Um Amor Para Recordar

38 Capítulo 13 — Resultados


Notas iniciais
Olá estrelinhas. Como vocês estão hoje? Desculpa pela demora, mas foi complicado escrever esse cap, vocês não fazem nem ideia. E eu também fiquei metade da semana sem meu computador, então... Eu gostaria de agradecer toooooodos os comentários no ultimo capítulo e eu espero que vocês continuem comentando assim. Foram cerca de 20 comentários, então dessa vez eu vou querer de 25 a 30. Certo, eu não estou sendo malvada. Aliás, acho que vocês vão realmente querer comentar sobre esse capítulo. Enfim, quero agradecer a minha querida "A filha favorita de Apolo" pela sua linda recomendação, esse cap é especialmente para você e para todas as que comentaram. Enjoy.

As notas são importantes ok? Não se esqueçam de conferir. Agora podem ir ler o cap.

Annabeth

Thalia estava desesperada.

Desde que terminei de contar o que andava acontecendo, ela andava desesperada por todo o apartamento enquanto Piper me encarava e fazia perguntas que já tinham respostas, mas que ela insistia em retomar.

— Você realmente não se lembra se ele usou camisinha? — ela perguntou calmamente, como se perguntasse se eu havia escovado os dentes aquela manhã.

— Não! Eu não me lembro! Eu já disse isso! — resmunguei — Thalia, você poderia parar de andar feito uma louca? — reclamei e recebi um dedo médio.

— Sua idiota! — ela gritou para a vizinhança inteira ouvir — O que você achava que estava fazendo? Onde você enfiou a sua responsabilidade? No orifício anal?

Pipes revirou os olhos.

— Thalia você não esta ajudando em nada.

— E você muito menos Piper McLean — Grace retrucou.

As duas começaram uma discussão sobre quem estava colaborando mais e aquilo me irritou profundamente, mais do que as perguntas de Piper e o humor irritadiço de Thalia.

Respirei fundo.

— Calem a boca! — exclamei — Fazer perguntas e se desesperar não vai me ajudar em nada!

— Está bem — Piper ergueu as mãos rendendo-se —Vamos à farmácia.

— Como é que é? — eu e Thalia dissemos em uníssono.

Pip maneou a cabeça.

— Se os que estamos fazendo não esta dando certo vão agir!

— Eu não vou deixar Annabeth fazer um teste de farmácia barato — objetou Thalia — Vai ao meu consultório.

Tentei em vão dizer que aquilo era idiotice, mas não deu certo. As duas estavam decididas, e nada nem ninguém as fariam mudar de ideia.

Preferi tomar um banho antes e assim o fiz. Escolhi a roupa mais confortável que havia em meu guarda-roupa e vestia-a. Prendi o cabelo em um rabo de cavalo e fui para a sala onde as duas me esperavam, já prontas.

— Finalmente Cinderela — Thalia balbuciou e pegou as chaves de seu carro.

Antes de tudo gostaria de dizer que eu adoraria ser mãe. Era um sonho que carregava junto comigo desde que era uma criança. Mas eu não queria agora, quando eu estava solteira e sem emprego fixo. Isso só faria mal para o bebe.

Solteira.

A palavra ecoou em meus pensamentos.

Já dava três semanas desde o enterro da mãe de Percy e nada rolava. Eu entendia que ele estava triste, mas ficar sem me ligar? E eu ainda tivera que remarcar o jantar com Gabbe e Luke e se Percy continuasse sem falar comigo eu teria que remarcar de novo.

Entramos no carro de Thalia e as perguntas não pararam por nenhum segundo.

— Vocês fizeram algo de diferente?

— Ele é bom?

— Quanto tempo durou?

Decidi ignorar o fato de que minhas amigas eram duas pervertidas e respondi apenas murmúrios e acenos de cabeças.

Chegamos a clinica e fiquei em estado catatônico por alguns segundos.

— Annabeth! — Thalia me repreendeu — Se você for sortuda sai daqui de barriga vazia.

