Um Caso Não Registrado - 1ª Temporada
40 Capítulo 39 - Pedido de Desculpas
Notas iniciais
Quando fez uns dez minutos que Reid havia saído Agatha decidiu tomar um banho quente e relaxante antes de dormir, ficou uns vinte minutos no chuveiro e quando saiu irritou-se ao ver que tipos de camisolas havia colocado na mala.
— Eu sou uma idiota mesmo! – resmungou ela para si mesma – Eu estava tão apressada e com muita raiva que nem olhei as camisolas que joguei na mala! – Agatha havia jogado as coisas de qualquer jeito em sua mala que nem reparou no que levara direito.
A maioria das roupas eram estilos casuais que ela usava para ficar em casa e as camisolas que havia levado eram de seda com alças finas e acima dos joelhos, mas como não tinha a intenção de sair do quarto vestiu uma camisola vermelha com uma calcinha da mesma cor e deitou-se para tentar descansar. Passou-se algumas horas e nada de Agatha pegar no sono estava cansada fisicamente, mas Hotch não saia dos seus pensamentos.
Ela ficou pensando nas coisas que Reid falara para ela e o arrependimento lhe invadiu com tudo, sentiu-se arrependida por ter falado daquela maneira com Hotch na delegacia chegou realmente a conclusão de que ele fez o que fez para o próprio bem dela e decidiu que no dia seguinte conversaria com ele e pediria desculpas, mas não conseguia dormir a vontade de levantar da cama e de ir procura-lo falava mais alto.
Não se contendo pegou o telefone do hotel e perguntou a recepcionista o número do quarto de Hotch ao obter a informação desejada levantou-se da cama e vestiu o roupão branco do hotel por cima de sua minúscula camisola saiu do quarto trancando a porta e caminhou em direção ao quarto dele que ficava no final do corredor.
Ao chegar à porta respirou fundo e hesitou em bater pensando que aquela não era uma boa hora, mas uma voz ecoava em seus ouvidos dizendo “bate logo essa porta” e assim ela fez dando três batidas. Esperou alguns minutos e quando pensava se devia bater mais uma vez foi surpreendida ao ver que foi atendida, levantou a cabeça e encarou Hotch a porta vestido em um roupão branco, ele acabara de tomar banho.
— Desculpa, eu não queria incomodar... – disse ela sentindo-se envergonhada e virando-se de costas.
— O que aconteceu Agatha? – perguntou ele com seu jeito sério de sempre.
— Bem... Não aconteceu nada. – ela virou-se para olha-lo.
— Eu acho que você não mente muito bem.
— Eu sou péssima nisso... – ela não se conteve e riu de si mesma e isso obrigou ele rir brevemente – Eu gostaria de conversar com você, mas eu acho que não é uma boa hora.
— Está tudo bem... – ele deu espaço para que ela entrasse.
— Com licença. – ela entrou puxando os seus cabelos para um lado em um ato de nervosismo.
— O que gostaria de falar? – perguntou ele fechando a porta.
— Eu quero lhe pedir desculpas... – Agatha colocou a chave que carregava do seu quarto em cima do criado mudo de madeira que havia ali e enrolou os cabelos em um coque mal feito.
— Desculpas pelo que? – Hotch ficou encostado à porta com os braços cruzados.
— Pela grosseria que eu tive com você na delegacia... Eu parei para pensar e entendi que você fez isso tudo para me poupar de sentimentos ruins não querendo que eu recordasse o trauma.
— Mas você tinha razão ao dizer que eu devia ter falado a verdade... – ele abaixou a cabeça brevemente – Eu devia ter dito a você sobre o caso e que eu achava que não era bom você vir.
— Você achou que estava fazendo o certo... Enfim Hotch você me perdoa?
— E você me perdoa? – ele a encarou nos olhos.
— Sim... E você?
— Sim.
— Que bom! – Agatha colocou a mão no coração respirando aliviada.
— Algo mais? – ele permaneceu encostado à porta.
