Um Caso Não Registrado - 1ª Temporada

20 Capítulo 19 - Onde está Hotchner?


Notas iniciais
Ufa... Eu achei que não fosse postar este capítulo hoje! Enfrentei algumas dificuldades para finaliza-lo, mas enfim eu consegui! E continuamos no caso Ceifador, agora todos sabem que o Foyet é o assassino e o infeliz já ligou para Hotch tentando fazer um acordo... Espero que possam gostar do capítulo e obrigado as recomendações que essa fanfic teve, agradeço aos comentários e me sinto lisonjeada com cada um deles! Boa leitura!

Todos foram verificar aos lugares próximos do telefone público que Foyet fez a ligação para Hotch, foram nos bares, nos restaurantes, nos hotéis e em qualquer lugar que pudessem imaginar. Morgan e Prentiss foram até nos becos interrogar moradores de rua com esperança de que eles soubessem algo, mas infelizmente não conseguiram nada.

Todos voltaram para o departamento irritados e exaustos, quem estava uma pilha de nervos mais que todos juntos era com certeza Hotch que pediu para Garcia vasculhar a vida de Foyet e sua família, pessoas próximas, inimigos, tudo que ela pudesse achar. Garcia passou horas em seus computadores colhendo informações, todos os detalhes possíveis da vida Foyet, quando viu que tinha muitas informações ela avisou a equipe e todos se reuniram na sala de reuniões, Garcia enviou os arquivos e informações sobre Foyet para seus tablets então eles começaram a analisar e discutir:

— Aqui diz que Foyet foi espancado quando criança... – disse Reid lendo um dos arquivos – O pai biológico dele já tinha ficha criminal por violência e assalto a mão armada.

— A mãe biológica dele teve várias feridas causadas por facas... – continuou Blake – Ela chamava a polícia pedindo ajuda e depois retirava as queixas.

— Para Foyet isso não foi nada bom... – disse JJ – Primeiro a mãe dele pedia ajuda depois retirava a queixa e o homem voltava para casa, obvio que isso não teve um final feliz.

— E não mesmo... – concordou Prentiss que lia o arquivo – Os pais dele morreram em um acidente de carro o único que sobreviveu obvio foi Foyet.

— Aqui diz que o pai dele não estava embriagado... – prosseguiu Hotch – O carro bateu em um poste... – Hotch ficou pensativo.

— Aaron no que está pensando? – perguntou Rossi.

— E se o Foyet provocou o acidente? – especulou Hotch.

— Hotch você acha que Foyet matou os pais? – perguntou Morgan.

— Eu acredito que sim.

— Ele quis um suicídio em família. – complementou Reid.

— Mas falhou porque ele sobreviveu. – disse Rossi.

— Por isso a brutalidade com as mulheres em seus crimes... – foi explicando Hotch – Ele tem raiva porque a mãe dele não o protegeu do pai.

— Ele vê nas mulheres a mãe dele. – disse Blake.

— Falando nos crimes dele... – começou Prentiss – Eu li em seus arquivos antigos Hotch que ele sempre pega algo que a vítima possuía no momento e depois deixava com outra vítima lhe pegando algo.

— Sim. – confirmou Hotch.

— Da última vítima ele não pegou nada? – questionou ela.

— Reid você analisou o corpo da vítima, notou algo? – Rossi perguntou.

— Não... Não parecia faltar algo e com ela não havia nada de diferente.

— Precisamos ver as fotos dos crimes. – pediu Hotch a Garcia.

— Vou pegar os arquivos senhor. – respondeu Garcia se retirando da sala.

— E na casa de Agatha Hotch? – perguntou JJ – Notaram algo?

— Eu... – Hotch hesitou – Eu nem pensei na hora... Eu me...

— Nós ficamos preocupados com ela e a amiga que estavam feridas. – concluiu Rossi percebendo que Hotch havia ficado nervoso.

— É interessante falar com elas. – disse Blake.

