Um Anjo N Aminha Vida.
15 Um milagre.
Já havia se passado seis meses que Ângela e eu estávamos namorando e minha tia também já estava com a sua barriguinha bem saliente. John estava amando ter um filho mesmo não sendo dele. Eles estavam muito felizes com a criança que em breve nasceria. Já Ângela e eu resolvemos passear por pela cidade.
Estávamos na praça namorando, como sempre fazíamos nos meus dias de folga.
- Ângela!_ Eu a chamei saindo de um delicioso beijo.
- Oi Keven.
- Vamos mais adiante um pouco._ Eu disse mostrando um lugar mais isolado e escuro a ela.
- Você está muito safado hoje Keven._ Ela disse com um sorriso maroto e prosseguiu. – Eu vou com você._ Ela disse me mando à mão.
Eu a puxei para o canto mais escuro da praça e encostei-me a uma arvore e comecei a beijá-la com muito desejo.
Ela se soltou ofegante e disse:
- Keven, aqui não pode aparecer alguém._ Ela disse receosa.
- Deixa de ser boba a essa hora da noite quase ninguém vem aqui, alem do mais ninguém vai nos ver.
Eu voltei a beijá-la com muita volúpia, ela estava vestida com uma saia não muito comprida, então levei a minha mão por debaixo da saia e acariciei a feminilidade dela coberta pela calcinha.
Ver Ângela daquele jeito me deixava louco, ela gemia.
- Você gosta que eu brinque com ela não é mesmo, minha flor._ Eu disse mordiscando seu ouvido quando ouvi.
- Que lindo casal, deve estar bem divertido ai._ articulou uma voz sarcástica e meio medonha.
Eu olhei para traz e vi um homem com uma arma na mão e me virei para frente dele e deixei Ângela atrás de mim, protegida.
- O que quer?_ Eu gesticulei para ele tentando proteger Ângela.
- Calma garoto, afinal seu parque de diversões ainda está bem visível._ Ele rio maldosamente e prosseguiu.- Eu quero que me passo tudo que tem de valor e eu queria fazer a festa coma gatinha ai.
- Eu te dou todo o dinheiro que eu tenho, mas na minha namorada você não toca, seu..._ Ele me interrompeu.
- Cuidado com o que diz amigo ou esse brinquedinho aqui pode disparar bem no seu peito._ Ele disse ironicamente.
Eu tirei todo o dinheiro que eu tinha na minha carteira e puis ao chão com muito cuidado.
- Aqui esta tudo que eu tenho.
- Um... Muito bom, você deve trabalhar bastante para ter isso tudo, mas ainda falta a moça.
- Ela não._ Eu disse tentando a proteger.
- Ou você me deixaeu fazer a festa do mesmo modo que você estava fazendo ou eu atiro._ Ele estava nervoso.
- Keven, eu vou..._ Ângela começou a sair de trás de mim.
- Não você não vai. Você é minha namorada. Eu a impedi segurando-a pelo seu braço quando ouvi a arma do cara dispara.
Logo após isso eu Son vi uma luz azul me envolver e me erguer me desviando da bala. Ângela estava voando comigo um pouco acima do assaltante. Ele ficou olhando e logo que ele percebeu que Ângela podia voar saiu correndo de medo. Após alguns minutos nós descemos na parca novamente.
- Não devia se arriscar tanto assim._Ela disse me abraçando e prossegue. – Você está bem?_ Ela perguntou.
- Sim eu estou ótimo, afinal eu tenho uma linda anja para me proteger. _ Eu a peguei pela cintura e a ergui fazendo-a sorrir e quando a coloquei no chão e prossegui. – Onde nós paramos mesmo?_ Eu a abracei e olhei bem nos olhos dela.
- Nem vem, vamos voltar para casa antes que aconteça mais alguma coisa.
- A não Ângela._ Eu protestei a segurando.
- Anda Keven, é perigoso nós ficarmos aqui.
- Está bem. _ Eu olhei tristemente para ela e prossegui. – Queria te amar em um lugar diferente de casa._ Eu desci minha mão levando a feminilidade dela.
- A nem vem, vamos para a casa agora! _Ela disse segurando a minha mão.
- Fazer o que não é ir para a casa._ Eu gesticulei a ela e começamos a caminhar para casa.
Assim que chegamos a casa, nós fomos para o meu quarto, agora dela também. Já era tarde mesmo quando chegamos, já passava da meia noite, minha tia e o John já estavam dormindo.
Eu peguei uma toalha e adentrei o meu banheiro, Ângela veio atrás de mim.
- Nem vem, eu perdi a graça com você._ Eu já ia fechando a porta do banheiro quando ela colocou a mão entre a porta e o portal.
- Deixa-me tomar banho com você._ Ela disse com uma carinha que eu não resisti.
- Está bem, entre ai._ Eu disse fechando a porta e a abraçando-a e comecei a beijar ela com volúpia.
Eu fui descendo meus beijos pelo seu pescoço enquanto deslizava minhas mãos por dentro de sua blusa para tirá-la.
Ela ia desabotoando a minha camisa e se deliciando com o meu tórax nu. Eu me separei dela um pouco e a olhei só de saia e sutiã.
- Obrigada por me salvar hoje Ângela. _ Eu a olhei profundamente e prossegui. – Você realmente é uma anja, não devia ter tirado a sua pureza._ Eu me afastei um pouco.
- Keven, eu te amo, eu aprendi a te amar e gosto de ficar com você. Eu também quis abrir mão da minha pureza._ Ela me abraçou por traz e desceu a suas delicadas mão até a minha calça desabotoando-a.
Nesse momento eu vi que ela não era mais ingênua, mas eu vi que ela só pertencia a mim. Eu abri o chuveiro e retirei a minha cueca e adentrei.
- Keven o que foi?_ Ela perguntou se despindo e prosseguiu. – Você ficou triste de repente._ Ela adentrou o banho comigo e me abraçou.
- Desculpe Ângela, mas quando me lembro que você é mais que uma mulher, quando eu lembro que você é uma anja de verdade, eu tenho medo de tantas coisas..._ Eu disse correspondendo o abraço.
- Do que tem medo Keven?
- De um dia você voltar para o céu, de eu não ter ao meu lado...
Ela acariciou o meu rosto e ficou um tempo assim.
- Espero que isso nunca aconteça._ Ela me beijou.
Os nossos beijos foi ficando mais intensos e quentes e então ela pegou a bucha e começou a me ensaboar...
Continua...
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