Um Anjo N Aminha Vida.

10 A gravides da Titia.


Eu a observei indo ao banheiro, então me levantei da cadeira e a segui preocupado.

Assim que cheguei ao banheiro vi a minha tia colocando todo o café da manhã para fora. Ela estava um pouco pálida também. Eu adentrei o locou e disse:

- Tia, o que ouve você está bem?

Ela me olhou com o olhar mole e pálida.

- Não Keven._ Ela disse voltando a fazer vomito.

- Quer que eu chame um medico.

- Não sobrinho, eu já sei o que eu tenho. _ Ela disse quase ser forças.

Logo ela parou de vomitar, mas ficou no chão, ela estava sentada e fraca.

- Vamos tia, eu vou levá-la ao seu quarto. _ Eu disse a pegando no colo.

Eu adentrei o recinto e a repousei-a na sua cama.

- Obrigada filho.

- Tia o que a senhora tem?_ Eu perguntei meio em duvida.

- Eu estou grávida Keven._ Ela disse meio triste e prosseguiu. – Não te contei naquele dia porque eu fiquei meio perdida e sem rumo, foi por isso que sai de casa daquele jeito e te juro que pensei em abortar, mas eu desisti e voltei para casa.

Eu olhei meio feliz e espantado ao mesmo tempo e disse:

- A senhora devia ter confiado em mim, se aberto comigo, mas por que ficou atordoada e por que pensou em aborto.

- Por que eu tinha um caso com o meu patrão, por isso chegava tarde em casa, mas quando eu disse a ele que eu estava grávida ele me demitiu e disse pra eu sumir e abortar essa criança.

- Esse cara é um crápula._ Disse John ouvindo a conversa.

Ela olhou assustada e disse.

- Ouvindo a conversa dos outros, que feio John._ Ela disse com um ar de ironia.

- Eu também me preocupo com você, se quiser, eu falo ele te pagar uma gora pensão e ainda...

- Não quero mais nada daquele homem. _ Ela disse meio nervosa.

- Está bem só queria ajudar._ Ele disse se sentando em uma poltrona.

- Obrigada John, mas eu sei que agora eu posso confiar no meu sobrinho._ Ela disse me olhando e olhou para a porta e prossegue. – Você também se preocupou garota.

- Me desculpe, não quis ser indiscreta._ Ela disse delicadamente.

- Bom como eu estava dizendo, eu voltei para casa, mas você vai ter que trabalhar duro por uns tempos filho, já que minha poupança ta curta e eu tenho que fazer muitos exames e preparar para chegada dele ou dela._ Ela disse acariciando a barriga.

- Pode deixar tia eu cuido da casa por uns tempos._ eu disse sorrindo.

- Eu pretendia ficar pouco tempo, mas nas circunstâncias atuais, vou ficar mais pra ajudar vocês.

- Obrigada John._ Ela disse.

- Tia, agora descanse. Eu vou preparar algo pra você comer de novo._ Eu disse e sai chamando Ângela.

Da cozinha eu exultava os dois conversando no quarto.

- Ana, por que se envolvei com um cara assim?

- Ele e separado da esposa, mas não sabia que ele era assim. Eu não quis dizer ao Keven, mas aquele homem chegou a me bater quando soube da gravidez.

- Nossa que horrível.

- Eu sempre me previni, sempre, mas não sei como aconteceu. Agora serei mãe e mãe solteira ainda.

- Ter certeza que não quer que eu mova uma ação contra ele?

- Não John, ele me ameaçou de mais e não quero o Keven envolvido nisso. Já basta a minha irresponsabilidade de deixá-lo sozinho por um mês.

- Eu entendo, mas como eu te disse, eu vou ficar mais um tempo.

- Obrigada John.

Eu o vi voltando à cozinha e se sentando a cadeira, pensativo.

- Ângela, vamos dar uma volta._ Eu disse deixando a bandeja.

- Sim, claro.

- John, quando a tia acordar ele para ela.

- Vai namorar?_ Ele disse me olhando maldosamente.

- Não, que isso, imagina._ Eu disse mais vermelho que um pimentão.

- Keven, obrigada por me deixar um tempo._ Ele disse sabendo que era o que eu ia fazer.

- Disponha._ Eu disse saindo com Ângela.

Caminhamos um pouco até chegarmos a uma praça e nós sentamos em um banco.

- Keven, por que saímos?_ Ela perguntou com o rosto preocupado.

- John é um ótimo amigo e desde que eu sai do hospital e vim para está cidade eu notei os olhares dele para a minha tia. Eu acho que ele gosta dela, então deixei ele cuidando dela.

Ângela me olhou um pouco confusa e ficamos um pouco em silencio.

- Olha só quem está aqui._ Disse Dilyan nos vendo sentados.

- Dilyan, como você está._ Eu disse me levantando e dando um abraço nela e prossegui. – Essa é a Ângela.

- A moça que você falou na escola.

- Sim.

- Muito prazer Ângela eu sou Dilyan, amiga do Keven._ Ela disse se sentando junto a nós.

- O prazer e todo meu Dilyan._ Ângela disse com um lindo sorriso que eu não resisti em olhar.

- Então Keven, quanto tempo estão namorando?_ Ela perguntou.

- Não... Eu não estou namorando a Ângela._ Eu disse rubro e sem jeito.

Ela sorriu ao ver meu rosto rosado e ficamos ali conversando animadamente por varias horas, depois nos despedimos e voltamos a nossas casas.

- Então John, cuidou bem da tia Ana?_ Eu perguntei já em casa preparando a janta.

- Cuidei sim. Ela perguntou por você.

- E o que disse?

- Disse que tinha ido passear coma sua namorada.

- Mais a Ângela não é minha namorada. _ Eu disse rubro novamente.

- Está bem Keven vou fingir que eu acredito._ Ele disse e prosseguido em sussurro. – Só não deixe de se prevenir.

Eu fiquei mais vermelho ainda e prossegui fazendo a janta.

Depois que jantamos dividimos os quartos. Ângela foi dormir no mesmo quarto que a minha tia e John ficou no meu apesar de eu prefirir que a Ângela tivesse ficado ao invés daquele marmanjo.

Continua...