vou conseguir...

─ Você precisa aguentar mais um pouco Alex... – respondeu Reid que apesar de tenso falou com a voz calma e um pouco tremula, mas ele não queria assusta-la.

─ Reid vocês precisam sair de perto! – berrou Gideon ao descer do carro junto a Hotch.

─ Vocês precisam se afastar... – implorou Blake sussurrando.

─ Eu não vou sair daqui. – respondeu Reid – Estamos juntos nessa.

─ Eu também. – disse Agatha em voz baixa tentando manter a calma junto a Reid.

─ Vocês precisam se afastar... – repetiu Blake que fechou os olhos.

─ Reid saiam agora daí! – insistiu Gideon.

─ Agatha você precisa se afastar! – berrou Hotch, mas Agatha nem sequer virou para olha-lo a preocupação com Blake era maior.

Finalmente o Esquadrão Antibomba havia chegado para salvar Blake, Reid respirou aliviado, outras viaturas da polícia chegaram junto.

Um agente do Esquadrão que já estava preparado com uniforme pediu que Reid e Agatha se afastassem, mas Reid não queria abandonar Blake e Agatha muito menos.

─ Agatha saía já daí! – implorava Hotch desesperado, pois a qualquer momento a bomba podia explodir e os outros notaram o desespero dele por ela.

Reid se negou a sair dizendo que ficaria custe o que custasse o agente o avisou das consequências e o alertou dizendo que não se responsabilizaria se ele sofresse um dano já Agatha Hotch impediu que ela continuasse por ali ele já estava angustiado por Blake e Agatha ali o fazia temer mais, então ele foi para perto deles Gideon tentou o impedir, mas sem sucesso.

Hotch se aproximou deles puxando Agatha pelos braços a afastando de Reid e Blake.

─ Hotch eu não posso deixa-la... – resmungou ela enquanto era levada a força por Hotch para se afastarem.

─ Vai dar tudo certo. – disse ele sem ter certeza se realmente tudo ficaria bem.

Outro agente pediu que todos fossem para mais longe o quanto pudessem todos foram temendo por Blake e Reid, todos se esconderam atrás dos carros. Agatha em meio ao desespero se agarrou a Hotch que de tão tenso não se importou em abraça-la diante dos outros, Prentiss apertava o braço de Morgan enquanto ele desejava mentalmente que nada de ruim acontecesse, JJ ficou próxima a Rossi com lágrimas nos olhos enquanto ele repetia “vai ficar tudo bem”, mas ele repetia isso a si mesmo para manter as esperanças, Gideon ficou com as mãos na cabeça temendo por tudo, mas Reid o fazia se angustiar mais.

Outros agentes se aproximaram de Blake e Reid com algo de ferro que parecia um tripé, o primeiro agente que havia se aproximado olhou para Blake que sentia seus braços adormecerem e lhe disse calmamente:

─ Eu preciso que você relaxe, sei que é difícil, por favor, relaxe.

─ Está bem. – Blake fechou os olhos mais uma vez.

─ Rapaz tem certeza que quer ficar? – perguntou ele a Reid.

─ Sim. – respondeu Reid sem desviar o olhar de Blake.

─ Está bem... – o agente com o objeto de ferro se vira para Blake – Senhorita irei colocar isso aqui... – ele posiciona o objeto de frente a ela – Agora eu vou pousar minhas mãos por debaixo das suas entendeu? – Blake abriu os olhos e fez sinal de positivo com o olhar – Está bem... Muita calma... – o homem colocou delicadamente suas mãos que estavam vestidas com luvas negras e grossas por debaixo das mãos de Blake – Isso está indo muito bem, agora você vai escorregar seus dedos bem devagar está certo? – Blake assentiu com o olhar mais uma vez, ela achou que não fosse conseguir, mas como suas mãos haviam suado muito pela tensão foi fácil e quando se notou não segurava mais a caixa.

Com a ajuda de outro agente junto a Reid que se agarrou ao braço dela eles se afastaram Gideon ao ver que Reid atravessava a rua junto a Blake respirou aliviado e os demais sorriram sentindo-se tranquilos em relação a eles dois, mas a tranquilidade deles foi interrompida quando ouviram o barulho de uma explosão.

***

Agatha sentia sua cabeça girar e doer muito, uma voz ecoava em seus ouvidos a chamando pelo nome, ela com dificuldade abriu os olhos, primeiro ela viu tudo borrado, esfregou os olhos e finalmente conseguiu ver que era Hotch desesperado a chamando:

─ Agatha! – exclamava ele – Você está bem?

─ O que houve? – Agatha achou que sua cabeça fosse explodir de dor.

