Um Amor Para Recordar
29 Capítulo 5 — Primeiro encontro
Notas iniciais
Finalmente, eu voltei!
Sério, MILHOES de desculpas, mas é que meu pc tá uma completa merda e meu pai so vai comprar um novo quando a minha irmã terminar de pagar o celular dela (totalmente desnecessario). Enfim, o word não abria por nada e sempre que abria, eu clicava e BAM aparecia que não estava respondendo, ai eu esperava horas e nada de voltar, ai eu desistia. Fora tudo isso, o computador desliga de repente, sério. Ele começa a esquentar e desliga. Isso é terrivel.
Mas não vou encher voces com meus problemas porque juro que vou dar um jeito na minha vida e o primeiro passo é ler as fanfics que eu acompanho.
Enjoy it.
Percy
Annabeth deu um show.
Em todos os sentidos.
Depois de derrotar todos, isso mesmo, todos! Ela simplesmente foi carregada por todas as pessoas de lá enquanto gritavam seu nome em uníssono. Como se isso não bastasse eles ainda pediram fotos e autógrafos.
Ela estava sendo assediada por todos daquele lugar, e a banda super famosa era minha.
Annabeth estava tirando uma foto quando olhou para mim no balcão da lanchonete, acenei para ela como que dizendo "ei, eu estou aqui, lembra-se de mim? Sou o cara que chamou você para um encontro!". Ela cerrou os dentes e dispensou a todos, correu até mim e abraçou-me.
Como se ela não pudesse me surpreender mais.
— Percy, muito obrigada. — ela agradeceu toda sorridente.
— Não há de que — disse — Mas, por quê?
— Graças a você descobri que tenho talento para o paintball. — ela brincou.
Gargalhei.
— Eu que agradeço, senão fosse você eu não descobriria que não sou o melhor jogador do estado.
Annabeth sorriu.
— Foi sorte — ela murmurou, exalando modéstia.
— Então honey, me empreste o seu pé de coelho na próxima partida ok?
— Claro que te empresto, com uma condição.
— Pode falar.
— Nunca mais me chame de honey, sério, isso é... Terrível. — ela falou e me deu uma tapa na cabeça — Não use isso nas suas cantadas com outras garotas.
— Com as outras garotas da certo, com você que não. — murmurei.
— Oh, então você estava me cantando? — ela perguntou e arqueou as sobrancelhas — Bom saber.
— Não estava te cantando. Estava te testando.
— Como é que é?
— Queria saber se nesses 12 anos você ficou imune ao meu charme — expliquei.
Annabeth ficou me encarando indignada e depois se sentou ao meu lado. Ficamos em silencio por um tempo, apenas curtindo o momento e ouvindo a musica que tocava na radio. Começamos a nos balançar no ritmo.
— Odeio essa musica — confessei.
— Eu amo essa musica — ela comentou — Sei lá, apenas amo.
— Você tem um péssimo gosto pra músicas.
Annabeth me deu um cutucão com o ombro.
— Vem, vamos dançar — ela convidou e puxou-me pelas mãos.
Annabeth passou os braços pelo meu pescoço e coloquei as mãos na sua cintura, totalmente me controlando para não abusar do momento e descer um pouco mais. Como que se lessem meus pensamentos, ela balançou a cabeça negativamente.
— Se colocar a mão no meu bumbum vai decepar ela ok? — ela ameaçou com um olhar "007".
— Depois dessa ameaça, nunca mais vou pensar nisso.
Continuamos dançando cantando "hum hum" no ritmo da música. Depois de uns minutos, me desfiz do abraço.
— Vamos parar de dançar — disse — Senão eu não vou conseguir controlar o meu desejo ardente de colocar a mão no seu bumbum.
Ela me deu uma tapa no braço.
— Você esta brincando né? — Annie questionou com as sobrancelhas arqueadas.
— Interprete como quiser — respondi e fui até a mesa.
— Garçom! — Annabeth chamou — Eu quero um cheesburguer e um refrigerante.
— E o senhor?
— Vou querer o mesmo, por favor — pedi — Coloque na minha conta.
— Nana nina não — Annabeth negou — Eu vou querer pagar o meu.
— Nada de feminismo, eu te convidei, eu pago. — falei colocando um ponto final no assunto.
O lanche chegou e eu paguei. O garçom ficou estudando Annabeth por um momento.
— Algum problema? — indaguei, demonstrando que estava incomodado.
— A senhorita é Chase? Annabeth Chase? — ele perguntou.
— Sim, sou eu — ela confirmou — Por quê?
— Acho que deveria ler o jornal na sessão de lazer. — ele indicou e lhe entregou um exemplar.
— Ai meus deuses Percy! Como eu pude esquecer! — Annabeth gritou e abriu o jornal de uma maneira nada delicada. O que deixou o jornal todo amassado.
