Um Baile, Uma Resolução

11 O Verdadeiro Culpado!


Notas iniciais
Olá pessoinhas lindas.
Desculpe pela demora mais o tempo não ajuda.
E o meu Pc vive em greve.
Resumindo, não tenho como me desculpar já que em todo esse tempo planejei um jeito de postar e não consegui.
Mais hoje vim fazer um poste um pouco pensado já que não ficou grande coisa mais ficou como eu queria.
Vamos ler?
Boa leitura.

- Cebola, por favor! _ A escutou gritando enquanto tentava escapar engatilhando por aqueles apertados dutos de ar condicionado. E como eram apertados. Estava tão apertado dentro daquele lugar que mau podia caminhar. – Cebola volta aqui! _ Mais era exatamente a voz dela que dava força para que ele pudesse continuar. Era por ela que ele tinha que continuar. E agora que ela sabia quem ele era, sabia que as coisas iriam pesar ainda mais na hora de tentar se entender com ela.

A voz dela ficava cada vez mais longe. Não entendia o por que de ela não tentar impedi-lo ou o seguir. Havia alguma coisa que a prendia naquele quarto. Não conseguia encontrar o que era mais ainda assim ficou feliz disso acontecer. Agora estava mais certo de que nunca que poderia não ter a força dela mais estava a sua altura. Sem querer, a havia derrotado. Finalmente depois de tudo, poderia ter a chance de ficar com ela sem culpa. Quer dizer, se sobrevivesse a aquele tudo apertado.

- Seja bem vindo! Há quanto tempo não nos visitam! _ Dizia Seu Souza abrindo a porta para as visitas. Maria Cebola que entrou quieta e tímida logo avistou de longe a Monicão que, percebendo a intenção da menina, fez questão de sair correndo em direção ao quarto da dona. Ela foi atrás com a mesma rapidez Enquanto sua esposa acompanhava a amiga ate a cozinha.

- Maria Ce...

- Deixa ela! _ Disse o dono da casa. – Não faz muito tempo que a Mônica fazia isso. E para dizer a verdade eu sinto muita falta dessa época. _ Falou com nostalgia.

- Obrigado pelo convite. _ Falou Seu Cebola. – Estava meio difícil segurar Maria Cebola dentro de casa já que ela queria de todo jeito ter ido ao baile junto com o irmão. _ Seu Souza olha para o relógio só para ter a triste certeza que ainda não estava na hora de buscar a filha. – Está se sentindo um idiota por não estar no baile do lado da sua filhinha não é? _ Perguntou de forma maldosa. – Agora que cresceu provavelmente não quer mais sair com o pai.

- Não se preocupe com isso. Logo em breve você vai passar por isso também! _ Falou olhando Maria Cebola sair do quarto esganando o pobre cachorro e Seu Cebola sente a garganta seca de repente. – Por que não nos sentamos?

Maria Cebola solta Monicão que sai correndo e ela vai atrás. Mauricio ri cm a tentativa frustrada do cachorrinho para fugir.

- Você não tem um cachorrinho Maria cebola? _ Perguntou.

- Tenho o Floquinho mais não tem graça brincar com ele por que nunca sei pra onde ele está olhando. _ O pai ri junto com o amigo. De repente a menina volta a atenção para os adultos que estão rindo. – Qual é a graça?

- Nenhuma! _ Respondeu o dono da casa. – Só acho que o Monicão gostou de você.

- Não gostou não! _ Respondeu. – Se tivesse gostado não tinha se escondido quando cheguei. Mais tudo bem. Eu brinco com ele assim mesmo. _ Seu Souza olhou abismado para o amigo.

- Nem me fale! O Cebola tem até medo quando ela abre a boca. _ Falou o pai afundando no sofá.

- Ele é um bobo! Gosta da Mônica e fica querendo derrotar ela. Eu que não ia ficar com isso se o Dudu viesse falar comigo.

- O QUEEEE? _ Falou seu Cebola pulando do sofá. Seu Souza se diverte.

- O Dudu pai. Aquele primo da Magali. Ele é tão fofo. _ Seu Cebola cai no sofá abismado e Seu Souza não para de rir.

- Qual é a graça? _ Pergunta atônito ao amigo e tentando esquecer o que a filha disse.