─ Uma bomba explodiu... – o terno de Hotch estava um pouco manchado e cheio de poeira de tijolos que foram destroçados pela explosão, ele tinha alguns cortes superficiais pelo rosto.

─ Blake! – gritou Agatha que sentiu mais uma pontada de dor em sua cabeça, tentou se levantar, mas Hotch a impediu.

─ Fique deitada até a ambulância chegar! – exclamou ele colocando as mãos em seus ombros e a fazendo ficar deitada no chão.

─ Onde está ela Hotch? – perguntava ela agoniada.

─ Blake está bem... Foi uma bomba em uma casa a frente da dela que explodiu.

─ Como? – Agatha tentou se levantar mais uma vez, mas Hotch a impediu. – Hotch eu preciso levantar!

─ Meu amor fique deitada, talvez você tenha quebrado ou torcido alguma parte do corpo... Espere a ambulância chegar.

─ Eu não sinto que quebrei nada... Ai! – ela fechou os olhos brevemente – Só minha cabeça que doí e... Hotch você está ferido! – Agatha apontou para a testa de Hotch que sangrava.

─ É apenas um corte meu amor eu vou ficar bem. – Hotch colocou a mão no rosto dela para conforta-la da preocupação.

─ Hotch! – berrava Gideon que se aproximou dele mancando – Com quem estamos lhe lidando?

─ Gideon precisamos da ambulância rápido! Onde estão os outros?

─ Todos se feriram, mas parece que não foi nada grave... E ela? – Gideon apontou para Agatha deitada no chão.

─ Aparentemente não teve feridas graves, mas a ambulância precisa vir logo! – Hotch estava desesperado.

─ Hotch o que está acontecendo? – perguntou Agatha agoniada.

─ Foi uma bomba... – respondeu ele a mantendo na mesma posição.

─ Eu digo sobre tudo... Por que isso aconteceu? Quem quer prejudicar a equipe?

─ É o que precisamos descobrir o mais rápido possível... – retrucou Gideon entre os gemidos de dor.

─ A ambulância chegou! – exclamou Hotch apontando para os carros da ambulância que haviam chegado.

Um paramédico se aproximou de Agatha deitada ao chão e a socorreu, quando Agatha foi colocada em uma maca ela pode avistar o restante da equipe, respirou tranquila ao ver que Blake e Reid estavam vivos, todos eram socorridos e ela pode enxergar qual casa havia explodido e realmente não era a casa de Blake.

***

Blake sentia que estava sendo acariciada no rosto por alguém e abriu os olhos para ver quem era e viu Reid sentado em uma cadeira de frente a ela, era ele que lhe acariciava o rosto com lágrimas nos olhos. Blake primeiramente ficou assustada querendo saber onde estava, mas notou logo que se encontrava em um quarto de hospital.

─ Reid... – murmurou ela.

─ Como se sente? – perguntou ele afastando sua mão do rosto dela de modo atrapalhado.

─ Eu acho que estou bem... – ela se ajeitou na cama para se sentar – Vejo que está ferido também.

─ Alguns cortes superficiais pelo rosto e um pouco de dor de cabeça.

─ Falando em dor de cabeça a minha também doí. – Blake leva suas mãos a cabeça.

─ Eu acho que todos nós ficaremos com dor de cabeça e possivelmente com dor de ouvido.

─ O que está acontecendo?

─ É o que precisamos saber... – Reid abaixou a cabeça momentaneamente.

─ O que foi Spencer? – Blake levou sua mão até o rosto de Reid e reparou nos olhos dele que continha lágrimas.

─ Eu achei que você fosse morrer... – respondeu ele inseguro.

─ Spencer não pense mais nisso... Eu estou aqui, melhor dizendo, nós estamos aqui.

─ Eu sei...

─ Spencer nós vamos pega-lo. – afirmou Blake.

─ Precisamos pega-lo. – respondeu ele.

─ Como estão? – era Gideon perguntando ao bater a porta de leve do quarto que estava aberta.

─ Eu acho que estamos bem... – respondeu Blake afastando a mão do rosto de Reid – E você?

─ Um pouco de dor de cabeça, mas irei sobreviver.

─ E os outros? – perguntou Reid se levantando.

─ Estão todos bem, todos com alguns machucados, mas nada grave, eu acredito que teremos alta essa noite.

─ Que ótimo. – respondeu Blake – Quero descobrir quem me enviou aquela bomba.

─ Pode ter certeza que não é só você. – falou Gideon deixando o quarto.

***

Gideon teve razão ao dizer que eles teriam alta naquela noite, até mesmo Elle que já estava internada antes de todos devido ao abuso que sofreu foi dispensada, mas nenhum deles foi para casa, apesarem de sentirem dores de cabeça, todos voltaram para o departamento e se reuniram para continuar a investigar o caso, todos se encontraram na sala de reuniões.

