Notas iniciais
Fic nova.....

Estavam a mesa quase todos, menos Cristina que havia acordado indisposta.

Maria Do Carmo: Papai, porque a mamãe não desceu?

Frederico: Ela acordou indisposta filha, depois vocês vão lá no quarto, e dar um beijo de bom dia a ela.

Consuelo: (preocupada). Vou ver como minha filha esta (se retirando da mesa).

Maria do Carmo: Apure Karol, José Maria irá nos levar, mais também tem que trabalhar (limpando a boca com o guardanapo).

Frederico: (olha feio Maria do Carmo). Filha não quero você perto de José Maria, espero que estejamos entendidos.

Maria Do Carmo: Papai. (Frederico a interrompe).

Frederico: Nada de papai. Ele quer mais do que ser seu amigo, e filha minha não se envolve com um simples peão.

.... Enquanto isso no quarto do casal....

Consuelo bate na porta e como não ouve nada, resolve entrar. Não a vista sua filha, mais ouve o barulho da água no banheiro. E se senta aguardando sua filha.

Consuelo estava preocupada, pois sábia do casamento conturbado da filha. Ou melhor sabia como o genro era. Pois sobre o casamento Cristina nunca falou muito, de sua relação com Frederico... Consuelo já havia visto marcas roxas em sua filha, mais Cristina sempre lhe dizia que era nada, mesmo sua mãe insistindo.

Consuelo é retirada de seus pensamentos, ao ouvir a porta do banheiro ser aberta. Cristina que saia do banheiro, ainda molhada e de toalha.

Cristina: Mamãe? (Surpresa). Ocorreu alguma coisa?

Consuelo: Não ocorreu nada! Mais quero saber qual era seu mal estar? E o que o causou?

Cristina: Mamãe, para de ser dramática, sim? Eu apenas não me senti bem. Mais já irei descer, pois tenho a Vicky para cuidar.

Consuelo: Cristina! (Não sabia ao certo o que dizer). Cristina! Filha. Quero lhe dizer, que estou com você para tudo. E que se você quiser se separar, tudo bem.

Consuelo falava assim, por sentir culpa por sua filha ter se casado com o monstro Rivero. Pois ela foi quem deu a idéia (na fanfic). E ver sua filha triste, mesmo não demonstrando. A deixava triste também, e principalmente pelas marcas roxas.

Cristina: Mamãe! Não se preocupe comigo. A senhora sabe como é meu casamento com Frederico. É tumultuado, mais já não é só nós dois agora. Agora temos três filhas. (Se sentando na cama).

Consuelo: Três? (Estava se recusando a crer no que ouvia). Cristina, não esqueça-se que Frederico não é pai de Maria.

Cristina: Não preciso que fique me lembrando mamãe. Frederico a aceitou. É o que conta agora. E não precisa mais se sentir culpada! Eu já estou a quinze anos com Frederico, por tanto já me acostumei com ele.

Consuelo: As vezes acho que tem mais magoa de mim, do que de Frederico.

Cristina: Mamãe, não voltamos a este assunto agora, sim?

Consuelo: Tudo bem. (Se retira).

Ah sim que ia saindo do quarto da filha, Consuelo cruza com seu genro junto a sua neta mais nova. Vicky a luz da casa. Consuelo passa que nem olha a cara de Frederico. Quanto a Frederico, nem repará em sua sogra.

Frederico entra no quarto sem bater. Cristina tinha voltado para o banheiro, para terminar de se arrumar. Enquanto isso Frederico, põe a caçula em cima da cama, e começa a brincar com ela.

Victoria joga o travesseiro no pai, o mesmo retribui jogando novamente o travesseiro nela, que corria para não pegar nela, e ria com aquela risada fofa que os bebês tem.

Cristina sai do banheiro e vê tal cena, foi impossível não sorri. Sua bebê de dois anos que por sinal muito arteira, e sapeca. E até mesmo Frederico sendo o pai, mais era um dos melhores pais também.

Cristina: (sorrindo).Minha princesa (estendendo os braços para a pequena).

Victória: (vai com a mãe). Bu... (Chama Frederico de burro... E RI).

Cristina:(RI). Que isso filha. Isso é feio, não pode chamar assim com o papai. E Maria e Karol?

Frederico: Elas viriam lhe dar um beijo. Mais já estavam atrasadas para escola (dando uns tapas em Victoria para ela revidar).

Cristina: Ah sim. Vicky já mamau? (Beija a filha).

Frederico: Eu tentei. Mais ela não quis, vamos descer e você pede pra Vitoria fazer o mamá pra Vicky.

Cristina: Não vou descer. Vicky vai no seu quarto e pega seu copo de suco. (A pondo no chão. Ela então saí). Frederico! Estou toda roxa e dolorida (irritada).

Frederico: A culpa não foi minha (meio que sussurra). Você não queria. E eu não tinha ido para cama com nenhuma mulher! E você sabe, que nós homens temos nossas necessidades.

Cristina: Vai para o inferno. (Escovando seu cabelo, em frente ao espelho).

