Um Amor Quase Impossível

9 Um abraço, dois sorrisos


Notas iniciais
Capítulo 9. Narrado pelo León. Não contém cenas "Leomila", só "Leonetta" Espero que gostem!

[...] Ela ficou calada.

– Porque está assim? – Pergunto outra vez

– León, próxima semana também é o meu aniversário. A situação para mim está tão ruim, que até eu não me importo com o meu aniversário.

– Eu não sabia que você faz aniversário no mesmo dia que a Ludmila, deve ser horrível! – Fecho os meus olhos e abro rapidamente, só de pensar nisso eu já acho terrível, imagina a Violetta! Não queria estar na mesma situação que ela!
– Horrível? É bem pior que isso! Mas quem se importa com o meu aniversário? Ninguém, nem muito menos eu! Só vou aceitar a festa, por aceitar e pela Fran. – Ela estava realmente mal.

– Você não pode pensar mal de uma festa que nem aconteceu ainda!

– León, toda festa de aniversário é a mesma coisa! Pra mim, já aconteceu!

– Talvez dessa vez não seja, sei lá, as coisas mudam! – Confortei-a

– Vamos mudar de assunto porque eu não estou nem um pouco a fim de falar dessa festa. – Ela disse com desânimo.

– A música. Vamos continuá-la? – Mudei de assunto como ela tinha pedido.

– Sim, mas lá em casa não! Eu não estou nem um pouco de vontade de ver a Ludmila hoje! — Ela concordou

– Lá em casa então! Mas você vai ter que almoçar comigo hoje! – Fiz um acordo com ela sem esperar sua resposta.

– Quê? León, não! A Ludmila não vai gostar nada ao saber disso! – Ela se preocupou

– Ela não precisa saber! E para de pensar nela pelo menos um minuto. Se acontecer alguma coisa, eu me responsabilizo, a culpa vai pra mim não pra você.

– Tudo bem! – Ela concordou, mas estava na cara de que ela não estava segura.

(...)

A Violetta tinha melhorado um pouco depois do almoço, lógico, brincamos mais do que comemos. Naquele momento, estávamos a caminho da minha casa.

– Ai León! Foi o almoço mais divertido que tive na vida. – Ela falou sorrindo

– Que bom que está melhor!

– Obrigado León! – Ela agradeceu

– Pelo o que? – Pergunto abrindo a porta da sala

– Por me fazer bem. Por um momento, acho que pude sorrir! – Ela respondeu.

Quando pensei em fazer alguma coisa, ela me abraçou com tanta força. Retribui o abraço. Paramos quando vimos ...

Notas finais
Peço desculpas se os capítulos estão curtos demais. Mas, capítulos maiores e melhores estão por vir. Preparem-se! Até a próxima!