─ Meus amores como vocês estão? – perguntou Garcia preocupada ao ver todos entrarem na sala.

─ Vamos sobreviver. – respondeu Morgan soltando um sorriso e a abraçando.

─ Meu mousse de chocolate eu temi tanto. – disse Garcia entre o abraço.

Mama você não vai se livrar de mim tão cedo.

─ E quem disse que eu quero me livrar? — Garcia sorri.

─ Precisamos manter o foco. – disse Gideon chamando a atenção deles dois e Garcia se soltou abraço.

─ Como foi esse caso da bomba? – perguntou Elle que junto com os demais se sentou a mesa.

─ Eu recebi uma encomenda... – começou Blake – Um pacote marrom com um laço azul, Reid que sabia que era uma bomba.

─ Como você soube Reid? – perguntou Prentiss colocando a mão na cabeça ao sentir uma pontada de dor.

─ A semelhança da caixa era muita a igual de um caso que trabalhamos anos atrás. – respondeu ele.

─ Adrian Bale. – falou Gideon.

─ Quem é esse? – indagou Agatha.

─ Adrian Bale foi um assassino que usava bombas para matar as pessoas... – foi explicando Hotch – Foi um caso da equipe no tempo de Elle e Gideon.

─ E sobre a explosão da casa da frente? – perguntou Prentiss.

─ Isso foi uma imitação da imitação de um caso. – respondeu Gideon – Adrian Bale foi preso e depois de dois anos um imitador fazia réplicas de suas bombas, as colocava em caixas como o pacote que Blake recebeu e as deixava em frente às portas das casas.

─ O imitador era um falsificador de moedas... – continuou Morgan a explicar – Ele admirava a “obra” de Adrian Bale e decidiu usar o mesmo artefato para matar uma senhora de sessenta anos que era sua cliente e que descobriu que as moedas que ele vendia eram falsas.

─ Estou me recordando do caso... – foi dizendo Elle – Ele matou mais pessoas para despistar o real motivo da morte de sua cliente e fazer a polícia acreditar que era um novo assassino em série ou um terrorista.

─ Eu preciso saber se eu entendi... – Agatha estava perplexa – O infeliz imitou esse Adrian Bale só para matar uma senhora que colecionava moedas?

─ Isso mesmo. – respondeu Hotch.

─ Que horror! – exclamou Prentiss que junto a Agatha e Blake ficou horrorizada com o caso contado, pois elas não faziam parte da equipe quando o fato ocorreu.

─ E quem esse infeliz quer imitar? O tal de Adrian Bale ou o imitador dele com um motivo idiota para matar uma senhora? – insistia Agatha.

─ Os dois... – respondeu Gideon – Na verdade ele já imitou duvido muito que ele continue com as bombas.

─ Ele só queria me matar. – afirmou Blake – Se não tivesse levado Reid para almoçar comigo eu não estaria aqui.

─ Como o suspeito sabia que você chegaria a sua casa àquela hora? – questionou JJ.

─ JJ tem razão. – concordou Rossi.

─ Será que ele está nos seguindo? – perguntou Prentiss.

─ Talvez ele possa ter ficado esperando Blake chegar em casa. – disse Hotch.

─ Porque uma bomba para mim? – perguntou Blake.

─ Porque você não trabalhava conosco quando pegamos os casos de Adrian Bale e de seu imitador. – respondeu Gideon.

─ Como Blake não trabalhou no caso ela não saberia que o pacote seria uma bomba. – disse Rossi.

─ Ele não contava que eu estaria junto. – falou Reid – Ele imaginou Blake chegando em casa sozinha e abrindo o pacote.

─ Que desgraçado! – esbravejou Agatha que logo gemeu de dor por causa das dores de cabeça.

─ O que temos até agora? – começou Morgan – Um bilhete do infeliz e o que mais?

─ Temos que começar a pensar no perfil. – respondeu Prentiss.

─ Emily não temos nada para um perfil. – retrucou Morgan inconformado.

─ Reid e Blake estavam analisando o bilhete. – disse Hotch – Conseguiram algo?

─ Precisamos analisar mais. – respondeu Reid.

─ Primeiro ele atacou Elle nos deixando um recado... – dizia Rossi pensativo – Depois ele tentou matar Blake com uma bomba, colocou outra bomba em frente à outra casa só para tirar sarro nos mostrando que está imitando um caso.

─ É alguém que sabe dos passos da equipe... – respondeu Agatha – Como alguém de fora teria informações sobre isso?

─ Sobre os pacotes marrons com laços azuis isso foi divulgado na mídia para alertar as pessoas que caso recebessem. – respondeu JJ.

─ Ele pode ter ficado sabendo assim. – disse Prentiss.

