Um Amor Entre Dois Traidores

1 Um Encontro Predestinado?!


Notas iniciais
Hum, Etto, Yo mina-san. Aqui estou eu postando mais uma fic! Gente, eu estou em apuros!! Tenho que fazer mais três novos cap. de fics que eu postarei mais para frente. Tenho que organizar com a Anni-chan as fichas que recebemos para a nossa outra fic a 2Day.Criar mais um cap. de uma fic que estou postando já a algum tempo, a Idol Dream e ainda postar toda quarta-feira um novo cap. dela. E ainda estudar para as rovas bimestrais!!OMG!! Estou em apuros, mas mesmo assim não desapontarei meus leitores e farei todo o possivel para semprer postar novos caps. e fics. Bem essa fic é Amuto. Espero que gostem. E desculpem por esse ser um cap. pequeno e por qualquer erro de ortografia. Aproveitem!

Amu... Amu... Amu eu estou aqui!

Tadase? Tadase a onde você está?

Estou aqui meu amor!

Tadase... Tadase... TADASE!

– Ah! Só foi outro sonho.

Disse Amu colocando a mão no rosto ao ver que era apenas mais um daqueles sonhos de sempre. Ela se levantou e foi para o banheiro que por sinal era muito pequeno, igual a casa, já que ela não poderia se dar o luxo de viver em um bairro comum e bastante conhecido e correr risco de vida todos os dias tão facilmente assim como vários outros agentes da CIA com famílias. Amu morava sozinha naquele “apartamento” com apenas um banheiro, um quarto e uma sala ligada à cozinha bem pequenas onde só cabia a geladeira, o fogão, a pia, o sofá e uma mesinha de centro [N/A: Usem a imaginação!]. Ainda no banheiro se olhou no espelho lembrando do terrível passado, dos seus gritos ao saber o que ocorreria ao seu amado, das torturas que passou em missões e em cada pessoa que havia matado.

Hinamori Amu, 24 anos. Agente da CIA, uma grande integrante de elite, forte, ágil, cabelos rosa compridos, bonita, e séria. Uma das mais respeitáveis e admiradas agentes.

– Muito bem agentes, espero que tenham entendido qual a missão de vocês, e a prioridade dela – disse o diretor da operação Kukai, com apenas 25 anos, bem jovem até para ser diretor de uma missão como aquela.

– Hoy, será que ela vai participar da missão? – falou um tiozinho qualquer.

– Não sei – respondeu outro tiozinho ao seu lado.

– Huh, aposto que só trará problemas!

– Você é que pensa! Dizem que ela é uma agente cujo passado é tão sombrio quanto sua ficha, já matou mais de 200 pessoas, até mesmo outros agentes para não comprometer missões. Já participou de missões de infiltrações, já se tornou espião na máfia japonesa e até saiu ilesa mesmo depois de descobrirem sua traição!

– Traição?

– É, dizem que no passado ela passava informações da central para outros países e... – ele foi cortado por Amu.

– Humpf, “Baam” [N/A: Imaginem que ela bateu a mão na mesa].

– Ah! – os dois se surpreenderam com a atitude da agente.

– Ao invés de ficarem ai batendo papo sobre a vida dos outros por que não prestam atenção na missão antes que eu mesma tenha de matar vocês dois durante ela?!

– Hah, Hai, *Gomenasai – disseram os dois se curvando.

– E então agente, já repreendendo novos cadetes?! – disse o diretor geral da CIA.

–Humpf, ainda gosto de ver as caras assustadas deles quando escutam historias que os novatos inventam sobre o meu passado e ai eu apareço do nada e chamo a atenção deles, ficam apavorados.

– Diretor – disseram aqueles mesmo dois cadetes de antes curvando-se para o diretor e depois levando a mão até a cabeça que nem eles fazem no exercito.

– Descansar cadetes – falou o diretor agora começando a andar sendo acompanhado pela agente.

– E então Amu? Como está indo?

– Senhor?

– Ainda busca fazer missões para se vingar?

– Desculpe senhor, mas depois daquele dia eu existo para apenas um propósito, e eu acho que o senhor sabe muito bem: VINGANÇA!

– Huh, e então, o que pretende fazer quando conseguir sua vingança agente? Ou vai querer ficar o resto de sua vida assim, arriscando sua vida em missões suicidas, vivendo naquele apartamento se é que se pode chamar aquilo de apartamento. Pretende ficar sozinha pelo resto de sua vida até morrer?!

–Desculpe senhor, mas eu não tenho uma resposta para sua pergunta.

– Ah – suspirou o diretor parando na frente dela – tinha medo de que dissesse isso, por isso tomei uma decisão. Até que tenha uma reposta eu vou te mandar em uma missão especial.

– Que tipo de missão senhor?

– De infiltração.

– E o que você quer?

– Bem, eu quero que se infiltre mais uma vez na máfia japonesa, me parece que agora eles tem um novo sucessor que estava escondido até hoje e que estava sendo treinado para suceder seu pai. E pelo que me parece isso não vai demorar muito, já que o diretor da máfia pegou uma doença muito grave e não vai conseguir sobreviver por muito tempo.

– Você diz o Tsukiyomi? Não posso crer que um líder tão poderoso e forte daquele, o único que quase conseguiu me matar esta sendo vencido por uma doença.

– É, eu também achei isso, mas acredite se quiser consegui uma copia dos exames dele e uma gravação de áudio de uma conversar entre ele e um dos seus seguidores e é realmente verdade. Ele mal se aguenta em pé. É mesmo um absurdo. Mas enfim, o que nos interessa nessa missão é apenas o filho dele, por enquanto não temos informação alguma sobre ele, por isso queremos que você se infiltre na máfia e descubra tudo o que puder, e até mesmo se possível mate-o. Mas cuidado agente, pelo que me parece ele é uma pessoa bem treinada, tanto quanto seu pai – disse o diretor entregando a ficha com as informações da missão que Amu lia atentamente sem deixar passar um único detalhe.

– Não se preocupe, farei de tudo e pode ter certeza que se tiver a oportunidade o matarei, mas me desculpe senhor, pode até ser um comentário desnecessário, mas acho que nunca haverá ninguém tão forte e bem treinado quanto o Tsukiyomi.

– É isso pode até ser, mas até descobrirmos que tipo de pessoa que o seu sucessor é não podemos afirmar nada. Bem é isso dispensada, você viajará para Tokyo [N/A: eu não consegui pensar em nenhuma outra cidade, sacuméneh, a preguiça não deixa] daqui a três dias, esteja pronta ate lá.

– Entendido. Pode contar comigo senhor, eu não falharei.

– Eu sei que não. Ah e — disse o diretor quase se afastando por completo de Amu – pensa no que eu te falei, talvez essa viajem possa te dar mais do que só uma resposta.



Notas finais
*Gomenasai = Desculpe Bem espero que tenham gostado, e espero por reviews. O próximo cap. é seu Anni-chan. Eu o postarei segunda-feira que vem. Um abraço, um beijo, e um queijo, Da sua, Gaburi-chan.