Frederico: Nem lá irá se livrar de mim. Nós dois iremos para o inferno, isso significa (Cristina o interrompe).

Cristina: Irei para o inferno com gosto desde, que o meu inferno não seja perto do seu.

Victoria:( entrando no quarto dos pais). Aqui ó (mostrando o copo plastico).

Cristina: (sorrindo). que bom princesa.

Frederico: Vamos descer filha? (Estendendo os braços para pega-la).

Victoria: Não. Mamãe (no colo de Cristina).

Cristina: Frederico pede a Candelária para fazer um mamá para Vicky.

Frederico: Tá bom. Já volto.

Frederico desce, e pede a Candelária para fazer o que Cristina havia lhe pedido. Frederico aguarda o mamá de Victoria, na sala de estar, quando Estela passa por ele.

Estela: Frederico! Preciso falar com você está noite (fala no ouvido dele).

Frederico: Vou pensar, se não tiver nada o que fazer de melhor, passo sim.

Estela: Não se ache tanto Frederico. (Dá um beijo que Frederico corresponde).

Cristina se deitou novamente com sua bebê, logo Victoria para dormir começa a chora, Cristina decide descer. Já que Frederico demorava com a mamadeira da pequena. No caminho enquanto descia as escadas, via a tal cena Frederico e Estela se beijando. Para romper aquela cena desagradável, Cristina finge uma tosse.

Cristina: Interrompo algo? (Os encarando).

Frederico ao ouvir a voz de Cristina, empurra Estela para longe dele.

Estela: Ainda pergunta?

Cristina: Cale-se Estela. E podem continuar com o show de vocês, mais a hora que minhas filhas chegarem, não quero que dêem bandeira, de que são tão caras de pau.

Frederico: Poupe-me Cristina. Eu estava apenas a beijando, e eu só correspondi pelo fato de nossas filhas não estarem. (,jogando Estela no chão).

Estela: Uma não está né? Pois a outra, é filha do peão (se levantando).

Cristina: Se quer saber? Cansei. Vai embora da minha casa Estela! Já não te suporto mais, e principalmente suas gracinhas. E principalmente você falando de minha filha.

Frederico: (sorri de canto). Mulheres sempre dramáticas.

Cristina ignora o que Frederico diz, e termina de descer as escadas.

Não havia nem Vitória nem Candelária na cozinha, mais em cima da pia estava a mamadeira de Victoria. Cristina pega a mamadeira, se vira para sair da cozinha, mais dá de cara com Frederico. Frederico já vai ponde seus braços ao redor de Cristina.

Frederico: Deixe-a ficar. A colocarei no lugar certo.

Cristina: Não acredito que tens i atrevimento de vim até aqui, para me pedir isto. Ela ou eu, ou reformulando. Eu e nossas filhas ou ela, pra mim tanto faz, desde que não mude com minhas filhas (falava firme em suas palavras).

Frederico: Eu amo minhas filhas, as três está me ouvindo bem? As três. Jamais mudaria com elas. E admita que sentiria a minha falta, já que não terá um homem para te possuir todas as noites (beija a orelha dela).

Cristina: Você não é o único que tem o que eu gosto (pisca para ele e sai caminhando).

Cristina passa direto pela sala, pois Victoria estava com fome. Passou tão rápido também para fugir de Frederico, que nem reparou que Estela continuava no mesmo lugar, só aguardando noticias. Mais assim que avista Frederico, já pergunta o que vai ser dela.

Estela: Ei. Frederico! E então o que falou com ela? (Curiosa e nervosa).

Frederico: Não sei. Não sei (fala gritando e alto).

Frederico em seguida vai subindo as escadas. O que Cristina havia lhe dito, na cozinha, havia o tirado do sério.... Mais ao entrar no quarto, vê sua caçula quase dormindo, e Cristina cantando para a mesma. Foi obrigado a se desarma.

Sem outra saída, se escorou na porta, e ficou a admira-las.

Cristina: Você está dormindo demais minha princesa. (Passando suas mãos, nos cabelos negros se Victoria).

Depois de mais algum tempo, Frederico já tendo que ir trabalhar, decidiu deixar sua conversa com Cristina para mais tarde. Cristina naquele momento não tinha o visto, e continuava na mesma posição de antes. Até que acaba dormindo novamente, como Frederico não havia deixado-a dormir direito aquela noite.

Ah parte da manhã se passa rápido. Karoliny e Maria do Carmo haviam chegado da escola, e quase todos já estavam a mesa, apenas faltava: Cristina, Victoria e Consuelo, que já estavam se aproximando da mesa, ficando junto aos demais.

Cristina: Oi filhas (dando um beijo nas duas).

Karoliny: Oi mamãe (dá um abraço). Como se sente?

Cristina: Melhor filha (sorri).

Maria do Carmo: Aconteceu alguma novidade em nossa ausência?

Frederico: Cristina demitiu a Estela (olha torto para Cristina).

Cristina: Ela devia sido demitida a muito tempo.

Karoliny: E o que ela fez desta vez?

Frederico: Assunto de adultos.

Maria do Carmo: Se vocês dizem. Bem, já terminei e vou me retirar, com licença.

