Um Amor Por Um Contrato
9 Convite Para o Almoço
Notas iniciais
Quando me dou conta já estou batendo em sua porta '' E SE ELE JÁ FOI ALMOÇAR? ''
– entre -disse com seu sotaque frio, abri a porta de vagar estava com um pouco de ranceio de entrar.
– com licença — fechei a porta atrás de mim, olhei pra ele. ele parecia entediado, mais quando olhou pra mim parecia aborrecido, completamente lindo e aborrecido.
– oh se é a senhorita atrasadinha — debochou
sentia minha mão fria.
– Mr. cullen vim te explicar.... me interrompeu
– não mim velha com explicações você sabe todos sabem que não suporto atrasos
ele se estressava com tão pouco
– me desculpe — era a única coisa que podia dizer pra ele! ouvi um suspiro
– você não pode se atrasar só porque... franzi a testa odeio quando ele não termina a frase, é pra me deixar maluca. passou a mão sobre o cabelo parecia confuso. se escorou em sua cadeira e afrouxou a gravata de cor azul marinho.
– já almoçou? — perguntou
– não! — olhei para o meu relógio. saiu da sua cadeira
– vamos, te convido quer dizer é uma ordem, você vai almoçar comigo hoje. — fiquei paralisada '' ALMOÇAR COM ELE? '' me esperou na porta
– vamos? — sorriu. '' COMO ELE PODE MUDAR DE HUMOR TÃO RÁPIDO? SERÁ QUE ELE É BIPOLAR? '' Fui até ele caminhei ao seu lado, me senti estranha era como se eu tivesse esquecido de como se andava direito, e ele era muito mais alto do que imaginei. fomos até a minha mesa pegar a minha bolsa. fico agradecida que todos já tinham ido almoçar, é porque eu tinha Certeza que seria motivo de fofocas principalmente da Lauren. olhei pra ele, estava com óculos escuros ficando perfeitamente tentador '' EU ME PERGUNTO SE ELE É REAL '' de repente eu fico ansiosa.
– bom eu vou no meu carro -ele parecia surpreso
– mas você não sabe onde ficar e também eu que te convidei eu te levo — ele sorriu. droga ele está rindo de mim eu sou mesmo uma burra.
– tudo bem — desviei o olhar para a minha pilha de papéis sobre a mesa.
– vamos lá? — perguntou. balancei a cabeça concordando com medo de falar mais uma bobagem. quando entramos no estacionamento fico de boca aberta com o seu carro, não entendo nada de carro mais tinha um lindo carro preto a nossa espera. ele abre a porta pra mim.
– swan! — me chamou
– obrigada!
quando entramos e colocamos o cinto partimos para o restaurante.
ficamos em silêncio desde de que saímos do estacionamento, um silêncio constrangedor quando você sabe que tem que falar alguma coisa mais não sabe o que dizer. vi ele mexendo no rádio deixando uma musica pop romântica que não me lembrava quem cantava.
– o que está achando de trabalhar comigo? — perguntou desviando seu olhar da estrada pra mim, mais logo voltando o seu olhar para a estrada.
– ótimo — sussurrei
– ótimo? — droga eu vacilei, pelo tom da sua voz ele queria do tipo perfeito.
– perfeito! — disse de novo. ele sorriu revelando seus dentes branquinhos.
– há Isabella você nem imaginaria o que seria perfeito fazer comigo.
fiquei feliz que ele estava atento ao transito pra não ver meu rosto corado. '' SERÁ QUE ELE QUIZ DIZER FAZENDO.... BELLA PARE DE IMAGINAR COISAS ''
Ouço um som de mensagem e reconheci que era do meu celular, pego o meu celular que estava na bolsa. a mensagem vinha do celular do mike e apostava que era porque a bateria do celular da jessica não durava um dia.
BELLA NÃO VOU DORMIR EM CASA, UM BEIJO!!!
Guardei o celular de volta na bolsa.
– um admirador? — olhou pra mim
– que? não é só uma amiga! — ele nem imaginava que as únicas mensagem que recebo são da jessica e da operadora.
quando chegamos no restaurante um restaurante chique por sinal veio uma recepcionista nos atender, ela era loira e um pouco mais alta do que eu, e vestia um vestido preto colado no corpo um pouco vulgar para o local.
– o que posso ajudar? — olhou para o edward e ela tinha uma voz irritante do tipo que quebrava espelhos.
– uma mesa por favor! — disse edward
ela nos levou até uma mesa, vizinha a uma parede de vidro que tinha vista pra rua.
– já sabe qual vai ser o prato? — perguntou olhando só para o edward era como se eu fosse Invisível na quela mesa. mais o jeito que se olhavam parecia que já se conheciam. ele tirou o óculos escuro
– o de sempre! — estava certa já se conheciam, ele olhou pra mim esperando o meu pedido. di uma olhada no menu era muitos pratos não tinha ídeia do que pedir. — algum palpite? — sugeri, ele olhou para a loira que não desviou o olhar nem um segundo se quer dele.
– o mesmo! — ela assentiu com a cabeça e pegou os cardápios e saiu se insinuando pra ele, e o pior que ele ficou a olhando.
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