— Eu não sou sortuda! — repliquei.

— Então depois daqui vamos comprar roupas para recém nascidos.

Revirei os olhos e sai do carro. Meu celular tocou.

— Vai indo, eu já vou.

Olhei no visor do celular e vi o nome de Percy. Não conseguia acreditar. Respirei fundo.

— Alo?

— Oi Annie — ele disse com uma voz exausta. Era bem possível que ele tivesse acabado de acordar.

— Olá Percy. Como esta?

— Estou bem e você?

Preferi mentir.

— Bem também.

Ele ficou em silencio por alguns segundos.

— Eu queria me desculpar.

Finalmente!

— Ah é? Por quê?

— Por não te ligar e obrigá-la a remarcar o jantar com Luke.

Ainda bem que reconhece.

— Ah que isso Percy. Você estava de luto, não fez nada de errado — menti.

— Bem... Agora eu não estou mais de luto... — ele hesitou — Eles ainda estão... hum... Disponíveis?

— Sim, eles estão.

— Vocês já marcaram a data?

— Ainda não — informei — Eles preferirão dar um tempo a você.

— Eles são legais — Jackson murmurou — Não devia ter feito isso.

— Eles não são de guardar rancor.

Ele riu.

— Então você pode marcar a data — Percy disse — Não importa se eu tiver compromisso, eu desmarco.

— Então eu vou marcar.

— Ótimo.

— Ótimo.

Ri comigo mesma.

— Eu preciso desligar Percy — avisei — Até mais.

— Está bem. Beijos, eu te amo.

Congelei.

— Eu... Também — balbuciei, mas o telefone já havia sido desligado.

Ele me amava?

Certo, ele podia ter falado da boca pra fora, sem perceber, mas...

Bati em minha própria cabeça. Não importava se ele me amava ou não, eu poderia sair daquele lugar com um filho, isso importava.

Guardei o celular e entrei no consultório.

***

Estava sentada na sala de espera com Thalia, Piper estava conversando com o doutor. Ela apareceu no corredor e veio até nós.

— Eles estão com problemas e o resultado sai em uma semana. É para vir buscar aqui na próxima quinta.

— Que inferno! — resmunguei — Eu marquei o jantar para amanhã! Eu não vou conseguir ficar lá fingindo não ter algo na minha barriga.

— Ainda não foi confirmado — Thalia replicou. — De qualquer jeito, pelo menos em uma semana você terá respostas.

Suspirei e acompanhei-as até a saída.

Não consegui sossegar pelo resto do dia. Piper levara Jason em casa e chamamos a menina do apartamento de baixo para jantar, Hazel. Ela trouxe seu namorado, o Frank.

Eles eram bem legais, mas ainda sim eu não conseguia me concentrar em nada.

Comecei a pensar na vida, e eu fui muito a fundo nisso.

Eu sou uma mulher de 28 anos, moro num apartamento no subúrbio de NY com mais duas amigas, sou uma atriz de teatro e possivelmente estou grávida de um cara que nem meu namorado é.

Nem carta de motorista eu tinha.

Eu tinha um futuro e ele foi jogado fora. Levado pela tempestade. Eu não poderia conviver com isso.

Arfei.

— Está tudo bem Annabeth? — Jason perguntou o olhar preocupado.

Olhei a sala, todos estavam se divertindo e eu não.

— Esta tudo bem sim Jason — murmurei — Eu tive um dia longo, eu vou ir dormir.

— Boa noite — eles desejaram enquanto eu saia.

Abri a porta do meu quarto e joguei-me na cama. Repousei minha cabeça no travesseiro pensando em razões para acordar no outro dia e consegui três.

• Ver Percy;

• Descobrir se havia mesmo um ser humano dentro de mim;

• Esperar que uma boa razão me apareça a qualquer momento;

***

O vestido era lindo e eu pagara caro por ele, mas não me importava. Percy e eu íamos a um jantar de casais, o que nos definia como um casal e isso fazia as minhas pernas bambearem.