- Não posso dizer nada. Essa é a graça.

- O que não pode dizer?

- Que isso passa.

- Ela é só uma menina! _ Reclamou.

- Mônica também era. E olha só onde estamos agora. Ou não sabe o que esta acontecendo? _ Seu cebola se cala e fica inconsolado olhando para sua caçulinha. – Aproveitando o assunto, gostaria de falar com você sobre isso. _ Maria cebola arregala os olhos e ambos percebem.

- Filha por que não vai ate a cozinha ver o que acha por lá ein?

- Por que eu nunca posso ouvir nada? _ Perguntou de braços cruzados.

- Por que ainda é pequena pra entender. Vai pra cozinha vai filha.

- Eu sou mocinha pra tudo menos pra o que eu quero. _ Saiu resmungando.

- E então? Quer reclamar do Cebola? _ Perguntou já imaginando que o filho tinha mais uma vez aprontado com a Mônica. Afinal, não seria a primeira vez.

- Na verdade, quero falar dos dois. E quem sabe, chegaremos a um acordo sobre tudo o que está acontecendo...

- Ai eles me expulsaram da sala. _ Disse a menina com cara de choro esperando comover as mulheres que estava conversando animadamente na cozinha ate a entrada triste da pequena.

- Eles parecem estar conversando algo serio. _ Disse dona Cebola olhando pela porta.

- Maria cebola, poderia me fazer o favor de por comida para o Monicão? _ Perguntou dona Luiza estendendo a bacia de ração para a menina. -A Mônica esqueceu.

- Sim! _ Pegou a bacia toda contente e saiu correndo para o quintal com o cachorrinho correndo atrás dela.

- Vamos ver o que se passa. _ Falou dona Luiza indo para a sala acompanhada da amiga.

Maria Cebola vai toda feliz colocar comida com a intenção de fazer um novo amigo. Assim que coloca a comida vê o animal se alimenta todo contente. Ela levanta o rosto e vê seus pais e os Souza conversando. Ficou indignada por ter sido enganada. Entrou mais que rápido para tirar satisfação por isso.

- Filha que bom que chegou! _ Falou dona Cebola estendendo os braços para a filha. – queríamos mesmo falar com você.

- Vocês me enganaram! _ Falou fazendo bico e sentando no colo da mãe.

- Quer saber o que estávamos falando? _ Ela afirmou com a cabeça. – Vamos te contar. _ Disse dona Luiza.

- Isso se prometer não contar para o Cebola. _ Falou Seu Souza.

- Nem pra Mônica. _ Disse Dona Cebola.

- E nos ajudar no nosso plano! _ Falou Seu Cebola.

- Os planos do meu irmão nunca dão certo! _ Disse já imaginando a confusão que iria ter.

- Mais os planos não são dele. São nossos. _ Disse o pai.

- Os meus também não dão. È mau de família. _ Falou e o pai ficou sem graça enquanto Seu Souza tentava não rir.

- Mais o plano foi meu não do seu pai. _ Falou Seu Souza.

- Então vão dar certo. _ Seu Cebola ficou com raiva ao passo que seu Souza ficou todo orgulhoso.

- Então vamos contar a ela por que daqui a pouco vai dar a hora dos meninos chegarem e eles não podem suspeitar de nada. _ Falou dona cebola e seu Souza mais uma vez confirmou a hora no relógio para ver que ainda faltava um tempo antes de ir buscar a filha.

- Então conta logo! _ Disse a menina curiosa.

Estava cansado de tanto engatinhar. Suas pernas doíam de tanto engatinhar por aquele espaço minúsculo e não ver nenhuma atividade em parte alguma. Decidiu que mesmo que parecesse uma burrice iria tentar passar pelo salão de festas para ver o que se passava por ali. Pode aos poucos ouvir som um pouco estranhos vindo do salão. Mesmo um pouco receoso, decidiu verificar o que estava acontecendo. Ele chegou perto de uma das saídas de ar e olhou assombrado para baixo.

Jeremias estava usando um frufru na altura do peito. Franja, além de estar com maquiagem, estava com vários frufrus na cabeça. Carmem parecia um homem junto com Denise toda suja. Parecia que tinham mexido com motor de carro. Lembrou-se que estavam ainda sobre o controle de um maluco. Ou melhor, se o professor Licurgo não estivesse melhor diria que ele estava controlando a todos. Sem contar que alguns agiam como criança incluindo cascão que ate fralda usava.