— Eu acho que não... Não irei incomoda-lo mais. – Agatha pegou a chave que deixou no criado mudo e se preparou para sair, mas Hotch não liberou passagem – Hotch eu preciso ir.
— Agora? – Hotch a encarou dos pés a cabeça depois fixou o olhar em seus olhos.
— Eu posso pedir para não me olhar assim?... – Agatha sentindo-se encabulada deixou a chave cair de suas mãos.
— Não... – respondeu ele não desviando o olhar – Você acha que eu não tento?
— Hotch é melhor não... Você pode abrir a porta?
— Poder eu posso, mas eu não quero.
— Hotch, por favor, não começa!
— Eu começando? Você aparece no meu quarto no meio da noite e eu começo?
— Eu não acredito que Aaron Hotchner está dizendo isso? Hotch abre essa porta!
— Eu não consigo. – parecia que Hotch ia tomar alguma atitude, mas ele ficou parado com os braços cruzados encostado a porta.
— Você vai abrir! – exclamou ela se aproximando dele para puxa-lo para tentar sair e aquilo foi o gatilho para Hotch que a pegou pelos braços e virando-se a encostou contra a porta e prensou-se seu corpo junto ao dela – Hotch não podemos fazer isso!
— É o que eu repito para mim mesmo toda vez que a vejo! – antes que ela o protestasse ele a beijou com todo desejo.
Enquanto se beijavam ela podia sentir o membro dele junto ao seu sexo, não havia como ela empurra-lo e dizer que não queria, pois como ela havia dito ela era péssima mentindo. Dos lábios Hotch foi para o pescoço como sempre fazia o aspirava e depois o beijava docemente.
Agatha enlaçou os braços em volta do pescoço dele quando ela fazia isso significava que estava dando permissão para ele que aproveitou o gancho e prendeu as pernas dela em sua cintura e assim a conduziu para a cama. Ele a deitou com carinho e se colocou por cima dela voltando a beijar seu pescoço.
O coque mal feito dela havia se desmanchado com as mãos dele que afagaram seus cabelos, Hotch começou a beijar seu colo e quando quis descer mais um pouco desamarrou o roupão que ela usava e ao notar a camisola que ela usava ele soltou um “uau” e aproximou seus lábios do ouvido dela e sussurrou:
— Você veio me pedir desculpas com essa camisola?
— Essa camisola não estava nos meus planos... – respondeu ela em voz baixa sentindo-se sem graça. Hotch sorriu e a fez se livrar do roupão que usava.
Apesar de se sentir um pouco envergonhada Agatha não podia disfarçar o desejo que sentia ela já gozava da sensação de seu sexo latejando e do seu corpo arrepiado, Hotch abaixou uma das alças da camisola e acariciou os seios dela que se contorceu quando ele brincou com seus mamilos usando os dedos e gemeu com a voz abafada ao sentir que a língua dele quente passeando por eles.
Hotch havia se esquecido do resto do mundo o que só importava naquele momento era curtir a sensação do momento ele fez várias coisas que fazia Agatha se contorcer e gemer de prazer e ela começou a suar quando ele desfez de sua calcinha e iniciou um sexo oral, os gemidos abafados foram aumentando cada vez mais e quando deu por si tinha seus dedos afagados nos cabelos dele enquanto ele a enchia de prazer oralmente.
Logo os dois se despiram por completo e se entregaram totalmente se encaixando um no outro, o prazer era tão alto que mudaram de posições algumas vezes, quando Agatha sentou-se por cima dele se encaixando em seu membro Hotch gemeu bem alto sentindo um clímax que há tempos não vivenciava. Agatha fazia movimentos de vai e vem com a ajuda dele que com as mãos segurava e apertava seus quadris e em sintonia eles chegaram ao ápice juntos.
Sentindo-se exaustos jogaram-se na cama um do lado do outro, Hotch carinhosamente puxou Agatha para mais próximo e encostou a cabeça dela em seu peito e ela ficou envolvida em seus braços tendo os cabelos afagados por ele.
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