Despedi-me dos “casais” (Thalia trouxera um cara que conhecera no trabalho, médicos...), desci de elevador e entrei no carro de Percy. Dessa vez, ele estava ali e o motorista era um motorista.

— Oi.

— Oi.

Ele se esticou até mim e me deu um pequeno beijo. Nada foi melhor do que ver seu sorriso no final, por dois motivos: 1- ele estava sorrindo no final de um beijo e isso era tão fofo; 2- ele com certeza estava melhor em relação a morte da mãe.

— Como você esta? — perguntei.

— Bem e você?

— Bem também.

Eu estava realmente bem.

Não tivemos tempo de conversar, pois o restaurante era perto. Descemos e vimos Luke e Gabbe trocando beijos.

— Eles são um belo casal — comentei.

Percy assentiu.

— É, eles são.

Ele ofereceu seu braço e eu o aceitei, envolvendo-os caminhamos juntos até os dois.

— Olá casalzinho — brinquei.

Os dois riram.

— Finalmente chegaram! — Luke exclamou — O homem não nos deixou pegar a mesa. Estava no nome de Percy.

— Eu sinto muito — Jackson desculpou-se — É que na hora...

— Está tudo bem — Gabbe tranquilizou-o — Foi bom porque isso deu tempo ao Luke de... — ela levantou a mão em frente ao rosto — se ajoelhar!

Vivi um daqueles “gritos surdos” em que você está gritando, mas não sai nenhum som.

— Vocês vão se casar! — gritei e corri até ela, abraçando-a.

Percy parabenizou Luke, percebi que ele estava desconfortável. Jackson não estava acostumado com casamentos. Os pais apenas namoraram e a mãe engravidou. Quando namorávamo-lo me confidenciou que nunca fora a um casamento de verdade. Será que isso continuava?

Mas é claro que não!

Ele com certeza fora ao casamento de Clarisse e Chris e provavelmente de outros amigos famosos.

Eu ainda insistia na ideia de que ele era o mesmo cara.

Depois de toda uma enrolação fazendo comentários sobre o casamento, entramos e sentamos.

Conversamos um pouco durante a entrada, mas a conversa foi acabando quando o prato principal chegou. Estava cansada daquele silencio horrível, então decidi tomar providencias.

— E então, onde vocês vão querer a lua de mel? — indaguei, sorrindo.

— Ainda não pensa... — Luke começou.

— Veneza! Com certeza! — Gabbe confirmou — É a cidade mais romântica do mundo, pelo menos para mim. E por mais que Luke não assuma, ele também sempre quis ir para lá.

— Ah você sabe, a arquitetura — ele disse — Sempre gostei um pouco de arquitetura. Acho que é por isso que eu e Annie ficamos amigos.

— Sim, no inicio foi isso. Mas depois nós descobrimos que tínhamos muito mais coisas em comum — falei e olhei para Percy, ele continuava desconfortável.

Comecei a me sentir zonza.

— Annabeth — Gabbe me chamou, despertando-me — Vocês nunca me contaram como se conheceram.

— Ah! Como nos conhecemos? — Percy me olhou — Bem, faz muito tempo. Acho que no jardim de infância.

Soltei uma risadinha.

— Deve ter sido nessa época mesmo — concordei — Mas nós nos odiávamos. E nos odiamos por muito tempo. Até fazermos 16 anos.

Parei, deixando que ele continuasse. Se Percy seguisse o meu roteiro, ele não teria tempo de contar que eu quebrei seu coração.

— Acho melhor você contar Annie — ele indicou — Eu sou melhor com uma guitarra, sério.

Gabbe soltou uma risadinha e continuou a tomar seu vinho. Ela parecia uma daquelas adolescentes lideres de torcida, e não uma mulher de 26 anos.

Ela se parecia com Rachel.

Todas as lembranças vieram a minha mente de uma maneira tão rápida, quase violenta. A minha primeira vez com Percy... Minha visita a Thalia... O beijo de Luke... A visita de Rachel...