─ Não. – discordou Gideon – Ele mencionou no bilhete sobre nós como uma “família” ele conhece muito bem a equipe.

─ O que esse infeliz quer da gente? – resmungava Morgan – O que fizemos?

─ Porque deixar Elle viva e matar Blake de forma tão drástica? – questionou Rossi.

─ É isso. – respondeu Hotch pensativo.

─ É isso o que Hotch? – indagou Agatha que assim como os demais não entenderam a afirmação dele.

─ O suspeito sabe que Elle antes de ser da equipe trabalhava investigando casos de delitos sexuais. – respondeu Hotch.

─ Se é alguém que sabe tanto sobre nós ele com certeza sabe que fui abusada anos atrás quando era adolescente, esse foi meu motivo de querer entrar para o FBI, eu queria pegar pervertidos que cometem esses crimes com mulheres. – explicou Elle que arregalou os olhos ao pensar mais – Está claro! Ele me atacou igual à maneira que fui atacada anos atrás...

─ Desculpa a pergunta, mas foi como? – perguntou Agatha curiosa.

─ Eu estava sozinha em casa quando fui atacada a primeira vez... Agora as coisas fazem sentido... Ele me atacou igual à primeira vez... Como ele sabe tanto assim? – lágrimas escorreram pelos olhos de Elle e JJ que estava sentada ao seu lado colocou a mão em seu ombro.

─ Elle isso é importante... – Gideon encarou Elle – Até os detalhes foram iguais?

─ Sim... – Elle foi enxugando as lágrimas – Ele invadiu meu quarto e antes que gritasse ele me deu um soco então eu cai e ele me coagiu fiquei indefesa então ele me jogou na cama e abusou de mim...

─ Ele imitou o abuso que Elle sofreu na adolescência. – afirmou Morgan – Estamos lhe dando com um Replicador?

─ Para ser considerado um Replicador precisa ter no mínimo três casos a serem copiados, até agora temos dois.

─ Temos três! – exclamou Agatha – O imitador de Sean Smith não lembram?

─ Agatha tem razão. – concordou Hotch.

─ Que Sean Smith? – questionou Gideon.

─ Um caso que pegamos... – explicou Rossi – Sean Smith raptava mulheres, ficava com as vítimas por quarenta e oito horas e depois as matava arrancando o coração.

─ Ele me raptou também. – respondeu Agatha abaixando a cabeça.

─ Ele usava o filho como isca para atrair as vítimas. – continuou Prentiss a explicar – Ele foi pego já está morto e o filho foi para um lar adotivo, mas depois de um tempo a criança foi raptada pelo imitador e ele o usou para atrair suas vítimas.

─ E pelo que se entende vocês não o pegaram. – disse Gideon.

─ O caso está em aberto. – concluiu Morgan.

─ O imitador nos deixou um bilhete também. – lembrou Reid.

─ Garcia. – chamou Hotch.

─ Sim senhor.

─ Pegue os dois bilhetes na sala de evidências, o que Elle nos trouxe e o do imitador de Sean Smith. – ordenou ele.

─ Sim senhor é para já! – Garcia se retira da sala.

─ Vamos analisar as letras. – disse Blake entendendo a ideia de Hotch.

─ Se o imitador de Sean Smith for esse mesmo infeliz quem ele quis provocar da primeira vez? – perguntou-se JJ.

─ Eu. – respondeu Agatha com lágrimas nos olhos – Se ele sabe tantos detalhes de casos ele provavelmente sabe que eu fui raptada por Sean Smith e que quase morri em suas mãos.

─ Com que doente estamos lhe dando? – interpelou Morgan impaciente se levantando – O que ele quer de nós?

─ Quando descobrirmos essa resposta vamos saber de quem se trata. – afirmou Rossi.

─ Aqui está... – disse Garcia ao entrar na sala com dois pacotes transparentes de evidências – O bilhete do caso do imitador de Sean Smith e o que ele entregou a Elle. – Garcia colocou com delicadeza os bilhetes em cima da mesa.

─ Vamos analisar. – Reid puxou os bilhetes para próximo dele e junto a Blake fez uma breve analise.

─ E então? – perguntou Prentiss aflita.

─ É preciso analisar com mais calma, mas está claro. – respondeu Blake.

─ As letras são iguais. – afirmou Reid colocando de volta os bilhetes sobre a mesa e apontou os detalhes e semelhanças das letras.

─ Estamos lhe dando com um Replicador. – concluiu Hotch e todos ficaram sem saber o que dizer.

Notas finais
Pelo menos ninguém se feriu grave assim e Blake conseguiu ser salva a tempo... Agora eles precisam descobrir quem está replicando casos e os provocando de tal maneira. Espero que tenham gostado e até o próximo! =)