— A amiga de Agatha está no hospital em observação... – foi dizendo Prentiss – A Agatha está naquele hotel onde estão as possíveis vítimas do Foyet.

— Alguém pode ir lá e conversar com ela... – Rossi ao dizer isso solta uma tosse forçada e Hotch já entende tudo.

— A casa dela ainda é considerada cena de crime? – perguntou Morgan.

— Sim. – respondeu Hotch.

— Eu posso ir lá e verificar, talvez tenha ficado algo lá que a pericia não percebeu... Quem vai comigo? – Morgan foi se levantando.

— Eu vou. – disse Reid se levantando.

— Mas vocês sabem o que procurar? – perguntou Blake.

— Vamos traçar o perfil das duas pela casa... – expõe Reid – E pelo perfil vamos achar algo que não se encaixe.

— Senhor... – disse Garcia ao voltar com uma pasta na mão – O arquivo do caso, as fotos estão junto.

— Eu verifico. – disse Rossi pegando a pasta.

— Obrigado Garcia. – agradeceu Hotch.

— Algo não se encaixa... – disse JJ pensativa.

— O que foi JJ? – perguntou Morgan.

— A primeira vítima da volta do Foyet ele foi cruel com ela certo?

— Muitos ferimentos. – respondeu Rossi analisando as fotos.

— O legista disse que foram dez facadas. – complementou Reid.

— Hotch você disse que nos outros crimes ele foi muito cruel com as mulheres certo?

— Sim... Ele causou mais ferimentos, em alguns casos havia ferimentos pós – morte.

— JJ o que está pensando? – perguntou Prentiss.

— Quantas feridas ele causou em Agatha e em sua amiga? – foi indagando JJ.

— Um tiro em Francine... – respondia Hotch – Dois ferimentos em Agatha, uma facada no ombro direito e um tiro de raspão no braço esquerdo.

— Por que uma facada e um tiro? – perguntou Blake.

— Agatha tem uma arma registrada em seu nome... – foi explicando Hotch – Quando ele a atacou ela conseguiu dar um tiro.

— É bem estranho... – Reid foi entendendo aonde JJ queria chegar – Em Francine ele deu apenas um tiro talvez achasse que ela já tivesse morrido, mas eu acho que o alvo dele era Agatha.

— Pode ser... – disse Prentiss.

— Eu vou a casa dela procurar mais respostas... – disse Morgan.

— Morgan quando chegar lá procure por um anel. – disse Rossi.

— Por que Rossi?

— Porque nas fotos vejo que o dedo anelar direito da vítima tem marca de um anel.

— Qualquer coisa fora do comum vamos achar. – respondeu Reid que junto com Morgan saiu da sala para ir a casa de Agatha.

— Vou ligar para a filha da vítima e perguntar se ela sabia de algum anel ou alguma outra coisa que a mãe usasse. – disse Rossi que se retirou da sala.

— Prentiss, Blake e JJ continuem lendo os arquivos da vida de Foyet... – ordenou Hotch se levantando – Garcia procure por mais informações talvez tenha algo a mais.

— Sim senhor é para já! – Garcia pegou seu notebook e saiu da sala.

— O que vai fazer Hotch? – perguntou Prentiss.

— Vou questionar Agatha para saber se ela notou se Foyet pegou algo. – Hotch se retira da sala.

— Vocês acham que o Hotch e Agatha podem ter algo? – perguntou JJ sussurrando.

— Aquele abraço aqui na sala aquele dia pareceu ter algo. – disse Prentiss.

— Mas o Hotch de caso? Ainda com alguém que trabalha conosco? – JJ fez um olhar de dúvida.

— Quem sabe... – foi dizendo Blake – Vocês repararam como ele ficou quando perguntou sobre ela? Ele demonstrou algo.

— E se eles tem algo dou maior apoio, o Hotch merece e precisa de alguém para... Sei lá... – disse Prentiss – Sexo não faz mal para ninguém!