— Bem... Acho que... — balbuciei — Eu e Percy fomos obrigados a trabalhar juntos no teatro da escola e um dia, ele pediu para ser meu amigo — troquei um olhar com Percy, ele se ajeitou na cadeira, desconfortável — E bem... Ele me beijou. E eu fiquei frustrada porque eu não gostava dele...

Eu olhei para Luke e ele também não parecia confortável. Era notável que ninguém ali estada, apenas a garota ruiva que tanto lembrava a outra garota ruiva, a que tanto me atormentou.

— E... Bem... Eu me apaixonei por ele...

Minha cabeça estava rodando, não era por causa do vinho francês, não. Era aquilo que estava na minha barriga já fazia mais tempo, era graças aquele bebe que eu tinha certeza que estava ali.

Comecei a transpirar e minha visão começou a ficar turva. Respirei fundo e tomei um longo gole de água, voltei a me sentir bem no momento em que a agua tocou minha língua.

— É meio difícil se lembrar dessa época — assumi — Faz tanto tempo... E foi bem complicado o nosso...

Olhei para Percy, suplicando para que ele completasse a frase.

— Namoro — ele completou.

— Namoro? Vocês já namoram desde essa época? — ela indagou — Uau!

— Não, você esta enganada — Jackson negou — Nós namoramos por uns dois meses...

— Quatro — corrigi.

— É quatro meses. Mas Annabeth recebeu uma oferta de Broadway — ele hesitou — Era inegável. Ela veio para cá e tivemos que terminar. Mas essa cidade quis que nós nos juntássemos outra vez.

Gabbe sorria. Luke soava.

— Isso é tão fofo — ela murmurou — Deve ser uma boa historia quando contada completa.

Aquilo soou como uma critica, mas ela ainda sorria. Era impossível decifra-la.

— Sim, com certeza. Algum dia eu me lembro de e a conto para você — prometi.

Ela me sorriu agradecida e voltou sua atenção ao cardápio.

— Voces já querem pedir a sobremesa? — ela perguntou e confirmamos — Estava pensando em algo doce...

A lembrança do sabor do açúcar voltou a minha boca e eu senti a minha comida subir. Tentei segura-la, mas a noiva de Luke listava os doces que tinham. Levantei-me abruptamente pronta para correr ao banheiro e pelo menos dessa vez eu consegui. Cheguei ao toalete e joguei tudo para fora. Senti-me mais leve.

Ouvi os passos do salto alto Padra de Gabbe correndo atrás de mim e ouvi a porta se abrir.

— Você esta bem Annabeth?

Virei-me para ela e foi impossível não ver Rachel no seu rosto. Estava estampado ali e eu não percebera.

Senti-me boba e ri. Uma garota que eu nunca mais vira ainda me atormentava. Uma líder de torcida do segundo ano que atormentava a nerd, típico. E as lembranças continuavam na minha cabeça. Por quê?

Foi quando outra ruiva entrou no banheiro, e era idêntica a Gabbe, a única diferença era o vestido. Ou melhor, Gabbe era idêntica e outra ruiva, porque eu a conhecera antes. A nova garota me encarou e sorriu.

— Annabeth?

Era Rachel. Ali naquele restaurante, eu devo tê-la sentido para continuar pensando nela.

— Rachel? — sussurrei.

Gabbe se ajoelhou ao meu lado.

— Quem é Rachel? Annie? — ela perguntou, limpando a minha boca com o papel.

— Ela! — apontei para a ruiva parada na porta, rindo de mim.

— Não tem mais ninguém aqui — Gabriela sussurrou — Annabeth, você esta se sentindo bem?

Então era uma alucinação. Rachel apenas aparecer para mim porque estava magoada com a minha vida, magoada comigo mesma. E ela que fazia eu me sentir assim.

— Eu estou... Apenas pensei ter visto... — hesitei — Esqueça.

— Vou pedir para Percy leva-la para casa.

