Notas iniciais
Como eu havia dito que postaria entre ontem e hoje está aqui o capítulo 37 para vocês! =) Eu comuniquei vocês o fato de eu viajar esse final de semana, pois é minha gente essa sexta eu viajo para São Paulo, meu marido infelizmente não conseguiu o notebook então é torcer para que eu consiga usar o PC da minha irmã, a fanfic já foi salva em um pendrive que levarei comigo para dar continuidade a fic. Eu creio que minha irmã vai deixar que eu use o PC, mas mesmo assim não conseguirei postar capítulos todos os dias talvez um por semana, estou viajando para ver minha família, matar saudades dos meus pais e também de uma cambada de gente que eu conheço e muitos já estão marcando programas para fazermos juntos. Vou aproveitar as férias do marido para curtir minha família, mas não se preocupem não irei abandonar a fanfic e nem vocês leitoras que estão acompanhando eu sou grata e feliz por ter vocês como leitoras dessa fanfic o medo que eu estava de posta-la de início, mas enfim eu estou aqui! Talvez eu não poste mais nada amanhã, digo hoje porque passou da meia noite rsrs... Pois preciso organizar os detalhes, ajeitar minha mala e toda aquela novela que a pessoa faz quando vai viajar então é provável que eu não tenha tempo de sentar e escrever se não estiver muito cansada farei o possível para postar o capítulo 38 de madrugada, mas não vou prometer é uma possibilidade... Boa leitura!

A equipe já estava a caminho para a cidade de Milwaukee para resolver o caso do imitador de Sean Smith, como era de costume eles discutiam o caso e faziam as teorias preliminares e no fim Hotch dava uma tarefa para cada um, mas antes disso Garcia chama a atenção de todos pela tela do notebook:

— Olá companheiros!

Alguma novidade Garcia? – já indagou Hotch.

— Sim senhor e infelizmente é uma triste novidade.

— Outra vítima? – perguntou Reid.

— Infelizmente sim... Sara Dorough foi encontrada próximo a uma lata de lixo e foi encontrada como as outras.

— Agora é horário de almoço... – disse Blake olhando para o relógio – A que horas ela foi encontrada?

— Hoje pela manhã por volta das dez horas.

Baby girl o que sabemos de Sara Dorough?

— Solteira, 20 anos... Não tinha emprego, pois estava tratando de uma leucemia seu pai financiava todo o tratamento.

— Que triste... – lamentou JJ – O pai estava a ajudando a combater uma doença para que ela não morresse cedo e acontece isso.

— Eu já enviei para os celulares de vocês o endereço do local aonde ela foi encontrada.

— Morgan e Rossi vão para o local de desova de Sara Dorough, Reid e Blake vão até o legista, Prentiss vai comigo a delegacia e JJ vai resolver a situação com a mídia. – ordenou Hotch.

— Precisando é só chamar...— disse Garcia – Garcia fica off!

— Então vamos descansar um pouco antes de chegarmos. – disse Morgan e todos concordaram.

***

De tanto que havia chorado Agatha ficou com os olhos inchados e ardendo sua cabeça doía como se estivesse de ressaca, resolveu tomar um banho para relaxar e quando saia do banheiro Francine bateu a porta do quarto:

— O que você quer? – berrou Agatha se aproximando da porta.

— Eu quero conversar... Agatha me perdoa eu não queria falar aquelas coisas eu fui estupida! – respondeu Francine berrando do outro lado.

— Eu também fui estupida lhe dando aquela bofetada... – Agatha abriu a porta para que Francine entrasse.

— Com licença... – Francine encostou a porta ao entrar.

— Você não vai se importar que eu troque de roupa enquanto conversamos não é?

— Fique a vontade... – Francine sentou-se na cama enquanto Agatha procurava algo para se vestir – Agatha eu peço mil desculpas eu não devia ter falado daquele jeito... Você já está passando uma barra difícil e eu complico tudo!

— Eu passando por uma barra difícil? – quando Agatha vestia suas peças intimas fitou Francine nos olhos.

— Sim... Você passou maus bocados nas mãos daqueles criminosos e não deve ser fácil enfrentar um pesadelo como esse.

— É... – Agatha lembrou-se do que a doutora havia dito na consulta.

— Estou perdoada?

— Está sim e eu peço desculpas pela bofetada.