- Esse é o tipo de coisa que só vê uma vez na vida. _ Disse tirando o celular de dentro do bolso e ligando a câmera. – Vai direto pro Youtubiu. Denise que me perdoe mais hoje o babado quem vai ter sou eu.

- Cebola! _ Ele deu um pulo e acertou o teto do indulto. Não precisava se virar. Já sabia quem era. Seu coração denunciou.

- Eu não pedi pla você ficar lá? _ Que ótimo agora iria ficar falando errado.

- E você pensou mesmo que eu iria obedecer? _ Queria acreditar que sim embora soubesse que não. – Sem contar que você tem muito o que explicar como por exemplo... O que esta acontecendo lá em baixo? _ Perguntou ouvindo a voz inteligível da amiga gulosa. Cebola olha para baixo e vê Magali provocando guerra de comida.

- Acledite, você não vai quele sabe. _ Disse já esperando a próxima pergunta. Mais antes que acontecesse resolveu tentar desviar a atenção. – Não olhe pla baixo. Temos que descobli quem esta fazendo isso com nossos amigos.

Mônica ficou confusa quando escutou a palavra “temos” da parte dele. Queria dizer que ela poderia ir junto sem reclamações?

- Você vem ou não? _ Perguntou esperando ela segui-lo. Isso a animou e ela resolveu deixar o questionaria que tinha em mente pra depois.

- Tem idéia de quem seja? _ Perguntou tentando puxar assunto.

- Não! Parece algum tipo de louco. Não entendo como ele age.

- Pena que o Licurgo não esta aqui.

- Seria muita loucura pra pouco espaço. _ Disse Cebola comemorando por dentro por não ter maluco a mais naquele lugar. Encontrou uma encruzilhada e parou.

- O que foi? Por que parou? Aqui está apertado caso não tenha percebido.

- Eu disse pra você ficar! Esquerda direita ou em frente? _ Disparou antes que ela respondesse de forma bem educada pra não dizer o contrario.

- Como vou saber? Não está escutando som nenhum vindo de nenhum dos lados?

- Não! Está tudo muito quieto.

- E se a gente se dividir? Seria mais fácil...

- Não! Você vai ficar por perto.

- Não disse que queria que eu ficasse naquela sala? _ Perguntou se sentindo vencedora. – Então? Agora pode se livrar de mim.

- Eu queria que ficasse segura lá! _ Confessou sentindo as bochechas corarem um pouco. – Mais já que veio vamos ficar juntos. _ Xingou-se mentalmente por ter escolhido essa palavras e Mônica agradeceu por ela não por se virar e a ver corar e sorrir com o comentário. – Esquerda! _ Falou sem pensar direito e se virou para direita.

- Esta perdido? _ Perguntou querendo quebrar o silencio repentino.

- Não tenho idéia do que estamos para encontrar e nem onde encontrar. Mais algo me diz que boa coisa não é. _ Um som forte seguido de um grito faz com que Mônica se anime para por um fim naquela noite. Mais Cebola para.

- O que foi? Por que parou?

- Não podemos ir com muita sede ao pote. Precisamos de um plano.

- E desde quando seus plano dão certo?

- Magoei! _ falou. – Então por que você não bola um plano?

- Por que eu já tenho um plano.

- Há é? Qual?

- Elemento surpresa! _ Ela da um soco quebrando o duto e derrubado tanto ela quanto ele no chão.

- Finalmente chegaram! _ Falou a voz já conhecida por eles.

- Só pode estar de brincadeira! _ Falou Cebola.

- Professor Licurgo? Por quê? _ perguntou Mônica impressionada.

- É mais fácil perguntar o porquê eu não faria. Mais vamos pelo motivo mais lógico.

Notas finais
Entreguei de bandeja.
Claro! estava tão obvio.
Acredito que o motivo está mais obvio ainda mais como estou sem tempo de por o motivo postei assim mesmo.
A duvida e surpresa fica por parte da Maria Cebola.
Com os pais do casal com um plano e essa menina "santinha" executando o plano a coisa vai ficar interessante.
Reviews?
Besitos.