Um Baile, Uma Resolução

2 A Decisão de Cebola!


Notas iniciais
Amei receber logo de cara 5 Reviews.
Espero que com o segundo capitulo on eu consiga mais alguns leitores diferentes.
Agora vamos ver como o cebola se sente com a situação.

Sentia vontade de jogar videogame. Não! Montar um site era melhor. Ou de repente terminar aquele jogo que ele tinha começado já há algum tempo. Não! Já estava ficando irritado. Nada estava bom o bastante. E agora ainda por cima a turma todo resolveu aprender a fofocar igual à Denise. Tinha vontade de gritar a verdade aos 4 ventos quem era o verdadeiro Fantasma Vigilante. Com certeza iria ser o maior “babado” do blog da Denise. Mais ainda não podia. De alguma forma sentia que isso iria piorar a situação com a Mônica. Então pretendia ficar com a boca calada. Mais o mais difícil seria deixar o Cascão com a boca fechada. Assim que surgiu o assunto entre a turma de que Mônica poderia estar chifrando ele com o Fantasma o amigo quis mais do que rapidamente corrigir os amigos. E quase que não deu tempo de calar ele.

Flash Back

- Mais que por essa o Cebola não esperava isso é certo. Quem me dera ser o Fantasma. Eu não teria perdido tempo e com certeza provava pra ela que vale mais a pena ficar comigo do que com o careca. _ Nesse momento Cebola e Cascão estão chegando e escutam tudo.

- Vai provar pra Mônica assim como provou pra Aninha o quanto valia a pena ficar com você? _ Atacou Cebola tentando não explodir. Todos eles tentam disfarçar e fingir não estar prestando atenção no assunto que antes parecia tão empolgante.

- Vocês não imaginam mais o fantasma na verdade eram...

- Um tremendo de um idiota que ficou dando em cima da Mônica. _ Gritou Cebola tampando a boca do amigo. – Mal chega no pedaço e se intromete nos assuntos alheios que não tem nada a ver com ele.

- Pode não ter...Mais agora é ele que tem mais atenção dela do que qualquer um de nós. _ Comentou Tony chegando e tirando Cebola da pouca paciência que tinha.

- Chegou quem não estava faltando. _ Falou ele entre os dentes.

- Está mesmo triste em me ver ou simplesmente não gostou de ouvir a verdade? Afinal, o cara pode ser qualquer um. E pelo que vi na festa, ele agora tem mais chance com a Mônica do que qualquer um de nós. E se eu fosse você, não bobeava por que agora tem mais um concorrente.

- Você não é um concorrente de verdade. Ela nunca olharia para você mesmo. _ Falou sorrindo.

- Somente eu? Acredita mesmo que mais ninguém tem interesse na Mônica? Você é realmente tão inocente assim?

- O que quer dizer com isso?

- Olhe bem ao seu redor. Qualquer um pode ser o tal do fantasma. Sem contar que depois que você terminou com ela ficou muito ausente e sabe, você não é u único da sua turma que acha a Mônica uma gata. Ou vai dizer que caiu na historia de que todos fingiram interesse nela? _ Ele olhou ao redor e viu os amigos disfarçarem. – Toda mentira tem um fundo de verdade. Já deveria esperar por isso. Ate por que, você sempre envolveu mentiras nos seus planos não foi? E ate que ponto não havia verdades nelas? Estamos todos em um jogo de sedução Cebola. E você já esteve por cima. Agora, está no ultimo lugar.

Ele perdeu a paciência e saiu andando louco pra dar umas em Tony.

- Cebola espera! _ Gritou Cascão e segurou o braço do amigo que deu um puxão.

- Não quero conversa! Agora todos somos rivais não somos? Então pra que continuar fingindo ser meu amigo?

- Tá maluco cara? Esqueceu que eu namoro a Maria Cascuda? Eu gosto dela não da Mônica. E mesmo que gostasse, eu to do seu lado. Nunca tentaria te passar a perna. _ Ele realmente parou e as palavras dele fizeram sentido. – Mais por que você não me deixou falar a verdade? Você é o verdadeiro Fantasma Vigilante. Você não está por baixo. Pelo contrario, é o cara pra Mônica.

- Eu já disse! Não é em uma festa que quero vencer a Mônica. E vou provar pra todo mundo que eu consigo isso e que mereço sim a Mônica.

Flash back off.

Logico que ele poderia simplesmente aparecer na frente da Mônica com a roupa de vigilante e tirar a mascara para provar pra ela que era ele do lado dela o tempo todo a protegendo e cuidando na festa. Mais isso não provaria nada além de que ele gostava dela. Mais não tinha mais o que provar. Isso era evidente. Os sentimentos dele eram tão claros como agua. Todos sabiam. E mesmo assim decidiram todos, de repente investir nela.

Isso era demais pra cabeça dele!

- Cebolinhaaaaaaaaaa!!!!_ Aquela voz era a gota que faltava para que ele explodisse naquele quarto.

- Dá pra bater antes de entrar ou você não tem mão? _ Gritou. A pequena deu um passo assustado ara trás e foi amparada por braços acolhedores.