— Emily! – exclamou JJ enquanto Blake ria – Vamos para de especular nosso chefe e voltar a especular esse assassino! – elas voltaram a analisar os arquivos da vida de Foyet.

***

Agatha estava indo tomar um banho quando ouve alguém batendo a porta do quarto, quando ela atende se admira ao ver quem era:

— Hotch! – exclamou ela que não se contendo de saudade o abraçando.

— Quem bom poder te ver! – ele corresponde o abraço.

— Entre, por favor! – Agatha fecha a porta quando ele entra – Novidades?

— Sim e não. – respondeu Hotch.

— Senta ai e me conta... – eles se sentaram na cama e Hotch contou sobre a investigação, contou sobre o telefonema de Foyet e sobre o que descobriram do passado dele, Agatha ouviu tudo atentamente.

Quando Hotch terminou de falar Agatha notou a tensão que ele tinha no momento, Hotch estava cansado fisicamente e quanto psicologicamente e ela tentou fazer algo para fazê-lo relaxar.

Ela tirou seu paletó e folgou sua gravata e começou uma massagem em seus ombros.

— Que mãos de fadas são essas? – perguntou ele a ela durante a massagem.

— Você acredita em fadas? – perguntou Agatha sorrindo.

— Eu nunca fui de acreditar nessas histórias... – respondeu ele – Mas depois que te conheci e desta massagem estou começando a acreditar.

— Hotch seu bobo... – Agatha parou a massagem e tampou seu rosto com as mãos sentindo-se envergonhada.

— O que eu disse demais? – Hotch achou fofa aquela cena dela envergonhada escondendo o rosto ele a abraçou e eles caíram deitados na cama.

— Hotch... Que saudade!

— Eu também... – eles se beijaram, Hotch por alguns instantes esqueceu tudo aquilo que o irritava sentia que tudo era perfeito com Agatha, mas ele parou o beijo lembrando-se do porque havia ido ali – Eu vim aqui a trabalho.

— Como é?

— Desculpe... – ele se levantou ficando sentando na cama – A gente não deve fazer isso aqui.

— Eu entendi... – Agatha se levanta e fica sentada ao lado dele – Veio questionar algo sobre o dia que o Foyet me atacou não é?

— Como sabe?

— Hotch eu me formei recentemente em psicologia esqueceu?

— Não me esqueci... – ele sorriu brevemente – Mas agora é sério eu vim aqui saber alguns detalhes.

— O que quer saber?

— Agatha na noite em que Foyet a atacou você notou se ele pegou algo seu ou de Francine?

— Algo como o que? – Agatha virou os olhos e fez um semblante de dúvida.

— Algo como um objeto... Algo que vocês usavam.

— Hotch eu não sei... Eu acho que não.

— Agatha você sabe o que é entrevista cognitiva certo?

— Sei.

— Eu vou precisar fazer com você...

— Está bem... – Agatha se ajeitou na cama e fechou os olhos.

— Eu preciso que volte quando percebeu que tinha alguém em sua casa.

— Está bem...

— Você me contou que pegou sua arma e desceu para verificar... – Agatha assentiu com a cabeça – Você está descendo as escadas e...

— Eu desço com a arma apontada, percebo que na sala não há ninguém pelo menos eu acho...

— E?

— Vou para a cozinha verificar... Lá eu vejo que não há ninguém... Eu abaixo a arma e ouço Francine gritar. – Agatha se vê quando tudo aconteceu, ela se vê subindo as escadas aflita ao ouvir o grito de Francine – Eu me aproximo do quarto e vejo Francine caída no chão... Ela está sangrando! – ela pega na mão de Hotch aflita ela se imagina revivendo tudo.

— Tenha calma... – Hotch apertou sua mão – Eu estou com você, mas preciso que pare no momento em que viu Francine tudo bem?

— Tudo bem.

— Observe Francine... Você vê algo diferente?

— O sangue... – Agatha começa a chorar.