Todos: Toda.

Victoria: Não!

Maria do Carmo: Eu não posso sair da mesa? (Olhando para irmã sorrindo).

Victoria: Não...o(grita).

Cristina mesmo rindo junto a todos, tinha que corrigi sua filha. Explicando-lhe que não se devia gritar e nem era necessário, ainda mais a mesa.

Cristina: Filha não pode gritar a mesa, e sua Maninha já termino.

Victoria não diz nada. Só olha para Maria do Carmo que saí da mesa, mais antes de sua irmã ir para o quarto, manda un beijo pra ela.

Logo mais todos já haviam terminado de almoçar, menos Victoria que não aceitava ajuda, e conseguia se virar bem, só que um pouco mais atrasada que outros. Cristina e Frederico continuavam a mesa, em silencia, admirando a filha deles, que de todas era a que mais se parecia com eles.

Cristina: Filha não quer uma ajudinha? (Olhando para ela que estava com dificuldade, para pegar carne que já estava cortada no prato).

Victoria: (pega a carne com a mão). Não.

Frederico: Ela já quer se virar sozinha, vê se pode isso? (Sorri todo bobo). Bem. Vai hoje nos bananais? Pois ontem havia dito que iria. Mais se não quiser ir tudo bem, consigo me virar lá.

Cristina: Eu vou depois do sono da tarde se Vicky. Você vem tomar café em casa?

Frederico: Sim. Venho. Será que Vicky dorme novamente? (Olhando Cristina).

Cristina:, Ela dorme sim, podia ter dormido amanhã toda, que ainda assim iria dormi a tarde também. (Sorri olha para Vicky).

Frederico: Então. Eu queria te pedir ... (Não se acha com coragem, de pedir perdão). Bem. Já estou indo.

Frederico dá um beijo na cabeça de Victoria, em seguida ele rouba um beijo de Cristina, ela não reagiu, mais também não correspondeu, foi simplesmente fria.
Frederico saí para ir trabalhar.... Logo a metade da tarde se passa. Victoria estava dormindo no colo da mãe. Cristina estava com suas filhas, sua mãe e suas governantas, que era da família.

Candelária: Está menina cresce feito fermento (sorri).

Cristina: Sim. Esta enorme. E minhas outras bebês já estão umas moças (olha para os lados, que estão suas filhas).

Maria do Carmo: Mais jamais deixaremos de ser a princesa do papai e da mamãe, né?

Karoliny: Mesmo que tenham, mais pestinhas como a Vicky (sorri, e beija a irmã).

Cristina: A filha. Vicky continuara sendo a caçula, pois a gravidez da Vicky já foi de alto risco.

Karoliny: Isso foi desde o inicio SA gestação, né? Mamãe.

Cristina: Sim. Vocês já ficaram sabendo que vira um novo médico?

Consuelo: Sim. Dizem que é lindo e tudo mais.

Cristina junto a suas filhas, mais as duas governantas, não resistem ao que Consuelo fala, e se atracam a rir. Consuelo fica vermelha, pois só então se dá conta do que falou.

Frederico em meio a risadas das mulheres chega.

Frederico: Esta pronta Cristina?

Cristina: Depois de pôr Vicky na cama, e me troca estarei pronta.

Consuelo: Mais tem que comer, ao menos um pouco filha.

Cristina: Obrigado mamãe. Mais não quero nada, assim que chegar eu como algo. Frederico leva Vicky pra mim. (Aquela dorzinha avia sumido, mais era melhor Frederico carregar Victoria).

Frederico: Ta bom.

Os dois sobem, Frederico vai pôr Victoria em seu berço, ele aproveita e liga a babá eletrônica, fecha as janelas também.... Enquanto isso Cristina, estava procurando por uma roupa, mais estava indecisa, achava que ia chover por tanto queria uma roupa mais quente, mais no momento esta quente. Cristina de lingerie preta toda de renda, bem do jeito que Frederico gosta, ainda mais virada com a bunda para o lado dele.
Frederico pega na bunda de Cristina, e começa a beija-lá no pescoço. Onde ele pelo espelho, pode ver que Cristina estava gostando, como sempre.

Cristina: Para Frederico. Eu quero ver a bananal. Depois que voltarmos, quem sabe tenha um presentinho (morde os labios de Frederico).

Frederico: Okay.

Depois Cristina já pronta desce a escada, Frederico a esperava do lado dr fora da casa. E ao ver a roupa que Cristina usava não o agradou em nada. Cristina usava uma calça de couro justa ao seu corpo, e um camisa de renda, era toda transparente, ajudava muito a aliviar aquele calor imenso.

Frederico: Que roupa é essa? Só faltou o salto. Eu não gostei dessa roupa, vá trocar.

Cristina: Salto? Esta louco? E não. Não vou retirar minha roupa.

Frederico: Cristina, nem para aqueles almofadinhas eu deixo você sair assim, imagina para aqueles manlubentos mortos de fome.

Cristina: Deixa de ser preconceituoso. Deixa olharem. Você sai com as mulheres, e eu apenas atraiu os olhares (Frederico a interrompe).