Um Amor Sem Fronteiras
24 Fim!!! ... Será?!
Notas iniciais
– E então senhor Roberto o que achou da historia? – disse a senhora Mendison.
– Achei surpreendente, na verdade eu adorei esse clima de aventura, romance e mistério. E eu digo com toda a certeza que vou publica — lá. – disse Roberto antes que a senhora Mendison pudesse perguntar – mas antes gostaria de fazer algumas perguntas à senhora.
– Pode perguntar senhor Roberto. Falou a senhora Mendison enquanto colocava mais um pouco de café em sua xícara.
– Gostaria de saber como à senhora sabe dessa historia toda? – por um acaso é parente da família? – perguntou Roberto com uma expressão curiosa.
– Na verdade eu sou uma das personagens principais dessa historia.
– O que?! – Mas... Como?! – disse Roberto surpreso!
– Meu nome completo é Samantha Mendison Alcantra.
– Nossa! – Falou Roberto surpresso. – Eu nunca poderia imaginar que estava falando com a própria Samantha – falou Roberto enquanto pedia para seu assistente anotar tudo. – Agora uma outra pergunta só por curiosidade quem é essa jovem nesse retrato em cima da lareira?
– Há essa é minha filha com a Luna, Ária!
– Filha?! – Nossa, nem parece que ela é adotada, pois pelas descrições que a senhora deu da sua esposa elas parecem ser bem parecidas.
– A Ária não e adotada, não que não tenhamos pensado ou que ainda não pensamos em adotar, o que ocorre é que resolvemos recorrer à ciência e usar a técnica da fertilização in vitro, resumindo geneticamente a Ária e minha filha com a Luna. –falou finalizando o assunto.
– Uau... isso é ... incrível! – Falou surpreso, enquanto dava mais um gole no café. – Mas fazendo uma outra pergunta que lugar é esse na foto?
Quando Samantha ia responder a pergunta de Roberto, foi interrompida pelo barulho de duas pessoas que acabavam de chegar em casa.
─ Amor chegamos!!! ─ Falou Luna que acabava de trancar a porta e ia em direção a sala, acompanhada de uma linda cópia sua só que mais jovem.
Momento que Luna e Ária chegaram a sala, e Samantha as viu bem ali na sua frente, não foi capaz de conter o sorriso que brotou em seus lábios, afinal estavam ali na sua frente suas duas grandes paixões.
Luna continuava linda, com sua pele branca como a neve, aqueles seus lindos olhos azuis, e os cabelos que continuavam louros um pouco mais curtos mas sem abandonar os lindos cachos nas pontas. Algumas poucas e leves marcas do tempo estavam ali presentes, mas o tempo esse só havia lhe feito bem.
Ela se aproximou de Samantha e lhe deu um demorado selinho nos lábios, e com aquele pequeno e simples gesto, tanto Samantha como Luna só puderam constatar uma coisa o tempo não tinha feito bem somente a parte física de ambas, mas também ao amor que uma sentia pela outra que só aumentava cada vez mais com o passar dele.
Onde cada toque, cada gesto de carinho simples ou não, para elas era como se sempre os tivessem sentindo pela primeira vez até mesmo com mais intensidade.
─ Oi!!! ─ Falaram as duas em uníssono com sorrisos bobos, sem conseguirem conter o brilho intenso nos olhares de ambas.
Ária que estava ali parada vendo aquela linda cena que presenciava desde o dia em que nasceu resolveu que era hora de “quebrar” aquela bolha que elas estavam, senão elas esqueceriam de tudo ao redor e não saíram daquele momento nunca. Então deu um leve pigarrear o que chamou a atenção das duas:
─ Mãe, Mamãe, sem querer interromper, mas já interrompendo, gostaria de lembra-las que estamos com visitas! ─ Falou Ária as duas.
─ M – me desculpe senhor Roberto! ─ Disse Samantha com as bochechas levemente avermelhadas, mas que logo se recuperou e resolveu fazer as apresentações:
─ Senhor Roberto, como o senhor deve ter percebido essa ao meu lado é a Luna minha esposa e essa linda jovem e nossa filha Ária! ─ Depois se virou para Luna e disse:
─ E amor, esse é o senhor Roberto da editora Spirit Free, que lhe falei que iria vir até nossa casa para lhe contar nossa história para publica-la, esse ao seu lado é o Fernando seu assistente! ─ Finalizou Samantha.
