Notas iniciais
Desculpem a demora...

Frederico: Deve de ser coisa da idade Cristina.

Cristina: Ah sim espero (suspira). Amanhã levarei Vicky ao médico.

Frederico: Já ouvi falarem muito nesse doutorzinho, dizem que ele é bom, e melhor com criança apesar de não ser pediatra.

Cristina: Que bom né princesa? (Olha Vicky).

Victoria: Sim... Quelo papa mamãe.

Frederico: Esta não nega ser Rivero, vive com fome. (Rindo).

Cristina: Verdade. Já já mamãe te serve o jantar filha, mais ainda não esta pronto.

Victoria: Ta bão.

Frederico: Quer que eu vá junto, ao médico?

Cristina: Não a necessidade.

O jantar fica pronto, e todos se mostram presente a mesa, até mesmo José Maria. Frederico olhava torto para José Maria. Maria do Carmo olhava sua mãe estranho, e a mesma foi a única a perceber... Logo o jantar acaba, todos vão para a sala de estar, conversaram amigavelmente, para uma sala de estar com Frederico Rivero e José Maria juntos, estava tranquilo demais.

Consuelo: E namorando muito rapaz? (Olhando José Maria).

Frederico: E quem iria querer um simples peão?

Frederico fez mesmo para provocar, não só José Maria mais também Cristina. Quem manda se envolver com o cretino Diego? Pensava Frederico, pois para ele tudo tinha que ser ao seu jeito.

José Maria: Mais não penso em ser um simples peão para toda minha vida, sonho alto, e como dizem só quem sonha consegue alcançar. (Retruca, mostrando tranquilidade).

Maria do Carmo: Ah sim que se fala José Maria (sorri). Eu irei te ajudar em tudo que precisa, sabe que poderá contar comigo sempre (alegre).

Frederico:, Esta na hora de dormir Maria do Carmo. (Autoritário).

Maria do Carmo: O que? Mais! Esta bem (irritada sobe as escadas).

Cristina: José Maria agradeço por ter ficado com minha mãe e as meninas, enquanto não estávamos. E com certeza irá realizar seus sonhos. Bem, agora vou me deitar boa noite a todos. (Vai para o quarto).

E assim vai indo. Cada um para seu caminho: José Maria vai para casa, Consuelo vai se deitar, Karolyne faz o mesmo... Frederico foi o único que permaneceu a cozinha, estava bebendo uísque, estava pensativo.... Quando ouve a voz desagradável de Estela, na porta.

Frederico: Como entrou criatura? (Grosso). O que quer? Cristina já não a demitiu?

Estela: E é bom me readmitir, se não conto a Maria do Carmo que Diego um simples peão é seu pai, e que você o matou.... Já pensou coitada da garota, a mãe adultera, suposto pai um assassino e o verdadeiro um simples peão (solta uma gargalhada). Que linda e perfeita família, não vou me esquecer da avó né? Que não queria que ela nascesse, e além disso junto sua mãe a um assassino.(fala convencida de ir contar tudo).

Frederico: Cala a sua boca sua miserável. Cristina não é uma adúltera, ela não era casada comigo. Ela jamais saberá desta história! Estamos entendidos? Ou como você mesma disse, voltarei com meu lado assassino e te mato peste.

Estela: Eu só quero meu trabalho de volta, ficar perto de você, meu amor! Longe de ti eu não aguento (vai se aproximando dele).

Frederico: Para dessa baboseira de amor. Amor não existe , e se existisse eu iria amar a Cristina, com quem vivo 16 anos.

Frederico: Deve de ser coisa da idade Cristina.

Cristina: Ah sim espero (suspira). Amanhã levarei Vicky ao médico.

Frederico: Já ouvi falarem muito nesse doutorzinho, dizem que ele é bom, e melhor com criança apesar de não ser pediatra.

Cristina: Que bom né princesa? (Olha Vicky).

Victoria: Sim... Quelo papa mamãe.

Frederico: Esta não nega ser Rivero, vive com fome. (Rindo).

Cristina: Verdade. Já já mamãe te serve o jantar filha, mais ainda não esta pronto.

Victoria: Ta bão.

Frederico: Quer que eu vá junto, ao médico?

Cristina: Não a necessidade.

O jantar fica pronto, e todos se mostram presente a mesa, até mesmo José Maria. Frederico olhava torto para José Maria. Maria do Carmo olhava sua mãe estranho, e a mesma foi a única a perceber... Logo o jantar acaba, todos vão para a sala de estar, conversaram amigavelmente, para uma sala de estar com Frederico Rivero e José Maria juntos, estava tranquilo demais.

Consuelo: E namorando muito rapaz? (Olhando José Maria).

Frederico: E quem iria querer um simples peão?

Frederico fez mesmo para provocar, não só José Maria mais também Cristina. Quem manda se envolver com o cretino Diego? Pensava Frederico, pois para ele tudo tinha que ser ao seu jeito.

