Notas iniciais
cavaleiros do zodiaco é me, mas a ideia eu dei prum cara pq ele tava muito triste, acho que era kurumada ou algo assim o nome dele, esta fic contem, yai, hard yaoi, lemon, e tentativa de kawaii, e é uma homenagem a Kit, te adoro garota

Limpei de minha testa o suor que demonstrava quão duro fora o dia, não que eu precisasse de dinheiro, aquilo era algo pessoal, eu levava aquilo muito a serio, e era muito atormentado por gostar de... cerejas, não só cerejas, todas as frutas que eu podia cultivar estavam naquele pomar, haviam cerejas, maças, pêssegos, laranjas, entre outras frutas e alguns vegetais, num canto mais afastado, perto da porta, floresciam presentes, não presentes que eu havia recebido de amigos, presentes que planto para dar aos outros, haviam rosas de todas as cores, lírios e margaridas, flores pequenas, menores que um polegar, e flores gigantes, que duraram eternamente quando dou meu toque especial, duraram na memória de quem as recebe, e na minha, esquento mais o lugar com meu cosmo e vejo satisfeito que nem mesmo o frio pode entrar a, o lugar esta meio descuidado, mas não esta como eu achei que ficaria, achei que não faria florescer um único pé, mas no fim fiz uma floresta, quando estou com fome, passo por la e como uma fruta fresquinha, como ameixas e nozes, sem contar as deliciosas fatias de melancia, cada parte do pomar tem uma temperatura, algumas partes são frias, mas outras são quentes, devido ao meu pomar ser feito em alas, das quais eu sempre deixo alguém cuidando quando estou longe, muitas pessoas entram e ficam fascinadas com o que vêem, pois elas vêem varias plantas exóticas, mas somente as pessoas que eu quero ou que mandam em mim, eu levo até o interior de tudo, onde eu chamo de “meu jardim”.

É um lugar lindo, mágico, as flores e as frutas dançam e explodem em cores e sabores, cheiros diversos que formam uma colônia agradavelmente cheirosa, e que atraem varias pessoas, quando passo por algum lugar o cheiro me segue, e todas passam a me notar, mas eu nunca me interesso por nenhuma delas, não é arrogância, é que meu coração já tem dono, e o coração do dono do meu coração esta guardado bem no meio do “meu jardim”, e por falar nele, me viro e me deparo com o meu amor me fitando, sorrio docemente, esperando que ele se aproxime de mim e me abrace como sei que adora fazer, mas hoje ele esta manhoso, vejo meu anjo virar as costas e olhar distraidamente uma borboleta, depois o vejo analisando uma rosa com tanto interesse quanto um leão analisa uma alface, vendo que não haverá saída, me levanto e vou até ele, nem esperando que eu chegue, ele foge de mim, vai andando pelas alas que conhece tão bem quanto eu, já que passa muito tempo nelas comigo, e chega no “meu jardim”, o vejo deitado bem no meio dele, esparramado na clareira que deixei exatamente para nos dois, ele fica la deitado, apoiado nos cotovelos, me fitando, seu olhar tão doce parece tão safado, seus lábios que dizem palavras suaves sorriem maliciosos, eu me aproximo devagar, e pulo em cima dele, logo ele esta deitado e eu estou de quatro em cima dele vou beijar-lhe a boca e vejo meu gatinho manhoso desviar o rosto, me fazendo beijar-lhe a bochecha, faço isso repetidas vezes, até que ele me rouba um beijo, bem rápido , um mero selinho, ele me sorri e eu então o beijo, exploro cada canto daquela boca que é minha, mordo de leve os lábios que são meus, e depois sorrio para que meu anjinho veja como estou feliz, não importa meu deplorável estado, eu então lhe beijo a boca num selinho mais demorado que o dele, ficamos trocando beijos por algum tempo indeterminável, passo minha mãe em seu rosto que é meu, fazendo um carinho que sei que adora, e vejo fechar os olhos, curtindo como uma gatinho manhoso, deito-me ao seu lado, ficamos de frente um para o outro, ele encostas a cabeça e meu peito e eu volto a fazer as caricias favoritas dele, então falo para ele.