— Eu mereci aquilo.

— Eu não sou grosseira daquele jeito eu peço perdão. – Agatha vestiu um short jeans e uma regata branca.

— Está perdoada! – Francine se levanta – Você vai trabalhar hoje?

— Até o momento não sei... Ninguém me contatou.

— Podíamos fazer algo bem gostoso para nós comermos e assistir nossas séries favoritas... O que acha?

— Então vamos aproveitar antes que me liguem.

— Eu vou ver o que temos na dispensa.

— Eu vou pentear os cabelos e em breve desço para ajudar.

— Está bem... – Francine saiu fechando a porta, Agatha olhou para seu celular para verificar se não havia recebido uma mensagem e que não tivesse visto e achou estranho a equipe não ter sido chamada para algum caso, mas por um lado sentiu-se em paz, pois ainda estava cansada.

***

Reid e Blake foram ao legista e souberam que as vítimas não foram violentadas sexualmente, mas todas foram alimentadas por alimentos de “fast-food” elas tinham marcas nos pulsos e nos tornozelos indicando que elas foram amarradas, mas não tinham marcas de agressões físicas como tinham as vítimas de Sean Smith.

Morgan e Rossi foram ao local da desova e a única coisa que tinham certeza era que o local de desovas dos corpos eram semelhantes aos que Sean Smith se desfazia das vítimas.

JJ passou por um baita sufoco, pois quando chegou à delegacia junto a Hotch e Prentiss os jornalistas e repórteres a cercaram querendo fazer infinitas perguntas, mas como sempre ela soube dribla-los muito bem e informou que quando tivessem mais informações eles ficariam sabendo.

Hotch e Prentiss conversaram com o delegado e com alguns policiais que trabalhavam no caso e entrevistaram as famílias das vítimas que estavam na delegacia aguardando respostas. Prentiss ficou com o coração na mão ao entrevistar o pai de Sara Dorough ele se lamentou e chorou muito a morte cruel da filha ele que estava há um ano e pouco ajudando a filha a tratar de uma leucemia.

Depois de algumas horas todos estavam reunidos na sala concedida pela polícia local e discutiam o caso:

— Todas as vítimas tinham o mesmo conteúdo estomacal... – iniciou Reid – Alimentos de fast-food.

— O assassino comprou lanches para elas. – disse Morgan.

— E nenhuma foi abusada sexualmente e nem agredidas fisicamente a única coisa que tinham em comum eram as marcas de amarras nos pulsos e nos tornozelos. – continuou Blake com um copo de café na mão.

— O suspeito às sequestra e fica com elas por dois dias ele as alimenta com alimentos rápidos e baratos e depois as mata. – disse Prentiss.

— A causa da morte qual foi? – perguntou Rossi.

— Hemorragia, todas levaram tiros no pulmão e sangraram até morrer – respondeu Reid – E depois os corações foram arrancados.

— Sean Smith matava suas vítimas com apunhaladas usando um martelo e uma estaca. – disse Morgan.

— Só com a Agatha que ele tentou atirar... – mencionou Hotch se lembrando da noite em que salvou Agatha de Sean Smith.

— As vítimas dele também eram violentadas sexualmente... – começou Prentiss – As vítimas desse “imitador” não.

— Talvez ele seja impotente. – disse Blake.

— Mas será que ele não tentou obter prazer sexual de outras maneiras? – indagou Rossi.

— Nada nos exames indica isso. – explicou Reid.

— A mídia está demais... – começou JJ – Queriam saber se o suspeito foi um parceiro de Sean Smith.

— Mas a mídia sabe ou não sabe dos detalhes do caso de Sean Smith? – questionou Hotch.

— Os detalhes não, mas sabiam que havia um assassino em série matando as mulheres e souberam logo depois que Agatha foi salva... Sean Smith ficou conhecido por matar mulheres, mas detalhes do caso não sabem eles questionaram o fato de parceria para fazer sensacionalismo. – respondeu JJ.

— E pelo visto assim que o assassino se desfaz de um corpo ele vai logo atrás de outra vítima. – reclamou Morgan.

— Então é provável que ele esteja com outra. – disse Prentiss.