— O que você esqueceu? — perguntei, já curioso.
— A critica! — ela disse como se fosse obvio e revirou os olhos. Annabeth fechou o jornal — Não consigo ler. Você lê para mim?
Assenti e peguei o papel. Vasculhei a folha a procura da critica. Achei-a bem no canto. Era pequena, nada muito chamativo.
— A estrela do Cats! Por Sandra Stefanneli — comecei — Ao adentrar no teatro para assistir a reapresentação de Cats senti-me apreensiva. O clássico da Broadway estava sendo reapresentado naquela semana com atores novos. De longe a pessoa que mais chama atenção no palco é Annabeth Chase, com sua voz potente e seu talento para a atuação nos palcos ela deu um novo brilho a apresentação sem tirar a essência original de Cats, conquistando a todos.
Estudei Annabeth por um momento. Ela estava de olhos fechados, com as mãos cerradas apertando o coração e ofegante. Percebi que esperava que eu dissesse alguma coisa a mais. Talvez que continuasse a leitura e lesse alguma critica sobre ela.
— Acabou — falei por fim — Ela só te elogiou.
Annabeth abriu apenas um olho para ter certeza de que o que eu falava era sério.
— O que eu faço? — ela perguntou.
— Sorria, pule, grite — sugeri — Eu não sei apenas se expresse.
Annabeth voltou à respiração normal e começou a rir.
— Eu não sei como reagir — ela admitiu entre os risos — Eu... Bem, nunca recebi uma critica e na minha primeira sou elogiada! Isso é tão incrivelmente maravilhoso Percy.
Ela enterrou o rosto no meu peito e começou a chorar. Fiquei em duvida sobre o que fazer. Devia dar umas batidinhas nas costas dela ou chorar junto? Decidi que as batidinhas eram melhores.
— Você mereceu — murmurei.
— Como você sabe se nunca me viu atuar? — ela indagou.
Fiquei incrédulo.
— Eu nunca te vi atuar? — re-perguntei indignado — Tem certeza de suas palavras?
— Oh meu Deus, Percy desculpe-me, eu só... É que eu fiquei confusa agora com a critica e tudo mais. Perdão.
— Esta tudo bem — sussurrei. Olhei o relógio e percebi que já estava ficando tarde — Er... Acho que só vamos poder comer e depois iremos embora. Eu tenho ensaio amanhã.
— OK, eu também tenho ensaio. — ela concordou.
Comemos em silencio, apenas fazendo alguns comentários sobre o lanche de vez em quando. O caminho para casa também foi em silencio. Quando chegamos ao prédio de Annabeth, subi com ela até o apartamento.
Annabeth abriu a porta.
— Eu ia te convidar pra entrar... Mas, você sabe, os ensaios.
— É verdade — me inclinei até ela e lhe dei um beijo no rosto — Até mais.
— Até.
Annabeth acenou e entrou em casa. Fiquei encarando a porta e depois entrei no elevador. Ao chegar no térreo esbarrei com um cara.
— Ei, olhe por onde anda — ele resmungou.
Olhei nos olhos, aquela voz era familiar. Loiro e alto...
Maneei a cabeça ignorando o pensamento, devia estar louco, mas aquele cara não podia ser Luke Castellan.
Ao chegar a casa encontrei com todo mundo lá, na verdade eram só Clarisse, Chris, Silena e Charlie, mas isso conta como todo mundo. Fiquei encarando-os por um tempo e depois suspirei.
— Porque eu ainda tenho esperança que vocês respeitem a minha privacidade? — questionei-os.
Eles riram.
— Percy, meu querido — Silena começou — Você teve um encontro! É o seu primeiro encontro de verdade em 12 anos!
— Isso é verdade — Chris concordou — É a primeira vez que você sai com uma garota sem a intenção de leva-la para a cama.
— E o que garante vocês de que nós...
— Você chegou a casa as 9 da noite — Clarisse cortou — Se tivesse rolado você chegaria às 6 da manhã.
— Mas...
— Não tem "mas" — Clarisse me cortou de novo.
Ergui as mãos em sinal de rendição.
— O.K. — suspirei — Vocês podem, por favor, ir embora? Eu preciso dormir.
— Estas bem, nós vamos — Charles disse — Mas amanha você vai nos contar tudo?
— Claro que eu conto! — menti.
— Ele não vai contar — Silena falou e levantou-se — Tchau Percy.
— Tchau Silena.
Eles se levantaram e se despediram.
— Nós te amamos! — eles gritaram da porta em uníssono.
— Também amo vocês — murmurei.
Arrumei a bagunça na sala e depois subi para o meu quarto. Joguei-me na cama e revivi todo o encontro em minha mente.
Eu fui um idiota na parte do "bumbum".
Notas finais
Ah queridas, eu estou lendo a casa de hades! Quem tambem esta? E
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