Cap.2

W – Você é cego?

E – Não, eu enxergo muito bem vejo que você é obesa, olhos laranja o cabelo curto e de cor laranja – falou sarcástico.

W – Não precisava exagerar, mas como pode ter tanta certeza que eu não seria nada disso?

E – Tão simples quanto respirar, já viu alguém com os olhos laranja? E eu te tirei do rio pude sentir o seu peso e seus passos são leves não afundam tanto, quanto ao seu cabelo sobre a cor acho muito difícil alguém resolver pintar o cabelo de laranja e sobre o comprimento também pude sentir quando te tirei do rio que ele é comprido e ainda mais que quando ele balança posso ouvir e isso me indica que ele deve bater no meio da suas costas. Explicado?

W – Isso sim, mas tem mais uma coisa... Por que você não mostrou antes que era cego?

E – E você vai me dizer por que fugiu?

W – Não.

E – Então não tenho o porque te explicar isso – e já estava em direção a porta.

W – Espera! O que uma coisa tem a ver com a outra?

E – Que tal chamar isso de troca equivalente, uma informação pela a outra.

W – Mas ainda não entendo.

E – Você não quer me contar o porque de ter fugido do lugar que pelo visto você não gosta conseqüente mente você não quer falar sobre isso e eu com a minha cegueira não gosto de falar dela. As duas coisas que não gostamos de falar então é justa a troca de informações.

Winry ia falar mais, mas foi interrompida por Al que acabara de entrar no estábulo.

A – Ed, Winry vamos o jantar esta pronto e vai esfriar se não formos agora.

Seguiram para a casa em silencio.

Sentaram a mesa que tinha quatro lugares deixando Winry de frente para Ed e sentada ao lado de Trisha e Al do lado de Ed..

Winry conversava com Trisha, mas tinha sua atenção para Ed. Ficava observando ele comer e ele comia normalmente um pouco mais devagar, mas ainda sim normal. Apesar de comer normalmente às vezes um pequeno erro avia de ele ir um pouco pro lado, coisa muito pequena que ela nem sabia como estava conseguindo ver. Mas quando ele foi beber o suco e que ela esqueceu de disfarçar e ficou o olhando ele pegar o copo e levar a boca, esse movimento ele fazia com mais calma, Winry chegava a pensar que ele iria errar o alvo e derramar suco em cima de si, mas isso não aconteceu.

Trisha e Al viram que ela estava meio que observando Ed, mas quando ela parou completamente de comer e só o ficava o olhando com um olhar preocupado quando ele pegou o copo sabiam que ela deveria ter visto que ele era cego.

Ed botou de volta o copo na mesa e sabia que Winry o observava os talheres dela param de se mover juntamente com ela.

E – Terminei – falou se levantando – não respondam – e logo saiu com Dan.

Aquela ultima fala Winry não entendeu e parecia que os outros também estavam tentando entender o que ele quis dizer com aquilo, mas logo veio a luz de compreensão nos olhos de Al, mas logo voltara a interrogação.

A – “Por que?” Termine – e se levantou e saiu.

T – Só Al pra entender tão rápido o que ele quis dizer com aquilo ‘não respondam’ – se levantou e recolhendo os pratos dos dois e botando o resto de comida no prato de Dan – vai querer mais? – falou se dirigindo a pia.

W – Não obrigada – falou se levantando e fazendo o mesmo que Trisha – pode deixar que eu lavo, não fiz nada hoje para ajudar a senhora.

T – Obrigada querida assim posso me ocupar em fazer uma torta de maça.

W – Eu sei fazer torta de maça quer que eu faça?

T – Então deixa a louça comigo.

A – Ed o que foi que ouve para não poder responder as perguntas que possivelmente ela faria?

E – Esse é o meu jeito de fazer ela falar o que ouve com ela para querer fugir.

A – Ela fugiu?

E – Ela deixou escapar, mas só isso e não esta disposta a falar mais.

A – Você é um chantagista.

E – Não sou, sou apenas alguém que quer trocar informações – falou tranqüila mente.

A – Você e essa sua de troca equivalente.

E – É algo bem justo.

A – Não quis dizer que não é justo, só que às vezes isso pode ser uma coisa irritante.

