Notas iniciais
Olá minhas flores lindas e meu Pupilo amado... Como prometido e votação vencida, eis que temos um capítulo do meu baby, xodó da Juli e cheiro da Denise... eita homem amado hein... rsrsrsr Antes de mais nada quero agradecer ao Pupilo por mais uma vez betar um capítulo... obrigada lindo... amo vc. sempre e para sempre... Quero dedicar este capítulo a Irene Moreira, minha flor Jenks e amada... a Catarina Costa, que está desde de cedo aguardando ansiosamente o capítulo... obrigada amada... e a Lila, minha flor Lilás.... Mas é claro, que burlando a minha própria regra, dedico ao meu jardim lindo e amado, a minha família doida, unida e feliz... e desejo uma feliz Páscoa... hoje uma amiga minha a Tati postou uma coisa que eu achei linda, era a imagem de Jesus limpando os pés de um de seus apóstolos e lá dizia que ELE nos ensinou a ter humildade... Sim, ELE nos ensinou a ter humildade e completo ainda mais... não só nos ensinou a ter humildade, como também nos ensinou que servir é um ato de amor... FELIZ PÁSCOA!!!! Amo vc's. Obrigada por cada comentário divo que recebi tanto aqui, como em AGADA... não imaginam o quanto eles são preciosos para mim... eu choro, dou risada, me abraço feliz... e me apaixono cada vez mais por vc's.... obrigada por tornarem tudo isso possível... Juli, amada, aqui vai o seu xodó.....amo vc linda.... Denise, minha terrorista... receba com muito carinho cheiros, dengos e afagos (com respeito, e claro) do nosso Gatoso... beijinhos amada... Boa leitura.

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“Edward sentiu o cheiro mais forte de amora que sentira antes, era doce, suave, assim como Bella, era perfeito para seu amor, perfeito para ele e ao ter o corpo pequeno, macio daquela menina colado ao seu perdeu qualquer razão que tivesse e sem pensar em meio ao pedido desnecessário vindo de seu anjo beijo delicadamente aqueles lábios rosados e macios.

Edward ouviu sua garota amolecer em seu braços com aquele pequeno toque de lábios e ao mesmo tempo ofegar, ambos se olhavam, verde com verde, se misturando, se conectando e se amando sem qualquer contato físico, além do corpo colado e do calor emanado. Isabella em um ato corajoso e decidido a ter finalmente o seu amor ao seu enlaçou seus braços, esticando o dorso para não só se aproximar mais se aquilo seria possível, mas para alcançar a boca do homem que já a tinha e finalmente sentir ele lhe tomar com toda a doçura que um dia sonhara.

Aquele homem feito ao sentir dessa vez a sua garota tomar atitude, ainda olhando em seu olhos como se medisse cada reação sua e ao mesmo tempo lesse sua alma, colou seus lábios aos seus e pela primeira vez na vida Edward sentiu paz, tinha seu anjo em seus braços e gemeu ao finalmente possuir aquela boca que desejou conhecer e sentir a noite inteira, explorou cada canto docemente, sentindo sua garota respirar tropegamente e apertá-lo cada vez mais ao seu corpo. Edward pensou ao mesmo tempo em que Isabella pensava”.

“Finalmente estou em casa”

Continua...

Um homem só encontra a mulher ideal quando olhar no seu rosto e ver um anjo e, tendo-a nos braços, ter as tentações que só os demônios provocam...” ―Pablo Neruda

PDV Narrador

O jovem casal se beijava como se não houvesse o amanhã, estavam em casa como pensaram, finalmente se reencontraram, estavam um nos braços do outro.

Isabella não imaginou que houvesse beijo mais doce que aquele. Nada do que sentira antes chegara sequer perto da sensação que o irmão de suas mais novas amigas lhe provocava, se pudesse ficaria ali, tocando e sentindo o gosto daquela boca macia e acolhedora, que explorava a sua como se a conhecesse há anos, seu coração batia desesperado, sentia o calor queimando seu corpo, deixando sua respiração escassa, mas preferia morrer sem ar, a interromper a conexão. Passa suavemente as mãos naquele cabelo bagunçado.