— Ou não... – Reid se levantou da mesa – Olhem para o relógio são duas e quinze da tarde, Sean Smith tinha o costume de sequestrar suas vítimas entre o horário das três as três e meia da tarde que era o horário que o filho saia do colégio e desovava os corpos pela manhã no horário das oito horas que era o horário que David entrava no colégio.

— Reid estude o perfil geográfico e veja se descobre algo. – exigiu Hotch e Reid começou a rabiscar o mapa do painel.

— Será que esse assassino tem um filho também e o usa nos crimes? – indagou JJ querendo ouvir “não” como resposta.

— Não... – respondeu Hotch – Este é apenas um assassino que quer apenas matar e segui alguns detalhes de Sean Smith para despistar ou porque admira o trabalho do mesmo. – respondeu Hotch – Tirando os horários, o local de desovas dos corpos e os corações arrancados algumas coisas mudam.

— Elas serem alimentadas por fast-food é interessante... – começou Blake – O suspeito deve ser ruim na cozinha ou as alimenta com isso porque é mais prático.

— Ele não as deve manter em sua própria casa como Sean Smith... – continuou Morgan – Serem alimentadas por esse tipo de alimento diz também que ele compra a comida e leva para o local onde as mantem.

— Um local que não tenha coisas como fogão, geladeira... – disse Rossi – É apenas um local para mante-las.

— E se esse assassino tem a mesma ideologia que Sean Smith? – perguntou Prentiss.

— Pode ser isso mesmo Emily! – Rossi já havia compreendido o raciocínio de Prentiss – Talvez esse suspeito tenha alguma mágoa amorosa e mata mulheres há bastante tempo, mas ao saber do detalhe dos corações arrancados deve ter comprado à ideia.

— Morgan ligue para a Garcia e peça para ela pesquisar sobre crimes cometidos com mulheres na faixa dos 18 ao 25 anos, crimes cometidos até antes de Sean Smith. – pediu Hotch.

— Farei isso agora. – Morgan saiu da sala com o celular na mão.

— Ele pode estar matando há bastante tempo e pode ter mudado o M.O há pouco tempo. – disse Rossi.

— Agente Hotchner – uma policial entrou na sala o chamando.

— Pois não?

— Temos uma testemunha que acha que foi a última pessoa a ver Sara Dorough com vida.

— A levem para a sala que estamos usando para entrevistar familiares e testemunhas. – ordenou Hotch.

— Sim senhor. – a policial saiu da sala.

— Blake e JJ vão falar com ela talvez ela possa nos ajudar.

— Está bem. – disse JJ que se levantou com Blake da mesa e se retiraram da sala.

— Temos o suficiente para um perfil? – perguntou Prentiss.

— É melhor esperar Garcia encontrar algo e Reid estudar o perfil geográfico. – respondeu Hotch.

— E JJ e Blake falarem com essa testemunha. – respondeu Rossi se levantando – Vou tomar um café alguém aceita?

— Depois da entrevista com Sr. Dorough eu preciso e muito. – aceitou Prentiss se levantando da mesa.

***

Uma moça negra dos cabelos vermelhos aguardava alguém ir falar com ela na sala em que esperava logo JJ e Blake apareceram abrindo a porta:

— Kelly Richardson? – perguntou Blake.

— Sou eu. – respondeu a moça seriamente.

— Eu sou a agente Blake e está é a agente Jareau somos do FBI.

— Olá Kelly! – cumprimentou JJ com simpatia e ela e Blake sentaram-se de frente a moça – Você disse que pode ter sido a última pessoa a ver Sara Dorough com vida, é isso mesmo?

— Eu acho que sim. – respondeu a jovem.

— Porque acha isso Kelly? – perguntou Blake.

— Eu vi no jornal hoje de manhã que ela foi encontrada... – ela não conseguia concluir a frase.

— Morta? – indagou JJ.

— Isso...

— Você conhece Sara?

— Não.

— E como tem certeza que foi a última a vê-la com vida? – perguntou Blake olhando atentamente para a jovem analisando seu comportamento.

— Quinta-feira a tarde foi minha folga da lanchonete eu resolvi ir ao parque próximo da minha casa respirar um ar fresco fiquei até umas três da tarde – a moça fazia gestos com as mãos enquanto falava – E quando eu decidi ir embora um garoto que aparentava ter uns dez anos de idade me puxou pelo braço me pedindo ajuda para procurar seu cachorro.