José Maria: Mais não penso em ser um simples peão para toda minha vida, sonho alto, e como dizem só quem sonha consegue alcançar. (Retruca, mostrando tranquilidade).

Maria do Carmo: Ah sim que se fala José Maria (sorri). Eu irei te ajudar em tudo que precisa, sabe que poderá contar comigo sempre (alegre).

Frederico:, Esta na hora de dormir Maria do Carmo. (Autoritário).

Maria do Carmo: O que? Mais! Esta bem (irritada sobe as escadas).

Cristina: José Maria agradeço por ter ficado com minha mãe e as meninas, enquanto não estávamos. E com certeza irá realizar seus sonhos. Bem, agora vou me deitar boa noite a todos. (Vai para o quarto).

E assim vai indo. Cada um para seu caminho: José Maria vai para casa, Consuelo vai se deitar, Karolyne faz o mesmo... Frederico foi o único que permaneceu a cozinha, estava bebendo uísque, estava pensativo.... Quando ouve a voz desagradável de Estela, na porta.

Frederico: Como entrou criatura? (Grosso). O que quer? Cristina já não a demitiu?

Estela: E é bom me readmitir, se não conto a Maria do Carmo que Diego um simples peão é seu pai, e que você o matou.... Já pensou coitada da garota, a mãe adultera, suposto pai um assassino e o verdadeiro um simples peão (solta uma gargalhada). Que linda e perfeita família, não vou me esquecer da avó né? Que não queria que ela nascesse, e além disso junto sua mãe a um assassino.(fala convencida de ir contar tudo).

Frederico: Cala a sua boca sua miserável. Cristina não é uma adúltera, ela não era casada comigo. Ela jamais saberá desta história! Estamos entendidos? Ou como você mesma disse, voltarei com meu lado assassino e te mato peste.

Estela: Eu só quero meu trabalho de volta, ficar perto de você, meu amor! Longe de ti eu não aguento (vai se aproximando dele).

Frederico: Para dessa baboseira de amor. Amor não existe , e se existisse eu iria amar a Cristina, com quem vivo 16 anos.

Estela: Duvido. Ela já foi de um peão, enquanto eu? A empregada aqui? Só foi de um homem, que se chama Frederico Rivero.

Frederico: Cala a boca Estela. Falarei com Cristina. (Saindo do escritório).

Frederico sobe como um furacão no quarto, seu sangue estava servem do de raiva. Como Estela se atreveu em lembra-lo de que Cristina não foi só dele, mais também do maldito Diego Fernández, sim maldito mil vezes maldito... Mais ao menos agora estava em um lugar merecido. Assim pensava Frederico.

Cristina: Ainda está acordado, a essas horas? (O olha assustada e sonolenta).

Frederico: Sim. Eu precisava beber, e bebi agora quero dormir (retirando toda sua roupa). Foi fácil fazer Vicky dormir? (A olhando).

Cristina: Não, ela estava muito imperativa, para meu gosto (fecha os olhos).

Frederico: (se deitando, só de cueca). Ela esta crescendo, logo não teremos mais nossa bebezinha e sim uma mocinha.

Cristina: Verdade (sente o peso de Frederico em cima de si... E abre os olhos). Frederico o que esta fazendo?

Frederico: Vamos fazer (beijando o pescoço). Você é uma delicia, te desejo Cristina.

Cristina: Frederico e eu desejo dormir, estou cansada. E amanhã cedo levarei Vicky a consulta médica dela.

Frederico: (começa a beijar a boca de Cristina). Tudo bem, ficamos só em alguns beijinhos que tal? (Entre beijos).

Cristina: Esta bem.

Assim até mais alguns minutos eles ficam se beijando... Em seguida adormecem... O dia havia sido cheio para eles.

Já no outro dia, Cristina acorda primeiro, arruma Vicky em seguida se arruma, e desce para tomar café, enquanto Frederico continuava dormindo. Ela se junta ao restante da familia: Suas filhas e sua mãe.

Cristina: Bom dia!

Consuelo, Maria e Karolyne: Bom dia!

Vicky: Quelo mimi, mamãe! (Quase dormindo em cima da mesa).

Cristina: Depois filha, agora temos que ver o medico.

Maria do Carmo: A Vicky tem algo? (Preocupada).

Karolyne: Não sei porque fala assim, ontem nem se quer queria cuidar dela (revira os olhos).

Cristina: Sem discussões. Vicky anda dormindo muito, e comendo pouco. Estou preocupada por isso a levarei ao medico.

Maria do Carmo: Tomara que não seja nada de grave.

Consuelo: E não será meninas.

Cristina logo sai com suas filhas junto, para leva-las já para escola também. Depois de deixa-las no colégio, vai ao consultório do novo médico.... Na sala de espera Victoria não parava de chorar, o que já estava deixando Cristina nervosa. Até que chega uns braços por trás de Cristina, e pega Victoria no colo, o que faz a pequena parar de chorar.

Cristina: (irritada). Quem lhe deu permissão para pegar minha filha assim? (O olhando).