Edward sentia seu corpo colado ao de seu anjo, se encaixavam perfeitamente, ela pequena perto de seu corpo duro e grande. Macia e curvilínea, o deixando louco de desejo, louco de amor. Ao perceber que sua garota respirava com tanta dificuldade quanto ele, diminuiu o ritmo já desenfreado dando pequenas lambidas em seu lábio superior e Isabella não se fez de rogada, com a ponta de sua língua traçou o contorno dos lábios macios de Edward e este que antes pensara contrariado romper a conexão, por achar que ambos precisavam de ar, inspirou profundamente, como um afogado em busca de uma lufada de ar e voltou com toda intensidade a explorar sua boca, dessa vez sem pedir licença, mas sendo aceito no mesmo momento. Apertou mais forte o corpo pequeno ao seu, quase perdendo o controle a encostando na porta de seu carro e involuntariamente esfregou seu desejo no baixo ventre de seu anjo. Não podia se controlar, não podia sequer tomar consciência de tal ato e como resposta Isabella gemeu em sua boca.

Enquanto o casal se beijava sofregamente, sem pudor e com todo amor e desejo, alheios ao mundo, alheios a pequena plateia que os assistiam.

– Meu Deus, isso que é beijo – suspirou Rose que espiava pela fresta da cortina fechada.

– Rose – repreendeu Alice – deixe-os a sós.

– Mas eu estou. Sem contar, eu acho, que se o mundo acabasse eles nem se dariam conta. – brincou.

– Menina, chega para lá que eu quero ver.

– Nona?

– Ah, isso me faz lembrar os momentos que tive com o seu avô na porta de casa – falou a doce senhora com o olhar fixo no casal.

– Vovó.

– O que foi? Oras bolas, Alice, deixe-me. – falou a doce senhora — com coisa que a senhorita e certa pessoa – apontou para Jasper — não fazem o mesmo – acusou Alice, que na hora ficou roxa, pois vermelha seria pouco e o melhor amigo de Edward que ali assistia a tudo com divertimento.

– Sim, ela sabe. – confirmou Jasper o que todos já sabiam.

– Então está mais que na hora de tomar uma atitude. Tem medo do Edward, meu filho? – perguntou a Nona ainda com os olhos fixos em seu neto e Isabella.

– Farei isso hoje, Nona – suspirou – só não o fiz antes, porque minha baixinha estava com medo de que isso estragasse minha relação com Edward e atrapalhasse os negócios.

– Ele já sabe – murmurou Rose, ainda fascinada com a intensidade do que acontecia lá fora.

– Como assim, nosso irmão já sabe?

– Alice, só um idiota não perceberia. – falou Rose dando de ombros, como se aquilo fosse óbvio.

– Falarei com ele hoje, minha baixinha, não se preocupe. Conheço seu irmão. – Jasper falou seguro, abraçando Alice para tranquilizá-la – tudo vai ficar bem – sussurrou em seu ouvido.

Enquanto o casal era visto pela pequena plateia, Edward em um momento de lucidez se deu conta que poderia estar machucando seu anjo, sem contar a ereção evidente que era pressionada ao ventre de Isabella, o trazendo para o aqui e agora. Aos poucos diminuiu a intensidade do beijo, pensando em como se desculpar por aquele súbito assalto, sim assalto, pois devorou e tomou tudo o que podia. Mas longe de se sentir satisfeito. Porém, precisavam não só de ar, com também conversar.

Ao se afastar, Edward abriu os olhos, olhando naquele mar de verde acinzentado, encantado com os pequenos filetes dourados que tornavam a cor dos olhos de seu anjo não só únicos, mas fascinantes, as pupilas de Isabella estavam dilatadas. Excitada, pensou ele com mais desejo, se possível. Acariciou ternamente seu rosto, como se este fosse algo sagrado, digno de ser adorado.

Isabella sentia tudo ao mesmo tempo: desejo, amor, carinho, adoração, admiração. Ele a olhava da mesma forma. Tinha certeza de que a olhava. Como era possível? Pensava.

PDV Edward

– Desculpe – falei sinceramente, vendo Isabella enrugar as testa em consternação. – Não, não pelo beijo – falei apressadamente — mas por ter te machucado. – esclareci afrouxando um pouco o meu abraço, mas não a soltando, eu não estava pronto ainda.

