Um Amor Impossivel
12 Chorando.
Notas iniciais
Ok. Ok. Mas o que você quer que eu faça?
Isso aqui. — Ele me puxou para e ele e me abraçou. O ouço sussurrar: Senti a sua falta, pequena! Sussuro de volta: Eu tambem, grandão!
– Sabe?
– O que?
– Eu queria que você morasse aqui.
– Falando nisso.
– O que? Você vai vir morar aqui? — Perguntei esperançosa.
– Nao é isso, só que eu contei para a nossa mãe que reencontrei você, e ela quer te ver. — Ele falou rápido, mas deu para entender.
– O QUE?!
– Fiz mal?
– CLARO!
– Por que? Afinal de tudo ela é sua mãe.
– Pode ser que ela seja minha mãe, mas ela e o outro nos separaram, eu não posso recuperar o tempo perdido. E isso é algo que eu nunca vou perdoar! — Uma lágrima escorreu de meu olho e abaixo a cabeça.
– Ei, pequena. — Ele pos dedo em meu queixo e o eleva delicadamente para que possa olhar em seus olhos. — Se não quiser falar com ela hoje, tudo bem. Mas sabe que isso é inevitável.
– Não, não a quero ver hoje.
– Tudo bem, entendo, mas tenho que ir antes que o seu pai chegue.
– Ele também é seu pai.
– Ainda sim, tchau. — Deu um beijo em minha bochecha e foi.
Por Leon:
Ao chegar em casa:
– E ai filho, como foi com ela? — Perguntou minha mãe vindo na minha direção com um pano na mão, provavelmente estava na cozinha.
– Foi tudo bem, mas ...
– Mas o que?
– É que eu perguntei se ela queria vir aqui te conhecer. — Ela abriu um sorriso. — Mas ela disse que não. — Ficou triste de imediato, talvez eu não devesse ter-lhe contado.
– Ah, tudo bem.
– Me desculpe.
– Não precisa, está tudo bem. Tem jantar na mesa, eu já comi, vou subir. Boa noite. — E saiu.
Fui jantar, mas preucupado, subi ao quarto de minha mãe, já do lado de fora, ouvi bem baixinho: choros. Empurrando de leve a porta, tenho a visão de minha mãe agarrada á uma boneca muito familiar que tenho quase certeza que era da Violetta, e chorando.
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