Um Brilho na Escuridão
3 Capítulo 3
Notas iniciais
2º: Eu sou horrível em explicar as coisas (-_-¨) acho q meio q deu para perceber. Então fica meio por conta da linda imaginação q vocês tem.
3º: Eu pretendo usar só os personagens que tem em FMA assim vocês já tem uma idéia de como são e mais o menos o comportamento, tem possibilidade de mudar o comportamento, creio eu q notaram as mudanças deles.
4º: Se por acaso ocorrer de ñ ficar algo claro durante a fic (de um modo q fique completamente avoado ao assunto) me falem que eu vou tentar explicar melhor.
Ed e Win não se falaram mais depois q voltaram.
Cada um estava empenhado em fazer alguma coisa. Ed cuidava dos animais e Winry ajudava na horta e a levar os livros para o sótão.
No outro dia terminaram de tirar os livros e também chegou à encomenda q Trisha fez das coisas para o quarto de Win.
Logo estavam arrumando o quarto dela deixando uma estante com alguns livros q, durante a arrumação, interessaram a ela.
Os dias q se passaram andaram muito calmos que chegava a ser estranho.
Ed e Win sem brigar era estranho. Não estavam a se falando muito somente o necessário, isso ocorreu mais por parte de Ed que ficava muito tempo com os animais e se mantinha afastado de Winry.
Winry estava se cansando de ele estar evitando ela.
Foi procura-lo e por algum motivo tinha certeza que ele estava junto de Ernesto.
Caminhando pelo campo avistou o grupo.
Ao se aproximar viu que Ernesto estava mais distante com duas pessoas perto dele. E ao se aproximar deles pode ver que era Ed e Al e logo começou a ouvir a conversa.
A – Qual o problema?
E – Não tem problema.
A – Claro que tem para de fingi que não tem porque tem.
E – Não te devo explicação – falou se deitando na grama.
A – Será que da pra se abrir pelomenos comigo?
Silencio foi a resposta.
W – Quem cala consente sabiam?
A – Winry!? A quanto tempo esta ai?
W – Tempo suficiente pra ver que tem gente que não se abre nem com o próprio irmão.
E – E deixar você ouvir a nossa conversa?
W – Posso até ter pegado só o fim dela, mas pelo que vi já estavam a discutir um tempo.
A – Nisso ela tem razão.
E – E eu com isso.
A – Nii-san! – já estava irritado – da pra pelomenos me promete que mais tarde vai me conta o que ta te incomodando ou o que você esta escondendo?
E – Primeiro: Eu não to escondendo nada...
W – Só de mim.
E – Segundo: — continuou como se ela nem tivesse falado — Não tem nada me incomodando.
W – Só a minha presença.
A – O que aconteceu na cidade enquanto eu não estava com vocês?
W — B...
E – Nada.
Winry o olhou se perguntando o que tinha demais no que tinha acontecido afinal.
A – Conversem e se entendam – e sai dali.
Ed só deu um suspiro continuou deitado como se estivesse olhando para o céu.
W – Ta certo o que teve demais no que eu te disse lá na cidade?
Silencio.
W – Volto a repeti quem cala consente.
E – Que enche o saco de outro.
W – Mas eu vim aqui pra acabar com isso, to cansada de ser tratada como se não existisse.
E – Então aproveite enquanto ainda me dou o trabalho de falar porque daqui a pouco vou parar.
W – Da pra ser mais amigável com alguém que ta tentando se legal?
E – Não.
W – Por que essa frieza toda?
E – Não é da sua conta.
W – Ta começando a se.
E – Não tem nada a ver com você.
W – Mas esta se dirigindo a mim.
E – Não se meta no que só intereça a mim.
W – Desse jeito ta me interessando também.
E – Então fica na curiosidade.
W – Eu não vou desistir tão facilmente.
E – Eu aconselho a parar de tentar.
W –Me de um bom motivo.
E – Eu não vou te falar nada.
W – Isso só o tempo dirá.
E – Eu digo que não vai adiantar.
W – Você não é nenhum senhor do tempo pra dizer isso.
E – Se eu quiser é só eu me candidatar ao emprego.
W – Não tem como fazer isso.
E – E os caras do tempo da TV? – deu um sorriso cínico.
