Um Amor Para Recordar
21 Capítulo 21 — aquele assunto
Notas iniciais
DESCULPAAAAAAAAAAAA, eu sei que enrolei pelo cap, mas eu estava meio magoada, estou gripada e num bloqueio criativo.
As coisas não vão exatamente bem.
Enfim, aqui está o cap! Quero muuuuuitos comentários em?
OBS: O proximo cap é a primeira vez dele rçrçrç
Enjoy it.
Percy
Passaram-se quatro meses desde aquele dia e as coisas tinham mudado muito.
Annabeth e eu não podíamos estar melhores. Sempre saímos no sábado para ir ao cinema ou qualquer outro plano. Meu pai estava me estimulando a criar uma banda desde que me vira tocar guitarra, e já tinha um baixista: Nico. Sim, ele mesmo. Luke e Rachel não nos incomodaram mais. Agora ela estava saindo com tal de Will Solace. Annabeth andava conosco agora. Todos gostavam dela (não vamos levar em conta o fato de ela estar nos ajudando nas provas).
Estava indo para a casa de Grover depois da escola quando ele tocou "naquele assunto".
— E ai Percy, quando vai rolar? — ele indagou.
Olhei para ele atônito.
— Rolar o que?
— Você sabe do que eu estou falando — ele riu — S-E-...
— Ah! Isso? Serio? Você não vai desistir? — perguntei — Esta me cobrando desde que você perdeu a sua virgindade. Porque é tão importante pra você?
— Porque você é meu amigo, vai fazer 17 anos... Eu me importo com você cara — Grover deu batidinhas no meu ombro.
— Grover, por favor. Você sabe muito bem que Annabeth e eu somos virgens. E eu quero que isso seja especial pra ela e para mim. — assumi.
Grover me olhou sério e começou a rir.
— Papinho de virgem.
— Cale a boca! — gritei, mas não pude evitar rir — Eu não sei como vou... Você sabe... Agir na hora.
— É igual nos filmes cara. — Grover comentou — Começa a rolar um clima e BAM! Vocês transam.
Joguei minha mochila nele.
— Você fala como se fosse simples.
— É simples — ele comentou — Percy, na hora você nem percebe. Você só se toca no outro dia quando acorda e vê ela ali do seu lado. É sempre assim no cinema.
— Grover, não é que nem nos filmes. Nos filmes é encenação, eu quero algo diferente com Annabeth.
— Percy meu querido — ele disse colocando a mão no meu ombro — Vai ser sempre igual. Lembra quando a gente tinha 12 anos e assistíamos aos filmes do meu irmão mais velho. Então...
Levantei minha mochila pra jogar nele de novo, mas Grover ergueu as mãos em sinal de rendição.
— Está bem, está bem. Vamos esquecer o assunto. Mas, me prometa uma coisa.
— O que?
— Conversar com ela sobre isso. Só conversar.
Grover estendeu a mão e a apertei.
Encontrei com Annabeth depois as quatro da tarde quando passei na casa dela.
— Oi amor — ela disse e me deu um selinho. — Chegou na hora certa, minha mãe esta fazendo aquele biscoito que você gosta.
— Minha barriga só poder ser vidente — brinquei e entrei com ela na cozinha — Boa tarde sogrinha.
— Boa tarde Percy — Athena respondeu e sorriu — Estou fazendo aquele biscoito...
— É eu falei pra ele mãe.
— Está bem. — Athena disse e começou a fazer perguntas sobre como estávamos indo na escola e até me ameaçou — Se você comprometer os estudos dela terei que limitar seus encontros.
— Uau, ok então. — falei erguendo as mãos em sinal de rendição e ela sorriu.
— Mãe, você não precisa dizer isso. Sabe que passamos boa parte do tempo estudando para as provas finais.
— Sei bem... — Athena revirou os olhos — Apesar disso, devem continuar estudando sempre. Para que quando cresçam tenham uma boa vida e dinheiro suficiente para sustentar seus filhos.
— Nós nem estamos pensando em filhos ainda. — comentei e ri. Annabeth lançou-me um olhar sério.
— Você não pretende ter filhos? — ela indagou.
— Sim, é claro que pretendo — confirmei — Mas você sabe da onde vem os bebes né...
Athena largou os talheres. Havia esquecido que ela estava ali e já podia imaginar a lição de moral que viria.
— Queria conversar sobre isso com os dois. — ela começou com os dentes cerrados — Espero que tenha boas intenções com a minha filha Percy...