E – Irritante para aqueles que tem algo a esconder.

A – ¬.¬’

Ed estava deitado no sofá e Al sentado numa poltrona Dan estava com eles deitado no tapete.

T – Dan! Venha comer! – gritara Trisha da cozinha o que fez Dan ir rapidamente para lá.

E – Esse cheiro – se sentou – Torta de maça.

A — Se acalma Nii-san a torta nem deve estar pronta.

E – Mas já esta no forno.

A – Não sei como você consegue sentir o cheiro da torta se a recém ela deve ter ido pro forno.

E – Quando não se tem um sentido os outros ficam melhores.

A – Tem que sempre ter resposta pra tudo?

E – Sim.

Al suspirou.

A – Só a Winry para te deixar sem resposta.

E – Aquela vez foi a primeira e ultima, espero que tenham dado boas risadas e aproveitado, pois novamente não ira acontecer.

T – Al pegue um colchão e ponha no seu quarto Ed você vai dormir junto de seu irmão, durma lá até agente ajeitar a mini biblioteca. Os seus livros vou botar no seu quarto, o resto no sótão ou porão.

E – E a torta quando fica pronta?

T – Tenha paciência ela já esta no forno.

E – Não deveria ficar cuidando para ver se a torta ñ vai queimar?

T – Eu deixei a Winry encarregada disso.

W – Esta quase pronta — falou com sigo mesma enquanto observava a torta para ver se já estava no ponto.

Pegou dois panos e logo que a torta ficou pronta tirou e botou perto da janela para esfriar.

E – Já da pra comer?- falou assim que entrou na cozinha.

W – Claro que pode, queime a boca à vontade – sarcástica.

E – Podia só ter dito um não.

W – Podia ter raciocinado que ela esta pronta ha pouco tempo e obviamente esta muito quente.

E — ...

A – 2 x 1 com Winry na frente.

E – Al que idéia é essa?

A – Finalmente alguém esta conseguindo te deixar sem fala eu ñ posso deixar isso passar.

E — ¬.¬

T – Al pare de implicar com o seu irmão e Ed espere mais um pouco logo, logo você poderá comer um pedaço da torta – sempre com um tom amigável.

E – Depois desse bate boca já se passou bastante tempo – já indo com a mão para a torta.

W – Nem pense nisso – segurando a mão de Ed para que ele ñ continuasse – te falta miolo nessa cabeça? Quer queimar a mão também? Se quiser é só dizer que eu ponho ela no fogo.

E – Não precisa eu ponho sozinho.

W — ...

A – 2 x 2 empatados.

W – Se quiser eu te ajudo a chegar até o fogão.

E – Não precisa eu sei o caminho.

W — Mesmo sem enxergar você tem uma boa noção de onde as coisas estão.

E – Essa é a minha casa como você queria q eu ñ soubesse onde as coisas estão?

W – A torta ñ é uma coisa q esta sempre parada no mesmo lugar.

E – Mas sempre posta perto da janela.

W – E quem iria garantir que eu a coloquei na janela?

E – O cheiro dela esta vindo da direção onde a janela esta.

W – E como consegue ir com precisão até onde a torta esta?

E – O calor da fumaça ajuda a me guiar.

W – E se ñ tivesse vento?

E -...

A – 3 x 2 Winry na frente de novo.

E – Que para com isso Al! E depois de tudo isso, acho, q finalmente a torta esta fria o suficiente ñ?- e tentou prosseguir com a mão q ainda estava sendo segurada pela Winry.

W – Acho que agora já da mas – e puxou a mão dele pra longe da torta – deixa que eu corto, você – e o puxou para a mesa – sossega ai.

A – 4 x 2.

Al recebeu um olhar mortífero do irmão enquanto Winry cortava a torta e Trisha arranjava pratinhos.

Logo estavam todos comendo a torta.

E – Mãe você mudou alguma coisa na receita?

T — ?

E – Essa ta ótima, o que você fez de diferente?

T – Na verdade não foi eu q fiz, foi a Winry, realmente esta deliciosa.

A – Concordo plenamente.

W – É a única coisa que eu sei cozinhar direito ^^’

E – Acho que você quis dizer que é a única coisa que você faz direito.