W – Não to falando desses caras – teve que se segurar pra não rir.
E – Pensei que fosse eles – falou sarcástico.
W – Pois saiba que não são eles a quem eu me refiro.
E – É uma pena seria legar dizer se vai ou não chover – continuou com o sarcasmo, mas não continuar falou normal — a proposito amanha ira chover.
W – Mas o céu ta sem nuvem agora e não tem vento.
E – Espere pra ver.
W – Mas não pensa que só porque conseguiu desviar do assunto eu vou desistir.
E – Que assunto?
W – Para de se fazer de sonso!
E – Eu não estou me fazendo.
W – Você esta sim!
E – Prove.
W – Como é que você que eu prove?
E – Não sei isso é com você.
W – Hora seu.... – mil e um palavrões passaram por sua cabeça para responder, mas se segurou pra não soltar aquela lista.
Fechou os olhos, respirou fundo e contou até 10.
W – Ok não tem como te provar isso no momento, pois nada me vem a mente – e sentou ao seu lado – mas eu ainda quero sabe o que tem demais no que eu falei lá na cidade.
E -...
W – Não vai responder?
E — ....
W – Morreu?
E — ...o céu esta sem nuvens...
Winry não entendeu o porque daquela afirmação repentina. Observou que ele continuava a olhar fixamente para o céu.
W – Por que essa afirmação?
E – Estou pensando alto.
Winry resolveu ficar quieta só observando a campina que se estendia até onde à vista podia alcançar e com umas árvores ao longe. Notou também que os cavalos não estavam muito distantes.
W – Nossa é bem bonito aqui. – tentou puxar algum assunto.
E – Águia.
W – Que?
Winry olhou pra ele e depois olhou pro céu e viu uma águia.
W – Como... mas... você é cego mesmo ou é só fingimento?
Ed começou a rir.
W – O que tem de tão engraçado?
E – Por que eu fingiria que sou cego?
W – Hora sei lá... mas se você não fosse do tipo que afastas as pessoas e as quer longe chutaria numa possível forma de chamar a atenção.
E – Se um dia eu fizer isso acredite não sou eu – respondeu ainda rindo.
W – Mas como você sabia da águia?
E – Bem se estiver disposta a começar a falar do seu passado vamos fale.
W – Ainda não.
Ed a olhou o sorriso tinha sumido ela falou mesmo ‘ainda’, realmente não acreditava que ela estava tão perto de lhe falar quem era.
E – O que aconteceu para começar a ceder a falar sobre você?
W – Amigos contam seus segredos uns aos outros certo? – e deu um sorriso.
E – Só é segredo mesmo quando só uma pessoa sabe.
W – Esse segredo é do solitário, segredo a dois é mais divertido e bem menos pesado de se carregar nas costas.
Recebeu um suspiro como resposta que só serviu para abrir mais ainda seu sorriso.
Ficaram mais um tempo ali naquela posição sem falar nada. Até começar a escurecer e Ed se levantar e com um assobio alto que se arrastou pelos campos fez os cavalos e o gado começar a segui-lo devolta para o estábulo.
Winry ajudou a coloca-los no estábulo o que fez a tarefa ser mais rápida exceto com o contra tempo de botar Berne.
No outro dia Al avia saído até a cidade e Trisha pediu para Winry levar um livro até uma vizinha que tinha ali perto. E pediu para Ed ir junto afinal ele sabia o caminho.
E – Podia só ter feito o Dan vir com você.
W – Então por que veio?
E – Ele é meu guia e até me viro sem ele, mas me acostumei demais com ele.
W – Realmente avia esquecido do seu probleminha.
E –Não precisa menti.
W – Mas eu não estou mentindo e você sabe disso.
E – E por que você consegue afirma isso com tanta convicção?
W – Porque eu percebi que você tem uns ouvidos muito bons, tão bons ao ponto de poder saber como a pessoa ta só pela fala.
Ed derepente parou.
W – O q...
Parou de falar ao ver um cara saindo de trás de uma árvore atrás de Ed e outro saiu quase na sua frente. Ambos armados com uma faca.Dan estava rosnando e pronto para atacar, mas Ed fez um sinal pra ele, que pode se perceber que era um comando para ele se acalmar, pois logo ele saiu da postura de ataque.