– Mas você não me machucou – sussurrou, sorrindo languidamente, ainda em meus braços.

– Eu queria ter feito isso desde o momento em que te vi sair do carro. – confessei sem poder me frear, fazendo-a sorrir mais abertamente.

– Então somos dois. – e dessa vez eu sorri como nunca, ela me queria assim como eu a queria.

– Meu anjo – acariciei seu rosto, pescoço, sentindo sua pele macia e cheirosa. – você é o meu anjo.

– Eu não só um anjo.

– É o meu – afirmei possessivamente — eu a esperei a minha vida inteira – suspirei, ela iria me achar maluco, insano, psicopata – não me ache louco. Ok? – assentiu apenas, olhando atentamente para mim – eu não sei explicar, mas eu sei que é você, a mulher que eu sempre esperei, quando eu te vi, eu senti tudo e nada ao mesmo tempo, foi como se o mundo parasse de girar, como se meu mundo entrasse em órbita, como se...

– Se finalmente estivesse em casa, após uma longa caminhada – minha garota completou, dizendo exatamente o que eu queria dizer, da forma mais simples e clara.

– Você é perfeita – rocei meus lábios nos dela – mas eu quero fazer isso direito. Quer sair amanhã comigo?

– Um encontro?

– Sim, um encontro. – passei as mãos em meu cabelo. Porra, eu nunca chamei nenhuma mulher para sair e, por mais infantil que possa parecer, estava morrendo de medo que ela dissesse não.

– Tudo bem.

– Tudo bem?

– Sim, eu disse tudo bem. – falou devagar. Certeza que me achava um lerdo, ou qualquer coisa semelhante a isso. – mas eu preciso ir, meu irmão deve estar preocupado e já está tarde...

Não a deixei terminar, eu não estava pronto, a sensação que eu tive foi de que nunca mais a veria, como se o ar que eu respiro se esvaísse e eu me afogasse. Voltei a prensá-la no carro, colando cada parte minha ao seu corpo, eu precisa disso, eu precisava dela e sem pedir licença beijei-a profundamente, mostrando o quanto a queria. Isabella me apertou mais ao seu corpo, como se sentisse a mesma coisa, como se nos afastarmos fosse tão doloroso para ela como estava sendo para mim. Mas ela precisava ir. Já era tarde. E eu, também, precisava pensar.

Afastando-me contra a vontade, colei minha testa a sua, enquanto ambos nos recuperávamos do beijo, breve, mas intenso.

– Não quero que você vá. – confessei.

– Eu não quero ir. – rebateu me surpreendendo, fazendo com que eu a olhasse novamente.

– Fica aqui comigo... Quer... Bom... Não comigo... Dorme aqui, como as meninas pediram – implorei, tropeçando e gaguejando como um verdadeiro adolescente.

– Não sei... – falou tentada a ceder.

– Por favor, as meninas te emprestam o que você precisar. Alice ou Rose pode ceder o quarto para você. – na verdade, eu a queria no meu quarto, mas sabia que mesmo eu sabendo que já era seu, teria que esperar. – fica – sussurrei em seu ouvido. – está tarde, é perigoso. – pontuei, como se aquilo bastasse.

– Deixe-me ligar para o Emmett – enruguei a testa – meu irmão.

Isabella pegou o celular e para lhe dar privacidade eu me afastei um pouco e só então vi a pequena plateia que eram os enxeridos da minha família, tentando se esconder do flagrante.

– Pronto – escutei Bella dizer, fazendo-me virar para ela.

– Pronto?

– Sim, já avisei o meu irmão, vou dormir aqui. – falou sorrindo, mas da mesma forma que sorriu, ele sumiu dando lugar novamente para aquela ruguinha em sua testa – não é melhor falar com as meninas, sua avó?

– Venha, tenho certeza que elas ficarão muito felizes. – estendi a mão pegando a sua e nossos dedos se entrelaçaram em verdadeiro encaixe e a vi olhando para aquele ponto que nos conectava sorrindo. – O que foi?

– Uma vez eu li, não sei onde ao certo, mas dizia algo assim, “Os espaços entre os dedos foram criados para que outra pessoa pudesse preenchê-los”.

Sem conseguir pensar a trouxe novamente para o meu corpo, colando-a em meu peito.