─ Há claro! ─ Falou Luna cumprimentando e sendo cumprimentada pelos presentes.
Após os comprimentos, Luna se sentou ao lado de Samantha enlaçando suas mãos, já Ária se despediu de todos e subiu para seu quarto, deixando assim as mães a sós com os dois visitantes.
─ E então... ─ Pronunciou-se Luna a Samantha. ─ Já contou tudo a eles?!
─ Eu diria que acabando, o senhor Roberto estava me fazendo algumas perguntas e ao mesmo tempo tirando algumas dúvidas sobre todo o ocorrido!
─ Por falar nisso senhor Roberto, o senhor estava me perguntando algo a respeito do retrato da Ária?!
─ Há sim...sim... o que eu gostaria de saber é que lugar é esse na foto?!
– Bem o senhor deve lembrar-se que no começo da história quando eu disse que quando cheguei à fazenda da minha tia Olivia acabei entrando sem querer no quarto da Luna e acabei vendo um retrato dela em um rio na parede em forma de pôster?
– Sim, lembro! – disse Roberto.
– Pois então essa foto foi tirada no mesmo lugar que há 36 anos a Luna tirou aquela mesma foto, bem na verdade todos dizem que a foto ficou idêntica à que a Luna tirou não só por causa da paisagem, mas também por causa da Ária que como o senhor mesmo observou é idêntica a Luna. – falou com um sorriso olhando apaixonadamente nos olhos de Luna, que retribuiu com o mesmo olhar.
– E essas margaridas, têm algum significado? – perguntou Roberto.
– Na verdade essas são as flores preferidas da Ária. – concluiu Samantha um sorriso.
– Mas agora me responda só mais uma coisa o que aconteceu a sua prima Viviane? – perguntou Roberto.
Nesse momento tanto Luna como Samantha ficaram com olhares de tristeza.
– Bem... isso é um mistério! – disse Samantha ainda com o olhar triste.
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Era em uma manhã de verão o sol acabava de nascer o céu estava azul como nuca esteve antes, estavam no ano 2000 às ruas da cidade de Acácia estavam calmas aquela manhã, foi aí que em uma das aquelas casas tocou o telefone:
– Alô? – disse à pessoa que atendeu.
– Bom dia! – com quem eu falo, por favor? – disse a voz do outro lado da linha.
– Bom dia, com Samantha Mendes Alcantra, no que posso ajudar?
– Aqui é da clínica Santa Ana, quem está falando é Joana eu sou a recepcionista da clínica.
– Clínica Santa Ana!? – falei confusa. – mas antes que a atendente disse algo respondi: – Espera Clínica Santa Ana é onde está internada uma prima minha, aconteceu alguma coisa a ela? – falei com a voz de preocupada.
– Olha senhora é sobre sua prima sim a senhorita Viviane Alcantra, mas no momento não posso adiantar nada só peso que se acalme – disse a enfermeira percebendo o meu nervosismo. – mas tenha certeza que logo a senhora saberá o que aconteceu, mas agora eu preciso saber se a senhora ou alguém da sua família poderia vir até a clínica?
– Mas é claro que eu posso, dentro de poucos minutos estou chegando aí.
– Então estamos te aguardando, até logo!
– Até logo! – falei desligando o telefone.
Mas do que depressa havia contei a Luna o que avia acontecido e nos duas fomos de carro até a clínica. Quando chegamos lá fomos direto na recepção.
– Bom dia! Meu nome é Samantha esse é essa e a minha mulher a Luna nós viemos por causa do telefonema sobre a paciente Viviane Alcantra.
– Bom dia! Por favor, venham comigo que vou levá-las até a sala do médico.
Nós três pegamos um elevador que nos levou até o segundo andar onde ficava a sala do médico. Quando chegamos à porta a enfermeira a abriu e avisou ao médico que as parentes da paciente aviam chegado e em seguida o médico ordenou que entrassem.
Logo que entraram o médico pediu que sentassem, naqueles cinco anos que aviam se passado Dr. Erico não havia mudado muita coisa só seus cabelos que estavam um pouco grisalhos.
– Bom dia! – foi logo dizendo Dr. Erico assim viu a Luna e eu entrando.
