Notas iniciais
Bom, mto obrigada pelos comentarios :) Só queria falar uma coisinha... Esse cap. que vcs vão ler agr kkk bem, podemos dizer q eu me senti um pouco estranha enquanto o escrevia. ENFIM, EU NUNCA ESCREVI SOBRE ESSAS COISAS, ENTÃO SE NÃO TIVER LEGAL ME DESCULPEM!

Enquanto estávamos no elevador, German ficava chutando o chão com um pé, como um adolescente. Foi quando o elevador parou de vez e senti algo muito estranho, quando fui tentar sair, a porta não abria. Logo depois disso as luzes se apagaram e eu entrei em enorme desespero.

Pov. German

O elevador tinha pifado e Angie entrou em desespero, ficou andando de um lado para outro, o que me fez rir um pouco, mais logo decidi acalma-la, puxando e falando que iria ficar tudo bem. Na verdade era o que eu esperava, por que segundo o horário, a festa já havia acabado e nenhum de nós ouvíamos mais nenhum som. Angie estava nervosa então resolvi puxar assunto.

- E então... Você e o Pablo, ainda estão juntos né? — Não fazia IDEIA ALGUMA do por que ter perguntado aquilo a Angie.

- Sim estamos juntos. E por sinal bem felizes... É... E você e a Esmeralda? Estão juntos de novo? — Ela perguntou olhando para mim, mais ela se afastava cada vez mais.

- Estamos sim. Angie, eu sei que isso não é pergunta para se fazer nem nada assim, mais... É que eu fiquei curioso de repente pra saber se você e o Pablo, já... É... Você sabe!

- Há, é... Mesmo eu achando que não devo responder essa pergunta, vou falar mais só por que é você... Sim! A gente já transou. — Ela me respondeu sem nenhum medo nem nada, e nisso eu pude sentir que era tudo verdade.

- E foi bom? — Eu realmente não fazia ideia do por que estava perguntando isso a ela.

- Foi sim! Mais agora me fala... Eu sei que entre você e a Esmeralda já rolou sexo, mais e ai? Como foi? — Ela me perguntava isso com cara de quem estava querendo me provocar.

- Foi bom, mais tem uma loirinha ali que faz muito melhor. Mais ela não me ama e tudo... — Eu falei querendo faze-la entender que eu ainda a amo muito e confesso que não me arrependi. Pois antes mesmo de mim terminar a frase, ela se jogou em cima de mim, agarrando as duas mãos em meu pescoço e se apoiando nele. Ela me fazia ficar mais excitado do que nunca tinha ficado antes. E ainda nem havíamos começado.

Angie não queria que nossos lábios desgrudassem, e foi levantando minha blusa, deslisando aquelas unhas vermelhas e enormes sobre meu peitoral, arranhou um pouco mais nem liguei para isso. Toda minha roupa (calça, blusa...) já se encontrava no chão. Estava apenas em roupas intimas, repeti o que Angie acabara de fazer comigo com ela, deixei-a em roupas intimas e na primeira tentativa, prensei-a contra a parede, fazendo nossos corpos ficarem mais colados do que o impossível.

Pov. Angie

German tinha me jogado contra a parede e se fazendo minhas costas se contorcerem todas com seu peitoral bem juntinho a elas. Logo ele começou a dar beijos fortes em meu pescoço, levando uma mão até a abertura de meu sutiã, fazendo meus seios pularem para fora, eu queria mais, queria sentir tudo que aquele homem era capaz. Nunca estivemos tão excitados quanto daquela vez. Eu me virei de frente para ele, mordendo os lábios e o fazendo olhar para seu membro. Peguei na pontinha de sua cueca e a puxei apenas para deixa-lo desesperado. Ele mesmo fez o favor de tirar aquela peça de pano que nos incomodava tanto. Logo me virou de costas para ele novamente, penetrou seu pênis em minha intimidade me fazendo gemer igual uma louca. Os movimentos eram vagarosos, ele gostava de me ver gritar, de me provocar. Quando ele finalmente parou, respirei um pouco e senti dessa vez, mais provocações dentro de mim, isso me deixava louca.

Pov. German

Senti que Angie estava tanto excitada quão eu... Eu penetrava meu membro em sua intimidade sem pressa alguma, além disso, quem iria ver-nos ali? Afinal, estávamos sozinhos, trancados em um elevador.

Quando a deixei respirar pela segunda vez, passei a mão em seu rosto rindo um pouco e procurando também um pouco de ar.

- Você não aguenta tanto assim não é? — Eu falei a provocando, pois adorava vê-la selvagem daquele jeito.

- Vamos ver... — Ela se afastou de mim e encostou-me contra a outra parede, beijando completamente TODO o meu corpo. Arranhava minhas costas, e quando voltava a minha boca era com um prazer que nem eu conseguia explicar. Aquilo realmente estava acontecendo? Eu estava mesmo transando com Angeles dentro de um elevador? Quando me dei conta que aquilo era realmente real, a puxei para perto de mim, fazendo nossos corpos se conectarem mais do que antes. Ela retribuiu tudo de mim que eu dei a ela.

Notas finais
Gostaram???? COMENTEMMMMM!!!