Carlos Manoel: Desculpe Sra. É que não aguento ver crianças chorando, e a pegue, realmente devia ter lhe pedido permissão (babando em cima de Cristina).

Cristiana: OK! Desculpe, estou estressada pelo demora desse médico novo.

Carlos Manoel: Bem. Eu sou o novo médico. E peço perdão. A causa da minha demora foi a demora para encontrar a chave de meu carro (sorri).

Cristina: Acontece (sorri). Então pode examinar a Vicky? (O olhando).

Carlos Manoel: Ah sim. Claro, vamos até minha sala?

Cristina: Claro.

Eles vão a sala de Carlos Manoel. Ele faz todos os exames necessários de Victoria. E percebe que na fixa esta Victoria Álvares Rivero, logo junta as peças.

Carlos Manoel: A Sra. conhece o Frederico Rivero?

Cristina: O conhece de onde? E porque a pergunta? (O olha seria).

Carlos Manoel: Ele é tão famoso pra cá, e me bateu uma curiosidade, e perguntei pelo sobrenome de Vicky.

Cristina: Ah sim! Ele é meu esposo. Os exames ficaram prontos quando?

Carlos Manoel: No inicio da semana que vem.

Cristina: Então a semana que vem. (Saindo com Victoria).

Carlos Manoel: Espere (Cristina para). Um pirulito para está mocinha comportada. (Entrega). Adorei conhecer você e sua mãe pequena (sorri).

Cristina: Digo o mesmo doutor.

Cristina saí.

Carlos Manoel: "É querido papai, parece que conhece bem sua futura nora(sorri sozinha). Querido Frederico Rivero você irá me pagar por tudo! E nisso ganharei mais do que imaginava. Cristina, será minha".

Cristina passa em uma loja de roupas e compra uns vestidos para ela e para suas filhas. Em seguida vai a uma loja de lingerie, outra já compra as lingerie pensando em Frederico, e no quanto ambos ficariam felizes.

Logo após ela passa no colégio, e pegá suas filhas, e vão a fazenda. Chegam justamente na hora do almoço. A mesa já estava Frederico e Consuelo discutindo como sempre.

Consuelo: Se você duvida tanto que meu time é bom, faremos uma aposta.

Frederico: Já topei, essa aposta. Pois seu time perderá para o meu, e você sabe disso.

Consuelo: Até parece, time ruim é o seu.

Maria do Carmo: Papai entro na aposta! Desculpe vovó, mais seu time não pode com o nosso, não é papai? (Abraça Frederico)

Frederico: Mais é claro filha. (Sorri). Somos os únicos dessa casa com bom gosto.

Karolyne: Isso é uma tremenda mentira, eu e vovó temos ótimo bom gosto. Tanto que nós estamos nessa aposta (diz abraçando a avó).

Cristina: Eu e Vicky sim que temos bom gosto. Tanto que torcemos para o galo.

Frederico e Consuelo: Esse é o pior de todos (fazendo todos rirem).

Vicky: Não. (Faz bico).

Cristina: Né minha gata. (Beija a filha).

Todos se preparam para jantar. Apenas a mesa faltava Cristina, que estava no banheiro lavando as mãos. Mais no caminho para ir a sala de jantar, Estela se põe em sua frente.

Cristina: O que faz aqui? (A olhando com raiva)

Estela: Frederico me recontratou. (Fala com deboche).

Cristina: O que? (Pergunta surpresa).

Estela: Isso mesmo que ouviu. Ele disse que já não pode mais viver sem mim, e que nunca mais iriamos ficar longe.

Cristina: Não acredito em você.

Estela: Então pergunte ele (sai rebolando).

Cristina: "Não posso acreditar nisso".

A mesa...

Consuelo: Minha filha esta demorando a descer.

Frederico: Eu vou atrás dela, caso demore comecem a comer, assim como Vicky fez (olha para filha comendo e sorri... Se levantando da mesa).

Maria do Carmo: Esta certo papai.

Frederico vai ao quarto dele e de Cristina quase que correndo... Ao chegar no quarto a vê em frente ao espelho, com uma cara de aborrecida e de desesperada.

Frederico: O que ouve? (Se aproximando dela).

Cristina: (se levanta da cadeira). Como pode colocar novamente Estela em minha casa? Na casa de nossas filhas? (Visivelmente irritada).

Frederico: Ela estava ameaçando de contar que eu não sou o pai de Maria do Carmo. E como achas que reagir? Maria do Carmo é minha filha, e sempre será assim. Não deixarei que Estela conta a ela nada. Achou que fosse pelo quê?

Cristina: Para continuar a me desrespeitar. (Respira fundo).

Frederico: Eu não farei mais isso. Ta bom? (Vai se aproximando dela aos poucos). Sabe que te adoro não sabe?

Cristina: Frederico, não.... Não é hora (já rendida).

Frederico sem dizer nada a leva em direção a cama, onde ia passando sua mão por todo o corpo de Cristina, e a parte que recebia mais atenção era o pescoço dela, onde ele depositava vários e vários beijos.