– Bom dia, Dr. Erico! – Nós viemos por causa do telefonema, por favor, diga o que aconteceu a minha irmã! – disse Luna aflita
O médico franziu a testa e ficou em silêncio por alguns segundos e finalmente falou:
– Na verdade... ninguém sabe o que aconteceu a ela!
– Como assim?! Não me diga que ela...
Antes que eu pudesse acabar a frase o médico parecendo adivinhar o que eu ia dizer falou:
– Calma não é o que você está pensando, sua prima não morreu, pelo menos é o que achamos...
– Como Assim doutor não estou entendendo nada!? – disse Samantha confusa.
– É doutor seja mais claro! – falou Luna.
– Olha acho melhor vocês virem comigo até o quarto dela lá vou explicar tudo.
Nos três então deixamos a sala, e pegamos um elevador até o 4º andar onde ficava o quarto nº 90, o médico abriu a porta e nós entramos só que não havia ninguém lá.
– Doutor eu não estou entendendo, onde está minha irmã?! – disse Luna preocupada
– Aí que está o problema nós não sabemos...
– Como assim, não sabem?! – disse já nervosa.
– Calma, Samantha, por favor! Olhem eu vou explicar a vocês tudo o que aconteceu.
O médico então começou a falar:
– Hoje pela manhã, antes de ligarmos para sua residência eu e a enfermeira viemos até o quarto da Vivi, saber como ela estava, afinal em poucos dias ela teria alta...
– Sim e daí... – falou Luna.
– E daí que quando entramos no quarto e não avimos, tomamos as providencias cabíveis procuramos por toda a clínica, olhamos até nas imagens das câmeras e nada...
– Como assim nada? Ninguém some assim do nada alguém tem que ter visto não é possível! – disse Samantha mais nervosa do que já estava.
– Eu sei Samantha só que sua prima desapareceu que nem “fumaça”, ninguém a viu eu sei que parece loucura, mas se ela tivesse posto os pés para fora desse quarto alguém a teria visto é tanto que nem as câmeras a viram, e como vocês sabem essa clinica tem câmeras por todos os cantos além de guardas na entrada e na saída da clínica que ficam de plantão, pó isso eu digo que desse quarto ela não saiu e também seria impossível ela pular a janela e sair ilesa.
– Mas Dr. Erico vocês não acharam nenhuma pista?! – Perguntou Luna já aflita.
– Na verdade... só uma e a que mais nos intrigou.
– E que pista é essa?! – perguntei um pouco menos nervosa.
Mais uma vez o médico franziu a testa e ficou em silêncio por alguns segundos até que finalmente disse:
– Nós achamos uma rosa em cima de sua cama...
– Uma rosa?! – disse de repente.
– Sim uma rosa! – olhem ainda está ali em cima da cama.
Naquela confusão nos me aviamos notado à flor que estava na cama de Vivi. Quando olhamos para a cama e virmos aquela rosa na hora Luna e eu congelamos por que se tratava nada mais nada menos do que de uma ROSA BRANCA, quem a visse poderia jurar que aquela rosa não podia ser desse mundo de tão perfeita e tão branca que era aquela flor. Eu não podia acreditar no que seus olhos estavam vendo, mas criei coragem e perguntei ao médico:
– M ... mas como essa rosa veio parar aqui Dr. Erico?
– É isso que nos intriga Samantha nós não sabemos por que aqui na clínica não temos pés de rosa muito menos branca essa rosa apareceu aqui do mesmo jeito que sua prima desapareceu da clínica MISTERIOSAMENTE....
De repente um vento forte e frio entrou pelas janelas daquele quarto e começou a balançar as cortinas, Luna e eu nos olhamos e sentimos um arrepio que já fazia cinco anos que já não o sentíamos, e ali naquele quarto com o barulho do vento fazendo a cortina balançar ficamos parados os três vendo aquela cama onde apenas uma ROSA BRANCA repousava...
– Nossa que história! – disse Roberto. – mas ninguém nuca mais teve qualquer notícia dela?
– Não, senhor Roberto, nenhuma. – disse Luna com um suspiro. – ainda hoje ninguém sabe de fato o que realmente aconteceu.
– Mas e as senhoras e suas famílias não conseguiram achar nenhuma explicação para esse fato?
– Na verdade... só uma... – Respondeu Samantha.
– E qual seria?! – Perguntou Roberto.
– A que VIVI não imaginava ser Ana Beatriz e sim que DE FATO ela ERA ANA BEATRIZ...
Fim!
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