— Mãe, para! — Annabeth exclamou — Isso... É vergonhoso demais pra ficar falando. Vamos lá fora Percy.
— Aham — balbuciei e sai. Podia sentir Athena me matando com os olhos, ainda bem que ela não tinha visão raio-lazer senão não estaria contando isso para vocês.
— Aonde vamos? — perguntei a Annabeth.
— Vamos subir lá — ela apontou para a sua casa da arvore e eu ri — O que foi?
— Sempre quis construir uma dessas. — confessei e comecei a ajuda-la a subir.
— Minha mãe que me ajudou a fazer o desenho... Coisas de arquiteta.
Subimos e nos sentamos lado a lado.
— Sobre o que a sua mãe disse na cozinha... — comecei, mas ela me interrompeu.
— Você quer isso não quer? — Annabeth perguntou virando-se para mim.
— O que?
— Você sabe Percy. Não se faça de desentendido.
— Bem... Eu quero — confessei — Mas não farei isso se você não quiser Annabeth. Posso esperar o seu tempo — completei a tempo.
Annabeth me olhou e sorriu.
— É... Eu estou pronta. — Annie murmurou.
Olhei para ela.
— 'Tá mesmo?
— Sim — Annabeth riu e segurou meu rosto — Você é meu primeiro namorado e eu te amo, confio muito em você e quero que seja com você.
— Eu também.
— Espere você também é... Virgem? — ela indagou.
— Pensei que você soubesse.
— Mas Rachel me disse que vocês já dormiram juntos.
Comecei a gargalhar.
— Porque esta rindo?
— Você acreditou em Rachel? Eu nunca dormiria com ela. — assumi — Ela só deve ter dito aquilo para deixa-la sem graça.
— E conseguiu — Annabeth sussurrou.
— Então, quando vai ser? — perguntei.
— Não, não vamos marcar. Apenas, deixa rolar.
Segurei sua mão e a beijei.
— Eu te amo.
— Eu também te amo.
E assim, uma semana depois, fui até a casa de Annabeth depois que ela me ligou.
— O que aconteceu? — perguntei entrando na casa.
Annabeth pulou nas minhas costas como um coala.
— O que aconteceu? — repeti a pergunta rindo da cara de assustada dela.
— A-aranha... Na cozinha...
— Ah! — suspirei — O super exterminador de aranhas vai entrar em ação, mas preciso que a donzela saia de cima de mim — avisei e ela desceu subindo em cima de um banco.
— Ela esta ali, no vão ente o fogão e a geladeira.
— Aqui? — indiquei apontando para o vão.
— Sim! Bem ai — ela confirmou — cuidado Percy, ela é enorme.
Olhei lá dentro e vi uma aranha que caberia na minha unha.
— Ah claro, enorme — brinquei.
— Pare de graça! — Annabeth gritou para mim.
Peguei um pote e um papel. Tampei a aranha com o pote e com cuidado coloquei o papel embaixo. Depois a joguei no quintal vizinho. Voltei para a cozinha e lhe estendi a mão.
— Pronto donzela.
— Você a matou? — Annabeth perguntou.
— Porque eu vou matar o animal se ele não te fez nada?
— Ela me deu o maior susto!
— Esta bem... Eu matei sim — menti.
Annabeth desceu do banquinho.
— Dorme comigo? — ela perguntou fazendo cara de manhosa.
— Por quê?
— Minha mãe saiu numa viagem de trabalho e eu não quero dormir sozinha. Vai que tem outras.
Suspirei e concordei.
— O.K. Eu durmo aqui. Mas preciso avisar minha mãe.
Liguei para ela e meu pai atendeu, quando eu contei pude ouvir a malicia na sua voz quando disse:
— Protejam-se em?
Ele desligou aos risos. Maravilha.
Subimos e nos deitamos na cama. Abracei Annabeth.
— Pronto esta tudo bem.
Annabeth me olhou e beijou-me. Coloquei a mão em seu pescoço e nos sentamos, quando as coisas começaram a esquentar, me separei dela.
— Não vou fazer nada que você não queira.
— E quem disse que eu não quero? — Annabeth perguntou sorrindo.
Notas finais
Digam-me a verdade.
Vamos parar de falar da fanfic e dizer: QUEM TA VENDO REBELDES? EU TO!
SOU A MIA!
Enfim, tenham uma boa semana e sonhem com o Percy!
Beijooooos meus amados.
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