W – Se for verdade acho que não me importo, pois em compensação a única coisa que eu sei fazer sai bem feita.

E – Isso faz você ser quase uma inútil.

W – Você não pode falar nada.

E – Pq?

W – Por ser cego.

E – Posso ser cego, mas faço muito mais do que alguém que consegue enxergar.

W – Mas não consegue cozinhar algum alimento para se manter e isso te faz ser dependente.

E – Esta me subestimando demais.

W – Digo o mesmo.

E – Não vai começar a usar o que eu digo contra mim vai?

W – Se for preciso.

E – Sem criatividade.

W – Cego.

E – Inútil.

W – Chato.

E — Baka.

W – Irritante.

E – Descuidada.

W — ...

A – 4 x 3 mais um e empata com ela Nii-san.

T – Que tal mais um pedaço de torta?

Depois de comerem mais um pedaço, sendo que Ed comeu mais 2, foram dormir.

Acordaram na manha seguinte bem cedo com Eroll cantando.

Winry demorou um pouco mais que os outros para se levantar, não tinha o mesmo costume de levantar tão cedo.

W – Ainda vai demora pra eu me acostumar a levantar tão cedo, o sol mal nasceu.

E – Vai se acostumando se pretende ficar.

W – Se continuar sendo grosso não vou mais te deixar comer a minha torta de maça.

E – Eu não estou sendo grosso é meu jeito se acostuma.

W – Todo jeito pode se mudar.

E – Esqueça nem adianta começar a tentar.

W – Então, esqueça a minha torta.

E – Você não pode fazer isso.

W – Eu posso e vou fazer.

E – Você ta na minha casa.

W – Eu vou começar a morar aqui então ela começa a ser a minha casa.

E – Mas o dono sou eu.

W – Na verdade você seria o herdeiro o dono, ou melhor dizendo, a dona é a sua mãe Trisha.

E – Mas falando em superioridade eu estou muito acima de você.

A – Amenos que vocês se casem ai ela teria os mesmos direitos.

W,E – ISSO NUNCA IRA ACONTECER!!!!!

T – Win e Ed 1, Al 0. E 4 x 4.

E – Eu vou pro estábulo – e saiu batendo a porta.

T – Al vá chamar o seu irmão pra irmos a cidade.

A – Ok.

A – Nii-san vamos a cidade.

E – Eu tenho que ir?

A – Tem.

E – To sem vontade.

A – Será que pelo menos um dia você podia querer ir a cidade?

E – Não.

W – Nossa é tão ruim lá?

E – Sim.

W – Sua mãe mando chamar vocês antes que vocês comecem a discutir e acho que acabei de ver o assunto. E Edward sua mãe não quer saber se você quer ou não é pra você vir junto.

E – Eu não vou.

W – Ela acho que iria dizer e me disse pra dizer que ‘ela tem poder para não deixar você comer torta de maça’.

E – To indo.

Logo Win e Al foram andando com Ed logo atrás.

W – Ele gosta tanto assim de torta de maça?

A – É o prato preferido dele.

T – Ed pegue o Hornes para puxar a carroça.

E – Mas na ultima vez foi ele, é a vez do Spiret.

T – Foi?... – parou pensativa – acho que você tem razão, bem você quem sabe.

E Ed foi em direção ao estábulo.

T — Eles são meio parecidos e isso faz com que eu me confunda um com o outro.

A – Só Ed mesmo pra diferencia-los.

W – E como ele faz isso?

T,A — ...

W – Não sabem?

T,A — ...

W – Agora lembre ele disse pra não falar nada da cegueira dele – suspirou.

E – Aqui esta ele.

Al logo pegou a corda e levou para bota-lo na carroça.

W – Vocês vendem a colheita que conseguem?

A – Sim. De tempos em tempos vamos a cidade vender os frutos que colhemos, mas separamos alguns para nos mesmos.

E foram para a cidade.

Ao chegar foram para um ponto onde tinha varias lojas e outras barracas vendendo coisas.

Varias pessoas cumprimentavam Trisha, Al e Ed.

Ed parecia estar com uma cara de tédio o tempo todo. Cumprimentava os outros sem muita emoção. Ficando o tempo todo ao lado do cavalo e de Dan.