— Querida se acalma, se acalma, por favor... Eu estou bem do seu lado está bem? Além da ferida a bala dela o que tem de diferente?

— Nada!

— Agatha respira fundo... Concentra-se... Você agora chegou ao quarto e viu Francine caída antes de você ser atacada notou algo? Por acaso Francine usa algum anel ou alguma pulseira, mas na hora não estava usando?

— A corrente do pescoço! – gritou Agatha.

— Que corrente Agatha?

— A Francine... – Agatha chorava, mas respirava fundo – Ela tem uma corrente de ouro com um pingente que é a letra J... Ela não tira nem para tomar banho... Não estava no pescoço dela!

— Muito bem amor... – Hotch hesitou um pouco – Digo... Isso mesmo Agatha... Agora preciso que chegue ao momento que foi atacada.

— Hotch não... – ela apertou a mão dele.

— Eu estou aqui não se esqueça!

— Hotch o meu ombro... Hotch não!

— Calma querida... Respira... Foca no Foyet... Ele depois que atirou em você pegou algo seu?

— Não... Não ele vem até mim apontando a arma... Eu ouço você gritar “FBI” e ele sai mancando até a janela... Hotch meu braço doí!

— Tudo bem... Agatha abre os olhos... Abre os olhos meu amor! – Agatha abre os olhos e se agarra em Hotch – Passou... Você foi muito bem.

— Eu ajudei?

— Sim... Ajudou muito.

— Que bom... – Agatha aperta os braços de Hotch enquanto o abraçava, Hotch começa a afagar os cabelos dela e não resistindo ele começa a cheirar o seu pescoço.

Desta vez Agatha teve um pouco de coragem e atitude e começou a beijar o pescoço de Hotch que respira fundo, eles então se beijam loucamente não contendo mais a vontade deles dois.

Eles trocam beijos e caricias, mas não passam disso, depois eles se deitam abraçados e ficam alguns instantes em silêncio.

Hotch pode se sentir em paz por alguns minutos de sua vida parecia que Foyet e nenhum problema mais existia, mas ele teve que se levantar e ir embora.

— Já vai? – perguntou Agatha fazendo bico.

— Infelizmente sim... – ele ajeitou sua gravata e colocou seu paletó.

— Me mantenha informada, por favor!

— Pode deixar... – ele lhe dá um selinho – E você não invente de querer sair!

— Tem notícias de Francine?

— Não... – respondeu ele sem graça – Vou ligar para a Prentiss pedir que ela vá amanhã ao hospital.

— Está bem... – Agatha se levanta – Hotch agora relaxa um pouco viu?

— Eu vou voltar ao departamento agora.

— Hotch faz quanto tempo que você não dorme uma noite inteira? – Agatha cruzou os braços e encarou Hotch.

— Eu não consigo dormir enquanto não pegar Foyet.

— Hotch esse infeliz quer ver você irritado e está conseguindo... Agora você vai para casa descansar... Melhor, você primeiro vai dar um beijo de boa noite no Jack!

— Agatha...

— Não vem com Agatha não... – ela o abraçou – Hotch você é pai de um garoto de três anos de idade, você vai visita-lo e dar um beijo de boa noite nele e depois vai para casa dormir um pouco.

— Isso é uma ordem? – ele não conteve o riso.

— É sim senhor e eu vou te ligar para saber se está em casa... Vou ligar no departamento se você estiver lá eu vou contar para todo mundo da gente!

— Estou sendo ameaçado?

— Está sim senhor! – Agatha lhe da um beijo no rosto – Agora o que você vai fazer?

— Voltar ao trabalho.

— Hotch! – ela o belisca de leve no braço.

— Ai... Está bem... Eu vou ver o Jack e lhe dar um beijo de boa noite.

— Isso porque você é um pai amoroso e depois?

— Vou para casa descansar?

— Isso mesmo!

— A senhorita é que manda! – Hotch lhe dá um beijo e se despede indo embora.

