Um Caso Não Registrado - 2ª Temporada

71 Capítulo 71 - O Caso de Beth Cruz (Parte 01)


Notas iniciais
Oie gente linda! Como vai o dia de vocês? O meu está tranquilo, estou com um pouco de ressaca, mas 'tá bom... Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Este capítulo aqui é um daqueles que mais adoro escrever que é quando eu divido em mais de uma parte... Isso me anima mais a escrever o próximo logo e eu ás vezes faço essa divisão porque tem momentos que fica muito extenso até para mim que escrevo, me cansa escrever tudo de uma vez em um capítulo só. Eu quero agradecer as visualizações e comentários dos últimos capítulos postados e pela vibração de alegria por Beth ter levado um soco na cara... Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Beijos e boa leitura! =)

Se queres prolongar o amor não permitas que a desconfiança te domine em relação à pessoa amada.

(Ovídio)

O choque foi geral a todos do departamento quando as portas do elevador se abriram e Aaron Hotchner junto a Luke Alvez saiu do mesmo segurando Timothy Vogel pelo braço mesmo estando algemado, logo em seguida Ashley Seaver e Agatha Silva vinham uma se apoiando na outra.

― Vocês estão bem? – perguntou Garcia afoita a ambas.

― Ele não feriu ninguém. – respondeu Agatha.

Timothy Vogel, ou seja, o Agressor Extremo foi levado para uma sala de interrogatório, Morgan já ligou o ar-condicionado da sala para o mais gelado possível, pois era uma técnica antiga que eles usavam muito para interrogar um suspeito ou criminoso.

Timothy ficou sobre a vigia de alguns agentes enquanto a equipe reuniu-se na sala de sempre.

― Eu já estou ficando irritado – começou Rossi inquieto – John Curtis está demais a nossa frente!

― Ele está jogando – continuou Prentiss – ele está avançado demais, se ele quisesse já tinha dado um jeito de se aproximar de Agatha.

― Mas não faz isso de imediato – disse JJ – ele está tentando a todo custo eliminar membros da equipe, primeiro o Reid, depois a Seaver.

― Teve o tiroteio na antiga casa de Francine – lembrou Morgan – com certeza o intuito era eliminar quem estava lá.

― Mas alguma coisa está dando muito errado – Alvez encarou Hotchner – conte você sobre nossa teoria.

― Timothy Vogel ficou surpreso ao ver que Agatha estava no apartamento de Seaver. – afirmou Hotchner.

― Como assim surpreso? – indagou Strauss.

― Ele tentou atacar Ashley no quarto – explicou Agatha – mas chegamos para impedi-lo e quando o Hotch e o Alvez o inibiram eu o interroguei querendo saber de John Curtis e ele olhou para mim e perguntou “O que você faz aqui?”.

― Por que ele perguntou isso? – estranhou Todd.

― A teoria é a seguinte – prosseguiu Hotchner – é nítido que John Curtis quer nos aterrorizar e até mesmo ferir e matar qualquer um de nós, exceto a Agatha, porém tem alguém aliado a ele que quer elimina-la ou pelo menos feri-la.

― Por que John Curtis enviaria alguém para ferir algum de nós quando Agatha está presente? Poderia ser para traumatiza-la, entretanto o espanto de Timothy Vogel ao avista-la no apartamento de Seaver nos diz outra coisa. – concluiu Alvez.

― Claro! – entendeu Morgan – Vamos começar pelo primeiro ataque dele...

― Tiroteio na casa de Francine. – mencionou Prentiss.

― Mark Gregory no hospital, porém o único em que Agatha não estava e sim Maeve Donovan. – disse JJ.

― O incêndio no hospital que com certeza Vincent Stiles o provocou. – recordou Rossi.

― E agora Timothy Vogel no meu apartamento. – concluiu Seaver.

― Está bem! – exclamou Strauss trancando a porta – Alguém quer a agente Silva morta, mas quem?

― Beth Cruz! – exclamou Garcia e Seaver ao mesmo tempo.

― Além dela, tem outro inimigo? – perguntou Prentiss.

― Que eu saiba não, desde o primeiro contato Beth Cruz não me suporta. – respondeu Agatha.

― Eu me rendo, eu não vou fingir que não estou enxergando o óbvio – disse Hotchner – se Beth Cruz está envolvida vou descobrir imediatamente.

― Vamos analisar – começou Morgan – quando fomos procurar pela pasta rosa na casa de Francine encontramos Beth no elevador.

― Ela viu que saíamos juntos – continuo Seaver – na companhia de Agatha.

