Um Caso Não Registrado - 2ª Temporada

18 Capítulo 18 - Olhos Abertos (Parte 02)


Notas iniciais
Oi pessoal, como é que vão? Desculpa a demora desses dias... Ei fiquei doente, ontem tive febre e não consegui sentar no PC para escrever nada precisei descansar. Eu não tô 100% ainda, mas hoje já consegui escrever e fazer um banner, os comentários do capítulo 17 desde já agradeço e em breve serão respondidos. O capítulo não está cumprido, mas o 19 já teve início pretendo não demorar a postar e espero que eu não piore... Quero falar um assunto com vocês... Lembram quando eu disse que estava a procura da imagem que representasse a personagem Agatha? Eu não achei algo que a representasse, salvei algumas imagens, mas nenhuma ainda é aquela em que eu procuro, meu marido me deu uma sugestão sobre isso e tô estudando a hipótese de seguir a ideia dele, portanto, a imagem que representará Agatha será postada, mas isso não impedem de você a imaginarem como queiram tá bom? Capítulo 18 pronto, tenham uma boa leitura! =)

"Não esqueça que não posso ver a mim mesmo...
...mas meu papel se limita a ser aquele que olha no espelho."

(Jacques Rigout)

Hotchner passou todas às coordenadas para a agente Jordan Todd de qual seria sua função com a equipe, a agente demonstrou entender tudo perfeitamente, após todas as explicações eles se ajuntaram aos demais na sala de reuniões.

A equipe discutia o caso, cada um apresentava sua teoria inicial quando foram abordados por uma jovem loira dos olhos claros:

‒ Com licença. – disse a loira ao bater a porta.

‒ Ashley! – exclamou Agatha que se levantou da mesa e correu para abraça-la – Seja bem vinda!

‒ Obrigada! – agradeceu a loira com um sorriso.

‒ Eu quero apresentar a vocês uma de minhas alunas. – disse Morgan – Essa é a cadete Ashley Seaver. – cada um teve a gentileza de se levantar e cumprimenta-la.

Ashley foi convidada a sentar-se a mesa e Hotchner fez uma breve apresentação do caso para ela, Agatha lhe emprestou seus arquivos para leitura para que ela ficasse a par das coisas o máximo que pudesse.

A equipe não podia perder tempo, eles então se despediram de Garcia e Maeve e embarcaram rumo a São Francisco.

***

‒ A posição em que ele deixa as vítimas é horripilante. – comentava Ashley no avião aos demais enquanto analisava as fotos do caso – Ele quer humilha-las mais do que elas já foram ao serem atacadas por ele.

‒ Imagine para os familiares que as encontraram assim? – perguntou Todd interagindo entre todos.

‒ A última vítima foi uma criança de sete anos que encontrou a mãe dessa forma! – expos Agatha inconformada.

‒ Então todos nós concordamos de que o nosso suspeito se sinta “rejeitado” por isso ele se “vinga” dessa maneira? – perguntou Rossi.

‒ Sim. – respondeu todos em coro.

‒ Por isso ele escreve essa frase no espelho? – perguntou Ashley.

‒ Acreditamos que sim. – respondeu Prentiss.

‒ Agente Hotchner o que devo dizer para a mídia de início? – perguntou Todd.

‒ Precisamos que você faça um pedido para que todas as mulheres tomem cuidado. – respondeu Hotchner – Que elas evitem ficar em casa ou de andar sozinhas pelas ruas.

‒ Não mencione sobre ele atacar nas sextas-feiras... – disse Morgan – Isso pode fazê-lo querer atacar qualquer outro dia, aliás, não vamos dar cem por cento de confiança de que ele só ataque na sexta.

‒ Alerte todas as mulheres, independente da classe social. – frisou Blake – Ele está atacando mulheres de classe média ou alta, mas isso não significa que ele possa ficar no mesmo padrão, todas as mulheres correm o risco.

‒ Entendido. – respondeu Todd que anotou tudo o que eles haviam falado.

‒ Vai passar as tarefas? – perguntou Reid a Hotchner.

‒ Sim... – respondeu Hotchner – Reid você fica com o perfil geográfico.

‒ Já vou começar de agora. – respondeu Reid que já tinha em mãos o mapa da cidade de São Francisco.

‒ Rossi e Blake vão ao legista e saibam todos os detalhes das mortes.

‒ Entendido. – respondeu Rossi e Blake assentiu com sinal de positivo.

‒ Morgan e Prentiss irão falar com os familiares, Seaver e Agatha ficaram comigo na delegacia coordenando a investigação e Todd como havia dito antes responsável com a mídia.