Hotch ao sair do hotel pega o carro e vai direto visitar Jack, ao chegar Haley diz que ele está dormindo, mas permite que ele entre e dê um beijo de boa noite, Hotch ao ver Jack dormindo sente uma paz interior sente que tudo é perfeito e que todos os problemas não existem e quando beijou Jack na testa lembrou-se de Agatha o ordenando a visita-lo e riu baixinho.

Antes de sair ficou uns quinze minutos conversando com Haley, depois se despediu e foi para casa descansar como Agatha havia dito, quando chegou a seu apartamento ligou para Rossi dizendo que ia descansar um pouco e Rossi concordou dizendo que ele precisava de um pouco de descanso.

***

O dia amanheceu, todos se reuniram na sala de reuniões mais uma vez exceto Hotch que não tinha chegado ainda, enquanto aguardavam o chefe, Garcia os avisou de uma possível vítima de Foyet um dos clientes que não aceitou proteção, Rossi, Morgan e Blake foram ao local do crime verificar enquanto JJ, Prentiss e Reid ficaram no departamento aguardando Hotch voltar.

Agatha acordou, tomou seu café da manhã em seu quarto e ligou a TV no noticiário e logo viu noticiado que Foyet havia atacado mais alguém, preocupada ela ligou para Hotch que não atendeu e achou que ele pudesse estar ocupado então resolveu ligar mais tarde.

Enquanto no departamento Prentiss lembrou-se da promessa que fez a Agatha então saiu dizendo aos outros que iria ao hospital visitar Francine e saber como ela estava.

Rossi, Morgan e Blake foram ao local do crime, analisaram tudo e descobriram que o relógio da vítima havia sido levado e notaram um recado escrito a sangue na parede que dizia: “Hotchner eu avisei...”. Procuraram por mais pistas, mas infelizmente não acharam nada, quando decidiram voltar para casa Morgan tentou ligar para Hotch, mas o telefone só chamava até cair na caixa postal.

Quando voltaram ao departamento Prentiss chegou junto com eles, eles perguntaram se ela tinha notícia do Hotch, mas não foi a resposta. A equipe novamente se reuni na sala de reuniões, Rossi e Morgan tentavam ligar para Hotch, mas não conseguiam contato, Rossi achou que ele foi encontrar Agatha então convenceu os outros de que devia estar tudo bem e que logo Hotch apareceria.

Quando a tarde se iniciava, Prentiss ligou para Agatha para dar notícias de Francine dizendo que estava tudo bem, mas ela precisava de mais dias de observação, Agatha um pouco envergonhada perguntou se ela tinha notícias de Hotch e quando Prentiss respondeu que ele não havia chegado ao departamento Agatha se preocupou, mas preferiu não demonstrar.

Quando Agatha encerrou a ligação com Prentiss ela ligou para o celular de Hotch mais uma vez, desta vez foi atendida, mas não por Hotch:

— Alô? Hotch! – exclamou ela ansiosa.

Não...— respondeu a voz.

— Quem é?

Eu achei que fosse mais esperta!— a voz começa a rir.

— Foyet?

Até que enfim querida!

— Cadê o Hotch? – Agatha sente suas pernas tremerem.

Você gosta dele não é querida?

— Não me chama de querida! – exclamou ela – Cadê o Hotch?

Que lindo você é apaixonada por ele!

— SEU DESGRAÇADO CADÊ O HOTCH? – berrou Agatha aos prantos.

Respondo se você me falar a verdade... Você e o Hotch tem um caso?

— Isso não te interessa!

Agatha minha querida essa não é a resposta...— Foyet começa a rir.

— Cadê o Hotch? – insistiu ela, mas Foyet não responde ele solta uma gargalhada e encerra a ligação.

Desesperada Agatha liga para Prentiss contando tudo.

Notas finais
Eu acho que exagerei no excesso de fofura entre Agatha e Hotch... :3 Não me contive!