- Calma Cebola. A Maria Cebola só queria te dizer que eu estou aqui pra falar com você. _ Respondeu a garota sorrindo para a pequena que mostrou a língua para o irmão mais velho. Ele correspondeu com cara feia fazendo a menina sair correndo. – Você deveria ser mais compreensível com sua irmã.

- Você não tem irmã Magali. Não tem ideia de como a Maria Cebola pode ser chata.

- Qual é o problema real Cebola? É a Maria Cebola ou a discursão que você teve com o Tony sobre a Mônica? _ Cebola fez questão de sair do quarto e Magali o seguiu percebendo que ele desejava fugir da conversa. Vendo que não conseguiria escapar ele vai à cozinha para distrai-la.

- Solvete? _ Maldito nervoso que o atrapalhava. Denunciava na hora.

- Aceito. Mais isso não vai me fazer esquecer a pergunta que te fiz. _ Ele serve o sorvete pensando o que vai responder. — Não precisa ficar nervoso ou tentar disfarçar Cebola. Sou sua amiga e da Mônica. Não gosto de ver vocês assim.

- Eu não tenho ploblema nenhum com a Mônica. _ Não sabia o que era pior: A velha mania de trocar letras ou não estar convencendo em nada a garota do que queria.

- Se não quiser me dizer tudo bem. Não precisa. _ Fala se deliciando com sorvete. –Mais é sempre bom desabafar sabia? Ainda mais com uma garota que sabe mito bem como ambos se sentem com tudo o que esta acontecendo...

- Pensa que me engana? Você nunca vai me conta nada soble suas conversas com a Mônica.

- Não mesmo. Mais sou a melhor amiga dela. Ainda posso te ajudar.

- Não posso aceitar. _ Finalmente conseguira manter a calma. – Seria como jogar sujo e não pretendo fazer isso. Quero ficar com ela por realmente merecer.

- Não falo de fazer jogo sujo Cebola. Falo de conversar. Não sei se você percebeu mais depois que vocês terminaram o namoro a Mônica está muito triste por que você se afastou.

- Precisava de tempo pra mim. Não é fácil.

- Pra ela também não. Ela vive de cabeça baixa pelas ruas tentando entender o que exatamente precisa fazer pra que você a derrote.

- Ela não tem que fazer nada! Não quero que ela me de a vitória de bandeja.

- Ela também não quer isso. Mais quer que aconteça o quanto antes. E ainda mais depois do Baile.

- O que ela se jogou pra cima de outro cara? _ Sabia que era errado dizer isso. Mais a conversa estava tomando rumos que ele não desejava.

- Ela pensou que era você!

- MAIS NÂO ERA! E mesmo assim ela não esperou ter certeza e se jogou pra ele.

- Mais que teimosia! _ Diz a amiga se levantando. – Eu não te entendo! Se não acredita nos sentimentos dela por que continuar insistindo nisso? Deixa ela encontrar e se entender com o tal do Fantasma da noite.

- Vigilante!

- O que?

- É Fantasma Vigilante!

- Você não estava no Baile desde o inicio. Como pode saber um nome que somente a Mônica sabia?

- Se não quer que eu saiba das coisas. _ Disse pegando o Notebook e virando para ela. – nunca deixe que a Denise saiba também. Mostrou a pagina de fofocas sobre o baile de Max Masquet.

- Você está sendo muito injusto. E não é só com a Mônica mais com você e a turma toda também.

- Ninguém mais tem nada a ver com isso. E de que turma você está falando? Eu não tenho amigos. Meu único amigo é o Cascão.

- Isso não vai ajudar em nada Cebola.

- Eu não preciso de ajuda! _ Gritou e se arrependeu logo que viu a cada de susto da amiga. Mais logo em seguida ela fechou a cara.

- Não tem amigos, não tem namorada, e agora não tem amiga também. _ Disse saindo da cozinha e indo em direção a porta.

- Desculpe Magali! _ Disse e escutou a porta batendo. – Eu não queria te magoar.

- Não magoou! _ Ele deu um pulo se assustando com a amiga aparecendo toda sorridente na porta da cozinha novamente. – Mas não faça mais isso. Tchauzinho. _ Falou saindo toda sorridente.

Ele riu depois de ouvir a porta batendo mais agora sabendo que ainda mantinha a amiga. Na verdade, sabia que jamais a perderia. Ela era a mais calma da turma e por mais que quisesse sabia que era confiável. Mais também sabia que a mesma confiança que tinha nela poderia ser entregue a amizade que ela tinha com a Mônica. Não sabia o que fazer de uma coisa tinha certeza: Não permitiria de jeito nenhum que ninguém que não fosse ele ficasse com a Mônica. E com certeza não permitiria que a turma se separasse por ele. Não importa o que, ou como faria, daria um jeito na confusão que ele mesmo tinha criado.

Notas finais
O Próximo capitulo já está sendo digitado e se chamará: O EFEITO.
Efeito por que vai mostrar como o fim do namoro dos dois e os acontecimentos do baile afeitou toda a turma.
Besitos y gracias.