‒ Está bem. – respondeu Todd.

‒ Entendido. – respondeu Ashley e Agatha ao mesmo tempo.

‒ Agora tentem descansar porque já é de se prever que será um longo caso. – disse Hotchner e então cada um se acomodou em sua poltrona.

***

Hotchner, Todd, Agatha e Ashley chegaram à delegacia de São Francisco, a delegada Hanna Martin os recebeu:

‒ Vocês são do FBI? – perguntou ela – Eu sou a delegada Hanna Martin.

‒ Sim. – respondeu Hotchner – Eu sou o agente Hotchner, essas são as agentes Todd, Seaver e Silva, os demais já estão em suas tarefas.

‒ Preparei uma sala para vocês... – dizia a delegada enquanto eles a seguiam – Está é a sala... Já tem um computador preparado para tudo, um telefone para contato com a analista de vocês, o painel com as fotos das vitimas e das cenas dos crimes, arquivos sobre a mesa e bastante café.

‒ Obrigada. – respondeu Agatha.

‒ Delegada... – disse Todd – Eu preciso fazer um comunicado a população de São Francisco através da mídia, você poderia me ajudar a contatar a imprensa?

‒ O próprio prefeito da cidade disse que irá tomar conta disso. – respondeu a delegada.

‒ Como assim? – perguntou Hotchner intrigado.

‒ Agente Hotchner como foi informado ao FBI as vítimas são mulheres importantes da cidade... Advogadas, médicas, engenheiras, diretoras, gerentes... O prefeito está abalado e ele exigiu que a prefeitura cuidasse disso.

‒ Mas a agente Todd precisa fazer um apelo a todas as mulheres... – respondeu Ashley – Para que todas tomem cuidado.

‒ Como assim todas as mulheres? – indagou a delegada atônita.

‒ Não devemos focar apenas em um alvo específico... – explicou Hotchner – Até hoje o suspeito pode ter atacado mulheres ricas e de importância para o prefeito, mas isso não descarta a hipótese de outras serem vítimas.

‒ Qualquer mulher corre o risco. – completou Agatha.

‒ Até agora ele só atacou mulheres importantes e... – respondia a delegada.

‒ Todas as mulheres são importantes! – frisou Agatha – Todas são potenciais vítimas!

‒ O que faria um criminoso que ataca mulheres ricas e importantes a atacar uma garota de programa, por exemplo? – retrucou a delegada com desdém.

‒ Hotch é melhor você responder! – exclamou Agatha dando as costas a delegada antes que perdesse a paciência.

‒ Nós não sabemos cem por cento o que se passa na mente desse criminoso... – respondeu Hotchner – Independente da classe social todas merecem respeito e atenção.

‒ Irei contatar o prefeito já que insistem tanto! – respondeu a delegada que encarou todos antes de sair da sala.

‒ Todd acompanhe a delegada nesse contato com o prefeito. – ordenou Hotchner.

‒ Sim. – respondeu Todd que se retirou da sala.

‒ O que foi Agatha? – perguntou Ashley a amiga ao nota-la que ela estava preocupada.

‒ Eu não sei o porquê ou talvez imagine o que seja, mas sinto que teremos problemas. – respondeu Agatha que se aproximou do painel e observou as fotos.

‒ Problemas com o que? – perguntou Hotchner enquanto Ashley fez um semblante de dúvida.

‒ Problemas com essa delegada e o prefeito. – respondeu Agatha não desgrudando os olhos das fotos.

‒ Ela deve ter entendido o recado. – disse Ashley sentando-se a mesa.

‒ Ainda assim será bom que fiquemos atentos com ela e o prefeito. – disse Hotchner que também se sentou a mesa – Vamos analisar os arquivos para ver se encontramos algo novo.

‒ Sim senhor. – respondeu Ashley puxando um arquivo para si – Agatha você não vem?

‒ Com certeza. – respondeu Agatha que se ajuntou a eles – Vamos evitar outros olhos abertos. – e eles três passaram a estudar o caso no anseio de obterem novas respostas.

Notas finais
E a equipe já de início a investigação... Ashley e Todd já estão interagindo e pelo visto estão de dando bem com os demais... Agatha senti que terá problemas com a delegada, o que será que acontece dessa vez? Obs: A frase citada antes do início do capítulo é uma citação dita no episódio 4 da 1° Temporada, pois o caso em que eles trabalham foi inspirado nesse episódio. Espero que tenham gostado, até o próximo! =)