– Os espaços entre os seus dedos foram criados para que eu os preenchesse. – falei possessivamente, como nunca me senti.

– Foi o que eu pensei – sorriu dando leveza ao meu rompante infantil, machista, homem da caverna, pré-histórico.

– Amanhã. – pensei alto.

– Amanhã? – perguntou confusa.

– Sim, amanhã. Mas agora venha.

Ao entrarmos, estavam todos na sala, Jasper sentado ao lado de Alice e suas mãos entrelaçadas como a minha e da Bella. Vi minha irmã, Alice, engolir em seco, ao ver meu olhar. Tentou em vão puxar sua mão, sendo impedida por Jasper, que me olhava apreensivo, mas demonstrando que estava disposto a tudo pela sua baixinha, como sempre disse. Minha nona e Rose tentavam disfarçar o flagra que eu dei.

– Rose, Bella vai dormir aqui. Está tarde, então, achamos melhor que ela ficasse – expliquei ruborizando, pois todos ali viram beijá-la em abandono.

– Ok, venha, Bella, vou te mostrar o quarto de Alice, que é mais arrumado que o meu, diga-se de passagem, assim você fica mais à vontade. – falou como se sua bunda queimasse e tivesse que correr para sentar na bacia – venha Nona? – chamou minha nada discreta avó, que sorria largamente para mim, com um brilho em seu olhar.

– Edward. – Jasper começou, mas o interrompi.

– Há quanto tempo – perguntei fazendo Alice se encolher buscando ajuda de Jasper.

– Isso importa? – perguntou Jasper.

– Sim.

– Quer saber há quanto tempo a amo, ou há quanto tempo estamos juntos? — cruzei os braços me mantendo em silêncio – Ok. Eu a amo, desde que Alice tinha 15 anos – arregalei os olhos – não, espere, não pense besteira, amigo, eu jamais esconderia algo por tanto tempo. Sente-se, por favor – pediu amigavelmente – me dá nos nervos quando está com essa cara de Pit Bull, pronto para pular em meu pescoço. Com essa tive que rir, ele sabia como me desarmar.

– Ok. Desembucha, quero saber tudo, obviamente eu sei o que você sente por ele há anos – apontei para Alice – mas quero saber por que esconderam de mim?

Jasper contou que se apaixonara por Alice em sua festa de 15 anos, que a princípio relutou contra aquele sentimento, pois, além dela ser bem mais nova, era menor de idade e minha irmã. Mas cada dia que relutava contra o que sentia, mais forte ficava aquele sentimento. Com o passar dos anos, a viu transformar-se em uma linda mulher, o que poderia ter deixado de fora esse detalhe, eu estava longe de querer qualquer imagem da minha irmã como mulher, ela sempre seria a minha garotinha que em dias de chuva vinha correndo para a minha cama, com Rose em sua cola.

– Mais ou menos um mês – estreitei os olhos, eles estavam me escondendo isso há um mês? – deixe-me terminar, ok – assenti. Como eu ia dizendo há um mês eu fui buscá-las na universidade, porque estava chovendo e você estava preocupado, lembra?

– Sim.

– Quando cheguei lá, eu vi um rapaz tentando agarrar Alice.

– Como assim agarrar? – rosnei pronto para quebrar a cara do maldito.

– Rose foi até a lanchonete buscar um refrigerante, enquanto eu fiquei lá na porta esperando Jasper aparecer – dessa vez foi Alice que explicou – Alec apareceu do nada e começou a me cercar, quando eu disse que não sairia com ele, tentou me agarrar ali mesmo – terminou em um fio de voz.

– Por que não me contou? – disse transtornado com a ideia de um marmanjo agarrando minha irmãzinha doce.

– Porque foi exatamente nessa hora que eu apareci e quebrei a cara dele – Jasper falou sorrindo, orgulhoso como um macho alfa.

– Mas poderiam ter contato. – falei realmente magoado.

– Mas é aí que entra o nós, Edward, depois que eu quebrei alguns dentes do desgraçado, Rose apareceu e chutou as bolas dele, você conhece a pimentinha, mas enfim, Alice estava nervosa, então deixei Rose aqui e a levei para dar uma volta, comer algo, sei lá, cara, eu queria acalmar a sua irmã, não queria que a visse daquele jeito e também era o meu dever. Entende? – perguntou de homem para homem.