— Um menino? – aquela informação chamou a atenção de JJ que se ajeitou na cadeira.

— Sim ele parecia ter oito ou dez anos não mais que isso.

— E ele queria ajuda para encontrar o cachorro dele? – perguntou Blake.

— Sim... Eu fui rude com ele, mas não sou má com crianças! – explicou-se a jovem.

— O que você disse a ele? – continuou JJ.

— Eu disse que não podia ajuda-lo, mas eu sem querer fui rude o respondi com rispidez.

— E... – murmurou Blake.

— Então ele ficou triste saiu com o semblante chateado e essa Sara passou próxima por nós e o menino pediu ajuda a ela que sorriu para ele e disse que ia ajuda-lo.

— Kelly você tem certeza que a moça que o ajudou era a Sara a moça que você viu na TV? – questionou JJ se sentindo confusa.

— Sim porque eu voltei para casa cheia de remorso e a imagem do menino triste não me saiu da cabeça então quando vi na TV sobre ela eu achei melhor vir aqui.

— Kelly porque você achou que isso é importante? – indagou Blake.

— Porque na TV o pai dela fez um apelo dizendo que quem tivesse visto ela antes de morrer que comunicasse a polícia que ele queria saber quem fez aquilo com ela e quando vi que ele a ajudava a tratar de leucemia fiquei mal senti que fosse importante... Por quê? Vocês não acham relevante? – a moça arregalou os olhos.

— Não... – respondeu JJ pegando em sua mão – É interessante e agradecemos sua ajuda!

— Kelly gostaria de nos ajudar mais? – perguntou Blake.

— Como?

— Você disse que a imagem do menino não saiu da sua mente certo?

— Não... Eu fiquei mal por ter negado ajuda.

— Você pode dar as descrições para algum oficial que possa fazer um retrato falado?

— Eu acho que sim... Posso sim! – Blake saiu da sala para providenciar alguém que fizesse o retrato.

***

Enquanto o retrato falado do garoto era feito, Garcia ligou informando sobre alguns crimes que havia pesquisado, mas ao serem mais investigados não encontravam respostas, Reid não conseguiu muita coisa com o mapa, o local das desovas apesar de serem semelhantes aos de Sean Smith eram bem aleatórios, mas não eram próximos um do outro.

Rossi e Prentiss retornaram a delegacia após tomarem café em uma lanchonete próxima e todos ficaram aguardando o retrato falado ser finalizado o oficial que estava desenhando ao terminar seu trabalho o entregou a JJ que entrou na sala horrorizada além da equipe o delegado estava presente:

— JJ o que houve? – perguntou Prentiss curiosa.

— Vocês não vão acreditar! – JJ olhava para o retrato falado e não sabia como reagir.

— Por quê? – Reid curioso e aflito assim como os demais pegou o papel da mão de JJ e arregalou os olhos como se tivesse visto um fantasma.

— O que foi garoto? – Morgan pegou o retrato falado das mãos de Reid – Eu não acredito! Isso é brincadeira?

— Vocês vão falar logo ou vão ficar nessa de pegar da mão do outro? – perguntou Rossi não se aguentando mais de curiosidade.

— Esse é o menino que a testemunha viu! – Morgan virou o retrato falado para que todos pudessem ver.

— Esse garoto por acaso é o... – o delegado ficou tão pasmo que não conseguiu concluir a pergunta.

— É ele mesmo... – respondeu Hotch – É David Smith!

***

Quando a noite foi se aproximando Agatha e Francine já estavam exaustas de tanto comerem e de assistirem episódios de suas séries favoritas que cochilaram durante um episódio. Agatha acordou com a música que tocava no programa já Francine nem se mexeu.

Agatha afastou a amiga que havia dormido com a cabeça encostada em suas pernas, ela pegou o controle e desligou o aparelho de DVD, mas deixou a TV ligada e quando pensou em desliga-la uma notícia de última hora foi anunciada e curiosa resolveu ver sobre o que era:

— Boa noite. – disse o jornalista – Neste momento nossos repórteres estão na cidade de Milwaukee em frente à delegacia onde uma agente do FBI vai fazer um depoimento.

— Boa noite eu sou agente Jareau do FBI da Unidade de Análise Comportamental eu venho pedir para as pessoas que viram esse garoto... – JJ mostrou o retrato falado de David Smith – Por favor, entre em contato neste número... – JJ falou um número de um 0800 que apareceu na tela – Qualquer detalhe é importante, se vocês o virão eu repito: entre em contato conosco!

