Um Breve Momento
1 Capítulo único
Notas iniciais
Olá pessoinhas queridas! Essa é uma fic bem simples que eu não tinha a intenção de posta-la mas como não vai fazer mal a ninguém... Espero que gostem
Dentro da tenda Jenny, que havia ido como ajuda para seu mestre de oficio, colocou a bandeja ao em cima de uma mesinha e olhou em volta com as mão na cintura um pouco nervosa.Ela havia emagrecido um pouco, tal vez por conta dos esforços na cozinha, continuava com a mesma estatura baixa. Tinha os cabelos loiros presos em um rabo alto e os mesmo olhos gentis, mas algo nela a dava um ar de mais velha, mais mulher.Fazia tempo que ela não tinha notícias de Horace, sabia que ele estava inconsciente a 3 dias, mas ela sentia vontade vê-lo, nem que por alguns poucos segundos. Então tomou coragem e entrou numa parte mais interna da cabana e lá encontrou ele. Estava deitado numa espécie de colchão no chão com ataduras em torno dos machucados externos e uma espécie de ata na perna, no tronco e nos braços, por conta de diversos ossos quebrados. Jenny sentiu um aperto no coração ao ver aquela cena. Ela se aproximou dele e se ajoelhou ao seu lado segurando a mão do jovem com delicadeza. Ela piscou algumas vezes para conter as lagrimas, ela não tinha visto nada do que ele havia feito mas sabia sobre seu ato suicida e de coragem, e agora vendo todos seus machucados e hematomas sabia com toda certeza disso. A loira afastou alguns fios de cabelo da testa enfaixada do garoto corpulento, em resposta o garoto gemeu baixo e mexeu a cabeça levemente assustando Jenny. — Horace?- a garota falou quase como um sussurro — Horace.- falou um pouco mais alto. — han...- gemeu novamente — J-Jenny ? — ele abriu os olhos levemente. Ele via tudo embaçado mas conseguiu identifica-la. — Graças a Deus! Horace... — com os olhos lotados de lagrimas ela encostou a mão suavemente na face do garoto. O Horace tentou se sentar mas a dor no seu corpo e Jenny não permitiram. — minha cabeça... Esta doendo... — reclamou ele com a voz fraca. — Imagino que todo o resto do seu corpo também. — falou com a voz calma. — Você tem tantos ossos quebrados quanto... Quanto... — Ela não conseguia pensar numa boa analogia. — Alguém que se jogou na frente de um cavalo em alta velocidade? — falou com a voz fraca e zombeteira. Só Horace mesmo para ter qualquer humor numa hora dessas. — E mais um pouco. — Ela se permitiu um pequeno sorriso de diversão " e apanhou do senhor da chuva e da noite" pensou mais não disse nada, tinha medo de ferir os sentimentos dele. — Você é um herói. — ela falou isso quase como um sussurro. — Você matou Morgarath e , embora eu não saiba por que, isso me deixa particularmente orgulhosa e preocupada. — Desabafou a garota. Depois se fez um silencio de alguns segundos. Horace queria falar muitas coisas. Perguntar muitas coisas. Mas falar doía, na realidade até respirar doía, e ele precisaria de muita coragem pra proferir um única palavra. Jenny também tinha muito para dizer, mas lhe faltava coragem, então ela apenas fitava o chão. — Will? — ele conseguiu falar quebrando o silencio e torcendo para que Jenny entendesse o que queria dizer. Ela respirou fundo. Realmente, falar isso a Horace precisaria de coragem. — Desaparecido. — Falou rapidamente. Sua garganta parecia um deserto árido. O rosto do jovem mostrou mais dor ainda, se é que isso é possível .- Escandinavos o levaram para sua terra e logo Halt vai atras dele. Fique calmo por favor.- Se apreçou em completar. — Eu preciso ir junto. — falou com um fio de voz. — Isso é minha culpa. — Não. — falou Jenny severamente. Horace se surpreendeu com aquilo, porém foi incapaz de demonstrar isso. — Não é sua culpa. E você precisa de um medico. Vou chamar um. Alem disso eu não deveria estar aqui...- ele segurou a mão dela quando tentou se levantar. — Fique só mais um pouco.- Pediu. — Certo... — Ela se sentou novamente. — Horace por favor não deixe que seu senso de dever se torne maior que seu juiso. — Pediu a loira. — Vou tentar. — falou soltando um riso pequeno. — Não queria que você me visse assim. — falou um pouco triste. Ela sentiu as bochechas esquentarem. — P-por que?- o ar parecia ter desaparecido dos pulmões dela. — Tal vez — a voz dele parecia distante e seus olhos estavam semi abertos. — Eu quisesse que você me visse como um herói, não como um doente. — T-tal vez v-você não devesse se preocupar com isso. — falou nervosamente. Seu rosto estava vermelho como um tomate.
— Por que? — Foi a vez dele de questiona-la. A voz dela parecia distante para ele assim como o corpo dela, ele segurou um pouco mais forte na mão dela, sentia a inconsciência o puxando de volta. — E por que você esta vermelha assim? — Falou com um mínimo sorriso. — E-eu não estou vermelha!- protestou. — E porque... Você não tem que se preocupar com isso porque você é meu amigo. Meu herói e meu... — antes que terminasse de falar ela percebeu que ele estava inconsciente novamente. Então se curvou e tocou os lábios dele com os dela suavemente. Ele ardia em febre. Ela sabia que ao acordar ele não se lembraria de nada dos últimos 3 minutos mas ela NUNCA se esqueceria disso. Com isso em mente ela se levantou e saiu de lá. Ela jamais se esqueceria do que disse. Ele era seu amigo, seu herói e seu amado...
Notas finais
He He, eu sei ta horrível mas que bom que você leu tudo, não deixe de comentar (it's free!) faz bem para o autor ; )
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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