-Mime, como senti sua falta -

-Alberich, nós nos vimos há três horas atrás -

-Mas eu quero te ter aqui — ele o abraça de encontro ao peito — o tempo todo -

-Sabe que eu até poderia me acostumar a essa idéia — olho meu anjo se acomodar melhor de encontro ao meu corpo assisto ele se remexer todo e se encostar e esfregar-se em mim, ele para e sorri olhando nos meus olhos, eu olho os olhos tão lindos e malvados que me deixaram esperando, então eu o vejo fechar os olhos como se fosse adormecer, eu então percebo que esta fingindo, só pra mim passar mais tempo com ele, eu então o beijo ardentemente, falando com esse gesto que não vou deixá-lo dormir, pelo menos não por enquanto, ele entende e sorri, eu me levanto e vejo o olhar indignado que ele me da, vou até uma arvore e pego uma ameixa, grande e suculenta, sento me ao pé desta mesma arvore e mordo vagarosamente a ameixa, vejo ele lamber os lábios, ele ia se levantar, mas então faz beicinho e me olha como não posso resistir muito tempo mordo a ameixa de novo, ele aumenta o beicinho, aprece até uma criança eu então mordo uma terceira vez, lambendo meus lábios e fechando os olhos, quando os reabro encontro meu anjo sentado em meu colo, deixo que ele de mordida final e jogo o resto fora para o solo absorver, pego uma galho que esta ao lado da arvore e cutuco outra ameixa ela cai no colo de Mime, ele a apanha e morde tão feliz quanto uma criança, vejo ele se lambuzar inteiro, beijo os cantos de seus lábios e lhe tomo a boca, quando acabamos ele me abraça, eu cutucou outra ameixa, ela cai perto de nos, eu a apanho antes de tocar o solo e mordo ela, segurando-a em minha boca, ele morde ela também e ambos acabamos com ela, ficamos comendo ameixas até o pé ficar quase vazio, então me levanto e o convido a ir ao seu lugar favorito.

-Quer ir comer cerejas? — ele esta quase se levantando, então ele se senta, olha pro chão e eu aguardo, ele levanta e faz a maior cara de coitado.

-Me leva no colo? — ele sorri e eu o pego no colo, nós vamos até as cerejeiras e comemos um monte, eu lavo todas as frutas uma vez por semana, e as cerejas, que são as preferidas do meu amor, lavo sempre que tenho tempo livre, passamos toda a tarde juntos, então cai a noite, vamos até uma ala mais separada, onde tem uma casa, a minha casa, ao entrarmos vamos direto para o banheiro, tiramos nossas roupas e entramos na enorme banheira onde eu me lavo quando estou muito sujo, ela é circular e é bastante funda, chega na minha cintura, se ficarmos sentados a água bate em nossos pescoços, estamos nos lavando e conversando de modo descontraído, quando o vejo tentar alcançar as costas, neste momento eu o agarro e o puxo para mim, faço-o sentar no meu colo e o esfrego as suas costas, também aproveito e beijo seu pescoço de vez em quando, falo coisas nada decentes em seu ouvido, vejo meu anjinho ficar vermelho, é não é por causa da água quente.

Coloco a mão em sua coxa, e a faço ir pra frente e pra trás, e vou aumentado a intimidade das caricias e as coisas que falo.

-Sabia que você é lindo? — vou acariciando suas coxas — você é muito bonito — continuo a acariciar suas coxas, mas paço a beijar seu ombro — lindo demais — começo a dar leves apertões de vez em quando, ouvindo ele gemer de leve, e começo marcar aquele pele branca com mordidas leves — e o mais importante — nesse momento minhas mãos deslizam pelas coxas dele indo em direção a virilha, ele esta completamente excitado, seu membro já esta ereto — você é meu — agarrou seu membro de uma vez só e ouço o gemido mais alto que ele da, começo um vaivém lento, vou beijando-o, as vezes paro e o abraço co uma mão, e ele já notou que ele não é o único a estar excitado, começo a mexer minhas pernas fazendo o meu membro roçar na base de suas costas, ele já esta completamente entregue, e completamente envergonhado, eu o viro de frente pra mim, um lado meu que sempre sai nessas horas assumindo o controle, eu não penso, ajo por puros instintos, se o ouço gemendo, eu quero mais, se o vejo vermelho, quero deixá-lo ainda mais vermelho, se começo algo lento, o torno mais rápido, é um monstro entro de mim que só ele conhece, junto nossos membros e massageio a ambos ao mesmo tempo, ele fecha os olhos e fica gemendo, adoro vê-lo assim, nas minhas mãos, passo uma mão em seu rosto, e o trago até mim para roubar-lhe um beijo, quando penso que ele vai explodir, faço a coisa mais malvada do mundo, paro o que estou fazendo, ele me olha indignado e de repente se da conta do que ele queria, fica todo envergonhado e se senta do meu lado.

-Por quê você parou? -

-Porque hoje você vai dormir aqui comigo — às vezes nós dormíamos juntos, e nessas vezes nós nos amávamos de maneira quente e forte, não havia interrupções, e nesses momentos o monstro dentro de mim não vinha pra fora, era eu e Mime, mais ninguém, fitei a face de meu anjo, o beijei-lhe com força, depois esvaziei a banheira, estamos limpos e calmos, fomos jantar então.