? – Só nos entreguem dinheiro ou algo de valor e ninguém se machuca – falou o que estava na frente de Win.
E – Tão brincando né?
?- Garoto eu não brinco – respondeu o mesmo.
E – Quem são esses seus amigo mosca?
Winry ficou com uma grande duvida na cabeça. O cara nem tava ali.
Ed – Vamos apareça. Eu sei que você ta ai encima – e olhou pra cima.
Winry ao olhar viu o cara encima de um galho tentando se manter escondido.
Envy fez algum sinal com a mão que fez os caras partirem pra cima deles.
Winry não sabia o que fazer, mas acabou não precisando fazer nada.
Arregalou os olhos quando viu Ed fazer seu atacante ir contra a árvore com um chute.
Sentiu que o outro já estava para prende-la e botar a faca na sua garganta, mas consegui agir rápido o suficiente para que ele só conseguisse segurar o seu braço e já ia a puxando para tentar fazer o que iria fazer antes. Mas novamente foi atrapalhado, pois Ed avia lhe dado um soco no estomago e com isso ele a largou, mas fez um corte na sua bochecha, por sorte nada profundo.
Um caído de joelhos com as mãos no estomago e o outro com dor no lugar onde Ed desferiu o chute e encostado na árvore.
Ed – Olha sinto muito, mas vai precisar de mais gente se quiser me assaltar e de preferência participe.
Ed começou a caminhas e Dan logo veio atrás olhando para os bandidos e para Envy.
Winry também começou a andar ao lado de Ed.
Quando foi dar mais uma olhada para trás viu Envy pulando da árvore e tocando uma faca na direção de Ed.
W – CUIDADO!
E se atirou encima de Ed para que ele não fosse atingido e Dan foi logo atacando Envy que já estava pegando a faca que estava no chão de um dos outros dois.
W – PARA DAN! – saiu de cima de Ed.
Dan parou e a olhou.
W – Vem aqui agora! – a voz saiu tão autoritária que o cachorro resolveu obedecer – Agora se você tentar mais alguma – apontou para Envy que estava pasmo com a garota – não vai ser só eles que vão bater em você, vou te deixar irreconhecível e ainda dou um jeito de te prender e fazer você pegar prisão perpetua! Isso serve pros seus amigos também!
Ela estava conseguindo botar medo em todos eles Dan chegava a estar meio agachado com o rabo meio que entre as pernas.
Ed – “De onde ela tirou toda essa... coragem, toda... autoridade?”
Winry ajudou Ed a se levantar e começou a andar novamente. Ed logo a seguiu com Dan.
Já estavam afastados do lugar onde ocorreu o incidente.
E – De onde surgiu aquilo?
W – Aquilo o que?
E – Você mandando com tanta autoridade?
W – Ha isso – sorriu – depois te conto, não é aquela casa lá? – apontou para uma casinha que tinha ao longo de uma pequena estrada que tinha a esquerda.
E –Dan?
Dan começou a andar na estrada apontada por Winry.
E –Ela mesmo.
Winry estava a olhar o terreno enquanto Ed ia até a porta e batia nela que logo foi atendida, mas Winry estava distraída observando o lugar que nem olhou para a pessoa que abrira a porta.
? – Chibi quanto tempo?
E – Já falei pra para de me chama assim velhota tampinha!
Winry assim que se virou para olhar a pessoa.
W – “Essa voz não me é estranha...”- e ao olhar viu uma velha baixinha com um cachimbo na boca sorrindo para Ed. Ela parecia nem ter a notado ainda.
? – Mas o que o trás aqui?
E – Minha mãe mando agente entregar um livro para você velhota.
? – O Al também veio? – E ao olhar para o lado não viu quem pensava encontrar.
E – Não.
? – O que você esta fazendo aqui??
W — ...
E – Nani?
Ed não estava entendendo, mas ao ouvir Winry dar um passo pra traz pode perceber que avia algo ali.
E – Se conhecem?
? – Sim, mas... Winry o que ouve com a sua bochecha?
Winry estava muito chocada ao ver ela ali realmente não imaginava encontra ela.
E –Vovó Pinako pode explicar de onde vocês se conhecem?
P – Ela é minha neta.
Agora não era só Winry que estava em choque Ed também estava.
***
Notas finais
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