Sim, eu entendia, se alguém fizesse qualquer coisa com o meu anjo, eu é que iria quebrar a cara de quem fosse e não o irmão dela, ela era a minha garota. Sim, eu entendia, quer dizer, parte de mim entendia, porque a parte de irmão, não, era eu que tinha que ter quebrado a cara do desgraçado.

– Bom, foi nesse dia que a pedi em namoro. – finalizou Jasper. – mas eu quero fazer o pedido oficialmente a você, meu amigo. Eu a amo, ela é a minha baixinha – confidenciou.

– E você, Alice? – perguntei por perguntar, pois ela o olhava como se ele fosse o seu sol de cada dia.

– Eu o amo, meu irmão, sempre o amei – falou com lágrimas nos olhos, mas me olhando sério.

– Tudo bem – levantei-me sendo seguido por Jasper.

– Obrigado – agradeceu Jasper puxando-me para um abraço de irmãos.

– Só a faça feliz, Jasper. Elas são tudo o que eu tenho. Se a magoar, eu te caço o inferno – bati em suas costas.

– Eu sei.

– Ah que maravilha, mais um casal se amando, a única encalhada dessa família sou eu – lógico que era Rose entrando na sala, resmungando, mas feliz por sua irmã e meu amigo.

– Cadê a Bella – perguntei ignorando o seu comentário, bastava uma irmã nos braços de outro homem, duas era pedir de mais a mim em um dia só.

– Ela foi tomar um banho e já está bem instalada, mostrei a ela a parte de cima, emprestei um pijama – piscou, como se guardasse um segredo.

– Tudo bem. Vou subir então – todos me olharam – vou para o meu quarto, mentes pervertidas. E a Nona?

– Está te esperando para lhe dar boa noite. Bom eu também vou. Allie, já peguei suas coisas, estão em meu quarto.

Tanto eu, quanto Rose subimos, deixando minha irmã e Jasper sozinhos para se despedirem. Passei no quarto de minha Nona dando-lhe boa noite, como fazia todas as noites e vendo o sorriso maroto que brincava em seus lábios e antes de sair do quarto ela me chamou dizendo.

– Seja feliz, meu filho, ela é o seu anjo.

Assenti fechando a porta. Minha avó sabia o que minha tatuagem significava, ela foi a primeira a ver e escutar meus motivos. Minha nona sabia o que Bella significava para mim, nenhuma palavra a mais precisava ser dita, ela sabia que meu anjo estava em casa e finalmente em meu coração.

Entrei em meu quarto como um bicho enjaulado, eu queria falar boa noite a Bella, mas como aparecer, assim do nada no quarto de Alice, e se ela pensasse que eu era um tarado? Alice e Rose passaram em meu quarto me dando boa noite. Não sei quanto tempo se passou, quando eu ouvi leves batidas na porta. Eu estava com minha calça de pijama, sem camisa e ainda andando de um lado para outro.

– Entre – falei certo de que era Rose ou Alice.

– Oi.

Virei ao som daquela voz que tanto ansiava escutar e mais uma vez perdi o chão ao ver meu anjo com seus cabelos molhados caindo em cascatas, eles estavam mais negros do que o normal, sua pele ruborizada. Ela vestia uma camisola de alcinha, que a deixava mais menina do que era, doce e ingênua, estava linda.

– Posso entrar? – perguntou me tirando do transe.

– Claro, desculpe – olhei em volta para ver se meu quarto estava bagunçado.

– Eu queria te dar boa noite – falou timidamente, mas sem tirar seus olhos dos meus.

A passos largos, quebrei a distância que nos separava, colando minha boca a sua. Sem pensar em nada a suspendi entrelaçando suas pernas em minha cintura trazendo-a para a minha cama, deitando-a de costas com o meu corpo sob o seu, cobrindo cada parte do seu.

– Meu anjo – sussurrei ainda com a minha boca na sua.

Continua...

Amo-te sem saber como, nem quando, nem onde, amo-te simplesmente sem problemas nem orgulho: amo-te assim porque não sei amar de outra maneira.
Pablo Neruda

Notas finais
Feliz Páscoa... Moradia eterna no Alasca... rsrsrsr beijinhossss