Nosso jantar consistia em salada, que era tirada da horta, um pernil defumado e varias frutas, claro que separados, e depois de sobremesa, frutas molhadas em chocolate, que é feito com o cacau plantado no meu jardim, porque depois as cerejas, a coisa que Mime mais gosta de comer é chocolate, depois de comer isso tudo, que foi regado com muito vinho, Mime pegou a panela de chocolate e uma tigela de frutas, e fomos até o quarto, se um dia acordarmos sendo devorados por formigas a culpa será dele.

Ele molha uma cereja no chocolate e come, molha outra e me da na minha boca, molha duas e come, eu pego a ameixa, e a mordo, mas sem arrancar pedaço, só fazendo buraco, e a mergulho no chocolate, a chocolate dentro e fora da fruta, ele morde e se lambuza tôo, o chocolate lhe suja os lábios, o queixo, as bochechas, e ele continua comendo, ele pega uma maça e a divide em quatro partes atingindo a parte de cima com seu cosmo, ele mergulha uma e me da, pedaço por pedaço na boca, depois, enquanto mastigo sedutoramente, ele pega mais dois e continua me dando, a essa altura ele não é o único lambuzado, mas a minha sujeira esta ao alcance da língua, a dele também, mas só ao alcance da minha língua, ele pega uma banana e mergulha a ponta no chocolate, e parece que me provocando, ele vai chupando o chocolate da ponta da banana, então ele coloca mais, até a metade da banana, e vai engolindo ela, dessa vez mastigando vagarosamente, eu então pego as quatro ultimas cerejas, molho no chocolate, e coloco de uma vez na boca, quando ele me olha com um olhar de fúria, eu abro a boca e mostro elas la, ele vem e me beija, pega as quatro, e então, com esse contato físico inicial, parece que tudo se incendeia, nós, tirarmos nossas roupas, nos abraçamos e beijamos, e nos acariciamos, eu então o deito de barriga para cima e pego a panela de chocolate, e me olha me suplica silenciosa, eu derramo o chocolate morno e seu umbigo, e vejo ele escorrer, derramo mais ainda até que chegue no membro dele, ele então a um leve gemido, eu derramo mas, dessa vez sobre o membro dele, ponho a panela logo ali e me abaixo, lambo toda a ponta, e vejo com satisfação ele agarrar os lençóis e morder o lábio, vou descendo vagarosamente por toda a extensão e volto rápido até a metade, ele arqueia as costas e geme alto.

-AH, Albe... AH, AH, — ele se contorce em prazer quando vou lambendo toda a extensão e pegando o chocolate, quando eu acabo, eu o viro de costas, faço com que se ajoelhe e eu começo a lamber suas costas, ele vai deitando, mas as pernas continuam ajoelhadas, eu pego a panela e derramo sobre a brancura que é o bumbum dele, vou lambendo, chupando, mordendo, e vejo ele se agarrar a grade superior a cama, quando termino com o chocolate, faço com que se deite de bruços e me deito por cima, vou pondo meu membro devagar dentro ele, sussurrando coisas amorosas em seu ouvido, depois começo novamente o vaivém, dessa vez entrando e saindo, vejo ele gemer então me viro de lado, arrastando-o junto, ele então agarra o próprio membro e vai no ritmo das estocadas, não demora para que ele suje a cama e eu inunde seu interior, então nós arrumamos a bagunça e vamos nos deitar, naquele lugar abençoado, com o cheiro mais doce que já vi.

Deitamos abraçados, ele com a cabeça recostada em meu peito e eu recosto minha cabeça na dele, dormimos juntos e felizes, sabendo que nada pode perturbar nosso amor, e quando uma sombra de pesadelo então estragar nossos sonhos, eu o aperto contra mim ainda mais forte, e ele se agarra a mim com ainda mais força e nós repelimos eles, acordamos e vimos a bagunça que estava no quarto, fomos tomar café e eu fiz uma surpresa.

-Ontem eu adorei comer todo aquele chocolate, então adivinha o que eu fiz hoje? — ele me olha desesperado.

-Não seria caramelo seria, ou qualquer outra calda doce -

-Não, eu fiz chocolate quente — ele fica desesperado ao ver a caneca fumegante, acho que ele pensa que vou jogar nele, então dou muita risada da situação, Lee percebe que era só brincadeira e ri também, tomamos café juntos e vamos até o jardim, parece que algumas cerejas sobreviveram, e Mime faz questão e acabar com elas, sem que ele perceba eu levo duas coisas alem da cesta de piquenique um lençol,, e uma panela cheia de chocolate até a borda...

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hummm, delicia, esero que tenham gostao, e Ki, essa fic é feita em sua homenagem, é o seu premio ; )

até mais =D

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!