Muitos perguntavam quem era a garota e Trisha respondia a mesma coisa:

‘Uma ajuda feminina que vem de outra cidade’

Ficaram um tempo onde varias pessoas compravam as frutas e verduras da carroça.

T – Meninos, podem ficar aqui tomando conta da carroça, eu vou com a Winry comprar algumas roupas para ela.

A, E – Ok.

Logo elas estavam em uma loja que vendia roupas e não foi uma completa surpresa para Win Trisha conhecer todas as pessoas que lá estavam.

Demoraram um bom tempo vendo roupas e experimentando, Trisha aproveitou e comprou alguma coisa para si.

Quando saíram a carroça estava parada ali perto com Ed e Al dentro dela.

T – Vejo que venderam tudo – assim que se aproximaram.

E – Não faltava muito mesmo e vocês demoraram.

- Al, Trisha, Ed que bom velos, como estão?!

A – Oi Mei – e pulou pra fora da carroça – Estamos bem e você?

M – Bem, que é ela?

A – Essa é a Winry e vai ficar com agente e ajudar na fazenda, Winry essa é a Mei nossa amiga.

W – Prazer.

M – Prazer. Hei Ed como tem passado ainda tropeçando?

E – Você sabe que eu já não tropeço mais.

M – E bate nas coisas?

E – Eu já parei debater nas coisas e tropeçar a muuuito tempo atrás e você sabe disso então quer para de pergunta isso toda vez que agente se encontra.

M – Mas a Rose sempre me pergunta como você ta se ainda tropeça ou esbarra e eu também fico querendo saber se ta tudo ok com você.

E – Então diz pra ela parar de se preocupar, pois isso não ajuda em nada isso serve pra você também.

M – Ok! Vou dizer isso, mas duvido que ajude muito.

T – Tenho algumas coisas pra fazer vocês podem passear por ai – e botou as sacolas na carroça e logo seguiu uma direção.

M – Então mais alguma novidade alem da Winry?

A – A novidade ainda envolve ela.

M – Qual?

A – Mei você talvez não acredite, mas o dia de ‘chove canivete’ foi no dia em que ela apareceu.

M – Não só pode ta brincando.

W – ‘Chove canivete’?

A – A Mei falo um dia que quando alguém finalmente conseguiu deixar Ed sem fala iria chover canivete.

M – Nossa me ensina a fazer isso? – olhos brilhando.

W – Eu simplesmente faço acho que não tem como ensina – gota.

A – E o placar esta em 4 a 4.

E – Era por isso que você tava fazendo essa historia de placar?

M – Ele tinha que fazer imagina não fazer como poderia saber se a pessoa esta a sua altura?

E – Você inventa cada coisa.

M – Eu tenho ainda que comprar algumas coisas que a minha mãe pediu... Al vem comigo e me conta os bate boca que eles tivera – e sem esperar resposta foi puxando ele para uma direção e começando a faze mil e uma perguntas.

W – Ela é sempre assim?

E – Sempre.

W – Ela falou que você batia nas coisas e tropeçava... Você não foi sempre cego?

E – E você pulou o muro da sua casa por?

W – Não vale eu te perguntei primeiro.

E – E eu mantenho o que eu disse naquela vez.

W – Será que não pode nem dizer uma pequena informação?

E – Uma informação não é o suficiente.

W – Seu...

- Ora, ora, ora o que temos aqui e ai ‘Blind Boy’* como tem passado? Esbarrando em tudo eu suponho.

E – Tem sempre essas moscas chatas zunindo no meu ouvido, tem um mata mosca?

- Vejo que arranjou uma amiga nova, aposto que você só sente pena dele por isso ta com ele, posso saber o nome dessa linda, gentil e ‘piedosa’ garota?

W – Hei Ed que é essa ‘mosca’? – apontando para a ‘mosca’

- Minha cara meu nome é Envy e não ‘mosca’, agora poderia me dizer o seu nome.

Ed – Uma mosca chata e irritante que só serve pra fica zunindo no ouvido das pessoas – respondeu a pergunta de Winry como se Envy nem tivesse falado.

En – você tem que falar como se eu nem estivesse aqui?