Ela terminou de limpar o meu rosto. Gabbe nunca seria como Rachel. Era apenas o cabelo. Gabbe era doce e estava ali, ajoelhada no chão sujando a barra de seu vestido e destruindo seu Prada apenas para limpar o meu rosto que estava sujo de... Vomito.

Senti-me horrível.

— Gabbe, deixa que eu limpo — disse e peguei o papel de sua mão.

Ela suspirou e se levantou. Me oferendo a mão e me levando até a pia.

Lavei meu rosto e o terminei de limpa-lo. Observei minha situação no espelho. Eu havia chorado? Como eu era ridícula.

Funguei e sequei as mãos.

— Obrigada — murmurei, envergonhada.

— Não é nada, amigas fazem isso... — Gabbe riu — Eu sempre fazia nas minhas amigas quando elas ficavam de ressaca da festa de sexta à noite — ela hesitou — Mas você não está de ressaca né?

— Não, eu só... Tenho um estomago fraco e ele não reagiu bem ao tempero — expliquei.

Ela me estudou e depois riu.

— Realmente, tinha tanta pimenta no meu molho que eu quase virei a garrafa de vinho ali, na frente de todos.

Soltei uma risada nasal, que soou como um ronco. Voltamos para a mesa rindo.

Sentei-me ao lado de Percy e balancei a cabeça, indicando que contava depois. Ele assentiu e terminou sua taça de vinho.

— Vou leva-la para casa.

— Obrigada — murmurei, aceitando sua mão já estendida.

Despedi-me de Luke e Gabbe e lhes parabenizei de novo pelo casamento.

Entrei no carro com Percy e me aconcheguei nele. Uma lagrima rolou pelo meu rosto.

— Você quer me explicar?

— Eu apenas enjoei com o tempero.

Seu queixo encostou minha cabeça, ele assentirá. Ficamos em silencio pelo resto do caminho e agradeço a Percy por isso.

Quando chegamos ao meu prédio, ele desceu do carro comigo.

— Não precisa me levar até a porta — avisei — Sei me virar sozinha.

— Annabeth — ele pronunciou meu nome com cuidado e apreensão — Esta tudo bem com você?

— Claro que sim Percy — menti — Eu apenas enjoei com o tempero.

— Não estou falando disso.

Seu tom era tão sério que eu me assustei.

— Então eu não sei do que você está falando.

— Ah, você sabe sim.

— Não eu não sei — neguei e suspirei — Percy, eu não poderia me sentir melhor.

Ele travou o maxilar.

— Ótimo.

— Ótimo.

Ele entrou no carro, e antes de fechar a porta desejou:

— Boa noite Chase.

— Boa noite Jackson.

Respondi-o secamente e virei-me para entrar no meu prédio, cumprimentei o porteiro e quando cheguei ao elevador, seu carro já estava de partida.

Apertei o botão do meu andar e fiquei torcendo para que não chegasse nunca. O que me esperava lá? Eu não queria ver. Com certeza veria os novos casais sentados na sala assistindo TV ou jogando algum dos jogos de Hazel. Eu teria que responder as perguntas sobre o encontro com palavras curtas e secas, correria até o meu quarto e choraria baixinho, como uma adolescente, para que eles não me ouvissem.

Ao abrir a porta, encontrei tudo vazio e agradeci por isso. Passei pelo quarto de Thalia e o de Piper, abri a porta do meu lentamente e corri até a cama, como quem corre de um fantasma. Tirei as minhas roupas e coloquei o meu “pijama” correndo, enfiei-me totalmente debaixo das cobertas e fiquei ali. Pensando.

Nenhuma lagrima caiu, porque não queria que o bebe soubesse que era uma perdedora.

Notas finais
E então, me digam o que vocês acharam! por favor! Comentem, favoritem e recomendem. Gostaria de avisar que o enredo da fanfic mudou (de novo) e provavelmente, agora terá mais capítulos ou talvez menos. Eu pretendo escreve-los bem rapidinhos para poder dizer certinho quantos são, então vou demorar um pouquinho. E eu também tenho que ler as fanfics que acompanho e meus livros. É isso, calei a boca. xoxo