― Beth Cruz pode ser a informante de Curtis, porém ela não está totalmente aliada a ele. – entendeu JJ.

― Beth Cruz é obcecada por Aaron Hotchner, isto não tem mais discussão, eu tenho provas de que ela o persegue já disse a vocês – explicou Alvez – é evidente que ela não aceita a relação dele com a agente Silva, então ela se faz a aliada de Curtis fica informando os passos da equipe para que ele vá ou envie alguém para ferir ou matar algum de nós, porém a agente Silva está sempre presente.

― A carta! – exclamou Agatha e todos a fitaram – A carta que ele enviou através de Charlie, ele pediu desculpas e mostrou preocupação imaginando que eu poderia estar ferida.

― O tiroteio! – desta vez Seaver clamou – Ele achou que você não estaria lá.

― Porque alguém o informou que quem saiu aquele dia foram nós sem ela. – concluiu Morgan.

― Garcia, eu quero que todos os aparelhos de comunicação da agente Beth Cruz sejam confiscados e o do Mateo Cruz também – exigiu Hotchner – até mesmo os de uso pessoal.

― E como faremos isso sem eles saberem? – Garcia arregalou os olhos.

― Eles vão saber – Hotchner abriu a porta – Strauss eu peço autorização para que ambos sejam afastados de suas ocupações e fiquem sobre vigilância e investigação.

― Autorizado. – permitiu Strauss.

Hotchner caminhou em passos apressados até o escritório de Mateo Cruz e o adentrou sem pedir licença.

― Agente Hotchner – Mateo Cruz levantou-se da mesa – o que queres?

― Por que colocou sua sobrinha para trabalhar no departamento da UAC?

― Como? – Mateo Cruz esbugalhou os olhos – Por que quer saber isso agora? Não precisa investigar o caso de John Curtis atrás de sua noiva?

― Por que Beth Cruz veio trabalhar neste departamento? – Hotchner insistiu.

― Por que quer tanto saber?

― Senhor Mateo Cruz – Hotchner abandonou um pouco a postura séria e paciente que sempre teve e pegando Mateo Cruz pelo braço o encostou contra a parede – desde a chegada de sua sobrinha não se houve muita tranquilidade, ela vem sempre a provocar minha noiva, quer apenas se expor e nunca se importou com os casos em que trabalhou.

― Eu vou pedir a Strauss que o afaste do FBI por tal comportamento! – Mateo Cruz se largou de Hotchner o empurrando.

― Você que está afastado das suas ocupações.

― O que? Ficou louco?

― Você e sua sobrinha.

― Agente Aaron Hotchner, o que pensa que está fazendo? A sua noiva pediu para fazer isso? Ela tem ciúmes de Beth? Ela sabe do caso que você teve no passado com minha sobrinha?

― Eu nunca me envolvi com ela – negou Hotchner – ela que me perseguia no tempo do colegial por eu ter aceitado namorar Haley e não ela.

― Não negue Aaron Hotchner! – Mateo Cruz perdeu a paciência e começou a escandalizar – Você usou da minha sobrinha e depois a descartou!

― Quem disse isso? Sua sobrinha?

― Eu acho que nem a Haley soube do envolvimento de vocês dois e a sua noiva muito menos!

― Você está blefando. – Hotchner voltou-se para a porta.

― Eu tenho provas!

Hotchner abriu a porta para sair e encarou Mateo Cruz intrigado com a afirmação dele e Agatha estava do outro lado da mesma, ela havia ouvido tudo.

― Que provas? – questionou ela encarando Mateo Cruz e seu noivo ao mesmo tempo.

Um amor possessivo.. vigia, desconfia, ameaça, intimida, oprime, prende, machuca e pode até matar. Um amor abnegado.. solta, liberta, confia, cuida, apoia, abençoa e é capaz de dar a própria vida.

(Belkis Braz)

Notas finais
Uau! A teoria de Alvez e Hotchner até que fazem sentido... Alguém está aliado a JC só que para eliminar Agatha e Beth é uma forte candidata. Adoro quando Hotch perde a paciência um pouco, estava demorando! Ele estava muito quieto diante da tal situação, Agatha já deu muito escândalo só faltava ele e começou intimando Mateo Cruz. Que história maluca é essa do senhor Cruz? Disse que Hotch se envolveu com Beth e de que tem provas... Que papo é esse? Será que a Agatha agora está desconfiando de Hotch porque agora ela quer saber tudo. Observações: * Imagem gif linda encontrada na Mamãe Google, a mesma não me pertence. * Citações encontradas no site Pensador. Beijos e até o próximo! =)