— Agente Jareau... – começou um jornalista – Esse garoto é o filho do assassino caçado e morto por um dos agentes do FBI?

— Ele é o filho de Sean Smith e foi visto pela última vez com Sara Dorough a última vítima desta semana! – respondeu JJ.

— Agente Jareau os crimes cometidos a essas mulheres o garoto pode estar relacionado? – perguntou outro jornalista.

— Não temos informações o que sabemos é que David foi visto pela última vez com Sara Dorough!

— E a família do garoto?

— David não tinha mais ninguém além do pai foi entregue ao Serviço Social que o colocou para morar com uma família adotiva, mas pelo que sabemos ele sumiu e a família adotiva não sabe informar pelo que sabemos não deram por falta dele.

— Agente Jareau é possível que o garoto esteja sendo usado como isca para atrair vítimas? – um terceiro jornalista questionou.

— Não sabemos ainda!

— David Smith era usado como isca nos crimes cometidos pelo pai dele?

— Os crimes de Sean Smith tem semelhanças com esses últimos cometidos? – uma onda de perguntas surgiu entre os jornalistas curiosos e sedentos por qualquer informação, mas JJ encerrou a coletiva dizendo não ter mais nada a declarar.

— NÃO! – berrou Agatha que jogou o controle contra a TV.

— O que foi meu Deus? – perguntou Francine bêbada de sono caindo do sofá.

— Eu não acredito! – esbravejava Agatha que pegou seu celular para checar se havia chamadas ou mensagens perdidas.

— Ai minha cabeça... – reclamou Francine com a mão na testa e se levantando – O que aconteceu?

— Ai que ódio! – vociferava Agatha cheia de raiva.

— Eu estou aqui... – Francine balançou os braços para chamar atenção.

— Eles pegaram um caso e não me chamaram! – Agatha sentou com Francine e contou sobre o que viu na TV, falou de David estar relacionado ao caso e de que a equipe foi investigar sem avisa-la.

— Você checou seu celular? – Francine esfregava a palma da mão em sua testa que havia ficado com uma mancha roxa – Que pancada foi essa? Ai!

— Sim, não tem mensagem! Porque eles não me chamaram? Eles não iam se esquecer de mim! – Francine tentou acalmar Agatha que andava pela sala agitada, mas em vão Agatha estava irritada ao extremo as faces do rosto queimavam e lágrimas de raiva rolava pelos seus olhos.

Agatha teve uns cinco minutos de silêncio e depois subiu as escadas correndo e Francine a seguiu até seu quarto. Agatha pegou uma mala pequena cor de rosa que tinha e começou jogar suas roupas e itens pessoal de qualquer jeito no interior, Francine ficou sem entender nada e curiosa quis saber:

— O que você vai fazer?

— Eu vou para Milwaukee! – exclamou Agatha cega de raiva.

— Agora?

— Sim! Por favor Francine, liga na companhia aérea e me reserva uma passagem!

— Agatha se eles não a chamaram eu acho que é para você não estar lá.

— POR QUÊ? – ela havia gritado tão alto que Francine quase saiu correndo dali com medo.

— Agatha é melhor você não ir... – insistiu Francine.

— Francine se fosse outro caso eu até esperaria a equipe voltar para questiona-los, mas David está envolvido!

— Esquece esse garoto Agatha! Ele só te traz lembranças ruins!

— Francine ele estava lá quando o pai dele queria me violentar e me matar... Ele implorava para o pai não me machucar ele tentou salvar minha vida agora ele precisa de alguém! – Agatha sentou-se na cama chorando – Eu vou e não insista... Anda logo e reserva essa passagem!

— Não! – disse Francine sentando-se ao lado dela e a abraçando.

— Como não?

— Eu conheço alguém que tem um jatinho e antes que você de ataque de fúria não é dele que estou dizendo.

— E quem é? – Agatha enxugou as lágrimas.

— Agatha porque você sempre esquece isso?

— Eu esqueço o que?

— Que eu conheço gente importante! – Francine abraçou Agatha mais uma vez que voltou a chorar.

Notas finais
Eita! Agatha pelo visto vai chegar com tudo em Milwaukee...