Um Amor Para Recordar
5 Capítulo 5
Notas iniciais
- O que foi? Por que você ta rindo? — German me perguntava confuso, pois não estava entendendo o que acontecia ali.
- Não é nada, é que enquanto eu ficava pensando no que iria acontecer, me dei conta que estamos passando por essa situação apenas de roupas intimas. — Quando falei isso pro German ele ficou calado, e o silêncio prevaleceu por alguns minutos até que nos dois caímos na gargalhada, e quando finalmente acabamos com nosso ataque de risos, eu olhei pra ele e como sempre ali estava ele, na minha frente, todo fofo, encolhido, pois estava só de cueca e um pouco timido naquele instante.
Pov. German
Eu fiquei parado na frente da Angie, querendo saber o que ela faria após aquele momento. Só que eu realmente me surpreendi, pois ela agarrou meu pescoço e me beijou, fiquei um pouco sem entender, por que a ultima coisa que eu imaginaria era um beijo da minha loira naquele momento. Só que quando ela fez com que nossos lábios se encontrassem, eu retribui é claro, e no momento que estávamos ali, eu apreciava cada segundo, pois aquilo ali, sim, era importante. E quando eu parei de beija-la por um minutinho apenas, ela nem abriu os olhos e já voltou a me beijar, mais sinceramente, senti que a Angie estava apenas precisando de um carinho, uma pessoa ao seu lado, um amor... Até por que ela não queria que eu me afastasse dela nem pra tomar um ar.
Enquanto o beijo ocorria, pudi sentir algo ali, dentro da minha boca, era a língua dela, e sim, adorei saber que ela realmente estava gostando daquele momento tanto quanto eu. E ali ficamos, juntos, sentindo um ao outro. Mais teve um momento um tanto quanto diferente, que foi quando não me contive e a joguei na cama, só que dessa vez, ela estava mais prazerosa... Nunca tinha a visto daquele jeito, mais sim, era algo especial fazer aquilo com Angie, único pode-se dizer, pois dá primeira vez não deu muito certo e acabei me revelando a ela.
Como eu e ela ainda estávamos suados, foi um pouco difícil no começo, mais logo nos acostumamos. O mais difícil foi fazer Angie se entregar um pouco mais a meu corpo, acho que ela estava um pouco nervosa, por causa que pensava muito em sua irmã, mesmo depois de tudo. Mais ela acabou cedendo e assim continuamos, trocávamos recentemente, fazendo cada um desejar mais o outro.
Depois que ela se entregou por completa a mim, tudo aconteceu por vontade própria de cada um... Ela era tão, especial, tanto quanto na minha vida, como na cama, quando estávamos no meio de tudo isso, já completamente entregues um ao outro, algo nos interrompeu fazendo Angie cair logo em cima de mim, estávamos super suados, parecia que tínhamos acabado de sair do banho, era meu celular tocando, mais na verdade tinha que atender, por que vai que era algo sobre a Violetta. Então me levantei da cama, nu mesmo e Angie ficou deitada. Quando peguei o celular na banquinha e vi o número, passei a mão na cabeça, pois a última pessoa que eu queria falar agora estava ligando pra mim. Esmeralda. Então atendi.
Ligação ON
- Alô?
- Alô? German? Meu amor cadê você? — Quando ela me chamou de '' meu amor '' mesmo respeitando muito ela, confesso que me senti um pouco desconfortável.
- É... Eu to na casa de uma amigo, estou aqui pelos negócios, por que tive que organizar umas coisas com ele,e decidi passar a noite aqui.
- Poxa meu lindo, só por que eu tava organizando uma noite perfeita pra nos dois. — Me senti incomodado quando ela falou aquilo, mais nem liguei, pois minha noite já estava sendo perfeita, mais seria melhor ainda se eu e Angie não tivessemos sido interrompidos pela Esmeralda, com todo respeito é claro. — Mais tudo bem, amanhã a gente se vê, beijos, te amo. — Ela completou.
- Beijos, t-também te a-amo. — Eu falei, mais realmente quase não saia o '' te amo ''. O mais engraçado é que quando eu falei isso, senti que a Angie se retorcendo de ciumes na cama e ri quando desliguei o celular, olhando pra ela e fazendo uma carinha fofa e rindo um pouco dela, pois era a primeira vez que via Angie sem roupa, enrolada, olhando pro teto e brincando com seus dedinhos pra me fazer ficar confuso.Então logo fui me aproximando da cama, e ela cobriu seu rosto com o cobertor. Cheguei mais perto, me deitei ao lado dela, e fiquei olhando para o cobertor, e de vagar, como uma criancinha, eu fui retirando-o de cima dela, e quando abri a parte de cima e fiquei olhando e quando ela virou a cabeça pra cima e me viu lá, puxou a parte aberta e cobriu-se novamente. Comecei a rir, e comecei a fazer cosquinhas na barriga dela, e como ela não aguentou ficou se virando de um lado pra outro, e então tirei o cobertor dela e a beijei, o que finalmente fez ela se acalmar.
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