Um Amor Para Recordar
12 Capítulo 12
Notas iniciais
Eu estava deitado já no meu quarto, quando vi uma foto da Angie em uma banquinha ao lado da minha cama, ela estava com a Violetta, mais mesmo a Vilu sendo minha filha, a unica pessoa que eu via na foto era aquela loirinha. Logo me sentei em uma cadeira e comecei a escrever, rabiscava letras e frases sem sentido em um papel qualquer que encontrei no chão.
Pov. Angie
Estava no meu quarto, pensava tanto quão no Pablo como no German... Será que eu estou entre dois amores? Como? Não pode ser, eu amo o German, mais agora parece que também amo o Pablo... Logo me sentei e comecei a escrever, trechos sem sentindo. Quando vi tinha feito metade de uma musica. Estava pronto a 1° Parte e a metade do refrão, mais o resto não vinha em minha cabeça, nada encachava ali... Por que isso?
Pov. German
Violetta estava merendando para ir ao Studio, hoje eu ia leva-la, precisava falar com meu anjo, dizer que a amo, abraça-la, fazer tudo com ela, me entregar aquela loira. Quando chegamos a porta do Studio, Violetta desceu do carro e eu fui estacionar para procurar a Angie, foi quando vi atras de uma árvore ela novamente beijando o Pablo, e ali sim, tirei a certeza de que estavam juntos. Sai dali com o carro o mais rápido possível, fazia mil e uma perguntas a mim mesmo. Não tinha mais ela. Peguei uma estrada que ia dar em uma praia, liguei o rádio, passava a musica que Angie sempre falava que era a '' NOSSA '' musica, como isso? Desliguei o rádio e fui no silencio, apenas conversava com meus pensamento. Chorava feito um idiota. Mais eu não devia estar fazendo aquilo... Estava sofrendo por uma mulher que não me deu valor. Minha raiva era imensa. A saudade dela também sempre apertava a cada quilometro de distancia. Eu a amo, não consigo viver longe dela. Estava com vontade de jogar o carro em um abismo e sumir dessa vida. Eu verdade, eu estava prestes em me jogar em um lago, mais percebi que não poderia deixar a Violetta sozinha e logo me dei conta que eu seria um covarde se fizesse isso. Então, dei meia volta com o carro e fui o mais rápido possível de volta a Buenos Aires como um louco. Tinha que acertar tudo. Por mais que doesse em mim. Quando parei em frente ao Studio, tive sorte, a Angie estava sozinha ao lado de fora. Corri a ela que por sinal estava já quase na porta do Studio... Puxei por seu braço e a fiz ficar frente a frente a mim.
- ANGIE, OLHA NA MINHA CARA E DIZ QUE NÃO SENTE NADA POR MIM. — Eu falei com um tom de voz alto, porém não gritando. Ela ficou assutada e ao mesmo tempo senti que suas pernas tremiam e estava quase caindo sobre mim.
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