Ed – Ta vendo ele só serve pra zunir no ouvido dos outros.

En – Ora seu desgraçado, você tem sorte de ser cego, pois eu não bato em deficientes.

Ed – E ainda tenta dar uma de durão e bonzinho, só quem não te conhece pra pensar que você realmente não iria me bater só por um pequeno detalhe. Eu podia estar à beira da morte e mesmo assim você bateria em mim.

En – Para de inventar eu não faria isso.

Ed – Então porque a sua voz diz o contrario? — calmo

En – Mi... minha voz não saiu nem um pouco falhada nem tremida – mostrando sinais de nervosismo.

Ed – E agora gaguejou.

En – Eu... eu não...Você nem pode provar o que esta dizendo!!

Ed – E agora tenta negar – suspiro – você não engana e se mantenha calmo.

En – Mas você ainda não pode provar!

Ed – Por ter ficado irritado, tentado negar, não saber direito o que falar, gaguejar e a voz ainda não falar com convicção quer provas mais?

En – Mas eu não falei sem convicção.

Ed – Se esqueceu que eu ouço mais que os outros?

En- Mas...Seu...

E – E depois é só fazer você mostrar que realmente estava mentindo isso é tão fácil. ‘Mosca’ você cai num pega-mosca rápido demais.

Winry estava se segurando para não começar a rir das caras que Envy fez perante a serenidade de Ed e suas palavras.

-Envy!! Te achei seu desgraçado!

En – Te dou o troco numa outra hora ‘Blind Boy’ – e saiu correndo.

Logo Winry viu quem gritara quando uma garota que passou correndo ainda gritando.

Seu desgraçado não pense que você vai fugir tão facilmente!!!

W – Nossa o que será que ele fez?

E – Ele deve ter feito alguma coisa ao Yao.

W – Quem?

E – Ling Yao é um garoto aqui da aldeia; e essa maluca que passo gritando é a Ran Fan sempre que o ‘mosca’ se aproveita dele, já que ele é mais forte que o Ling, roubando o dinheiro dele.

W – E essa tal de Ran por acaso é mais forte que ele?

E – Na verdade eu acho que não, mas quando se trata do Ling ela consegue botar medo em qualquer um.

W – Nossa. Você e o outro, Envy, sempre se chamam por apelidos?

E – Sim.

W – E quem é a Rose?

E — Amiga da Mei.

W — E não é nada sua?

E – Conhecida.

W – o-o A garota se preocupa com você e ela é só uma conhecida...?

E – Não vejo o que mais poderia ter.

W – E a Mei?

E – Conhecida também.

W – Você não tem nenhum amigo(a)?

E – Um dia achei ter. Mas o único que realmente posso chamar de amigo é o Al.

W – Então acrescente mais eu nessa lista.

E – Me de um bom motivo?

W – Eu não tenho piedade de você.

E – ã?

W – Você não gosta das pessoas que tem pena de você só por que é cego, você não quer ser tratado diferente, e pelo que estou começando a entender você nem sempre foi cego.

E — ...

W – Acertei ^^

Apos um minuto de silencio Trisha apareceu com umas sacolas.

T – Voltei! Cadê o al? – botando as sacolas dentro da carroça.

E – Foi junto com a Mei fazer umas compras pra contar do ‘tão incrível’ bate boca entre eu e a Winry.

T – Ele já deve estar voltando.

W – Não é ele vindo lá? – apontou para uma pessoinha ao longe.

T – Parece ser ele.Vamos já subindo na carroça.

Logo Al também já estava na carroça e botou ela a andar de volta para casa.

***

*Blind Boy = Menino Cego

Para os que não sabem blind se fala blaid, só digo isso pq é mais bonitinho blaid boy do que (para os que não sabem) blind boy.

Notas finais
Bem... me pergunto se alguém chegou a ler o 1º cap xp
Essa fic esta em outro saite (o FFnet, terminada por acaso tb xp
Fazia tempo (anos pode se dizer xD) que eu não resolvo vir aqui xp Bem voltei pra terminar de postar essa fic, mas não vai ser de uma hora pra outra tem todos os caps xp, talvez 2 por semana sei lá xD vai depende da minha vontade xp